AVISOS DA ARQUIDIOCESE

DECRETO DO ARCEBISPO


DECRETO DO ARCEBISPO

































COLÉGIO DE CONSULTORES – 20/08/2020


COLÉGIO DE CONSULTORES – 20/08/2020

































NOVO DECRETO DO ARCEBISPO


DECRETO DO ARCEBISPO - AGOSTO 2020

































NOVO DECRETO DO ARCEBISPO


DECRETO DO ARCEBISPO - JUNHO 2020

































CC e CAPRE - Abril e Maio


CC e CAPRE - Abril e Maio















DECRETO DO ARCEBISPO


DECRETO DO ARCEBISPO















COMUNICADO DA CNBB


COMUNICADO DA CNBB

































ORIENTAÇÕES SOBRE A SEMANA SANTA


ORIENTAÇÕES SOBRE A SEMANA SANTA

































DECRETO DO ARCEBISPO - 19.03.2020


DECRETO DO ARCEBISPO - 19.03.2020


















DECRETO DO ARCEBISPO


DECRETO DO ARCEBISPO





TEXTO DE LEITURA – MARÇO 2020

Autor: José Carlos Pereira, Padre Passionista, Teólogo Pastoralista e Doutor em Sociologia pela PUC-SP)

Obra: Gestão Eficaz, Sugestões para a renovação paroquial, Paulus, 2014


Tema Gerir é saber administrar o tempo (I)

É comum, hoje, apesar dos avanços das tecnologias e das inúmeras facilidades do mundo moderno, dito globalizado, ouvir dizer que falta tempo para o cumprimento da maioria dos compromissos assumidos ou para a realização de projetos no tempo planejado. Essa não é uma reclamação apenas de quem trabalha em empresas do primeiro setor, com fins lucrativos, onde se faz jus à máxima preconizada por Benjamin Franklin de que time is money.

Ouvimos essa reclamação também no terceiro setor, como, exemplo, nas instituições de caridade, nos colégios e, sobretudo, nas Paróquias, onde os valores que se pleiteiam vão muito além do dinheiro, mas parece que o tempo não é suficiente para realizar tudo o que se planeja. Independentemente do setor, ou da área em que se atua, é necessário, para obter resultados nos empreendimentos, ser eficaz e ágil nas tomadas de decisões, sabendo gerir o tempo.

O tempo é igual para todos, porém, não somos todos iguais. E por não sermos iguais, não o administramos de igual maneira. Cada um tem o seu tempo, a sua maneira de fazer as coisas, mas quando se trata de gestão paroquial, gerir com agilidade o tempo é fundamental para que a Paróquia não fique estagnada, ou com procedimentos ultrapassados ou fora da realidade. Assim sendo, a agilidade nas ações é um procedimento a ser exercitado. Porém, sabemos que a agilidade depende também do fator organização. Organização é ter cada coisa no seu divido lugar, saber gerir no seu devido tempo, com metas e métodos que sejam eficazes. Albert Einstein dizia que “ falta de tempo é desculpa daqueles que perdem tempo por falta de método”.

Muitas pessoas, inclusive padres, me perguntam onde eu encontro tempo para escrever tantos livros e ministrar tantos cursos, sendo, ao mesmo tempo, Pároco. A resposta é simples: organização. Procuro não desperdiçar tempo. Ele é precioso e pode ser muito bem aproveitado, desde que saibamos nos organizar.

Vou, então, apresentar aqui algumas dicas simples que podem ajudar a gerir bem o tempo e evitar tensões geradas pelo excesso de compromissos, pela falta de organização ou quando não atingimos as metas desejadas. Essas e outras situações comumente são responsabilizadas pela falta de tempo.

1- Organização. Como já foi dito acima, essa é a palavra mágica, a senha para aproveitar bem o tempo. Dela derivam todas as demais dicas que indico abaixo. Sem organização, o tempo se esvai e não realizamos o que gostaríamos de ter realizado, ou então realizamos de modo insatisfatório. A organização começa pelas pequenas coisas, pois a soma de pequenas coisas preenche nosso dia, e se elas não estiverem bem organizadas, vão se acumulando, se avolumando, e, quando vemos, já estamos num emaranhado de coisas que não foram realizadas.

A organização começa desde a mesa do nosso quarto, do escritório, da biblioteca, enfim, dos lugares onde os papéis vão se acumulando e, se não forem checados e encaminhados, fica difícil de saber o que é importante e o que é irrelevante. Em nossas mãos chegam, todos os dias, centenas de papéis, sem contar os e.mails e outras formas de contato. É preciso encaminhá-los de imediato para não esquecer depois, pois se não fizermos isso na hora que chegam, eles se acumulam, e coisa acumulada é passível de um encaminhamento insatisfatório, ou de não ser encaminhada. Portanto, seja metódico na organização. Não tenha medo de ser zeloso ou cuidadoso com as coisas.

Esses procedimentos são de suma importância na gestão do tempo. Quando vemos uma mesa abarrotada de papéis, logo concluímos que a pessoa é desorganizada, pois acúmulo de papéis sobre a mesa não significa excesso de trabalho, mas falta de organização. Assim sendo, não termine o dia deixando coisas para serem resolvidas no dia seguinte nem deixe papéis sobre a mesa. Se isso não for possível, comece o dia solucionando pendências.

Para isso, deixe-as anotadas numa lista, num lugar bem visível, começando pelas mais importantes. Se não puder solucionar tudo sozinho, delegue funções. Tenha horário para todas as suas atividades, até mesmo para a pausa para o cafezinho. Isso não quer dizer que você será escravo do horário, mas que fará da hora uma aliada no cumprimento de suas tarefas. Não perca tempo com coisas desnecessárias. Seja objetivo na fala e nos procedimentos e saiba desvencilhar-se de pessoas que não sabem ser objetivas. Ande sempre com relógio e calcule o tempo para tudo que for fazer. Procure fazer uma coisa de cada vez, mesmo que você tenha facilidade para fazer mais de uma coisa de uma atividade ao mesmo tempo.

Quando fazemos mais de uma coisa de uma vez, corremos o risco de desqualificar ambas. A organização pessoal reflete a organização paroquial. Vemos se uma pessoa é organizada em sua vida profissional se sua vida particular for organizada. Por exemplo, quer saber se uma pessoa tem uma vida profissional organizada? Olhe como anda a organização do quarto dela. Ele é uma espécie de espelho da conjuntura organizacional da vida das pessoas. Coisas simples como essa refletem a organização da vida.

Quando fui formador no seminário, sabia quando um seminarista era organizado e eficiente nas suas funções observando o estado do seu quarto. Esse método dificilmente falhava. É claro que, vez por outra, podem ocorrer deslizes na organização, mas quando é algo frequente, revela uma situação que precisa ser trabalhada. Com o padre acontece a mesma coisa. A organização de sua vida particular revela a organização de sua Paróquia e, consequentemente, de sua missão. Padres que não aprenderam a organizar-se perdem muito tempo, e perder tempo significa perder oportunidades, que leva a atraso em todos os sentidos, sobretudo na missão da Igreja.

2- Planejamento. Para uma gestão eficaz é preciso planejamento. Fazer as coisas sem planejar é arriscar; quando se fala em gestão, não se deve arriscar. O planejamento se dá em diversas instâncias, desde a vida pessoal do gestor até a vida da comunidade paroquial como um todo. Assim sendo, planeje o dia, a semana, o mês e o ano. O dia deve ser planejado de véspera, verificando agenda e compromissos a serem executados no dia seguinte; a semana deve ser planejada no início, como, por exemplo, às segundas-feiras, quando a maioria dos Párocos tira um dia de folga.

Aproveite esse dia para planejar a semana, de modo que as atividades pastorais e missionárias transcorram na mais perfeita ordem. Se você é uma pessoa organizada, não vai gastar todo o dia de folga para planejar a semana, basta um horário à noite. Ao planejar a semana, verifique as celebrações e quem vai presidi-las, caso haja na Paróquia Vigários Paroquiais ou Ministros Extraordinários da Palavra; reveja os acontecimentos da semana – o que, onde, quando e como eles acontecerão; veja também as compras e pagamentos, bem como os agendamentos feitos para a semana; verifique a Agenda pessoal e quais os seus compromissos particulares ( consultas médicas, viagens...).

Tudo isso poderá ser revisto no inicio da semana, pois a maioria já está na Agenda, é só revisá-la para não esquecer. Com procedimentos dessa natureza, fica mais fácil gerir a Paróquia, e tudo tende a caminhar bem. Por essa razão, o elemento da organização é fundamental.

As pessoas mais desorganizadas são as que mais reclamam da falta de tempo ou que não cumprem seus compromissos em tempo hábil, ou ainda as que têm maior dificuldade de fazer planejamento. Assim sendo, procure fazer uma planejamento a curto, médio e longo prazo de seus compromissos e projetos pessoais e paroquiais, e procure executá-los bem antes do prazo determinado. Assim sobrará tempo para descansar e planejar outras coisas, além da pessoa não se tornar vítima do estresse que acontece com quem deixa tudo pra a última hora.

Pesquisas recentes mostraram que os padres, de um modo especial os Párocos, são uma das categorias mais atingidas pelo estresse. No meio popular, há uma expressão equivocada para uma vida fácil e sossegada – “ vida de padre”. Quem diz isso não conhece, de fato, o que é uma vida de padre. Os compromissos e as cobranças são tantas que, se o padre não for uma pessoa organizada, vai ficar estressado desde muito cedo. A organização, além de ajudar na gestão, ajuda na saúde de quem gere a Paróquia.

É muito melhor ter as coisas no seu devido lugar e caminhando de modo harmônico. Isso dá mais segurança e paz, e ainda sobre tempo para o merecido descanso. Agindo dessa maneira você terá tempo para resolver da melhor maneira os imprevistos que sempre aparecem e terá tempo para outras atividades, como, por exemplo, esportes e lazer. Com planejamento, tudo flui melhor. Sem planejamento, somos surpreendidos pelos improvisos, e ações imprevistas desgastam muito mais que ações planejadas. Continua no mês de abril...

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Cuidando bem de quem já participa, acolhendo bem quem nos procura e procurando pelos afastados




ARQUIDIOCESE SANT´ANA DE BOTUCATU


Arquidiocese Sant'Ana de Botucatu, em comunhão com a Igreja em todo o mundo, está sempre comprometida com a defesa da vida, com o bem estar de cada pessoa.

A vida é dom precioso de Deus e por isso mesmo, deve ser preservada e promovida, em todas as suas etapas, da fecundação ao declínio, com a morte natural.

Por isso mesmo, a Igreja une-se aos que hoje buscam combater a disseminação do coronavírus, uma ameaça à saúde, principalmente dos idosos e enfermos.

Nossa orientação ao povo de Deus, em nossa Arquidiocese, em suas quatro Regiões Pastorais, é que, durante as missas, em vez do abraço da paz, busquem fortalecer ainda mais o sincero sentimento de bem-querer em relação ao próximo. Na oração do Pai Nosso, no lugar de unir as mãos, seja cultivado com mais intensidade o compromisso com a fraterna comunhão.

Aos nossos irmãos sacerdotes, pedimos que orientem os fiéis a receberem a Sagrada Eucaristia nas mãos, acolhendo Cristo enquanto se reza pelo irmão enfermo.

No serviço e no amor ao Reino de Deus, nos unamos nesta missão e que o Bom Deus, com a intercessão de nossa Padroeira Senhora Sant'Ana, nos abençoe e fortaleça.

Unidos.

Dom Maurício Grotto de Camargo.

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REUNIÃO GERAL DO CLERO - 20/02/2020

ASSUNTOS TRATADOS:

1- CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2020.O tema foi apresentado pela Coordenadora Arquidiocesana da Campanha da Fraternidade Patrícia Shimabuku, com motivação precisa e testemunho pessoal do quanto já está sendo feito e do quanto poderá ainda ser feito neste ano a partir do lema escolhido: “ Vi, senti compaixão e cuidei dele”. No final foi feita distribuição dos Cartazes e Envelopes.

2- MINISTROS EXTRAORDINÁRIOS DA PALAVRA. Pe. Rafael Antônio Paixão Soares, Assessor Arquidiocesano, informou aos participantes a respeito do processo de elaboração do Estatuto dos MEP e dos procedimentos que estão sendo adotados em vista da indicação, da formação e da investidura dos MEP.

3- MINISTROS EXTRAORDINÁRIOS DAS EXÉQUIAS. Pe. Bruno Gonçalves, Assessor Arquidiocesano, comentou a respeito dos Encontros de Formação dos MEE que já estão sendo realizados nas RPs. Na função de Assessor do Movimento Ecumênico e Diálogo Interreligioso, aproveitou esse momento para breves orientações quanto ao modo de proceder das pessoas envolvidas nesse trabalho. Foi enfatizado a importância nas Paróquias da realização da Semana de Oração pela Unidades dos Cristãos, que acontece na semana que antecede a Solenidade de Pentecostes.

4- MINISTROS EXTRAORDINÁRIOS DAS COMUNHÃO EUCARISTICA – MECEs. Pe. João Paulo Sillio, Assessor Arquidiocesano juntamente com o Pe. Jean Richard Lopes, recordou as datas da formação dos MECEs ao longo do ano de 2020.

5- LITURGIA E CANTO LITÚRGICO. Pe. Edenilson das Neves, Assessor Arquidiocesano, apresentou algumas informações a respeito dos Encontros de Formação que estão acontecendo na Arquidiocese , com boa participação das Paróquias.

6- PASTORAL DA SAÚDE. O Diác. Luiz Carlos dos Santos, Assessor Arquidiocesano, informou sobre os trabalhos que estão sendo realizados em vista da implantação e funcionamento da Pastoral da Saúde em todas as Paróquias da Arquidiocese.

7- Guia Informativo 2020. No final da reunião foram entregues às Paróquias os exemplares impressos do Guia Informativo 2020.

Pe. José Hergesse – Coordenador Arquidiocesano de Pastoral

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REUNIÃO DO COLÉGIO DE CONSULTORES - 20/02/2020

ASSUNTOS TRATADOS:

1- Pe. Carlos Ferreira dos Santos, IMC, Pároco da Paróquia São Manuel, SP, apresentou para consideração do Colégio de Consultores um projeto de reforma do Presbitério da igreja Santa Terezinha, envolvendo, inclusive, uma possível troca de piso. Após diversas considerações, o Colégio de Consultores achou por bem, naquilo que se refere ao piso que seja feita uma restauração do atual, considerando seu valor histórico.

2- Pe. Ademar Domingos Roma, Pároco da Paróquia São Benedito, em Botucatu, SP, solicitou a aprovação do Colégio de Consultores para o projeto de reforma da igreja São José, situada no centro da cidade de Botucatu. Após avaliar o ante-projeto elaborado pelas Irmãs Pias Discípulas do Divino Mestre e considerar as condições financeiras que estão sustentando a iniciativa, o Colégio de Consultores aprovou o projeto apresentado.

3- Côn. Joinville Antônio Arruda, Pároco da Paróquia Nossa Senhora de Fátima, em Botucatu, quis ouvir o parecer do Colégio de Consultores a respeito da conveniência ou não, da venda de 2 lotes de terreno de propriedade da Mitra Arquidiocesana/Paróquia Nossa Senhora de Fátima. O Colégio de Consultores avaliando as condições, optou pela não alienação ou venda dos respectivos imóveis, aguardando, desse modo, por um momento mais oportuno.

4- Côn. Émerson Rogério Anizi, Ecônomo Arquidiocesano, comunicou ao Colégio de Consultores que foi rescindido o pré- Contrato com a Construtora Mulotto em vista da construção de edifícios em terreno na Mitra Arquidiocesana, na cidade de Botucatu; o projeto de construção continua, agora, procurando por uma outra Empresa interessada; falou também do projeto de reforma externa da Catedral Metropolitana que está sendo elaborado e dos valores atualizados das Taxas ou Emolumentos e que serão enviados às Paróquias pela Cúria Metropolitana.

Pe. José Hergesse – Secretário do Colégio de Consultores

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CONSELHO ARQUIDIOCESANO DE PRESBÍTEROS – CAPRE – 20/02/2020

CONFIRMADOS:

1- Curso de Atualização do Clero: De 13 a 16 de julho de 2020, no Seminário Santo Antônio, em Agudos, SP.

2- Retiro do Clero: De 26 a 30 de outubro de 2020, também no Seminário, em Agudos, SP

Pe. Adauto José Martins – Representante dos Presbíteros e Secretário do CAPRE

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Botucatu, 18 de fevereiro de 2020

Prezados Padres, Diáconos, Consagrados, Seminaristas e Coordenadores Arquidiocesanos de Ministérios Extraordinários, Pastorais, Movimentos, Associações e Organismos Eclesiais.

Saúde e Paz!

Realizou-se, hoje, dia 18 de fevereiro de 2020, das 09h às 12h, em Marilia, SP, a 1ª reunião deste ano do Sub-Regional da Província Eclesiástica de Botucatu, SP.

Pela Arquidiocese de Botucatu participaram: Dom Maurício Grotto de Camargo, Arcebispo Metropolitano, o Coordenador Arquidiocesano de Pastoral, o Pe. Adauto José Martins, Representante dos Presbíteros, o casal Sérgio Roberto França e Maria Joana França, Coordenadores Arquidiocesanos da Pastoral da Saúde e as Sras Marilda Petrechen, Presidente da Caritas, e Ivanira de Souza, Coordenadora das Pastorais Sociais.

Antes do momento de oração na Capela do Seminário, desta vez, conduzido pela Arquidiocese de Botucatu, Dom Benedito Gonçalves dos Santos, Bispo Diocesano de Presidente Prudente e Presidente o Sub-Regional, deu as boas vindas a todos e, depois, no Salão de Eventos, passou a coordenação do Encontro ao Pe. Carlos Roberto dos Santos, Secretário do Sub-Regional, que também tratou, ao longo do período, o Tema: Campanha da Fraternidade 2020.A próxima reunião do Sub-Regional será no dia 12 de maio de 2020, com o tema da Exortação Apostólica Pós Sinodal “ Querida Amazônia”, do Papa Francisco..

Rezemos pelo Arcebispo! E rezemos também uns pelos outros! Que Deus nos ajude e Senhora Santana nos proteja!

Sempre agradecido!

Pe. José Hergesse – Coordenador Arquidiocesano de Pastoral

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Botucatu, 10 de fevereiro de 2020

Prezados Padres, Diáconos Permanentes, Consagrados, Seminaristas e Coordenadores Arquidiocesanos de Ministérios Extraordinários, Pastorais, Movimentos, Associações e Organismos Eclesiais.

Saúde e Paz!

No próximo sábado, dia 15 de fevereiro de 2020, terá inicio a capacitação das Equipes Paroquiais de Formação que neste 1º Semestre vão trabalhar na divulgação do Texto Oficial das Diretrizes Arquidiocesanas de Missão e Pastoral - DAMP.

Locais: RP1, no Centro Arquidiocesano de Pastoral, em Botucatu; Na RP2, no Salão Paroquial da Paróquia Santuário São Judas Tadeu, em Avaré; na RP3, no Salão Paroquial da Paróquia- Santuário Senhor Bom Jesus, Conchas e na RP4, no Salão Paroquial da Paróquia- Santuário Nossa Senhora da Piedade, em Lençóis Paulista.

Horário: das 09h às 12h

Na RP3 a capacitação será na segunda-feira, dia 17 de fevereiro, às 19h30.

Os 4 Coordenadores Regionais: Carlos Antunes, na RP1; Juliana Berna Félix, na RP2; Eduardo Pavan, na RP3 e José Roberto Bazucco, na RP4 estão à disposição no caso de alguma dúvida ou informação necessária.

Contamos com as orações de todos!

Sempre agradecido!

Pe. José Hergesse - Coordenador da Comissão Arquidiocesana de Formação

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REUNIÃO DO CONSELHO ARQUIDIOCESANO DE MISSÃO E PASTORAL – CAMP – 06/02/2020

ASSUNTOS TRATADOS:

1- REGIÕES PASTORAIS: RELATÓRIO. As Regiões Pastorais estão iniciando suas atividades pastorais, com as datas das 4 reuniões com os Padres, já agendadas.

2- SETORES PASTORAIS. Por decisão do Arcebispo, no momento, o Coordenador Arquidiocesano de Pastoral assume a função de Referencial de todos os 10 Setores Pastorais: 1- Setor Pastoral Famílias / 2- Setor Pastoral Vocações / 3- Setor Pastoral Liturgia / 4- Setor Pastoral Catequese / 5- Setor Pastoral Juvenil / 6-Setor Pastoral Movimentos / 7- Setor Pastoral Pastorais Sociais / 8- Setor Pastoral Comunicações / 9- Setor Pastoral Universitária / 10- Setor Pastoral Missões.

OBS: A função do Referencial é: 1- Orientar e ajudar na organização estrutural das Pastorais e Movimentos nas três (3) etapas: Paroquial, Regional e Arquidiocesana; 2- Acompanhar e supervisionar as atividades de todos os Setores Pastorais de modo que executem o estabelecido como Objetivo, Metodologia e Espiritualidade próprios; 3- Promover e facilitar o trabalho pastoral de conjunto, fazendo com que todos se respeitem, se ajudem e se completem, como membros de um único corpo eclesial; 4- Agendar ao longo do ano reuniões com cada Setor Pastoral ou individualmente com cada Coordenação Arquidiocesana, com a finalidade, sobretudo, de apoiar e incentivar o trabalho de todos os Agentes de Pastoral envolvidos.

3- IRMANDADES DO DIVINO. O Novo Estatuto das Irmandades do Divino, aprovado pelo Arcebispo, com data de 20 de dezembro de 2019, entre outros, determina:
1- Um único Estatuto para todas as Irmandades.
2- As Irmandades do Divino não possuem imóveis em nome próprio.
3- Os imóveis usados pelas Irmandades do Divino são de propriedade da Mitra Arquidiocesana/ Paróquia.
4- As Irmandades do Divino se servem do CNPJ da Paróquia onde se encontram, com conta aplicação assinada pelo Pároco e pelo Tesoureiro da Irmandade.
5- As Irmandades do Divino na questão financeira - contábil seguem em tudo as orientações da Mitra Arquidiocesana de Botucatu.
6- As Irmandades do Divino colaboram, mas não recebem dinheiro das Festas das Paróquias.
7- As Irmandades do Divino possuem eventos próprios com os quais arrecadam o necessário para exercerem suas atividades.
8- O Pároco é o Presidente nato da Irmandade do Divino e o seu Diretor é membro do CMPP.
9- Um dos Diretores das Irmandades, escolhido entre os seus pares, participa do Setor Pastoral Movimentos.
10- Uma vez por ano, as Irmandades do Divino, dentro de suas possibilidades, farão uma doação em dinheiro às Obras das Vocações Sacerdotais da Arquidiocese de Botucatu

4- EQUIPE ARQUIDIOCESANA DO KERÍGMA: PALESTRAS E RETIROS ESPIRITUAIS KERIGMÁTICOS. Aprovada a proposta da Comissão Arquidiocesana de Formação de continuar, por tempo indeterminado, em todas as Paróquias da Arquidiocese, a aplicação do conteúdo do kerígma nos seus 5 aspectos: Anúncio, Conversão, Discipulado, Comunhão e Missão, na forma de Palestra e de Retiros Espirituais, de um ou dois dias.

As Equipes Regionais de Formação são as responsáveis pela organização e realização das Palestras e dos Retiros Kerigmáticos em todas as Paróquias das 4 Regiões Pastorais, a partir de programação própria. Nos Retiros Espirituais Kerigmáticos a Equipe Arquidiocesana do Kerígma, contará com a colaboração do Pe. Nelson Maria Brechó da Silva. A previsão é que as atividades tenham início em agosto 2020.

5- SETOR PASTORAL MISSÕES: OBJETIVO E ORGANIZAÇÃO. Esse Setor Pastoral vai englobar as atividade dos Conselhos Missionários – COMIPA (Paroquial) – COMIRE (Regional) – COMIDI (Diocesano) – COMINA ( Nacional).

Ao mesmo tempo, vai trabalhar em vista do Despertar e cultivar na Arquidiocese o Espírito Missionário com o envio de Agentes de Pastoral ( Padres – Leigos) às Igrejas Particulares pastoralmente mais necessitadas no Brasil ou no Exterior; acompanhar com as orações e recursos financeiros os Missionários enviados; organizar atividades paroquiais ou eventos arquidiocesanos por ocasião da presença desses Missionários na Arquidiocese, por exemplo, nos períodos de férias. Coordenação Arquidiocesana: Laércio José dos Santos / Assessoria: Dom Maurício Grotto de Camargo – Arcebispo

6- CONSELHO MISSIONÁRIO DE PASTORAL PAROQUIAL –CMPP: IMPLANTAÇÃO E FUNCIONAMENTO. O Estatuto do Conselho Missionário de Pastoral Paroquial - CMPP – estabelece:

Art. 1º - Em todas as Paróquias da Arquidiocese Sant’Ana de Botucatu, a Autoridade Arquidiocesana houve por bem, consultado o Conselho de Presbíteros, determinar a constituição de Conselhos Missionários de Pastoral Paroquial – CMPP.

Art. 2º - O Conselho Missionário de Pastoral Paroquial, será um órgão de comunhão e participação, consultivo e não deliberativo, ligado ao campo das atividades apostólicas, missionárias e pastorais da Paróquia, em sintonia com as Arquidiocesanas. Através dele, serão conduzidos, dirigidos e coordenados todos os projetos de cada uma das Pastorais e a implementação do Plano Missionário e Pastoral nos setores.

Art. 3º § 1º - O Conselho Missionário e Pastoral Paroquial será integrado:

a) Pelo Pároco ou pelos que lhe fizerem às vezes; b) Pelo Vigário Paroquial; c) Pelos responsáveis de cada Setor que compõe a Paróquia; d) Pelos Coordenadores de todas as Pastorais existentes na Paróquia; e) Pelos representantes, designados pelos Institutos Religiosos, masculinos e femininos, em atividade pastoral na Paróquia; f) Pelos dirigentes leigos de associações e movimentos da Paróquia; g) Pelos responsáveis de obras assistenciais, caritativas, promocionais ou culturais existentes na Paróquia, e h) Pelo Coordenador do Conselho Administrativo Paroquial (CAP).

Sob a coordenação do Coordenador Arquidiocesano de Pastoral e colaboração dos 4 Padres Coordenadores das Regiões Pastorais, estamos iniciando um trabalho de avaliação a respeito da situação dos CMPPs nas Paróquias da Arquidiocese: se estão implantados nas Paróquias, se estão funcionando e quais são os modos como estão funcionando: Quantas vezes ao ano são realizadas as reuniões? Qual é a composição dos CMPPs? Qual é a metodologia usada nas reuniões? Como os Padres estão avaliando o trabalho realizado com e nos CMPPs? E outras questões que vão surgindo...

Numa das reuniões do CAMP será acolhido e avaliado esse material produzido pelas RPs. Em seguida será elaborado um Modelo Comum para ser implantado e que funcione com razoável satisfação em todas as Paróquias.

7- SETOR PASTORAL UNIVERSITÁRIA. Diante da disponibilidade do Pe. Luiz Grillo, e, agora, já com sua Assessoria, o Arcebispo achou por bem criar, em vez de Paróquia Universitária, o Setor Pastoral Universitária. Num primeiro momento, o Pe. Grillo estará montando a Equipe de Coordenação Arquidiocesana e estabelecendo as orientações básicas para o bom funcionamento desse trabalho pastoral.

8- Próxima reunião do CAMP: 21/05/2020, na SCJ.

Rezemos pelo Arcebispo! Rezemos também uns pelos outros! Que Deus nos ajude e Senhora Santana nos proteja!

Sempre agradecido!

Pe. José Hergesse – Coordenador Arquidiocesano de Pastoral

1- - Proposta de mudança de sigla: CMPP ( Conselho Missionário Paroquial Pastoral para CPPM ( Conselho Paroquial de Pastoral Missionária)

2- - Outros Assuntos

3- - Próxima reunião do CAMP: 07/05/2020

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DAMP: 1º SEMESTRE – TEXTO DA PALESTRA

OBS: Acolhida e Oração inicial

1ª PARTE DA PALESTRA ( 45 minutos)

INTRODUÇÃO

Este nosso encontro tem por finalidade a divulgação do Texto Oficial das Diretrizes Arquidiocesanas de Missão e Pastoral – DAMP – que foi promulgado, pelo Arcebispo, no dia 15 de novembro de 2017 e que será uma das fontes para o nosso trabalho na formação dos Discípulos Missionários, no Triênio 2021 a 2023.

Vamos trabalhar a partir de perguntas que fazemos ao Texto Oficial das Diretrizes Arquidiocesanas - DAMP. Esse texto todos vocês vão recebê-lo no final da palestra para estudo de aprofundamento pessoal. Nesta palestra, vamos apresentar, apenas, alguns dos pontos do Texto Oficial das Diretrizes Arquidiocesanas. Na verdade, vamos respondendo a diversas perguntas a partir do material que se encontra no texto das Diretrizes Arquidiocesanas. Depois, cada um, cada uma, poderá ler, estudar e aprofundar melhor o texto inteiro.

. Eis a 1ª pergunta:

1- O QUE SÃO DIRETRIZES?

Em geral, Diretrizes são orientações, normas, procedimentos, critérios, linhas, instruções, indicações que definem, regulam, determinam e direcionam o desenvolvimento de alguma atividade ou projeto estabelecido.

2- O QUE SÃO AS DIRETRIZES ARQUIDIOCESANAS DE MISSÃO E PASTORAL – DAMP?

As Diretrizes Arquidiocesanas de Missão e Pastoral são orientações estabelecidas pela Arquidiocese de Botucatu para fazer de sua Pastoral, uma Pastoral decididamente Missionária.

Essas orientações foram inspiradas ou elaboradas a partir do Documento de Aparecida (2007), da Constituição Apostólica Pós Sinodal Evangelii Gaudium (2013) do Papa Francisco de das Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil ( 2011-2015)

3- QUAIS SÃO OS PONTOS PRINCIPAIS DA CARTA DO ARCEBISPO POR OCASIÃO DA APRESENTAÇÃO DAS DIRETRIZES ARQUIDIOCESANAS, COM DATA DE 15 DE NOVEMBRO DE 2017?

Por ocasião da apresentação das Diretrizes Arquidiocesanas, no dia 15 de novembro de 2017, o Arcebispo, na sua carta, apresentou 7 pontos a respeito do significado e da importância das Diretrizes Arquidiocesanas. São eles:

1- A evangelização parte do encontro, adesão e contemplação de Jesus Cristo presente em sua Igreja e se desenvolve, na força do Espírito Santo, em diálogo com os contextos em que se realiza.

2- As Diretrizes são oferecidas a todas as paróquias, pastorais, movimentos, associações e organismos eclesiais de nossa Igreja Particular.

3- Que possam contribuir para que a “ alegria do Evangelho” renove profundamente nossas comunidades e anime continuamente nosso entusiasmo missionário.

4- O Papa Francisco, na Evangelii Gaudium, indicou os caminhos para o percurso da Igreja nos próximos anos e convocou todas as Igrejas Particulares a “avançar no caminho da conversão pastoral missionária”, a “não deixar as coisas como estão” e a se “constituir em estado permanente de missão”, como pede Aparecida.

5- As Diretrizes não contêm fórmulas pastorais mágicas nem são constituídas basicamente de normas específicas Seu valor está no “espírito” que orienta e na luz que aponta o caminho a trilhar.

6- Assim, com o espírito de uma Igreja “em saída” desejamos “cuidar” bem dos membros da comunidade; “acolher” melhor os que se aproximam; e “procurar” os que se encontram longe, afastados.

7- À luz da Conferência de Aparecida, da Exortação Apostólica “A Alegria do Evangelho” e das DGAE da Igreja no Brasil queremos nos comprometer com uma Igreja sempre mais Ministerial; Casa e Escola de Comunhão e Samaritana.

4- COMO FORAM ELABORADAS AS ATUAIS DIRETRIZES ARQUIDIOCESANAS, COM DATA DE 2017? ESTABELECER UM BREVE HISTÓRICO DO PROCESSO.

Na avaliação da Pastoral Arquidiocesana realizada, em 2014, a partir da V Conferência de Aparecida e da Evangelii Gaudium, do Papa Francisco, constatou-se na Arquidiocese a presença de uma pastoral de manutenção e sacramentalista ( ou seja, fazer por fazer), bem como a necessidade de uma verdadeira conversão pastoral, em vista de uma Pastoral decididamente Missionária, nas suas 3 dimensões constitutivas: Ministerial, Casa e Escola de Comunhão e Samaritana.

Em seguida, já com a consciência da necessidade de uma Conversão Pastoral e da implantação de uma Pastoral Missionária, num primeiro momento, foram realizadas, em 2016, as Assembleias Paroquiais, seguindo o método Ver, Julgar e Agir, com perguntas sobre a realidade pastoral da Paróquia e as sugestões de respostas concretas às necessidades e aos desafios que fossem surgindo.

Para ajudar na avaliação, foram usadas 3 imagens, cada uma representando uma das dimensões da Pastoral: a dimensão Ministerial, com a imagem de uma Orquestra; a dimensão Casa e Escola de Comunhão, com a Parábola dos Porcos Espinhos, de Shopenhauer, e a dimensão Samaritana com a imagem do Bom Samaritano, de Lc, 10, 25-37.

A partir dessas imagens, num segundo momento, foram recolhidas as respostas e as sugestões apresentadas pelas Paróquias, como resultado das Assembleias paroquiais, e avaliadas e aprovadas pelo Conselho Arquidiocesano de Missão e Pastoral - CAMP, no início de 2017.

A seguir, o resultado do trabalho realizado pelas paróquias, em 2016:

Na dimensão Ministerial, no momento do ver a realidade pastoral, o resultado foi o seguinte. Vamos fazer apenas a leitura dos pontos, sem comentários. Constata-se nas Paróquias:

1- A mentalidade que muitos dos Agentes de Pastoral se sentem “donos” da função que ocupam ou do cargo que exercem, e que não devem satisfação aos Superiores, no caso dos fieis Leigos, ao Pároco, e os Presbíteros, ao Arcebispo.

2– Em algumas Paróquias constata-se forte centralização das atividades litúrgico- pastorais na igreja Matriz, sem a adequada atenção às atuais ou possíveis novas comunidade rurais ou urbanas que vão surgindo.

3– Nas Paróquias, em geral, encontram-se Agentes de Pastoral por demais sobrecarregados, exercendo ao mesmo tempo diversas funções pastorais, com a justificativa de que faltam pessoas disponíveis.

4– Um bom número de Agentes de Pastoral permanece por muito tempo exercendo a mesma função, alegando seja a falta de compromisso e disponibilidade por parte de outros membros da Comunidade, ou, então, porque os outros membros da Comunidade não se sentem ou não se encontram capacitados e preparados para o exercício dessas respectivas funções.

5 A presença de pessoas com apego exagerado aos cargos e funções que ocupam, sentindo como se fossem insubstituíveis, dificultando as mudanças, a renovação e a participação de novos membros na vida da Comunidade.

6- Os Coordenadores (as) Paroquiais da Pastorais e Movimentos, em consequência da falta de uma maior e melhor distribuição das atividades pastorais, muitas vezes, além de sobrecarregados, sentem-se sozinhos, cansados, desmotivados, ou, então, desamparados pelos Párocos, realizando tão somente um trabalho de manutenção.

7– Em alguns casos, os Párocos e os Coordenadores Paroquiais de Pastorais ou Movimentos apresentam dificuldades no incentivo ao surgimento de novos Ministérios, ou, então, na coordenação dos diversos ministérios e funções presentes na Paróquia.

Como resposta a esses desafios, foram apresentadas pelas Paróquias seguintes propostas:

1- Nas Paróquias, Capelas ou Comunidades os Agentes de Pastoral exerçam, por vez, apenas uma única coordenação paroquial, deixando, desse modo, espaço para a procura e a inserção de novas pessoas nas funções de coordenação.

2- O tempo para o exercício do ministério de coordenação na Arquidiocese seja de 3 anos com a possibilidade de somente uma recondução. Ou seja, no máximo 6 anos de duração.

3-Estabelecer cursos ou elaborar orientações básicas para a capacitação dos Agentes de Pastoral que exercem função de coordenação, contando com a ajuda de profissionais da área de recursos humanos de empresas e entidades filantrópicas.

Na dimensão Casa e Escola de Comunhão, o resultado foi o seguinte. Vamos também apenas ler os pontos:

1– A presença de desentendimento entre os Agentes de Pastoral, que se acusam mutuamente, gerando conflitos, divisões e afastamentos, consequência da falta de um projeto pastoral comum e de uma coordenação paroquial que os direcione e os oriente na caminhada pastoral.

2– Alguns Coordenadores Paroquiais de Pastorais e Movimentos não estão preparados para o ministério de Coordenação, e, muitas vezes, sem querer, acabam por produzir resultados negativos, contraproducentes.

3– A falta de objetividade nas reuniões, bem como a falta de cumprimento dos horários estabelecidos, dificultam a participação, produzindo insatisfação e desânimo nos participantes.

4– Pessoas que permanecem por muito tempo exercendo uma determinada função ou Coordenação e que não são ou não permitem ser preparadas para o momento da transição e chegada de novos participantes, quando são substituídas produzem transtornos e sofrimentos na Paróquia.

5- A falta de planejamento e de calendário pastoral que provoca desencontro, atrito e desconforto entre os Agentes de Pastoral.

6– Agentes de Pastoral, Padres ou fieis Leigos, que produzem iniciativas litúrgico-pastorais pessoais em desacordo com a atual orientação da Igreja e da Arquidiocese, que acabam criando dúvidas, confusão e discórdias entre os fieis.

7– O comportamento de Padres e fieis Leigos que em vez de orientar e conduzir as pessoas para Jesus Cristo, fazendo com que todos cresçam e vivam no exercício da liberdade de verdadeiros filhos de Deus e membros responsáveis da Igreja, produzem grupos fechados, ligados e apegados diretamente à sua pessoa, ao lugar em que se encontram, à sua imagem e ao cargo que exercem, dificultando as mudanças e as transferências.

8– As críticas destrutivas de um Agente de Pastoral, Padre ou fiel Leigo, em relação a um outro, que provoca mal estar e desalento entre os fieis e Comunidades.

9– A falta de acolhida nas atitudes de muitos Agentes de Pastoral, Padres ,fieis Leigos e Secretarias Paroquiais, que dificultam o entendimento e a comunhão entre os que já participam e impedem que as pessoas afastadas se aproximem da Comunidade.

Como proposta de ação para mudar essa situação, foram apresentadas as seguintes sugestões:

1- Fazer com que os Conselhos Paroquiais, em especial o Conselho Administrativo Paroquial - CAP - e o Conselho de Missão e Pastoral Paroquial - CMPP, executem suas funções, em vista de uma pastoral paroquial orgânica e eficiente.

2- Apresentar orientações básicas, a partir das Diretrizes Arquidiocesanas, em vista da elaboração de planejamento, planos e projetos pastorais, segundo o método ver, julgar, agir e avaliar.

3- Implantar a Comissão Arquidiocesana de Formação Permanente dos Agentes Pastorais, a partir dos aspectos e dimensões contidas nas Diretrizes Arquidiocesanas de Missão e Pastoral.

Continuando, na dimensão Samaritana as Paróquias disseram que existem:

1– O desafio em conciliar Fé e Vida, de modo que a Fé se expresse em gestos concretos de solidariedade com os mais necessitados, espiritual ou socialmente carentes, e a Vida seja orientada pela Fé, nas decisões que são tomadas.

2– Pouco interesse por parte das Paróquias em constatar e responder aos desafios sociais existentes em seu território e investir recursos próprios em projetos sociais.

3– Dificuldades no modo correto e concreto da participação dos fieis Leigos na Política, considerada um instrumento privilegiado de transformação social.

4– Falta de conhecimento da Doutrina Social da Igreja.

Como proposta de superação desses desafios, as seguintes sugestões:

1- Incentivar a participação de membros das Paróquias nos Conselhos Municipais.

2- Apresentar orientações pastorais, sem identificação partidária, por ocasião das campanhas eleitorais, como forma de conscientização política dos cidadãos.

3-Instituir uma Equipe Arquidiocesana especializada no estudo e na divulgação da Doutrina Social da Igreja.

As sugestões apresentadas, como se percebe, já são todas elas em vista de uma Pastoral verdadeiramente Missionária, como pedem o Documento de Aparecida e a Evangelii Gaudium do Papa Francisco. E é também o que estamos procurando realizar na nossa Arquidiocese.

5- QUAIS OS PONTOS MAIS IMPORTANTES NO CAPÍTULO I DAS DIRETRIZES ARQUIDIOCESANAS, NA INTRODUÇÃO DO TEXTO?

São apresentados alguns pontos do Documento de Aparecida e da Evangelii Gaudium. Entre outros:

- A Igreja não pode fechar-se frente àqueles que só vêem confusão, perigos e ameaças ou àqueles que pretendem cobrir a variedade de complexidade das situações com uma capa de ideologias gastas ou de agressões irresponsáveis.

- Trata-se de confirmar, renovar e revitalizar a novidade do Evangelho arraigada em nossa história, a partir de um encontro pessoal e comunitário com Jesus Cristo, que desperte discípulos e missionários

- Com obras e gestos, a comunidade missionária entra na vida diária dos outros, encurta as distâncias, abaixa-se, se for necessário, até à humilhação e assume a vida humana, tocando a carne sofredora de Cristo no povo.

- A pastoral em chave missionária exige o abandono deste cômodo critério pastoral: «fez-se sempre assim». Convido todos a serem ousados e criativos nesta tarefa de repensar os objetivos, as estruturas, o estilo e os métodos evangelizadores das respectivas comunidades.

6- QUAL É A DEFINIÇÃO DE PARÓQUIA APRESENTADA PELO CAPÍTULO 2?

Vamos ver a definição do Código de Direito Canônico e alguns pontos do Documento de Aparecida e da Evangelii Gaudium:

1- A Paróquia é uma determinada comunidade de fiéis, constituída estavelmente na Igreja particular, e seu cuidado pastoral é confiado ao Pároco como a seu pastor próprio, sob a autoridade do Bispo diocesano.

2- Entre as comunidades eclesiais, nas quais vivem e se formam os discípulos e missionários de Jesus Cristo, sobressaem as Paróquias. São células vivas da Igreja e o lugar privilegiado no qual a maioria dos fiéis tem uma experiência concreta de Cristo e a comunhão eclesial. São chamadas a ser casas e escolas de comunhão.

- A Paróquia não é uma estrutura caduca; precisamente porque possui uma grande plasticidade, pode assumir formas muito diferentes que requerem a docilidade e a criatividade missionária do Pastor e da comunidade.

- A Paróquia é presença eclesial no território, âmbito para a escuta da Palavra, o crescimento da vida cristã, o diálogo, o anúncio, a caridade generosa, a adoração e a celebração.

- Embora não seja certamente a única instituição evangelizadora, se for capaz de se reformar e adaptar constantemente , continuará a ser “ a própria Igreja que vive no meio das casas dos seus filhos e das suas filhas”.

7- PARA O CAPÍTULO 3 O QUE SIGNIFICA A CONVERSÃO PASTORAL?

O Documento de Aparecida e a Evangelii Gaudium afirmam que:

- A renovação das Paróquias no início do terceiro milênio exige a reformulação de suas estruturas , para que seja uma rede de comunidades e grupos, capazes de se articular conseguindo que seus membros se sintam realmente discípulos e missionários de Jesus Cristo em comunhão.

- Os melhores esforços das Paróquias neste início do terceiro milênio devem estar na convocação e na formação de leigos missionários. Só através da multiplicação deles poderemos chegar a responder às exigências missionárias do momento atual.

- A V Conferência Geral é uma oportunidade para que todas as nossas Paróquias se tornem missionárias. O número de católicos que chegam à nossa celebração dominical é limitado; é imenso o número dos distanciados, assim como o número daqueles que não conhecem a Cristo.

- A renovação missionária das Paróquias se impõe, tanto na evangelização das grandes cidades como do mundo rural de nosso Continente, que está exigindo de nós imaginação e criatividade para chegar às multidões que desejam o Evangelho de Jesus Cristo.

- Temos, porém, de reconhecer que o apelo à revisão e renovação das Paróquias ainda não deu suficientemente fruto, tornando-as ainda mais próximas das pessoas, sendo âmbitos de viva comunhão e participação e orientando-as completamente para a missão.

8- QUAIS AS DIMENSÕES DE UMA PARÓQUIA MISSIONÁRIA A PARTIR DO CONTEÚDO APRESENTADO NO CAPÍTULO 4?

De acordo com esses mesmos documentos, Aparecida e Evangelii Gaudium:

1- A conversão pastoral de nossas comunidades exige que se vá além de uma pastoral de mera conservação para uma pastoral decididamente missionária.

2- Assim será possível que “o único programa do Evangelho continue introduzindo-se na história de cada comunidade eclesial” com novo ardor missionário, fazendo com que a Igreja se manifeste como mãe que vai ao encontro, uma casa acolhedora, uma escola permanente de comunhão missionária.

3- Levando em consideração as dimensões de nossas Paróquias, é aconselhável a setorização em unidades territoriais menores, com equipes próprias de animação e coordenação que permitam maior proximidade com as pessoas e grupos que vivem na região.

Aqui, nessa altura, podemos fazer uso das imagens que das quais falamos no início:

Na dimensão Ministerial estamos usando a imagem de uma Orquestra, com suas características: muitos e diversos instrumentos, mas uma única partitura e uma boa coordenação.

Afirmam esses nossos documentos: Aparecida e Evangelii Gaudium:

1- A diversidade de carismas, ministérios e serviços, abre o horizonte para o exercício cotidiano da comunhão através da qual os dons do Espírito são colocados à disposição dos demais para que circule a caridade.

2- De fato, cada batizado é portador de dons que deve desenvolver em unidade e complementaridade com os dons dos outros, a fim de formar o único Corpo de Cristo, entregue para a vida do mundo.

3- Cada comunidade é chamada a descobrir e integrar os talentos escondidos e silenciosos que o Espírito presenteia aos fiéis.

Na dimensão Casa e Escola de Comunhão, a imagem que estamos usando é a dos porcos espinhos, uma história muito bonita:

“ Durante a era glacial, muitos animais morriam por causa do frio. Os porcos-espinhos, percebendo a situação, resolveram juntar-se em grupo. Assim se agasalhavam e se protegiam mutuamente. Mas os ESPINHOS DE CADA UM feriam os companheiros mais próximos, justamente os que forneciam mais calor, e por isto, tornaram a se afastar uns dos outros. Voltaram a morrer congelados… Precisavam fazer uma escolha: Ou desapareciam da face da terra; ou aceitavam os espinhos do semelhante. Com sabedoria, decidiram ficar juntos. Aprenderam a conviver com as pequenas feridas que uma relação muito próxima podia causar, já que o mais importante era o calor do outro, e terminaram sobrevivendo”.

E os nossos documentos, Aparecida e Evangelii Gaudium dizem:

1- A Igreja, como “comunidade de amor” é chamada a refletir a glória do amor de Deus, que é comunhão, e assim atrair as pessoas e os povos para Cristo No exercício da unidade desejada por Jesus, os homens e mulheres de nosso tempo se sentem convocados e recorrem à formosa aventura da fé.

2- No povo de Deus, “a comunhão e a missão estão profundamente unidas entre si... A comunhão é missionária e a missão é para a comunhão”.

3- Nas Igrejas particulares, todos os membros do povo de Deus,
segundo suas vocações específicas
, somos convocados à santidade na comunhão e na missão.

4- A vida em comunidade é essencial à vocação cristã. O discipulado e a missão sempre supõem a pertença a uma comunidade Deus não quis salvar-nos isoladamente, mas formando um Povo.

Por último, na dimensão Samaritana, a nossa imagem é a do Bom Samaritano que se encontro no Evangelho de Lucas, capítulo 10, 25-37. Um homem caído na estrada é socorrido por um estranho, um samaritano, que dele sentiu compaixão e procurou curar as suas feridas.

Os nossos documentos – Aparecida e Evangelii Gaudium – continuam:

1- Nossa fé proclama que “Jesus Cristo é o rosto humano de Deus e o rosto divino do homem” Por isso, “a opção preferencial pelos pobres está implícita na fé cristológica naquele Deus que se fez pobre por nós, para nos enriquecer com sua pobreza”. Essa opção nasce de nossa fé em Jesus Cristo, o Deus feito homem, que se fez nosso irmão Opção, no entanto, não exclusiva, nem excludente.

2- O Santo Padre nos recorda que a Igreja está convocada a ser “advogada da justiça e defensora dos pobres” diante das “intoleráveis desigualdades sociais e econômicas”, que “clamam ao céu”.

3- A opção preferencial pelos pobres exige que prestemos especial atenção aos profissionais católicos que são responsáveis pelas finanças das nações, aos que fomentam o emprego, aos políticos que devem criar as condições para o desenvolvimento econômico dos países, a fim de lhes dar orientações éticas coerentes com sua fé.

Se nas nossas Paróquias trabalharmos bem essas 3 dimensões pastorais: Ministerial, Casa e Escola de Comunhão e Samaritana, com certeza, que a nossa prática pastoral vai se tornando cada vez mais Missionária.

Agora, vamos fazer um breve intervalo.

INTERVALO ( 10 minutos)

2ª PARTE DA PALESTRA ( 30 minutos)

Retornando, vamos concluindo o nosso Encontro de apresentação geral das Diretrizes Arquidiocesanas de Missão e Pastoral – DAMP. Essa é a finalidade do nosso trabalho neste 1º semestre: a divulgação do texto oficial das Diretrizes Arquidiocesanas que no momento estão orientando a nossa caminhada pastoral. Estamos realizando esse trabalho, para que o maior número possível de católicos da Arquidiocese conheçam e estudem o texto das Diretrizes Arquidiocesanas.

Uma outra pergunta:

9- O CAPÍTULO 5 FALA DO PERFIL DOS AGENTES DE PASTORAL NUMA PASTORAL MISSIONÁRIA? QUAL É O PERFIL DE CADA AGENTE DE PASTORAL?

O capítulo 5, de acordo com o Documento de Aparecida, apresenta 5 tipos de Agentes de Pastoral, cada um com o seu perfil que deve ser construído, se, de fato, queremos que a nossa Pastoral seja decididamente Missionária: O Agente de Pastoral Cristão Leigo, o consagrado, o Diácono Permanente, o Presbítero ou Padre, e o Bispo.

Para cada perfil as Diretrizes trazem uma série de características que devem ser buscadas e vivenciadas. Aqui não vamos citar todas. Apenas algumas, a título de exemplo:

* O AGENTE DE PASTORAL CRISTÃO LEIGO

1- Os fiéis leigos são “os cristãos que estão incorporados a Cristo pelo Batismo, que formam o povo de Deus e participam das funções de Cristo: sacerdote, profeta e rei. Realizam, segundo sua condição, a missão de todo o povo cristão na Igreja e no mundo”.

2- São “homens e mulheres da Igreja no coração do mundo, e homens e mulheres do mundo no coração da Igreja”. Sua missão própria e específica se realiza no mundo, de tal modo que, com seu testemunho e sua atividade, contribuam para a transformação das realidades e para a criação de estruturas justas segundo os critérios do Evangelho.

3- “O espaço próprio de sua atividade evangelizadora é o mundo vasto e complexo da política, da realidade social e da economia, como também da cultura, das ciências e das artes, da vida internacional, dos Meios de Comunicação, e outras realidades abertas à evangelização, como o amor, a família, a educação das crianças e adolescentes, o trabalho profissional e o sofrimento” - Além disso, eles têm o dever de fazer crível a fé que professam, mostrando autenticidade e coerência em sua conduta.

4- Os leigos também são chamados a participar na ação pastoral da Igreja, primeiro com o testemunho de vida e, em segundo lugar, com ações no campo da evangelização, da vida litúrgica e outras formas de apostolado, segundo as necessidades locais sob a guia de seus pastores.

5- Para cumprir sua missão com responsabilidade pessoal, os leigos necessitam de sólida formação doutrinal, pastoral, espiritual e adequado acompanhamento para darem testemunho de Cristo e dos valores do Reino no âmbito da vida social, econômica, política e cultural.

6- A evangelização do Continente, dizia-nos o papa João Paulo II, não pode realizar-se hoje sem a colaboração dos fiéis leigos . Hão de ser parte ativa e criativa na elaboração e execução de projetos pastorais a favor da comunidade.

7- Isso exige, da parte dos pastores, maior abertura de mentalidade para que entendam e acolham o “ser” e o “fazer” do leigo na Igreja, que por seu Batismo e sua Confirmação é discípulo e missionário de Jesus Cristo Em outras palavras, é necessário que o leigo seja levado em consideração com espírito de comunhão e participação.

* O AGENTE DE PASTORAL CONSAGRADO

1- A vida consagrada é um dom do Pai, por meio do Espírito, à sua Igreja, e constitui elemento decisivo para sua missão. Expressa-se na vida monástica, contemplativa e ativa, nos institutos seculares, naqueles que se inserem nas sociedades de vida apostólica e outras novas formas.

2- É um caminho de especial seguimento de Cristo, para dedicar-se a Ele com coração indiviso e colocar-se, como Ele, a serviço de Deus e da humanidade, assumindo a forma de vida que Cristo escolheu para vir a este mundo: vida virginal, pobre e obediente.

3- Em comunhão com os Pastores, os consagrados e consagradas são chamados a fazer de seus lugares de presença, de sua vida fraterna em comunhão e de suas obras, lugares de anúncio explícito do Evangelho, principalmente aos mais pobres, como tem sido em nosso continente desde o início da evangelização.

4- Desse modo, segundo seus carismas fundacionais, colaboram com a gestação de uma nova geração de cristãos discípulos e missionários e de uma sociedade onde se respeite a justiça e a dignidade da pessoa humana.

* O AGENTE DE PASTORAL DIÁCONO PERMANENTE

1- Alguns discípulos e missionários do Senhor são chamados a servir à Igreja como diáconos permanentes, fortalecidos, em sua maioria, pela dupla sacramentalidade do matrimônio e da Ordem.

2- Quando estão a serviço de uma paróquia, é necessário que os diáconos e presbíteros procurem o diálogo e trabalhem em comunhão.

3- Eles devem receber adequada formação humana, espiritual, doutrinal e pastoral com programas adequados que levem em consideração, no caso dos que estão casados, a esposa e a família.

* O AGENTE DE PASTORAL PRESBÍTERO

1- O primeiro desafio tem relação com a identidade teológica do ministério presbiteral. O Concílio Vaticano II estabelece o sacerdócio ministerial a serviço do sacerdócio comum dos fiéis, e cada um, ainda que de maneira qualitativamente diferente, participa do único sacerdócio de Cristo.

2- O segundo desafio se refere ao ministério do presbítero inserido na cultura atual. O presbítero é chamado a conhecê-la para semear nela a semente do Evangelho, ou seja, para que a mensagem de Jesus chegue a ser uma interpelação válida, compreensível, cheia de esperança e relevante para a vida do homem e da mulher de hoje, especialmente para os jovens.

3- O terceiro desafio se refere aos aspectos vitais e afetivos, ao celibato e a uma vida espiritual intensa fundada na caridade pastoral, que se nutre na experiência pessoal com Deus e na comunhão com os irmãos; também ao cultivo de relações fraternas com o Bispo, com os demais presbíteros da diocese e com os leigos.

4- O presbítero, à imagem do Bom Pastor, é chamado a ser homem de misericórdia e compaixão, próximo a seu povo e servidor de todos, particularmente dos que sofrem grandes necessidades.

5- A caridade pastoral, fonte da espiritualidade sacerdotal, anima e unifica sua vida e ministério Consciente de suas limitações, ele valoriza a pastoral orgânica e se insere com gosto em seu presbitério.

6- A renovação da paróquia exige atitudes novas dos párocos e dos sacerdotes que estão a serviço dela. A primeira exigência é que o pároco seja autêntico discípulo de Jesus Cristo, porque só um sacerdote apaixonado pelo Senhor pode renovar uma paróquia. Mas, ao mesmo tempo, deve ser ardoroso missionário que vive o constante desejo de buscar os afastados e não se contenta com a simples administração.

* O AGENTE DE PASTORAL BISPO

1- Os bispos, como sucessores dos apóstolos, junto com o Sumo Pontífice e sob sua autoridade, com fé e esperança aceitam a vocação de servir ao Povo de Deus, conforme o coração de Cristo Bom Pastor.

2- Junto com todos os fiéis e em virtude do batismo são, antes de mais nada, discípulos e membros do Povo de Deus. Como todos os batizados e, junto com eles, querem seguir a Jesus, Mestre de vida e verdade, na comunhão da Igreja.

3- São chamados a ser mestres da fé e, portanto, a anunciar a Boa Nova, que é fonte de esperança para todos, e a velar e promover com solicitude e coragem a fé católica.

4- Os bispos, como pastores e guias espirituais das comunidades a nós encomendadas, somos chamados a “fazer da Igreja uma casa e escola de comunhão”.

5- Como animadores da comunhão, têm a missão de acolher, discernir e animar carismas, ministérios e serviços na Igreja Como pais e centro de unidade, e esforçar-se por apresentar ao mundo o rosto de uma Igreja na qual todos se sintam acolhidos como em sua própria casa.

6- Não podem esquecer que o bispo é princípio e construtor da unidade de sua Igreja particular e santificador de seu povo, testemunha de esperança e pai dos fiéis, especialmente dos pobres, e que sua principal tarefa é ser mestres da fé, anunciadores da Palavra de Deus e da administração dos sacramentos, como servidores da grei.

10- COMO SERIA A FORMAÇÃO DOS DISCÍPULOS MISSIONÁRIOS DE ACORDO COM O CAPÍTULO 6?

No processo de formação de discípulos missionários, destacamos cinco aspectos fundamentais que aparecem de maneira diversa em cada etapa do caminho, mas que se complementam intimamente e se alimentam entre si. São na verdade, os 5 aspectos do Kerígma, que estudamos no ano passado: 1- O Encontro com Jesus Cristo; 2- A Conversão; 3- O Discipulado; 4- A Comunhão e 5 - A Missão. Por iniciativa do Arcebispo, está sendo organizada na Arquidiocese uma Equipe que vai continuar apresentando esses 5 aspectos do Kerígma, seja em palestras, como na forma de Retiro Espiritual.

Por outro lado, a formação dos Discípulos Missionários abrange diversas dimensões da pessoa humana que deverão integrar-se harmonicamente ao longo de todo o processo de formação. Trata-se da dimensão humana comunitária, espiritual, intelectual e pastoral-missionária.

No texto oficial das Diretrizes Arquidiocesanas encontramos mais orientações a respeito desse assunto tão importante e necessário na nossa formação de Discípulos Missionários, em vista de uma Pastoral decididamente Missionária.

11- PARA O CAPÍTULO 7, QUAL INSTRUMENTO DEVE SER CRIADO NUMA (ARQUI)DIOCESE PARA CONCRETIZAR A FORMAÇÃO DOS DISCÍPULOS MISSIONÁRIOS EM VISTA DE UMA PASTORAL DECIDIDAMENTE MISSIONÁRIA? QUAL SERIA A SUA COMPOSIÇÃO?

O Documento de Aparecida apresenta como sugestão que em cada Diocese estabeleça um Projeto orgânico de formação, aprovado pelo Bispo e que conte na sua elaboração e implantação, com a colaboração de todas as forças vivas competentes e presentes na Igreja particular, no nosso caso, na Arquidiocese.

Afirma também que nesse trabalho, a presença e contribuição de Leigos e Leigas nas Equipes de formação traz uma riqueza original, pois, a partir de suas experiências e competências, eles oferecem critérios, conteúdos e testemunhos valiosos para aqueles que estão se formando.

12- CONCLUSÃO

Desse modo, estamos terminando este nosso Encontro de divulgação do Texto Oficial das Diretrizes Arquidiocesanas de Missão e Pastoral – DAMP. O que apresentamos , aqui, é um resumo do conteúdo das Diretrizes Arquidiocesanas.

São orientações seguras em vista da nossa conversão pastoral. Ou seja, da passagem de uma pastoral de conservação e sacramentalista ( fazer por fazer) para uma pastoral decididamente Missionária. Para que isso aconteça as nossas Paróquias devem se tornar cada vez mais Paróquias que crescem nas dimensões Ministerial, Casa e Escola de Comunhão e Samaritana.

Que esse texto seja estudado e conservado com muito cuidado e carinho. Pois, vamos precisar muito dele ao longo do Triênio 2021 a 2023.

Agora, então, todos vão receber uma cópia do Texto Oficial para uso e aprofundamento, através da leitura e do estudo pessoal.

OBS: Agradecimento pela presença dos participantes, oração final, e, se possível, um momento de confraternização ou de abraço da paz.

================================== PASTORAL MISSIONÁRIA

CUIDANDO BEM DE QUEM JÁ PARTICIPA, ACOLHENDO BEM QUEM NOS PROCURA E PROCURANDO PELOS AFASTADOS

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Botucatu, 28 de janeiro de 2020

Prezados Padres, Diáconos Permanentes, Consagrados, Seminaristas e Coordenadores Arquidiocesanos de Ministérios Extraordinários, Pastorais, Movimentos, Associações e Organismos Eclesiais.

Saúde e Paz!

Estamos iniciando mais um ano de atividades pastorais! O Papa São João Paulo II, na Carta Apostólica Novo Millennio Ineunte - 06/01/2001 – por ocasião do encerramento do Jubileu do Ano 2000, nº 30 – é categórico: “ Em primeiro lugar, não hesito em dizer que o horizonte para que deve tender todo o caminho pastoral é a santidade”.

Ou seja, a finalidade primeira do nosso trabalho pastoral, antes de qualquer outro objetivo, é a nossa própria santificação. E, o que nos proporciona grande consolo espiritual, é que tudo isso pode e deve acontecer a partir e de dentro das funções que desempenhamos no conjunto da vida pastoral de uma Igreja Particular, no nosso caso, da Arquidiocese, mesmo com nossas limitações, fragilidades, temores e, até mesmo, possíveis fracassos.

Em respeitosa e profunda comunhão eclesial com o Arcebispo e com todos os nossos Agentes de Pastoral, aproveitamos para agradecer o trabalho realizado no ano passado e solicitar de todos a mesma disponibilidade e colaboração neste novo ano.

Alguns aspectos merecem uma nossa consideração especial:

1- Estamos desenvolvendo o Projeto Arquidiocesano de Formação de Discípulos Missionários (2018-2024) em vista de uma Pastoral decididamente Missionária, como pedem o Documento de Aparecida, o Papa Francisco e as Diretrizes Gerais da CNBB. No primeiro semestre com a divulgação do Texto Oficial das Diretrizes Arquidiocesanas de Missão e Pastoral – DAMP ; no segundo, com a divulgação do Texto Oficial do Diretório Arquidiocesano da Pastoral dos Sacramentos – DAPS. E esse trabalho está sendo conduzido pelos fieis Leigos (as), numa das expressões de seu Protagonismo, como pede o Documento 105, da CNBB.

2- Acolhendo sugestão do Arcebispo, a Comissão Arquidiocesana de Formação está organizando uma Equipe Arquidiocesana do Kerígma, com a função específica de continuar aplicando em todas as Paróquias da Arquidiocese, segundo programação própria, o Kerígma nos seus 5 aspectos: Anúncio, Conversão, Discipulado, Comunhão e Missão.

3- Continuamos trabalhando na organização da estrutura pastoral da Arquidiocese, com as coordenações Paroquiais, Regionais e Arquidiocesanas. Pedimos, portanto, que os Coordenadores Arquidiocesanos mantenham atualizado o Banco Arquidiocesano de Dados com as atualizações sempre que se fizerem necessárias. E que sejam generosos quando solicitados no fornecimento desses dados.

4- O Banco Arquidiocesano de Dados é um instrumento da Pastoral Arquidiocesana que está sob a responsabilidade da Secretária do Centro Arquidiocesano de Pastoral e visa registrar os nomes, endereços e contatos de todos os Coordenadores Paroquiais, Regionais e Arquidiocesanos de todas as Pastorais e Movimentos presentes na Arquidiocese.

5- Continuamos, como é desejo do Arcebispo, na organização das reuniões dos Padres, por Região Pastoral. São 4 reuniões por ano, onde são tratados os assuntos da Pastoral Arquidiocesana e sua aplicação na realidade das Regiões Pastorais, seguindo as orientações do Conselho Arquidiocesano de Missão e Pastoral – CAMP. Além dessas reuniões, uma ou outra Região Pastoral está organizando também outros momentos de encontros, de reflexão e de oração, que muito têm contribuído na vida e na missão dos seus Presbíteros.

6- As Irmandades do Divino, cuja presença é mais forte na Região Pastoral 3, agora, com o novo Estatuto Comum aprovado pelo Arcebispo, estão, juntamente com os seus Párocos, se adequando às novas condições e exigências, inclusive com a presença, através de um de seus Diretores, no Setor Pastoral Movimentos.

7- Por decisão do Arcebispo, no momento, o Coordenador Arquidiocesano de Pastoral está assumindo a função de Referencial de todos os Setores Pastorais, com algumas reuniões já agendas.

8- Desde 2016, é prática na Arquidiocese que os Coordenadores Paroquiais, Regionais e Arquidiocesanos, que não seguem Estatuto próprio, sejam nomeados por um período de três (3) anos, com a possibilidade de uma única recondução. Ou seja, no máximo por seis (6). Terminado, portanto, o primeiro período de três (3), o Coordenador deve colocar o cargo à disposição da Pastoral ou do Movimento, que podem reconduzi-lo para mais um período ou não.

9- As Pastorais e Movimentos que não dispõem de Estatuto próprio poderão administrar seus recursos financeiros de duas maneiras: com depósitos e saídas na conta da Paróquia com uma caderneta própria de controle ou, então, numa Conta Bancária assinada pelo Coordenador e um outro membro indicado pela Pastoral ou Movimento, com prestação de conta mensais.

10- Seguindo as orientações contidas no Diretório Arquidiocesano da Pastoral dos Sacramentos, todos somos convidados, sem negar ou diminuir as exigências das normas estabelecidas pela Igreja, a facilitar a vida de todas as pessoas que nos procuram, sobretudo se são pessoas empobrecidas ou mais simples, não criando exigências desnecessárias, como faltando, sem se justificar, a compromissos assumidos, adiando sem motivo os atendimentos, ou atrasando, por exemplo, a entrega de documentos que podem ser concedidos no momento em que são solicitados.

11- Na função de Coordenador Arquidiocesano de Pastoral, embora possa produzir um certo desconforto pela quantidade de informações, numa dimensão de serviço, de corresponsabilidade pastoral e de comunhão eclesial, pretendo continuar enviando as informações disponíveis e possíveis, resultado de nossas reuniões ou decisões tomadas.

Rezemos pelo Arcebispo! Rezemos também uns pelos outros! Que Deus nos ajude, Senhora Santana nos proteja e, que Maria, Mãe de Jesus, Mãe da Igreja e nossa Mãe, continue intercedendo por nós!

Sempre agradecido!

Pe. José Hergesse – Coordenador Arquidiocesano de Pastoral

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PROJETO ARQUIDIOCESANO DE FORMAÇÃO


1º SEMESTRE – 2020 - DAMP


Botucatu, 25 de janeiro de 2020

Prezados Padres, Diáconos, Consagrados, Seminaristas e Coordenadores Arquidiocesanos de Ministérios Extraordinários, Pastorais, Movimentos, Associações e Organismos Eclesiais.

Saúde e Paz!

Realizou-se, hoje, dia 25 de janeiro de 2020, sob a orientação do Coordenador Arquidiocesano de Pastoral, a capacitação das Equipes Regionais de Formação com o objetivo de organizar a divulgação do texto oficial das Diretrizes Arquidiocesanas de Missão de Pastoral – DAMP, que acontecerá em todas as Paróquias da Arquidiocese, como estabelecido na programação do Projeto Arquidiocesano de Formação dos Discípulos Missionários , em vista de uma Pastoral decididamente Missionária, como pede o Documento de Aparecida (2007).

Na segunda quinzena de fevereiro de 2020, as Equipes Regionais de Formação repassam o conteúdo da Palestra às Equipes Paroquiais de Formação que estarão se reunindo nas seguintes datas e locais:

RP1 – dia 15/02, das 09h às 12h, no Centro Arquidiocesano de Pastoral, em Botucatu.

RP2, dia 15/02, das 09h às 12h, no Salão Paroquial da Paróquia Santuário São Judas Tadeu, em Avaré, SP.

RP3, dia 17/02, das 19h30 às 22h30, no Salão Paroquial da Paróquia Santuário Senhor Bom Jesus, de Conchas, SP.

RP4, dia 15/02, das 09h às 12h, no Salão Paroquial da Paróquia Santuário Nossa Senhora da Piedade, em Lençóis Paulista.

As Equipes Paroquiais de Formação estarão repassando o conteúdo aos Paroquianos das Paróquias da Arquidiocese, do início do mês de março até o final do mês de junho de 2020. A intenção é que participem da Palestra, como prioridade, todos os Agentes de Pastoral presentes nas Paróquias: Ministros Extraordinários, Pastorais, Movimentos, Associações e Organismos Eclesiais presentes.

Contamos com a compreensão e ajuda de todos!

Sempre agradecido!

Pe. José Hergesse – Coordenador da Comissão Arquidiocesana de Formação

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CONVITE DA PASCOM ARQUIDIOCESANA


CONVITE DA PASCOM ARQUIDIOCESANA



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PROPOSTA: TEXTO DE LEITURA- JANEIRO 2020

REVISTA VIDA PASTORAL - PUBLICADO EM JANEIRO DE 2020 - ANO 61 - NÚMERO 331 - PÁG. 30-37

Por uma “Igreja em saída”

Por Erivaldo Dantas, ssp

Uma “Igreja em saída” é uma Igreja decididamente missionária, capaz de sair da autorreferencialidade para chegar a todos, indistintamente, a fim de testemunhar no mundo o amor salvífico do Senhor.

Introdução

“Igreja em saída” é um termo cunhado pelo papa Francisco na exortação apostólica Evangelii Gaudium, a alegria do evangelho (EG). É nessa exortação que o pontífice exprime suas principais preocupações a respeito da Igreja e do mundo, e desenvolve alguns temas que têm implicação direta na dinâmica pastoral e missionária da Igreja, a fim de delinear novo perfil eclesial.

O convite do papa Francisco para uma “Igreja em saída” é a marca predominante do seu pontificado, que deseja ver renascer na Igreja nova experiência de fé cristã missionária, fundamentada no evangelho, de modo que a mensagem da salvação chegue realmente a todos, sem exclusão.

Por isso a Igreja precisa entender que a sua missão não é fechar-se em si mesma ou em grupos de elite, mas ir ao encontro dos que andam perdidos, das imensas multidões sedentas de Cristo.

1. A “Igreja em saída”

Trata-se de uma Igreja que toma a iniciativa, sem medo de ir ao encontro dos afastados, de chegar às encruzilhadas dos caminhos para convidar os excluídos (cf. EG 24). É um convite especial à passagem de uma Igreja autorreferencial, centrada em si mesma, a uma Igreja aberta à alteridade, porque “quem deseja viver com dignidade e em plenitude não tem outro caminho senão reconhecer o outro e buscar o seu bem” (EG 9). Isso significa dizer que “a Igreja não é um ‘para si’, mas um ‘para os outros’” (VELASCO, 1996, p. 429).

Contudo, Francisco ressalta que “sair em direção aos outros para chegar às periferias humanas não significa sair pelo mundo sem direção nem sentido” (EG 46). “Igreja em saída” é, antes, na visão do papa Francisco, uma Igreja que sai da comodidade dos seus templos para ir ao encontro dos menos favorecidos da sociedade, mas é também uma Igreja capaz de abrir suas portas para acolher todos aqueles que queiram entrar, sem a necessidade de uma “vistoria alfandegária” ou de bater à porta e perguntar se é permitido entrar ou não.

Porque, muitas vezes, a Igreja age como controladora da graça, e não como facilitadora. A respeito disso, Francisco não deixa dúvidas: “a Igreja não é uma alfândega, mas a casa paterna, onde há lugar para todos com a sua vida fatigosa” (EG 47).

2. A Igreja “Povo de Deus”

Com a “Igreja em saída”, o papa Francisco ressignifica o conceito “Povo de Deus”, uma vez que “ser Igreja significa ser Povo de Deus, de acordo com o grande projeto de amor do Pai. Isso implica ser o fermento de Deus no meio da humanidade” (EG 114). “Não se trata de uma nova Igreja, mas de um modo novo de ver a Igreja, que deve levar a um novo modelo eclesial” (KASPER, 2015, p. 56). Para lograr esse fim, é necessário romper com padrões e regras fortemente petrificadas que, em vez de unir o Povo de Deus, separam, de modo que grande parte do “povo batizado não sente sua pertença à Igreja, [e] isso se deve também à existência de estruturas com clima pouco acolhedor em nossas paróquias e comunidades” (EG 63).

Na perspectiva do papa Francisco, “o cristianismo não dispõe de um único modelo cultural, mas ‘permanecendo o que é, na fidelidade total ao anúncio evangélico e à Tradição da Igreja, o cristianismo assumirá também o rosto das diversas culturas e dos vários povos onde for acolhido e se radicar’” (EG 116). Desse modo, Francisco renova a esperança da doutrina conciliar, a mesma que João XXIII havia orientado pensando longe, olhando para longe, olhando para o mundo inteiro, e não mais simplesmente para a Europa (COMBLIN, 2011, p. 14).

3. A exortação do papa

Desde quando a Igreja assumiu as categorias imperiais até tornar-se o que é hoje, precisou fazer uma opção: pôr o essencial da fé cristã em segundo plano e priorizar o fortalecimento de suas estruturas eclesiais. Por isso, em vez de evangelho, deu ao povo doutrina; em vez de fé, deu-lhe conceitos; em vez do querigma, deu-lhe dogmas; em vez do compromisso com o Reino, acomodou-o debaixo dos seus preceitos. De tudo isso, o que restou foi um cristianismo frágil e descomprometido com a causa do evangelho, pois, nesse modelo eclesial, o que definia um cristão católico não era a prática concreta dos ensinamentos de Jesus, à luz do evangelho, mas “considerava-se católico quem professava visivelmente a fé, era validamente batizado, aceitava os sacramentos e vivia sob o governo do Romano Pontífice, como vigário de Cristo na terra” (LIBANIO, 2005, p. 16).

Pensar numa “Igreja em saída” é, portanto, não ter medo de rever determinados costumes, determinados preceitos eclesiais, alguns muito radicados no curso da história e eficazes noutras épocas, mas incapazes de responder às exigências próprias do tempo presente (EG 43). Tanto que muitas expressões nascidas em outras épocas nos aparecem hoje como opacas e incompreensíveis (MIRANDA, 2017, p. 165). Isso deve levar a Igreja à convicção de que não pode mais confiar simplesmente na força do seu passado, mas é necessário conquistar os seus membros, um por um, sem medo e sem receio (COMBLIN, 2000, p. 13), mesmo porque a Igreja não cresce por proselitismo, mas por atração (cf. EG 14).

Conclusão

No leme da Igreja está um papa que leva a Roma a marcante experiência pastoral e missionária latino-americana: Francisco, que com afeição podemos chamar de “o papa dos pobres, o papa da fé, o papa da esperança”. Em Francisco descortina-se a verdadeira mensagem do evangelho, que, por ser evangelho, incomoda, como Jesus incomodou no seu tempo. Nesse sentido, o papa não hesita em transformar estruturas eclesiais que tentam, a todo custo, condicionar o dinamismo missionário da Igreja.

As motivações do papa Francisco por uma “Igreja em saída” são luzes que iluminam a Igreja para a compreensão da necessidade de um novo modelo eclesial, à luz do evangelho de Jesus Cristo. Entretanto, se não houver adesão e a participação de toda a Igreja, as motivações de Francisco podem se encerrar em si mesmas e a beleza do evangelho poderá se esvair na superficialidade de uma Igreja centrada em sua própria autorreferencialidade.

Erivaldo Dantas, ssp

Pe. Erivaldo Dantas é padre paulino, mestre em Ciência da Religião pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo – PUC.

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Botucatu, 07 de dezembro de 2019

Prezados Padres, Diáconos Permanentes, Consagrados, Seminaristas e Coordenadores Arquidiocesanos de Ministérios Extraordinários, Pastorais, Movimentos, Associações e Organismos Eclesiais.

Realizou-se, hoje, dia 07 de dezembro, das 09h às 11h, no Centro Arquidiocesano de Pastoral, a última reunião deste ano, da Comissão Arquidiocesana de Formação – CAF.

Assuntos tratados:

1- Avaliação da 1ª Etapa do Projeto Arquidiocesano de Formação, no período de 2018-2019, com a aplicação nas Paróquias do conteúdo do Kerígma, nos seus 5 aspectos: Anúncio, Conversão, Discipulado, Comunhão e Missão.

O resultado, apesar de todas as dificuldades encontradas, está sendo considerado positivo: a dedicação das Equipes Regionais de Formação no acompanhamento das Equipes Paroquias, a participação dos fieis Leigos (as) na composição das Equipes Paroquiais de Formação, o esforço em transmitir aos paroquianos o conteúdo com seriedade e alegria , a satisfação dos participantes, em muitos casos solicitando um maior e melhor aprofundamento do tema tratado, e a colaboração da maior parte dos Párocos.

2- Como sugestão apresentada pelo Arcebispo, ficou acertado que cada Região Pastoral vai criar uma Equipe com pelos menos 10 membros, para continuar aplicando nas Paróquias, enquanto durar o Projeto Arquidiocesano de Formação e seguindo uma programação própria, o conteúdo do Kerígma nos seus 5 aspectos, aos Paroquianos que ainda não participaram dos Encontros de 2018-2019.

3- Ao mesmo tempo, foi também aprovada a proposta da criação de Equipes Regionais com o objetivo preciso de conduzir Retiros Espirituais, onde os aspectos do Kerígma serão melhor aprofundados.

Dessas Equipes Regionais, ambas acompanhadas diretamente pelo Coordenador Arquidiocesano de Pastoral, farão também parte outros Padres, pessoas Consagradas e Leigos (as) que já participaram dos Encontros do Kerígma em 2018-2019, estão participando da Escola Catequética ou cursando Teologia on line.

4- Projeto Arquidiocesano de Formação – 2ª Etapa. Em 2020, no primeiro semestre será divulgado nas Paróquias o texto das Diretrizes Arquidiocesanas de Missão e Pastoral – DAMP, com a seguinte programação:

- Dia 25 de janeiro de 2020, um sábado, no Centro Arquidiocesano de Pastoral, das 09h às 12h, sob a orientação do Coordenador Arquidiocesano de Pastoral, será realizada a capacitação das 4 Equipes Regionais de Formação.

- Dia 15 de fevereiro de 2020, um sábado, nas Regiões Pastorais, das 09h às 12h: capacitação das Equipes Paroquiais de Formação.

- A partir do dia 26 de fevereiro e com conclusão no final do mês de junho de 2020, acontecem nas Paróquias os Encontros de divulgação do texto das Diretrizes Arquidiocesanas de Missão e Pastoral – DAMP.

- O Encontro será de 2 horas, com distribuição, no final, do texto das Diretrizes aos participantes, para estudo pessoal.

- As Equipes Paroquias devem fazer o possível para atingir o maior número possível de participantes ao longo do semestre.

5- Continua sendo avaliada a proposta do Curso de Teologia on line para fieis Leigos (as) interessados.

Rezemos pelo Arcebispo! Rezemos também uns pelos outros! Que Deus nos ajude, Senhora Sant´Ana nos proteja, e, Maria, Mãe de Jesus, Mãe da Igreja e nossa Mãe, continue intercedendo por nós!

Sempre agradecido!

Pe. José Hergesse – Coordenador da Comissão Arquidiocesana de Formação.

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Botucatu, 04 de dezembro de 2019

Prezados Padres, Diáconos, Consagrados, Seminaristas e Coordenadores Arquidiocesanos de Ministérios Extraordinários, Pastorais, Movimentos, Associações e Organismos Eclesiais.

Saúde e Paz!

Estamos preparando o Guia Informativo Arquidiocesano 2020. Neste ano, por decisão do Conselho Arquidiocesano de Missão e Pastoral – CAMP – com data de 07/11/2019, o Guia Informativo 2020 será de tamanho menor, sem a parte histórica, e, além da versão on line, serão impressos alguns exemplares, de acordo com o interesse de cada Paróquia.

Solicitamos, portanto, a colaboração de todos, enviando-nos os seguintes dados:

1- Quantos exemplares do Guia Informativo Arquidiocesano 2020 a Paróquia pretende receber?

2- Na Paróquia ou nas Entidades ligadas à Paróquia houve mudança de endereço, de número de telefone ou de outros dados?

3- Os nomes e as funções que constam no Guia Informativo 2019 estão corretos ou precisam ser corrigidos?

4- Os dados, por gentileza, sejam encaminhados, o quanto antes, mais tardar até o dia 15 de dezembro de 2019, ao Coordenador Arquidiocesano de Pastoral – pe.hergesse@gmail.com

OBS: - Quanto aos Coordenadores e Assessores Arquidiocesanos, estes serão procurados pelo Coordenador Arquidiocesano de Pastoral, no sentido de confirmar a permanência na função ou se serão substituídos.
- Recordando que as Coordenações Arquidiocesanas, Regionais e Paroquiais, que não seguem Estatuto próprio, são provisionados por um período de 3 anos , com a possibilidade de uma reeleição.
- Qualquer mudança de função ou substituição somente serão anunciadas após a aprovação do Arcebispo.



Contamos com a compreensão e ajuda de todos!

Sempre agradecido!

Pe. José Hergesse – Coordenador Arquidiocesano de Pastoral



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TEXTO DE LEITURA – DEZEMBRO 2019

Papa Francisco – Exortação Apostólica Pós Sinodal Evangelii Gaudium, sobre o anúncio do Evangelho no mundo atual, nº 1- 13 – 24/11/2013

1. A Alegria do Evangelho enche o coração e a vida inteira daqueles que se encontram com Jesus. Quantos se deixam salvar por Ele são libertados do pecado, da tristeza, do vazio interior, do isolamento. Com Jesus Cristo, renasce sem cessar a alegria. Quero, com esta Exortação, dirigir-me aos fiéis cristãos a fim de os convidar para uma nova etapa evangelizadora marcada por esta alegria e indicar caminhos para o percurso da Igreja nos próximos anos.

I. Alegria que se renova e comunica

2. O grande risco do mundo atual, com sua múltipla e avassaladora oferta de consumo, é uma tristeza individualista que brota do coração comodista e mesquinho, da busca desordenada de prazeres superficiais, da consciência isolada. Quando a vida interior se fecha nos próprios interesses, deixa de haver espaço para os outros, já não entram os pobres, já não se ouve a voz de Deus, já não se goza da doce alegria do seu amor, nem fervilha o entusiasmo de fazer o bem. Este é um risco, certo e permanente, que correm também os crentes. Muitos caem nele, transformando-se em pessoas ressentidas, queixosas, sem vida. Esta não é a escolha duma vida digna e plena, este não é o desígnio que Deus tem para nós, esta não é a vida no Espírito que jorra do coração de Cristo ressuscitado.

3. Convido todo o cristão, em qualquer lugar e situação que se encontre, a renovar hoje mesmo o seu encontro pessoal com Jesus Cristo ou, pelo menos, a tomar a decisão de se deixar encontrar por Ele, de O procurar dia a dia sem cessar. Não há motivo para alguém poder pensar que este convite não lhe diz respeito, já que «da alegria trazida pelo Senhor ninguém é excluído»[1]. Quem arrisca, o Senhor não o desilude; e, quando alguém dá um pequeno passo em direção a Jesus, descobre que Ele já aguardava de braços abertos a sua chegada.

Este é o momento para dizer a Jesus Cristo: «Senhor, deixei-me enganar, de mil maneiras fugi do vosso amor, mas aqui estou novamente para renovar a minha aliança convosco. Preciso de Vós. Resgatai-me de novo, Senhor; aceitai-me mais uma vez nos vossos braços redentores». Como nos faz bem voltar para Ele, quando nos perdemos! Insisto uma vez mais: Deus nunca Se cansa de perdoar, somos nós que nos cansamos de pedir a sua misericórdia. Aquele que nos convidou a perdoar «setenta vezes sete» (Mt 18, 22) dá-nos o exemplo: Ele perdoa setenta vezes sete. Volta uma vez e outra a carregar-nos aos seus ombros.

Ninguém nos pode tirar a dignidade que este amor infinito e inabalável nos confere. Ele permite-nos levantar a cabeça e recomeçar, com uma ternura que nunca nos defrauda e sempre nos pode restituir a alegria. Não fujamos da ressurreição de Jesus; nunca nos demos por mortos, suceda o que suceder. Que nada possa mais do que a sua vida que nos impele para diante!

5. O Evangelho, onde resplandece gloriosa a Cruz de Cristo, convida insistentemente à alegria. Apenas alguns exemplos: «Alegra-te» é a saudação do anjo a Maria (Lc 1, 28). A visita de Maria a Isabel faz com que João salte de alegria no ventre de sua mãe (cf. Lc 1, 41). No seu cântico, Maria proclama: «O meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador» (Lc 1, 47). E, quando Jesus começa o seu ministério, João exclama: «Esta é a minha alegria! E tornou-se completa!» (Jo 3, 29).

O próprio Jesus «estremeceu de alegria sob a ação do Espírito Santo» (Lc 10, 21). A sua mensagem é fonte de alegria: «Manifestei-vos estas coisas, para que esteja em vós a minha alegria, e a vossa alegria seja completa» (Jo 15, 11). A nossa alegria cristã brota da fonte do seu coração transbordante. Ele promete aos seus discípulos: «Vós haveis de estar tristes, mas a vossa tristeza há-de converter-se em alegria» (Jo 16, 20). E insiste: «Eu hei-de ver-vos de novo! Então, o vosso coração há-de alegrar-se e ninguém vos poderá tirar a vossa alegria» (Jo 16, 22). Depois, ao verem-No ressuscitado, «encheram-se de alegria» (Jo 20, 20).

6. Há cristãos que parecem ter escolhido viver uma Quaresma sem Páscoa. Reconheço, porém, que a alegria não se vive da mesma maneira em todas as etapas e circunstâncias da vida, por vezes muito duras. Adapta-se e transforma-se, mas sempre permanece pelo menos como um feixe de luz que nasce da certeza pessoal de, não obstante o contrário, sermos infinitamente amados.

Compreendo as pessoas que se vergam à tristeza por causa das graves dificuldades que têm de suportar, mas aos poucos é preciso permitir que a alegria da fé comece a despertar, como uma secreta mas firme confiança, mesmo no meio das piores angústias: «A paz foi desterrada da minha alma, já nem sei o que é a felicidade (…). Isto, porém, guardo no meu coração; por isso, mantenho a esperança. É que a misericórdia do Senhor não acaba, não se esgota a sua compaixão. Cada manhã ela se renova; é grande a tua fidelidade. (...) Bom é esperar em silêncio a salvação do Senhor» (Lm 3, 17.21-23.26).

7. A tentação apresenta-se, frequentemente, sob forma de desculpas e queixas, como se tivesse de haver inúmeras condições para ser possível a alegria. Habitualmente isto acontece, porque «a sociedade técnica teve a possibilidade de multiplicar as ocasiões de prazer; no entanto ela encontra dificuldades grandes no engendrar também a alegria».[2]

Posso dizer que as alegrias mais belas e espontâneas, que vi ao longo da minha vida, são as alegrias de pessoas muito pobres que têm pouco a que se agarrar. Recordo também a alegria genuína daqueles que, mesmo no meio de grandes compromissos profissionais, souberam conservar um coração crente, generoso e simples. De várias maneiras, estas alegrias bebem na fonte do amor maior, que é o de Deus, a nós manifestado em Jesus Cristo.

Não me cansarei de repetir estas palavras de Bento XVI que nos levam ao centro do Evangelho: «Ao início do ser cristão, não há uma decisão ética ou uma grande ideia, mas o encontro com um acontecimento, com uma Pessoa que dá à vida um novo horizonte e, desta forma, o rumo decisivo».[3]

8. Somente graças a este encontro – ou reencontro – com o amor de Deus, que se converte em amizade feliz, é que somos resgatados da nossa consciência isolada e da auto-referencialidade. Chegamos a ser plenamente humanos, quando somos mais do que humanos, quando permitimos a Deus que nos conduza para além de nós mesmos a fim de alcançarmos o nosso ser mais verdadeiro. Aqui está a fonte da acção evangelizadora. Porque, se alguém acolheu este amor que lhe devolve o sentido da vida, como é que pode conter o desejo de o comunicar aos outros?

II. A doce e reconfortante alegria de evangelizar

9. O bem tende sempre a comunicar-se. Toda a experiência autêntica de verdade e de beleza procura, por si mesma, a sua expansão; e qualquer pessoa que viva uma libertação profunda adquire maior sensibilidade face às necessidades dos outros. E, uma vez comunicado, o bem radica-se e desenvolve-se. Por isso, quem deseja viver com dignidade e em plenitude, não tem outro caminho senão reconhecer o outro e buscar o seu bem. Assim, não nos deveriam surpreender frases de São Paulo como estas: «O amor de Cristo nos absorve completamente» (2 Cor 5, 14); «ai de mim, se eu não evangelizar!» (1 Cor 9, 16).

10. A proposta é viver a um nível superior, mas não com menor intensidade: «Na doação, a vida se fortalece; e se enfraquece no comodismo e no isolamento. De fato, os que mais desfrutam da vida são os que deixam a segurança da margem e se apaixonam pela missão de comunicar a vida aos demais»[4]. Quando a Igreja faz apelo ao compromisso evangelizador, não faz mais do que indicar aos cristãos o verdadeiro dinamismo da realização pessoal: «Aqui descobrimos outra profunda lei da realidade: “A vida se alcança e amadurece à medida que é entregue para dar vida aos outros”.

Isto é, definitivamente, a missão»[5]. Consequentemente, um evangelizador não deveria ter constantemente uma cara de funeral. Recuperemos e aumentemos o fervor de espírito, «a suave e reconfortante alegria de evangelizar, mesmo quando for preciso semear com lágrimas! (...) E que o mundo do nosso tempo, que procura ora na angústia ora com esperança, possa receber a Boa Nova dos lábios, não de evangelizadores tristes e descoroçoados, impacientes ou ansiosos, mas sim de ministros do Evangelho cuja vida irradie fervor, pois foram quem recebeu primeiro em si a alegria de Cristo»[6].

Uma eterna novidade

11. Um anúncio renovado proporciona aos crentes, mesmo tíbios ou não praticantes, uma nova alegria na fé e uma fecundidade evangelizadora. Na realidade, o seu centro e a sua essência são sempre o mesmo: o Deus que manifestou o seu amor imenso em Cristo morto e ressuscitado. Ele torna os seus fiéis sempre novos; ainda que sejam idosos, «renovam as suas forças. Têm asas como a águia, correm sem se cansar, marcham sem desfalecer» (Is 40, 31).

Cristo é a «Boa Nova de valor eterno» (Ap 14, 6), sendo «o mesmo ontem, hoje e pelos séculos» (Heb 13, 8), mas a sua riqueza e a sua beleza são inesgotáveis. Ele é sempre jovem, e fonte de constante novidade. A Igreja não cessa de se maravilhar com a «profundidade de riqueza, de sabedoria e de ciência de Deus» (Rm 11, 33). São João da Cruz dizia: «Esta espessura de sabedoria e ciência de Deus é tão profunda e imensa, que, por mais que a alma saiba dela, sempre pode penetrá-la mais profundamente».[7]

Sempre que procuramos voltar à fonte e recuperar o frescor original do Evangelho, despontam novas estradas, métodos criativos, outras formas de expressão, sinais mais eloquentes, palavras cheias de renovado significado para o mundo atual. Na realidade, toda a ação evangelizadora autêntica é sempre «nova».

12. Embora esta missão nos exija uma entrega generosa, seria um erro considerá-la como uma heroica tarefa pessoal, dado que ela é, primariamente e acima de tudo o que possamos sondar e compreender, obra de Deus. Jesus é «o primeiro e o maior evangelizador».[9] Em qualquer forma de evangelização, o primado é sempre de Deus, que quis chamar-nos para cooperar com Ele e impelir-nos com a força do seu Espírito.

13. E também não deveremos entender a novidade desta missão como um desenraizamento, como um esquecimento da história viva que nos acolhe e impele para diante. A memória é uma dimensão da nossa fé, que, por analogia com a memória de Israel, poderíamos chamar «deuteronômica». Jesus deixa-nos a Eucaristia como memória quotidiana da Igreja, que nos introduz cada vez mais na Páscoa (cf. Lc 22, 19). A alegria evangelizadora refulge sempre sobre o horizonte da memória agradecida: é uma graça que precisamos de pedir.

Os Apóstolos nunca mais esqueceram o momento em que Jesus lhes tocou o coração: «Eram as quatro horas da tarde» (Jo 1, 39). A memória faz-nos presente, juntamente com Jesus, uma verdadeira «nuvem de testemunhas» (Heb 12, 1). De entre elas, distinguem-se algumas pessoas que incidiram de maneira especial para fazer germinar a nossa alegria crente: «Recordai-vos dos vossos guias, que vos pregaram a palavra de Deus» (Heb 13, 7).

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Pastoral Missionária

Cuidando bem de quem já participa, acolhendo bem quem nos procura e procurando pelos afastados.



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REUNIÃO DO COLÉGIO DE CONSULTORES – 28/11/2019

CÚRIA ARQUIDIOCESANA – DAS 09H ÀS 10:30H

ASSUNTOS TRATADOS:

1- Pe. Silvio Aparecido da Silva, SDS, Pároco da Paróquia Santuário Senhor Bom Jesus, de Conchas, SP, solicitou aprovação do projeto de reforma do telhado da igreja Matriz, que, mesmo após a reforma ocorrida em 1991, continua apresentando problemas de calha, com goteiras e vazamentos. O assunto vem sendo avaliado pelo CAP, com 3 laudos já emitidos por engenheiros e empresas interessadas e com previsão de gastos, entre material e mão de obra, no valor de R$ 220 mil reais, valor esse, já disponível no Caixa da Paróquia. O projeto foi aprovado, na condição que o Contrato com a Empresa escolhida seja, o quanto antes, apresentado para avaliação do Departamento Jurídico da Arquidiocese e tudo seja feito sem desfigurar as características do prédio da igreja Matriz e de acordo com exigências da Lei

2- O Pe. Francisco Sydney de Macedo Gonçalves, SDS, Superior Provincial da Congregação dos Padres da Sociedade do Divino Salvador, Salvatorianos, que estão trabalhando em Conchas, SP, na Paróquia Santuário Senhor Bom Jesus, após ouvir o seu Conselho Provincial, apresentando diversas razoáveis considerações, com data de 12 de novembro de 2019, respondeu afirmando ser impossível, no momento, para a Congregação atender à solicitação do Arcebispo de Botucatu para que os Padres de Conchas pudessem também dar atendimento, pelo menos por um período de 3 anos, às Paróquias de Anhembi e Piramboia.

3- O Pe. Túlio César Caetano, CR, Prepósito Provincial dos Clérigos Regulares Teatinos, em carta datada de 21 de novembro de 2019, comunicou ao Arcebispo que a Ordem Teatina- Província Teatina Paulo VI, do Brasil, está encerrando suas atividades pastorais à frente da Paróquia Santuário São Judas Tadeu, em Avaré, SP. O Pe. Ednei de Souza Barros, CR, atual Administrador Paroquial, que vem realizando um excelente trabalho administrativo- pastoral, como combinado diretamente com o Arcebispo, permanece, à frente da dita Paróquia até o dia 31 de dezembro de 2019

4- Dom Maurício Grotto de Camargo, Arcebispo Metropolitano de Botucatu, após ouvir parecer favorável do Colégio de Consultores, determinou que a Arquidiocese de Sant´Ana de Botucatu, assim como estão fazendo todas as Dioceses do Brasil, colabore com as despesas do XVIII Congresso Eucarístico Nacional que será realizado de 13 a 20 de setembro de 2020, na Arquidiocese de Olinda e Recife, com o valor de R$ 35 mil reais. Esse valor será repassado, de modo proporcional às Paróquias, em 5 parcelas, a partir do mês de janeiro de 2020.

5- No início do mês de dezembro de 2019, a Arquidiocese de Sant´Ana de Botucatu, em sintonia com a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – Sul 1 – e como gesto de comunhão e solidariedade eclesial , com a colaboração de suas Paróquias, vai poder enviar à Diocese de Pemba, em Moçambique, na África, o valor de mais ou menos R$ 100 mil reais.

Pe. José Hergesse – Secretário do Colégio de Consultores.

OBS: Realizou-se também, nesta data, das 10:30h às 12h, a reunião do Conselho Arquidiocesano de Presbíteros - CAPRE. Os assuntos tratados devem ser melhor aprofundados e o resultado ou as decisões tomadas serão apresentadas por ocasião de uma próxima reunião do CAPRE, ou, de acordo com o Arcebispo, no momento mais oportuno.

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DATAS ARQUIDIOCESANAS 2020

JANEIRO

01/01 - Dia Mundial da Paz

25/01 – Capacitação das Equipes Regionais de Formação - DAMP

FEVEREIRO

06/02 – CAMP

08/02 – Coordenadores Arquidiocesanos

15/02 – Capacitação das Equipes Paroquiais de Formação - DAMP

18/02 – Sub-Regional - Marília

20/02 – Reunião Geral do Clero – CF 2020
CC e CAPRE

25/02 – Carnaval

26/02 – Quarta-feira de Cinzas – Abertura CF

MARÇO

19/03 – CC e CAPRE

De 22 a 28/03 – Confraternização dos Bispos – Sub-Regional

ABRIL

05/04 – Domingo de Ramos – Coleta CF 2020

08/04 – Quarta-feira Santa – Reflexão do Clero – Missa dos Santos Óleos

10/04 – Sexta-feira Santa – Coleta Terra Santa

12/04 – Domingo de Páscoa

22/04 a 01/05 – 58ª Assembleia Geral da CNBB – Aparecida, SP

MAIO

07/05 – CAMP

12/05 – Sub-Regional - Marília

28/05 – Reunião Geral do Clero
CC e CAPRE

JUNHO

02 a 04/06 – 83ª Assembleia dos Bispos do Estado de São Paulo

11/06 – Corpus Christi

19/06 - Sagrado Coração de Jesus – Santificação do Clero

25/06 – CC e CAPRE

JULHO

De 13 a 17/07 – Retiro do Clero – Agudos

25/07 – Capacitação das Equipes Regionais de Formação - DAPS

AGOSTO

03/08 – Dia do Padre - Confraternização do Clero

08/08 – Capacitação das Equipes Paroquiais de Formação – DAPS

15/08 – Coordenadores Arquidiocesanos

18/08 – Sub- Regional - Marília

27/08 – Reunião Geral do Clero //// CC e CAPRE

SETEMBRO

03/09 – CAMP

17 a 24/09 – Visita Ad Limina – Campinas, Botucatu, Ribeirão Preto e Aparecida

OUTUBRO

08/10 – CC e CAPRE

16 a 18/10 – 42ª Assembleia das Igrejas Particulares

De 26 a 29/10 – Atualização do Clero – Agudos

27/10 – Sub-Regional - Marilia

NOVEMBRO

05/11 - CAMP

14/11 – Encontro da Família Arquidiocesana

26/11 – Reunião Geral do Clero
CC e CAPRE

DEZEMBRO

07/12 – Natal do Clero

10/12 – CC e CAPRE


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Botucatu, 15 de novembro de 2019

Prezados Padres, Diáconos, Consagrados, Seminaristas e Coordenadores Arquidiocesanos de Ministérios Extraordinários, Pastorais, Movimentos, Associações e Organismos Eclesiais.

Saúde e paz!



Realizou-se, hoje, no Salão Paroquial da Paroquial Sagrado Coração de Jesus, em Botucatu, SP, das 09h às 12:30h, o Encontro da Família Arquidiocesana, com a presença das Equipes Regionais e Paroquiais de Formação. Apesar de ser um feriado prolongado, participaram em torno de 270 pessoas. A PASCOM Arquidiocesana transmitiu o evento ao vivo, inclusive a Santa Missa de encerramento presidida pelo Arcebispo e concelebrada por diversos Padres.

Nos próximos dias, as Equipes Paroquiais de Formação, com a ajuda de outras pessoas das Paróquias, vão estar entregando nas Residências um panfleto impresso por ocasião do Encontro da Família Arquidiocesana, divulgando o Projeto Arquidiocesano de Formação de Discípulos Missionários.

A reunião do Conselho Arquidiocesano de Missão e Pastoral Ampliado - CAMPA – que consta no Calendário Pastoral para o próximo dia 07 de dezembro, foi cancelada.

No seu lugar, nessa data de 07 de dezembro, um sábado, no Centro Arquidiocesano de Pastoral, das 09h às 12h, será realizada a reunião da Comissão Arquidiocesana de Formação com o objetivo de avaliar a 1ª Etapa do Projeto Arquidiocesano de Formação e preparar os Subsídios para a 2ª Etapa que acontece durante o ano de 2020.

O Guia Informativo 2020, a pedido do Conselho Arquidiocesano de Missão e Pastoral - CAMP – terá redução no seu número de páginas e impressos alguns exemplares para as Paróquias, de acordo com o interesse dos seus respectivos Párocos. O Centro Arquidiocesano de Pastoral entrará em contato com cada Pároco ou Paróquia, solicitando o número de exemplares desejados.

Dentro de alguns dias serão enviadas aos Padres, Paróquias e Coordenadores Arquidiocesanos, as datas e locais dos Eventos Arquidiocesanos, os quais têm prioridades sobre os Eventos Regionais e Paroquiais.

Os Padres Coordenadores das RPs e Coordenadores Arquidiocesanos de Pastorais e Movimentos, recebendo essas datas arquidiocesanas, devem enviar, o quanto antes, ao Centro Arquidiocesano de Pastoral a programação 2020, seguindo o esquema: Quem? O quê? Quanto? Horário? Onde? Estamos planejando terminar a atualização do Guia Informativo 2020, antes do Natal 2019.

A Novena de Natal, como temos feito nos últimos anos, também neste, fica a critério de cada Paróquia.

Sempre agradecido!

Pe. José Hergesse – Coordenador Arquidiocesano de Pastoral


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CONSELHO ARQUIDIOCESANO DE MISSÃO E PASTORAL – 07/11/2019 – SCJ

São membros do CAMP: Dom Maurício Grotto de Camargo, Arcebispo Metropolitano, Pe. José Francisco Antunes, Vigário Geral, Coordenador Arquidiocesano de Pastoral, Pe. Adauto José Martins, Representante dos Presbíteros e os 4 Padres Coordenadores das Regiões Pastorais: RP1 – Pe. João José Bezerra; RP2 – Pe. Marcelo Henrique do Prado; RP3– Pe. Valter Jeremias da Silva e RP24 – Côn. Marcelo Aparecido Paes. A partir da próxima reunião, com aprovação do CAMP, participa também o Pe. Fernando Maróstica – Vice Representante dos Presbíteros.

ASSUNTOS TRATADOS:

1- RELATÓRIO DAS RPS. Os Padres coordenadores das RPs falaram da satisfação na condução do trabalho e da participação positiva dos Padres nas reuniões, nas conversas, nos questionamentos e na apresentação de sugestões que são encaminhadas ao CAMP. Cada Região Pastoral, além das 4 reuniões estabelecidas pela Arquidiocese, também procura encontrar outros momentos de oração e de encontro fraterno. O esquema sugerido pelo Arcebispo de investir mais nas reuniões das RPs, está produzindo frutos positivos.

2- ESTATUTOSFoi avaliada a atual situação do processo de elaboração dos Estatutos dos Ministros Extraordinários da Palavra, das Exéquias, dos Coroinhas de Acólitos e das Irmandades do Divino. Cada Estatuto está sendo acompanhado por um Padre: MEP, pelo Pe. Rafael Antônio Paixão Soares; MEE, pelo Pe. Bruno Gonçalves; Coroinhas e Acólitos, pelo Pe. Milton José Perretti, e as Irmandades do Divino pelo Coordenador Arquidiocesano de Pastoral. No momento oportuno, nas diversas etapas do processo,estarão sendo fornecidas as informações possíveis, até que os Estatutos estejam prontos e aprovados pelo Arcebispo.

3- ATUALIZAÇÃO DO CLERO.O Curso de Atualização do Clero continua sendo realizado no Seminário Santo Antônio, em Agudos, SP, no mês de outubro, com temas ligados à dimensão humano-afetiva dos Presbíteros. Ao longo do ano, pelo menos, por 2 vezes, manhã e tarde, serão realizados em Botucatu, sob a coordenação da Pastoral Presbiteral cursos extras de Atualização do Clero, com temas e especialistas nas áreas de Teologia, Estudos Bíblicos, Moral, Pastoral...

4- ENCONTRO DE LITURGIA E DE CANTO LITÚRGICO.Sob a orientação do Pe. Edenilson das Neves e de Dom Maurício Grotto de Camargo, Arcebispo Metropolitano, será realizado, no dia 10 de novembro (domingo), a partir das 13:30h, no Centro Arquidiocesano de Pastoral, um Encontro de Formação Litúrgica ( Liturgia - Canto Litúrgico - Advento) aos coordenadores e outros membros das Equipes Paroquiais de Liturgia e Canto Litúrgico.

5- CALENDÁRIO PASTORAL 2020.Na última quinzena de novembro será enviado aos Coordenadores Arquidiocesanos de Pastorais e Movimentos, o Calendário Arquidiocesano de Pastoral 2020, com as datas mais importantes que envolvem a inteira Arquidiocese. Lembrando que os Eventos Arquidiocesanos têm prioridades sobre os Regionais e Paroquiais.
Os Coordenadores Arquidiocesanos de Pastorais e Movimentos, a partir das datas arquidiocesanas, devem enviar, o quanto antes, ao Centro Arquidiocesano de Pastoral, a programação 2020, com os seguintes dados:Quem? O quê? Quando? Horário? Onde?

6- GUIA INFORMATIVO ARQUIDIOCESANO.A partir do próximo ano, além da publicação on line, volta a ser impresso o Guia Informativo Arquidiocesano, com a quantia de exemplares que será determinada pelos Padres na próxima reunião do Clero, no dia 28 de novembro, das 09h às 12h, no Centro Arquidiocesano de Pastoral.

Pe. José Hergesse – Coordenador Arquidiocesano de Pastoral


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PARÓQUIA SÃO PEDRO – RP2 – AVARÉ – 1º GRUPO: 73

PARTICIPANTES – NOVEMBRO 2019






PASTORAL MISSIONÁRIA CUIDANDO BEM DE QUEM JÁ PARTICIPA, ACOLHENDO BEM QUEM NOS PROCURA E PROCURANDO PELOS AFASTADOS


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ARQUIDIOCESE DE SANT´ANA DE BOTUCATU
REUNIÃO DOS PADRES DA RP1
PARÓQUIA NOSSA SENHORA MENINA
31/10/2019



Realizou-se, hoje, na Paróquia Nossa Senhora Menina, em Botucatu, onde é Pároco o Pe. Orestes Gomes Filho, das 09h às 12h, sob a Presidência do Pe. João José Bezerra, Pároco da Paróquia Divino Espírito Santo, de Pardinho, SP, e Coordenador da RP1, a 4ª e última reunião dos Padres da Região Pastoral1, deste ano de 2019.
Assuntos tratados: 1- Atualização do Clero. A pedido do Conselho Arquidiocesano de Missão e Pastoral – CAMP – os Padres avaliaram e apresentaram sugestões quanto ao local e tema do Curso de Atualização do Clero, que acontece no mês de outubro de cada ano. Proposta aprovada: Que a Atualização do Clero continue sendo realizada em Agudos, SP, e tratando de assuntos ligados à dimensão humano-afetiva dos Presbíteros. Em outros momentos, que sejam organizados dias ou semana de atualização em outros assuntos, tais como Dogmática, Liturgia, Moral...
2- Ministros Extraordinários da Palavra. O Pe. Rafael Antônio Paixão Soares, Vigário Paroquial da Paróquia-Santuário Nossa Senhora da Piedade, em Lençóis Paulista, SP, e Assessor responsável pela implantação desse Ministério Extraordinário na Arquidiocese, a pedido do CAMP, apresentou aos Padres da RP1 a proposta que se encontra no Diretório Arquidiocesano da Pastoral dos Sacramentos – Sacramento da Eucaristia – 3ª Parte – Orientações Pastorais - e dos mesmos ouviu as primeiras e diversas sugestões em vista do Estatuto que está sendo elaborado para uso na Arquidiocese.
3- Ministros Extraordinários das Exéquias. O Pe. Bruno Gonçalves, Pároco da Paróquia Menino Deus, em Botucatu, SP, e Assessor responsável pela implantação desse Ministério Extraordinário das Exéquias na Arquidiocese, também a pedido do CAMP, apresentou a realidade já existente na Arquidiocese, de modo especial na cidade de Botucatu, onde os Ministros Extraordinários das Exéquias, até agora orientados pelo Pe. João Camilo da Silveira, Pároco da Paróquia Santa Terezinha, em Botucatu, estão desenvolvendo um excelente trabalho e solicitou, por sua vez, a colaboração dos Padres quanto às suas opiniões e expectativas na elaboração do Estatuto próprio para esse Ministério Extraordinário.
4- Missa de Finados. Confirmada a programação feita e já publicada na página da Arquidiocese. Apresentada sugestão, a ser avaliada com a Prefeitura, para que a Capela do Cemitério Portal das Cruzes possa ser cuidada ou esteja sob a responsabilidade da Paróquia São Benedito ou da Catedral, e que, o quanto antes, seja instalada uma cobertura na sua entrada, evitando desconforto em dias de chuva.
5- Confissão do Advento. Fica a critério de cada Pároco.
6- Encontro da Família Arquidiocesana. No dia 15 de novembro, das 08h às 12:30h, no Salão Paroquial da Paróquia Sagrado Coração de Jesus, em Botucatu, com a presença das Equipes Paroquiais de Formação ( 5 membros por Paróquia) e seus respectivos Párocos. A Missa presidida pelo Arcebispo será às 11:30h, com a Liturgia do Dia.
7- Reforma da Cúria. Côn. Émerson Rogério Anizi, Pároco da Paróquia Catedral e Ecônomo Arquidiocesano, informou que as obras de reforma da Cúria Arquidiocesana continuam, o atendimento sendo realizado no Centro Arquidiocesano de Pastoral, com a previsão de reabertura de suas atividades normais no espaço reformado, no dia 11 de novembro.
8- Confraternização dos Padres da RP1. Será com um almoço, para aqueles que quiserem e puderem, num dos restaurantes da cidade, no dia 18 de novembro, às 12h. 9- Confraternização de Natal do Clero: No dia 02 de dezembro em Areiópolis, mas seguindo as orientações que serão fornecidas pelo Pe. Adauto José Martins, Representante dos Presbíteros. 10- 3ª Jornada Mundial dos Pobres. Pe. José Francisco Antunes, Vigário Geral, Pároco da Paróquia São Pio X, em Botucatu, e Referencial para o Setor Pastorais Sociais, falou a respeito da 3ª Jornada Mundial dos Pobres, instituída pelo Papa Francisco, que será realizada de 11 a 17 de novembro. Ao mesmo tempo, da pessoa do Pe. Coordenador da RP1, o Pe. Francisco recebeu dos Padres presentes, a solidariedade, tão necessária, nesse momento de fragilidade pela qual passa a saúde da senhora sua Mãe, Da. Cecília. 11- Missa em sufrágio pelos Bispos e Arcebispos de Botucatu. O Côn. Marcos Paulo de Campos, Pároco da Paróquia Nossa Senhora Aparecida, Botucatu, SP, em nome do Cabido Metropolitano, renovou o convite para a Missa que será presidida por Dom Maurício Grotto de Camargo, Arcebispo Metropolitano, no próximo dia 05 de novembro, às 11h, na Cripta da Catedral.

Terminada a reunião, seguiu-se o almoço oferecido por uma família generosa da Paróquia Nossa Senhora Menina e que contou com a presença do Arcebispo.

Sempre Agradecido!
Pe. José Hergesse – Secretário da Reunião dos Padres das RP1


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CAF - Texto de Leitura - Novembro 2019


Texto de Leitura



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Botucatu, 30 de outubro de 2019

Prezados Padres, Diáconos, Consagrados, Seminaristas e Coordenadores Arquidiocesanos de Ministérios Extraordinários, Pastorais, Movimentos, Associações e Organismos Eclesiais.

Saúde e paz!



No próximo dia 15 de novembro, uma sexta-feira, das 08h às 12:30h, no Salão Paroquial da Paróquia Sagrado Coração de Jesus, em Botucatu, será realizado o Encontro da Família Arquidiocesana, com a presença das Equipes Paroquiais de Formação, responsáveis nas Paróquias pela implantação do Projeto Arquidiocesano de Formação dos Discípulos Missionários ( 5 membros por Paróquia) e seus respectivos Párocos, como já aconteceu no ano passado.

Programação:

08h: Começa a ser servido o café no Salão Paroquial de baixo;
09h: No Salão Paroquial de cima: Oração inicial e Apresentação das 4 Equipes Regionais de Formação;
09:45h: Palestra;
10:45h: Intervalo
11h: Apresentação da 2ª Etapa do Projeto Arquidiocesano de Formação – 2020.
11:30h: Santa Missa presidida pelo Arcebispo ( Padres – Estola Verde) e conclusão do Encontro.
12:30h: Lanche

Contamos com a presença e a participação de todos!

Sempre agradecido!

Pe. José Hergesse – Coordenador Arquidiocesano de Pastoral


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Botucatu, 27 de outubro de 2019

Prezados Padres, Diáconos, Consagrados, Seminaristas e Coordenadores Arquidiocesanos de Ministérios Extraordinários, Pastorais, Movimentos, Associações e Organismos Eclesiais.




Realizou-se, de 25 a 27 de outubro, em Aparecida, SP, a 41ª Assembleia das Igrejas do Sul 1, da CNBB, com a presença de todas as Dioceses do Estado de São Paulo.
Pela Arquidiocese de Botucatu, participaram Dom Mauricio Grotto de Camargo, Arcebispo Metropolitano, o Coordenador Arquidiocesano de Pastoral, o Presidente do Conselho Arquidiocesano de Leigos, Armando de Oliveira Soares, e a Secretária do Conselho Arquidiocesano de Missão e Pastoral Ampliado – CAMPA – Solange Aparecida Aguiar.
Às 14:30h, do dia 25 de outubro, sexta-feira, Dom Pedro Luiz Stringhini, Bispo diocesano de Mogi das Cruzes, SP, e Presidente do Sul 1, tendo ao seu lado, Dom Edmilson Caetano dos Santos, Bispo diocesano de Guarulhos, SP, e Vice Presidente do Sul 1, e Dom Luiz Carlos Dias, Bispo Auxiliar da Arquidiocese de São Paulo – Região Belém, e Secretário do Sul 1, deu início à 41ª Assembleia, com a recitação da Hora Média.
Após as boas vindas, por parte de Dom Orlando Brandes, Arcebispo de Aparecida, SP e do Pe. Eduardo Catalfo, Reitor do Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida, o Presidente passou a condução da Assembleia ao Secretário para as orientações gerais e apresentação do palestrante da tarde, Dom Leomar Brustolin, Bispo Auxiliara da Arquidiocese de Porto Alegre, RS, que tratou do tema: “ Comunidades Eclesiais Missionárias no contexto da cultura Urbana”. Com a celebração da Missa com Vésperas, às 19h, encerrou-se esse primeiro dia.
No dia 26 de outubro, sábado, após a celebração da Missa com Laudes, teve inicio as atividades, com a apresentação do Pe. Vânio da Silva, da Arquidiocese de Florianópolis, que, na parte da manhã, discorreu sobre os temas: “ Indicações para a Evangelização no contexto da cultura urbana e PerCursos de espiritualidade em tempos de cultura urbana”.
Na parte da tarde, houve espaço para os trabalhos em grupos, relato da visita missionária à Diocese de Pemba, em Moçambique, realizada por Dom Odilo Pedro Scherer, Cardeal Arcebispo de São Paulo e a Coleta Missionária.
No domingo, dia 27 de outubro, participação de todos os membros da Assembleia na Missa das 08h, no Santuário Nacional, apresentação dos Relatórios dos Grupos, Projetos Missionários do Sul 1, celebração de encerramento e almoço.
OBS: Outras informações, Power Point com material das palestras, atas e resumo dos trabalhos em grupo, na página da CNBB – Sul 1.
Sempre agradecido!
Pe. José Hergesse – Coordenador Arquidiocesano de Pastoral


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Paróquia Nossa Senhora de Fátima – - Avaré – RP2 – Grupo 2

Encontro Arquidiocesano de Formação – Pastoral Familiar

OBS: Os Párocos das Paróquias que ainda não realizaram nenhum Grupo do Projeto Arquidiocesano de Formação , estão sendo visitados pelos Coordenadores das Equipes Regionais, com a proposta de realização de, pelo menos, um Grupo paroquial, num único dia, no mês de outubro. Contamos com a compreensão e ajuda de todos! Sempre agradecido!
Pe. José Hergesse – Coordenador da Comissão Arquidiocesana de Formação

PASTORAL MISSIONÁRIA CUIDANDO BEM DE QUEM JÁ PARTICIPA, ACOLHENDO BEM QUEM NOS PROCURA E PROCURANDO PELOS AFASTADOS


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PARÓQUIA SÃO JOAQUIM – IGARAÇU DO TIETÊ – RP4–
Equipe Paroquial de Formação – 1º Grupo: 11 participantes




PARÓQUIA NOSSA SENHORA DE FÁTIMA –RP1 – BOTUCATU -
1º Grupo: - 5º ENCONTRO




PARÓQUIA CRISTO RESSUSCITADO -LENÇÓIS PTA. – RP4-
Equipe Paroquial de Formação – 1º Grupo: 24 participantes




PARÓQUIA SENHOR BOM JESUS – CONCHAS – RP3
Equipe Paroquial de Formação – 2º Grupo: 32 participantes



PARÓQUIA NOSSA SENHORA DA PIEDADE BOFETE – RP3
Equipe Paroquial de Formação – 2º Grupo: 25 participantes



PARÓQUIA SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS – BOTUCATU – RP1 -
Equipe Paroquial de Formação – 2º Grupo: 32 participantes

CUIDANDO BEM DE QUEM JÁ PARTICIPA, ACOLHENDO BEM QUEM NOS PROCURA E PROCURANDO PELOS AFASTADOS




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COLÉGIO DE CONSULTORES – 27/06/2019

ASSUNTOS TRATADOS:

1- Com relação ao modo de recolher as contribuições da Campanha Arquidiocesana de Solidariedade com a Diocese de Pemba, Moçambique, ficou determinado que cada Paróquia pode enviar o valor de R$ 280,00 diretamente à Cúria Arquidiocesana, mediante depósito identificado ou com o envio de cópia do comprovante do depósito efetuado.

2- Pe. Marcelo Henrique do Prato, na sua função de Coordenador, apresentou diversas sugestões ou solicitação de esclarecimentos a pedido dos Párocos das Paróquias da Região Pastoral 2: - Sugestão da realização de campanhas nas Paróquias para ajudar na manutenção das Casas de Formação da Arquidiocese. O assunto será acompanhado pelo Côn. Joinville Antônio Arruda, Diretor do Seminário São José; - Esclarecimento a respeito da Inscrição Municipal das Paróquias. Essa questão será avaliada pelo Conselho Arquidiocesano de Administração e fornecidas as orientações necessárias; - O valor das Taxas mensais no que se refere às Novas Paróquias. O Colégio reafirmou sua posição de que a realidade de cada nova Paróquia e o valor da sua Taxa a ser enviada à Cúria Arquidiocesana serão avaliadas no momento da criação da Paróquia, a partir da sua realidade econômica.

3- Aprovação do procedimento de regularização, sob a coordenação de um canonista, da situação canônica de todos os Padres incardinados na Arquidiocese de Botucatu que deixaram o Ministério.

4- Pe. José Francisco Antunes, Vigário Geral e Referencial do Setor Pastorais Sociais esclareceu a respeito dos projetos sociais que poderão ser contemplados com os recursos obtidos com a Coleta Nacional de Solidariedade da Campanha da Fraternidade, a partir do valor que coube neste ano à Arquidiocese de Botucatu, em torno de R$ 47 mil reais.

5- Pe. Edélcio Augusto Soares, Pároco da Paróquia Nossa Senhora de Fátima, de Avaré, SP apresentou a Escritura Registrada da atual Casa Paroquial e o pedido de aprovação para os projetos de reforma da Capela Imaculada Conceição, no Balneário Costa Azul, da Capela Nossa Senhora do Rosário, na Barra Grande, e de adequação de banheiros na igreja Matriz. Após os esclarecimentos necessários, os projetos foram aprovados.

6- Dom Mauricio, comunicou oficialmente a presença dos Padres Salvistas na Arquidiocese, mais especificamente na Paróquia Sagrada Família, em Botucatu, da qual fazem parte, além da igreja Matriz, as Comunidades Rio Bonito, Mina, Alvorada da Barra e Vitoriana, que atualmente é atendida pela Paróquia Nossa Senhora Menina, de Botucatu. O Pe. Ludovico de Lara Camargo, atual Pároco, continua nessa função até o próximo dia 30 de junho, quando se torna Pároco Emérito. Dessa data, até o dia 21 de julho de 2019, o Côn. Émerson Rogério Anizi, Ecônomo Arquidiocesano, responde pela Paróquia Sagrada Família como Administrador Paroquial e o Pe. Ludovico continua presidindo as Missas. No dia 28 de julho de 2019, na Missa das 10h, na igreja Matriz da Paróquia Sagrada Família, presidida por Dom Maurício, acontece a posse canônica ou início dos trabalhos pastorais dos Padres Salvistas, na Arquidiocese de Botucatu.

7- Os Padres José Francisco Antunes - Vigário Geral - e Sílvio Aparecido da Silva , Salvatoriano e Pároco da Paróquia Santuário Senhor Bom Jesus, em Conchas, SP, e o Côn. Émerson Rogério Anizi, Ecônomo Arquidiocesano, ficaram responsáveis pela elaboração do Contrato que será efetuado entre a Arquidiocese de Botucatu e o Instituto dos Padres Salvistas. O mesmo Contrato servirá também de modelo para o Contrato da Arquidiocese com as outras Congregações Religiosas já presentes na Arquidiocese.

8- As Paróquias que solicitaram a manutenção das atuais Taxas que são enviadas mensalmente à Cúria Arquidiocesana, tiveram seus pedidos avaliados e as respostas ou decisões tomadas serão encaminhadas pelo Ecônomo Arquidiocesano, Côn. Émerson Rogério Anizi, aos respectivos Párocos.

9- Na próxima reunião extraordinária do Conselho Arquidiocesano de Presbíteros – CAPRE - dia 18 de julho de 2019, será avaliada a situação das Paróquias que estão em dívida com a Cúria Arquidiocesana, bem como da atuação dos seus Párocos.

10- Pe. Valter Jeremias da Silva, Pároco da Paróquia Nossa Senhora dos Remédios, de Anhembi, SP, apresentou em nome do Pe. Áthila José Tintino, Pároco da Paróquia São João Batista, de Laranjal Paulista, SP, a aprovação para o projeto de implantação do sistema de energia solar na igreja Matriz e outras dependências da Paróquia. O Colégio aprovou a iniciativa, na condição que tudo seja realizado com cuidado em relação à estrutura e à estética dos edifícios, com o acompanhamento de engenheiro e os orçamentos exigidos. Essa experiência poderá servir de base para as outras Paróquias da Arquidiocese.

11- O Arcebispo falou do Projeto Partilha da Igreja do Brasil e de solidariedade com a Diocese de Pemba, no Moçambique, considerada uma realidade realmente necessitada de ajuda, contando, por sua vez, com a compreensão e apoio dos membros do Colégio de Consultores em vista da quantia estabelecida para os 2 projetos que gira em torno de 1% das entradas arquidiocesanas do ano anterior, e que com os acréscimos estabelecidos deve chegar a um valor de mais ou menos R$ 16 mil reais por ano.

Pe. José Hergesse – Secretário do Colégio de Consultores

OBS – Não houve, hoje, a reunião do Conselho Arquidiocesano de Presbíteros – CAPRE.






Botucatu, 21 de junho de 2019

Prezados Padres, Diáconos, Consagrados, Seminaristas e Coordenadores Arquidiocesanos de Ministérios Extraordinários, Pastorais, Movimentos, Associações e Organismos Eclesiais.

Saúde e Paz!

Com a autorização de Dom Maurício Grotto de Camargo, Arcebispo Metropolitano, estarei orientando 2 Cursos de Formação, no 2º semestre de 2019. - Os Cursos serão às 3ªs feiras, das 20h às 22h, nos meses de agosto, setembro, outubro e novembro, no Centro Arquidiocesano de Pastoral.

- Em 2 momentos: Das 20h às 20:45h - Introdução à Leitura da Bíblia

Das 21h às 21:45h - Parapsicologia

- Não será cobrado Taxa. No final dos Cursos, será solicitada uma oferta espontânea para manutenção do Centro Arquidiocesano de Pastoral.

- A inscrição será feita no Centro Arquidiocesano de Pastoral durante o mês de julho de 2019.

- Vagas: 50 participantes para cada Curso.

- Conteúdo dos Cursos:

1- INTRODUÇÃO À LEITURA DA BÍBLIA
- O que é a Bíblia
- O processo de formação da Bíblia - AT/NT
- A Leitura Católica da Bíblia
- Teologia Bíblica: um modo de viver a Fé e produzir Teologia a partir do método Ver, Julgar e Agir


2- PARAPSICOLOGIA: UMA CIÊNCIA A SERVIÇO DA FÉ, DA LIBERTAÇÃO E DA VIDA
- O que é a Parapsicologia?
- A história da Parapsicologia
- Os fenômenos Parapsicológicos: Hiperestesia Indireta do Pensamento, Psicografia, Aporte, Dermografia, Telepatia, Retrocognição, Simulcognição, Precognição, Clarividência, Pantomnésia, Xenoglossia, Glossolália, Tiptologia e outros

Sempre agradecido!

Pe. José Hergesse


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CONSELHO ARQUIDIOCESANO DE MISSÃO E PASTORAL
CAMP


São membros do CAMP: Arcebispo, Vigário Geral, Coordenador Arquidiocesano de Pastoral, os 4 Padres Coordenadores das RPs, o Representante dos Presbíteros e a Secretária.


REUNIÃO – 06 DE JUNHO DE 2019

Assuntos tratados:


1- RELATÓRIO DAS RPS. Estão sendo realizadas as reuniões bimestrais dos Padres das RPs, sob a coordenação do Padre Coordenador: Pe. Paulo Bronzato da Silva (RP1), Pe. Marcelo Henrique do Prado (RP2), Pe. Va.lter Jeremias da Silva (RP3) e Côn. Marcelo Aparecido Paes (RP4).

PONTOS POSITIVOS: a fidelidade às datas estabelecidas e os encontros realizados, momentos de oração e confraternização em outras datas combinadas, como iniciativa da RP4, reflexão sobre a vida e o ministério do Presbítero, maior interesse pelo Diretório Arquidiocesano da Pastoral dos Sacramentos e outros assuntos, como exemplo, a parceria entre Paróquias e o Hemocentro da UNESP, na RP1.

PONTOS NEGATIVOS: A não participação de alguns Padres nas reuniões da RP e desinteresse dos mesmos pelas atividades pastorais, deixando transparecer falta de responsabilidade com os compromissos presbiterais assumidos, situações de desconforto interior e desmotivação pessoal.

2- PASTORAL PRESBITERAL. A Equipe da Pastoral Presbiteral é composta pelo Representante dos Presbíteros e mais os 4 Padres Coordenadores das RPs, e tem como objetivo acompanhar mais de perto os Padres que se encontram em situações de maior fragilidade pessoal, dificuldades na comunhão pastoral e em suas relações com o Presbitério. No momento, a Equipe, que já realizou sua 1ª reunião, está ouvindo, provocando e recolhendo sugestões dos Padres e elaborando o Estatuto ou Regulamento de suas atividades.

3- SETOR MISSÕES. Após os diversos comentários e sugestões apresentadas, ficou determinado que será acrescentado ao número de Setores Pastorais da Arquidiocese, o Setor Missões, com um Padre Referencial e composto pelos diversos Grupos relacionados e envolvidos com a Missão em geral, inclusive com participação nos eventos promovidos pela CNBB, em nível Nacional e Regional. Entre esses Grupos, a Equipe Arquidiocesana de Apoio aos Arquidiocesanos, Padres ou Leigos, que exercem o Ministério ou prestam serviços pastorais em outras regiões do Brasil ou no exterior.

4- OUTUBRO 2019: MÊS MISSIONÁRIO EXTRAORDINÁRIO. Uma iniciativa do Papa Francisco, com o tema: “ Batizados e enviados: A Igreja de Cristo em missão no mundo”, procurando envolver a Igreja inteira. Na Arquidiocese vamos procurar reunir, enquanto possível, os Agentes de Pastoral que, que num certo sentido, estão mais abertos ou ligados ao tema das Missões, em vista da realização de alguns eventos comuns durante o mês.

Ao mesmo tempo está sendo repassado, em anexo, aos Padres Coordenadores das RPs, aos Padres em geral, e a todos os Coordenadores Arquidiocesanos, iniciativas da Arquidiocese o Texto - Documento produzido pelo Conselho Permanente da CNBB, com data de 22 de novembro de 2018, oferecendo propostas e sugestões que poderão ser assumidas e aplicadas nas mais diversas atividades arquidiocesanas.

5- AS IRMANDADES DO DIVINO. Ficou determinado que o Coordenador Arquidiocesano de Pastoral, acompanhe um pouco mais de perto as atividades das Irmandades do Divino, presentes, sobretudo, em algumas Paróquias da RP3,com a finalidade de ajudá-las - conversando com os Padres das Paróquias onde estão presentes e com as respectivas Diretorias - na superação de algumas dificuldades que acabam gerando desentendimentos e conflitos; numa maior inserção das mesmas e de seus membros na vida pastoral da Arquidiocese e também, um respeito maior e maior valorização, por parte de todos, para com essa atividade ou exercício de piedade ou de religiosidade popular que conta com a participação de inúmeras pessoas generosas e que não deixa de ser uma demonstração sincera de Fé.

6- HEMOCENTRO E PARÓQUIAS. Sugeriu-se que os Padres Coordenadores das RPs, seguindo o exemplo da parceria realizada na RP1 entre o Hemocentro da UNESP e as Paróquias de Botucatu, incentivem nas Paróquias de suas Regiões Pastorais o mesmo procedimento, aumentando, desse modo, o número de pessoas doadoras de sangue.

7- FUNDO DE SOLIDARIEDADE DA CAMPANHA DA FRATERNIDADE. O Pe. José Francisco Antunes, Vigário Geral e Referencial do Setor Pastorais Sociais, informou que o valor da Coleta da Solidariedade da Campanha da Fraternidade que permanece na Arquidiocese (60%), encontra-se numa Conta própria dentro da área da Caritas Arquidiocesana, e continua sendo destinado a projetos sociais relacionados ao tema da Campanha da Fraternidade de cada ano, de acordo com os Projetos apresentados à Comissão responsável pela avaliação e destinação dos valores.

8- PRÓXIMA REUNIÃO DO CAMP: 05/09/2019 – Na SCJ Rezemos pelo Arcebispo! Rezemos também uns pelos outros! Que Deus nos ajude e Senhora Santana nos proteja.

Sempre agradecido!

Pe. José Hergesse – Coordenador Arquidiocesano de Pastoral


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Pastoral Missionária


Cuidando bem de quem já participa, acolhendo bem quem nos procura e procurando pelos afastados


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Botucatu, 27 de maio de 2019

Prezados Padres, Diáconos, Consagrados, Seminaristas e Coordenadores Arquidiocesanos de Ministérios Extraordinários, Pastorais, Movimentos, Associações e Organismos Eclesiais.

Saúde e Paz!

A Congregação para os Bispos comunicou à CNBB, que por decisão do Papa Francisco, a visita Ad Limina dos Bispos do Brasil será realizada em 2020, com o envio do Relatório até o final do mês de outubro de 2019.

Dom Mauricio Grotto de Camargo, Arcebispo Metropolitano de Botucatu, solicitou ao Coordenador Arquidiocesano de Pastoral que seja o responsável pela elaboração do dito Relatório.

Considerando que o Relatório é composto de diversas partes, estamos distribuindo a elaboração dessas partes de acordo com a área de competência dos diversos responsáveis.

Contatamos, portanto, com a compreensão e ajuda de todos os envolvidos!

Dentro de alguns dias, os Responsáveis pelas partes, estarão recebendo o formulário com aquilo que deve ser preenchido.


Sempre agradecido!

Pe. José Hergesse - Coordenador Arquidiocesano de Pastoral



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Botucatu, 25 de maio de 2019

Prezados Padres, Diáconos, Consagrados, Seminaristas e Coordenadores Arquidiocesanos de Ministérios Extraordinários, Pastorais, Movimentos, Associações e Organismos Eclesiais.

Saúde e Paz!

Realizou-se, hoje, dia 25 de maio de 2019, das 09h às 11h, no Centro Arquidiocesano de Pastoral, a 2ª reunião, deste ano, dos Coordenadores Arquidiocesanos.

Assuntos tratados:

1- ATIVIDADES DO 1º SEMESTRE. De modo espontâneo, os Coordenadores apresentaram um breve resumo das suas atividades. Constata-se, que apesar das dificuldades, as Pastorais e Movimentos estão procurando atingir seus objetivos de organização e funcionamento.

2- ORGANIZAÇÃO ARQUIDIOCESANA. Insistiu-se, de novo, na importância e na necessidade da organização pastoral das nossas atividades, seguindo o esquema das Coordenações Paroquiais, Regionais e Arquidiocesanas, com seus Setores Pastorais, Assessores e Referenciais.

As Coordenações Regionais estão com dificuldades em serem constituídas, também porque muitas Pastorais e Movimentos não estão presentes ou implantados nas Paróquias.

A partir do 2º semestre as Coordenações Regionais que estão constituídas começam a participar das reuniões presididas pelos Padres Coordenadores das RPs. Essas reuniões têm por objetivo incentivar o trabalho pastoral realizado nas Paróquias, ajudar na organização das Pastorais e Movimentos e ser expressão de comunhão eclesial na própria Região Pastoral.

3- PROJETO ARQUIDIOCESANO DE PASTORAL. É um projeto de formação de Discípulos Missionários, em vista de uma Pastoral decididamente Missionária. Estende-se, de 2018 a 2014, com subsídios e orientações fornecidos pela Comissão Arquidiocesana de Formação. Neste ano, está sendo aplicado nas Paróquias do tema do Kerígma, nos seus 5 aspectos: Anúncio, Conversão, Discipulado, Comunhão e Missão.

No próximo ano, de 2020, são dois temas: no 1º Semestre a divulgação do texto das Diretrizes Arquidiocesanas, e no 2º Semestre, a divulgação do texto do Diretório Arquidiocesano da Pastoral dos Sacramentos.

4- OUTUBRO DE 2019: MÊS EXTRAORDINÁRIO DAS MISSÕES. Por iniciativa do Papa Francisco, o mês de outubro deste ano, será um Mês Missionário Extraordinário, a ser realizado em todos os Continentes. O CAMPP, na sua reunião dia 06/06, vai tratar do assunto e apresentar algumas orientações básicas em vista do bom êxito desse Mês.

5- EQUIPE ARQUIDIOCESANA DE MISSÃO. A pedido do Arcebispo está sendo constituída uma Equipe Arquidiocesana de Missão com a finalidade de tomar iniciativas e organizar eventos em vista da ajuda aos Padres da Arquidiocese que se encontram em Missão em outros Países ou Regiões do Brasil. Essa ajuda, vai desde a divulgação desse tipo de trabalho, pedido de orações por eles e pelas atividades que desenvolvem, apoio econômico, visitas aos lugares onde eles se encontram trabalhando e maior interação entre o trabalho missionário que realizam e as realidades pastorais da Arquidiocese, sobretudo nos períodos de suas férias.

6- ENCONTROS ARQUIDIOCESANOS. Falou-se também da importância dos Eventos organizados pelas Pastorais e Movimentos, em nível Arquidiocesano. Alguns desses eventos já são conhecidos. Outros nem tanto. Por isso, foi pedido que haja uma maior divulgação por parte das Pastorais e Movimentos em sintonia com a Pastoral da Comunicação e página da Arquidiocese.

7- SUGESTÕES: 1- Que as Pastorais e Movimentos enviem material já pronto para ser postado na página da Arquidiocese; 2- Que sejam realizados encontros entre os Padres Referencias e Coordenadores Arquidiocesanos.

8- PRÓXIMA REUNIÃO DOS COORDENADORES ARQUIDIO-CESANOS: 24 de agosto.

OBS: Recordando que na reunião anterior, seguindo determinação do Arcebispo, ficou decidido que as Pastorais e Movimentos que não possuem Estatuto, devem depositar o dinheiro que dispõem, numa Conta Conjunta, assinada pelo Coordenador (a) e por mais uma pessoa designada pela Coordenação Arquidiocesana.

Rezemos pelo Arcebispo! Rezemos também uns pelos outros! Que Deus nos ajude e Senhora Sant´Ana nos proteja! Sempre agradecido!


Pe. José Hergesse – Coordenador Arquidiocesano de Pastoral

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Pastoral Missionária

Cuidando bem de quem já participa, acolhendo bem quem nos procura e procurando pelos afastados



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Botucatu, 18 de maio de 2019

Prezados Padres, Diáconos, Consagrados, Seminaristas e Coordenadores Arquidiocesanos de Ministérios Extraordinários, Pastorais, Movimentos, Associações e Organismos Eclesiais.

Saúde e Paz!

Realizou-se, hoje, dia 18 de maio de 2019, das 09hb às 12h, no Centro Arquidiocesano de Pastoral, sob a Presidência de Dom Maurício Grotto de Camargo, Arcebispo Metropolitano, a 2ª reunião da Comissão Arquidiocesana de Formação – CAF. Foram tratados os seguintes assuntos:


1- AVALIÇÃO DO PROJETO ARQUIDIOCESANO DE FORMAÇÃO - 1º SEMESTRE DE 2019: APLICAÇÃO DO KERÍGMA NAS PARÓQUIAS.

Os Coordenadores Regionais do Projeto Arquidiocesano de Formação apresentaram seus Relatórios, com os nomes das Paróquias que já estão aplicando o conteúdo do Kerígma e aquelas que ainda não iniciaram. Constata-se que mais ou menos 60 % das Paróquias já estão trabalhando o Projeto. Acredita-se que no 2º Semestre outras Paróquias estarão iniciando com os seus Grupos.

Na primeira semana de julho, sob a coordenação do Coordenador Arquidiocesano de Pastoral, será realizada a Avaliação do 1º Semestre de 2019, em cada uma das Regiões Pastorais, completando as Equipes Paroquias com 5 pessoas cada, e fazendo os ajustes que se fizerem necessários.

O encerramento deste ano de aplicação do Kerígma, com a presença de todas as Equipes Paroquiais, será no dia 15 de novembro de 2019, no Salão Paroquial da Paróquia Sagrado Coração de Jesus.

Somos muito gratos aos membros das Equipes Paroquiais de Formação, pelo zelo, pela dedicação e pela generosidade; e aos Párocos pela confiança depositada nos fieis Leigos (as) e pelo incentivo que está sendo dado.


2- ESTUDO DO PROJETO ARQUIDIOCESANO DE FORMAÇÃO 2020: DIVULGAÇÃO DA DIRETRIZES DE PASTORAL (1º Semestre) E DIRETÓRIO DOS SACRAMENTOS ( 2º Semestre)

Nesta reunião, tratamos apenas do 1º Semestre, com a divulgação do texto das Diretrizes Arquidiocesanas de Missão e Pastoral – DAMP.

O conteúdo da Diretrizes Arquidiocesanas será apresentado em 2 Palestras, no período entre março e junho de 2020, aos diversos Grupos paroquiais.

CALENDÁRIO: De maio a julho de 2019 serão preparados os Subsídios das 2 Palestras. A 1ª Palestra coordenada pelo Pe. Ivonil e com a colaboração do Pe. Nelson Brechò e da Terezinha Mantovani, vai tratar do significado das Diretrizes e o histórico da elaboração das Diretrizes Arquidiocesanas; a 2ª Palestra, coordenada pelo Pe. João Paulo Sillio, com a colaboração do Diáconos Marcos Tozadore e Atílio Albiero, tratará das 3 Dimensões de uma Paróquia Missionária: Ministerial, Casa e Escola de Comunhão e Samaritana.

Em setembro de 2019 serão capacitadas as Equipes Regionais de Formação. Em fevereiro de 2020, serão capacitadas as Equipes Paroquiais de Formação

As Equipes Paroquiais de Formação, de março a junho de 2020, vão estar repassando esse conteúdo aos paroquianos em geral, nas suas respectivas Paróquias.

3- CURSO DE ATUALIZAÇÃO DO CLERO – AGUDOS – 21 A 24/010/2019.

Neste ano, com a aprovação do Conselho Arquidiocesano de Missão e Pastoral - CAMP, a Comissão Arquidiocesana de Formação será responsável pela condução do Curso de Atualização do Clero, trabalhando o tema do Kerígma, nos seus 5 aspectos: Anúncio, Conversão, Discipulado, Comunhão e Missão.

Hoje, estabelecemos o esquema básico e no dia 20 de julho de 2019, um sábado, a Comissão Arquidiocesana vai se reunir para juntar todas as sugestões e montar o esquema completo do Curso de Atualização, com Palestras, Dinâmicas, Cantos, Celebrações e momentos de confraternização.

Rezemos pelo Arcebispo! Rezemos também uns pelos outros! Que Deus nos ajude e Senhora Santana nos proteja!

Sempre agradecido!

Pe. José Hergesse – Coordenador da Comissão Arquidiocesana de Formação


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PASTORAL MISSIONÁRIA

Cuidando bem de quem já participa, acolhendo bem quem nos procura e procurando pelos afastados


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PROJETO ARQUIDIOCESANO DE FORMAÇÃO DOS DISCÍPULOS MISSIONÁRIOS




2019: Aplicação do Kerígma ( Anúncio, Conversão, Discipulado, Comu-nhão e Missão) pelas Equipes Paroquiais. Encerramento: 15/11/2019.

2020: 1º Semestre: Objetivo: Divulgação das Diretrizes Arquidiocesanas de Missão e Pastoral – DAMP, através de palestras feitas pelas Equipes Paroquiais de Formação, distribuição do Texto Oficial aos paroquianos em geral e de outros meios disponíveis e possíveis.

PROPOSTA DE CONTEÚDO DAS PALESTRAS


- O que são Diretrizes? Definição geral.

- Qual é a origem das Diretrizes Arquidiocesanas? Avaliação da Pastoral feita, em 2014, a partir da V Conferência de Aparecida e da Evangelii Gaudium, do Papa Francisco, na qual constatou-se a presença de uma pastoral de manutenção e sacramentalista, bem como necessidade de uma verdadeira conversão pastoral, em vista de uma Pastoral decididamente Missionária.

- Qual é o objetivo das Diretrizes Arquidiocesanas? Ajudar no processo de conversão pastoral proporcionando as orientações e os procedimentos necessários de modo que a Pastoral Arquidiocesana se torne, de fato, uma Pastoral Missionária

- Como foram elaboradas as Diretrizes Arquidiocesanas? Num primeiro momento com as perguntas que foram respondidas pelas Paróquias que aceitaram participar do processo avaliando a Pastoral Paroquial e apresentando sugestões de respostas concretas na busca da superação dessas deficiências e do surgimento de uma Pastoral Missionária, sempre segundo o método Ver, Julgar e Agir; num segundo momento, elencando, das respostas enviadas, 3 iniciativas concretas para cada uma das 3 Dimensões constitutivas da vida e da pastoral paroquial.

- Quais são essas 3 dimensões que devem estar presentes na vida e na pastoral paroquial missionária e quais as imagens que ajudaram na avaliação? As 3 Dimensões: 1- Uma Paróquia Ministerial, com a imagem de uma Orquestra; 2- Uma Paróquia Casa e Escola de Comunhão, com a imagem da parábola dos Porcos Espinhos; 3- Uma Paróquia Samaritana, com a imagem do Bom Samaritano (Lc 10,25-37).

- Qual foi o resultado das Assembleias Paroquiais, em 2016? Eis o resultado do trabalho realizado pelas Paróquias, em 2016:

1- DIMENSÃO MINISTERIAL - MOMENTO DO VER

(Resultado das Assembleias Paroquiais – 2016)



– Como expressão da falta de consciência de que todos são servidores do Reino, ainda existe entre muitos Agentes de Pastoral, Padres ou fieis Leigos, a mentalidade que são “donos” da função que ocupam ou do cargo que exercem, e que não devem satisfação aos Superiores, no caso dos fieis Leigos, ao Pároco, e os Presbíteros, ao Arcebispo.

– Em algumas Paróquias constata-se forte centralização das atividades litúrgico- pastorais na igreja Matriz, sem a adequada atenção às atuais ou possíveis novas comunidade rurais ou urbanas que vão surgindo.

– Nas Paróquias, em geral, encontram-se Agentes de Pastoral por demais sobrecarregados, exercendo ao mesmo tempo diversas funções pastorais, com a justificativa de que faltam pessoas disponíveis.

– Um bom número de Agentes de Pastoral permanece por muito tempo exercendo a mesma função, como consequência, afirma-se, da falta de responsabilidade ou de tempo por parte de outros membros da Comunidade; ou, então, porque outros membros da Comunidade não se sentem ou não se encontram capacitados e preparados para o exercício dessas respectivas funções.

– A presença de pessoas com apego exagerado aos cargos e funções que ocupam, sentindo como se fossem insubstituíveis, dificultando as mudanças, a renovação e a participação de novos membros na vida da Comunidade.

– Os Coordenadores (as) Paroquiais da Pastorais e Movimentos, em consequência da falta de uma maior e melhor distribuição das atividades pastorais, muitas vezes, além de sobrecarregados, sentem-se sozinhos, cansados, desmotivados, ou, então, desamparados pelos Párocos, realizando tão somente um trabalho de manutenção.

– Em alguns casos, os Párocos e os Coordenadores Paroquiais de Pastorais ou Movimentos apresentam dificuldades no incentivo ao surgimento de novos Ministérios, ou, então, na coordenação dos diversos ministérios e funções presentes na Paróquia.

Dimensão Ministerial - Momento do Agir


( Sugestões das Assembleias Paroquiais – 2016)

1- Nas Paróquias, Capelas ou Comunidades os Agentes de Pastoral exerçam, por vez, apenas uma única coordenação paroquial, deixando, desse modo, espaço para a procura e a inserção de novas pessoas nas funções de coordenação.

2- O tempo para o exercício do ministério de coordenação na Arquidiocese seja de 3 anos com a possibilidade de somente uma recondução. Ou seja, no máximo 6 anos de duração.

3-Estabelecer cursos ou elaborar orientações básicas para a capacitação dos Agentes de Pastoral que exercem função de coordenação, contando com a ajuda de profissionais da área de recursos humanos de empresas e entidades filantrópicas.

2- DIMENSÃO CASA E ESCOLA DE COMUNHÃO - MOMENTO DO VER


(Resultado das Assembleias Paroquiais – 2016)



– A presença de desentendimento entre os Agentes de Pastoral, que se acusam mutuamente, gerando conflitos, divisões e afastamentos, consequência da falta de um projeto pastoral comum e de uma coordenação paroquial que os direcione e os oriente na caminhada pastoral.

– Alguns Coordenadores Paroquiais de Pastorais e Movimentos não estão preparados para o ministério de Coordenação, e, muitas vezes, sem querer, acabam por produzir resultados negativos, contraproducentes.

– A falta de objetividade nas reuniões, bem como a falta de cumprimento dos horários estabelecidos, dificultam a participação, produzindo insatisfação e desânimo nos participantes.

– Pessoas que permanecem por muito tempo exercendo uma determinada função ou Coordenação e que não são ou não permitem ser preparadas para o momento da transição e chegada de novos participantes, quando são substituídas produzem transtornos e sofrimentos na Paróquia.

- A falta de planejamento e de calendário pastoral que provoca desencontro, atrito e desconforto entre os Agentes de Pastoral.

– Agentes de Pastoral, Padres ou fieis Leigos, que produzem iniciativas litúrgico-pastorais pessoais em desacordo com a atual orientação da Igreja e da Arquidiocese, que acabam criando dúvidas, confusão e discórdias entre os fieis.

– O comportamento de Padres e fieis Leigos que em vez de orientar e conduzir as pessoas para Jesus Cristo, fazendo com que todos cresçam e vivam no exercício da liberdade de verdadeiros filhos de Deus e membros responsáveis da Igreja, produzem grupos fechados, ligados e apegados diretamente à sua pessoa, ao lugar em que se encontram, à sua imagem e ao cargo que exercem, dificultando as mudanças e as transferências.

– As críticas destrutivas de um Agente de Pastoral, Padre ou fiel Leigo, em relação a um outro, que provoca mal estar e desalento entre os fieis e Comunidades.

– A falta de acolhida nas atitudes de muitos Agentes de Pastoral, Padres ,fieis Leigos e Secretarias Paroquiais, que dificultam o entendimento e a comunhão entre os que já participam e impedem que as pessoas afastadas se aproximem da Comunidade.

Dimensão Casa e Escola de Comunhão - Momento do AGIR



(Sugestões das Assembleias Paroquiais 2016)

1- Fazer com que os Conselhos Paroquiais, em especial o CAP e CMPP, executem suas funções, em vista de uma pastoral paroquial orgânica e eficiente.

2- Apresentar orientações básicas, a partir das Diretrizes Arquidiocesanas, em vista da elaboração de planejamento, planos e projetos pastorais, segundo o método ver, julgar, agir e avaliar.

3- Implantar a Comissão Arquidiocesana de Formação Permanente dos Agentes Pastorais, a partir dos aspectos e dimensões contidas nas Diretrizes Arquidiocesanas de Missão e Pastoral.

3- DIMENSÃO SAMARITANA – MOMENTO DO VER


( Resultado das Assembleias Paroquiais 2016)



– O desafio em conciliar Fé e Vida, de modo que a Fé se expresse em gestos concretos de solidariedade com os mais necessitados, espiritual ou socialmente carentes, e a Vida seja orientada pela Fé, nas decisões que são tomadas.

– Pouco interesse por parte das Paróquias em constatar e responder aos desafios sociais existentes em seu território e investir recursos próprios em projetos sociais.

– Dificuldades no modo correto e concreto da participação dos fieis Leigos na Política, considerada um instrumento privilegiado de transformação social.

– Falta de conhecimento da Doutrina Social da Igreja.

Dimensão Samaritana – Momento do AGIR


( Sugestões das Assembleias Paroquiais 2016)

1- Incentivar a participação de membros das Paróquias nos Conselhos Municipais.

2- Apresentar orientações pastorais, sem identificação partidária, por ocasião das campanhas eleitorais, como forma de conscientização política dos cidadãos.

3-Instituir uma Equipe Arquidiocesana especializada no estudo e na divulgação da Doutrina Social da Igreja.

- Quando serão estudadas , aprofundadas e, se possível, concretizadas as 3 Dimensões constitutivas de uma Paróquia Missionária? No Triênio 2021-2023, de acordo com a seguinte programação:

- 2021: Será trabalhada a Dimensão Ministerial, juntamente com o Cuidar do Diretório dos Sacramentos.
- 2022: Será trabalhada a Dimensão Casa e Escola de Comunhão, juntamente com o Acolher do Diretório dos Sacramentos.
- 2023: Será trabalhada a Dimensão Samaritana, juntamente com o Procurar do Diretório dos Sacramentos.

OBS: - Não precisa imprimir este texto, porque o mesmo estará à disposição dos participantes da reunião. A não ser que seja interessante para um estudo pessoal...

- Esta é uma proposta de esquema para a Palestra ou Palestras de divulgação do Texto das Diretrizes Arquidiocesanas que serão realizadas pelas Equipes Paroquiais de Formação no 1º Semestre de 2020.

- Numa outra nossa reunião, quem sabe, em julho deste ano, vamos tratar do esquema de Palestra do Diretório dos Sacramentos, que será no 2º Semestre de 2020.


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Botucatu, 14 de maio de 2019

Prezados Padres, Diáconos, Consagrados, Seminaristas e Coordenadores Arquidiocesanos de Ministérios Extraordinários, Pastorais, Movimentos, Associações e Organismos Eclesiais.

Saúde e Paz!

Realizou-se, hoje, dia 14 de maio de 2019, das 09h às 14h, no Seminário Diocesano Rainha dos Apóstolos ( antigo ITRA), da Diocese de Marilia, SP, a 2ª reunião deste ano do Sub-Regional da Província Eclesiástica de Botucatu, SP.

Pela Arquidiocese de Botucatu participaram: Dom Maurício Grotto de Camargo, Arcebispo Metropolitano, o Coordenador Arquidiocesano de Pastoral, O Pe. Adauto José Martins, Representante dos Presbíteros, o Sr. Armando Soares de Oliveira, de Macatuba, Presidente do Conselho Arquidiocesano de Leigos (CAL) e o Diác. Éverton Georgetti,Assessor Arquidiocesano do Setor Juventude.

Concluído o momento de oração na Capela do Seminário, Dom Benedito Gonçalves dos Santos, Bispo Diocesano de Presidente Prudente e Presidente o Sub-Regional, no Salão Maior, deu as boas vindas a todos e passou a coordenação do Encontro ao Pe. Carlos Roberto dos Santos, Secretário do Sub-Regional que apresentou o Pe. Angelo Ademir Mezzari, da Congregação dos Padres Rogacionistas e Presidente da CRB de Bauru, convidado para tratar do tema: “ Juventude: Sínodo, Vocação, Discernimento e Projeto de Vida”.

Após a exposição do tema, que ocupou o inteiro período da manhã, seguiu-se um tempo para comentários e aprofundamentos. Depois do almoço, houve a privativa dos Bispos e a reunião dos Coordenadores (Arqui)Diocesanos de Pastoral.

A próxima reunião do Sub-Regional será no dia 20 de agosto de 2019, com o tema: "A Iniciação Cristã”, tendo como convidados os membros do Setor Catequese.

Rezemos pelo Arcebispo! E rezemos também uns pelos outros! Que Deus nos ajude e Senhora Santana nos proteja!

Sempre agradecido!

Pe. José Hergesse – Coordenador Arquidiocesano de Pastoral



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Paróquia São João Batista – Itatinga – RP1 -
EQUIPE PAROQUIAL DE FORMAÇÃO -1º Grupo:45 participantes


Paróquia Santuário Santa Terezinha do Menino Jesus – Cerqueira César – RP2
EQUIPE PAROQUIAL DE FORMAÇÃO – 1º Grupo: 68 Participantes


Paróquia Santuário São Judas Tadeu – Avaré – RP2
EQUIPE PAROQUIAL DE FORMAÇÃO – 1º Grupo: 10 Participantes



CUIDANDO BEM DE QUEM JÁ PARTICIPA, ACOLHENDO BEM QUEM NOS
PROCURA E PROCURANDO PELOS AFASTADOS







Paróquia São Manuel – São Manuel – RP4 -
EQUIPE PAROQUIAL DE FORMAÇÃO -1º Grupo:25 participantes


Paróquia Sant´Ana e São Joaquim – Lençóis Pta. – RP4
EQUIPE PAROQUIAL DE FORMAÇÃO – 1º Grupo: 21 participantes


Paróquia São Bom Jesus e Santa Marcelina – Pratânia – Região Pastoral 4
EQUIPE PAROQUIAL DE FORMAÇÃO – 1º Grupo: 40 Participantes



CUIDANDO BEM DE QUEM JÁ PARTICIPA, ACOLHENDO BEM QUEM NOS
PROCURA E PROCURANDO PELOS AFASTADOS







PARÓQUIA NOSSA SENHORA DOS REMÉDIOS
ANHEMBI – RP3
EQUIPE PAROQUIAL DE FORMAÇÃO - 1º GRUPO: 38 PARTICIPANTES


PARÓQUIA SANTUÁRIO BOM JESUS – CONCHAS – RP3
EQUIPE PAROQUIAL DE FORMAÇÃO – 1º GRUPO: 24 PARTICIPANTES


PARÓQUIA NOSSA SENHORA DE FÁTIMA – BOTUCATU – RP1
EQUIPE PAROQUIAL DE FORMAÇÃO – 1º GRUPO: 22 PARTICIPANTES



CUIDANDO BEM DE QUEM JÁ PARTICIPA, ACOLHENDO BEM QUEM NOS
PROCURA E PROCURANDO PELOS AFASTADOS




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ARQUIDIOCESE DE SANT´ANA DE BOTUCATU


SACRAMENTO DO BATISMO

3ª PARTE - ORIENTAÇÕES PASTORAIS

A PASTORAL DO BATISMO

- A Pastoral do Batismo tem por objetivo promover a devida preparação para a recepção, celebração e vivência do Sacramento do Batismo, de acordo com as normas pastorais contidas neste Diretório.

- Os Agentes da Pastoral do Batismo devem estar preparados por uma formação humano-religiosa, acolhendo e ajudando na formação cristã da família do batizando e na sua frutuosa participação na celebração do Batismo.

- A Pastoral do Batismo, sem sobrecarregar pessoas, poderá ser composta de grupos que atendam as quatro possíveis etapas percorridas em vista do Batismo: a. Equipe de Visitação Pré-Batismo ou Acolhida; b. Equipe de preparação; c. Equipe litúrgica de celebração do Batismo; d. Equipe de visitação pós‐ Batismo.


ANTES DO BATISMO

- Cada Paróquia, através da Equipe de Acolhida da Pastoral do Batismo procure e encontre os meios adequados para se fazer presente junto às famílias, já no momento em que esperam pelo nascimento de seus filhos, orientando-as em vista da celebração do Batismo.


INSCRIÇÃO PARA A PREPARAÇÃO PARA O BATISMO

- Compete aos pais ou responsáveis apresentar o pedido de Batismo de seus filhos ainda crianças, assumindo assim a responsabilidade de educá-los na fé católica.

- Ninguém seja obrigado a celebrar o sacramento do Matrimônio, como condição para batizar o filho.

- As crianças, com 7 anos completos, e adolescentes que ainda não receberam o Batismo, sejam, encaminhados à preparação para a 1ª Eucaristia, ou de acordo com a idade, para a Crisma. Após um período, não inferior a seis meses, antes da 1ª Eucaristia ou da Crisma, sejam batizadas.

- A acolhida aos pais que pedem o Batismo para seus filhos deve ser vista pela Paróquia como um momento de significativa importância pastoral. Devem ser recebidos, portanto, com atenção e alegria.

- A Secretaria Paroquial seja orientada de modo que possa oferecer aos pais e padrinhos, além de uma alegre acolhida, todas as informações necessárias quanto à preparação, local, data e horário do Batismo.

- Se, contudo, não há consciência e fundada esperança de que a criança será educada na fé católica, cuide-se de adiar a celebração do Batismo, não sem antes oferecer aos pais ou responsáveis as justas razões para esse adiamento e o devido acompanhamento.

- No momento da inscrição para a Preparação para o Batismo, a Secretaria Paroquial ou quem recebe as inscrições para a Preparação, deve, com respeito e caridade, averiguar a situação canônica dos Padrinhos.

- As pessoas convidadas pelos pais para a função de Padrinhos, mas que se encontram em situação canônica irregular, sejam acolhidas, orientadas e encaminhadas à Iniciação Cristã, caso não sejam ainda batizadas; se já são batizadas, à Pastoral da Catequese de Adultos para completar os outros Sacramentos.

- Quando se tratar de pais, em situação matrimonial irregular que pode ser sanada, mas, no momento, recusam-se a fazê-lo, a criança seja batizada, mas os pais sejam incentivados a regularizar a situação de acordo com o que foi acima apresentado.

- No caso de pais amasiados ou casados somente no civil, compete ao Pároco, à Secretaria Paroquial e aos membros da Equipe de Acolhida da Pastoral do Batismo, recebê-los com caridade pastoral e também orientá-los para que regularizem, enquanto for possível, e, o quanto antes, sua situação.

- As pessoas que se apresentam como Padrinhos, mas em 2ª União, devem ser acolhidas e orientadas quanto aos motivos da impossibilidade, ao modo como podem participar na vida da Igreja, bem como quanto à possibilidade de se pedir a Declaração de Nulidade Matrimonial.

- O mesmo comportamento de acolhida e orientação deve ser assumido no caso de mães ou pais solteiros, ou, então, de pessoas homoafetivas, que coabitando ou não, pedem o Batismo para crianças por elas adotadas. No caso das pessoas homo afetivas, a acolhida, não significa, por parte da Igreja Católica, aprovação do casamento entre pessoas do mesmo sexo.

- Sejam divulgados em todo o território da Paróquia as datas e os horários da preparação para o Batismo, a hora e o dia do batizado.

- Nas cidades com mais de uma Paróquia, aconselha-se a divulgação das datas e horários de preparação e celebração do Batismo de cada uma delas.

- Recomenda-se um folheto, escrito com precisão e clareza, que possa ser entregue aos pais ou responsáveis com todas as orientações sobre os passos que devem ser dados no processo de preparação batismal.

- Estejam também incluídas, neste folheto, as orientações sobre as atitudes a serem tomadas no dia do batizado, tais como o horário sem atraso, a fotografia, a filmagem, os “selfies”, o traje, com sobriedade e decência, de modo que a celebração do Batismo transcorra num ambiente sereno e festivo.

- Sejam acolhidas e tratadas com muita atenção as situações, em que pais ou padrinhos, motivados por questões justas, como residência no exterior, trabalho ou doença, não se encontram em condições de participar das datas e horários estabelecidos pela Paróquia para o Batismo.


OS PADRINHOS

- Os padrinhos, juntamente com os pais, assumem em nome da criança o compromisso de fé que o Batismo exige. Cabe‐ lhe acompanhar a iniciação cristã dos seus afilhados, crianças ou adultos.

- Para ser Padrinho ou Madrinha de Batismo, a pessoa deve ter 16 anos completos e crismada; se estão coabitando maritalmente, casados no Religioso.

- Na impossibilidade de apresentar a Certidão de Crisma, que testemunhe sob Juramento, com a presença de duas testemunhas, apresentando, pelo menos, algumas informações ou detalhes a respeito da celebração do sacramento da Crisma, tais como o nome da igreja, nome do Padrinho (a) ou de pessoas que foram crismadas no mesmo dia, fotos, nome do Pároco da Paróquia ou do Bispo que administrou a Crisma, O mesmo procedimento deve ser usado em relação à Certidão de Casamento no religioso.

- Não podem ser Padrinhos de Batismo: os pais do batizando, pessoas que se encontram em situação canônica irregular, ou seja, que não foram batizadas, que estão amasiadas, casadas somente no civil ou em 2ª União e pessoas homo afetivas que estão coabitando.

- Padrinho: é aquela pessoa que se torna responsável, junto com os pais, ou, e sobretudo, na ausência deles, pela educação religiosa do afilhado; testemunha: é aquela pessoa que está presenciando um ato e atesta que o determinado ato aconteceu de fato, assim como suas condições.

- Um católico, por motivo de parentesco ou amizade, pode servir de testemunha cristã de uma pessoa que vai ser batizada numa Igreja cristã não católica, desde que a mesma não tenha sido batizada na Igreja Católica.

- De forma semelhante, um cristão não católico, ao lado de um padrinho católico, pode servir de testemunha cristã de uma criança ou adulto que vai ser batizado na Igreja Católica.


A PREPARAÇÃO PARA O BATISMO

- As Paróquias promovam encontros de preparação para o Sacramento do Batismo, onde possam participar Pais e Padrinhos.

- Considera-se conteúdo mínimo para a preparação para o Batismo: a) a proclamação do “Querigma”; b) a explicação sobre a doutrina e a celebração do sacramento do Batismo; c) a responsabilidade dos pais e dos padrinhos na educação cristã das crianças para as quais pedem o Batismo; d) a comunidade eclesial como espaço de vivência da fé; e) a Oração do Senhor (Pai Nosso) e a Profissão de Fé (Credo).

- A preparação para o Batismo não assuma apenas uma forma teórica, encontros, palestras, cursos... É também importante rezar com os pais pelos filhos, despertando o desejo de aprofundar cada vez mais o relacionamento com Jesus Cristo, nosso Salvador, por meio de um processo permanente de catequese e participação na vida da Igreja.

- Considerando a importância desses temas, quando na condição de Pais ou Padrinhos, até mesmo como exemplo aos demais, independente ou não dos ministérios e funções pastorais exercidas na Paróquia, todos devem participar da preparação para o Batismo.

- Para os Encontros de preparação para o Batismo, em nome de uma visível unidade pastoral, sejam utilizados subsídios elaborados ou indicados pela Coordenação Arquidiocesana da Pastoral do Batismo.

- Os membros da Pastoral do Batismo não se esqueçam da importância dos meios modernos de comunicação, como instrumentos oportunos e, por vezes, necessários, na transmissão da mensagem.

- A Paróquia esteja preparada para acolher e preparar as pessoas, que por motivo justo, não dispõem de tempo para a Preparação para o Batismo, nas datas e nos horários por ela estabelecidos.

- A duração da preparação para o Batismo, quando realizada numa única vez, deve ser de, pelo menos, 2 horas, e, não na data do Batismo.

- Os Pais e Padrinhos podem participar da Preparação para o Batismo em qualquer Paróquia católica, na condição que a inscrição seja feita, com antecedência, na Secretaria Paroquial onde será realizada a Preparação, para que sejam avaliadas e solucionadas as eventuais irregularidades canônicas.

- Os pais e padrinhos que fizerem a Preparação para o Batismo na Arquidiocese de Botucatu, recebem, na conclusão do Encontro, o Certificado, por escrito, assinado pela Coordenação da Pastoral do Batismo e, se for o caso, também pelo Pároco ou por aquele que lhe faz a vez, com validade de 2 anos.

- Recomenda-se que haja agentes da Pastoral do Batismo disponíveis durante os encontros de preparação que cuidem das crianças, cujos pais não podem deixá-las em casa. Para esse fim, enquanto possível, haja um espaço físico agradável onde as mesmas possam ser acolhidas.


A INSCRIÇÃO PARA O BATISMO

- A inscrição para o Batismo seja feita com antecedência na Secretaria Paroquial da Paróquia onde a criança será batizada, com a apresentação da certidão de nascimento da criança e Certificado atualizado da Preparação para o Batismo dos Pais e dos Padrinhos.

- No caso de criança proveniente de outra Diocese, exige-se, a Transferência assinada pelo Pároco da Paróquia de origem e o comprovante atualizado da Preparação para o Batismo dos Padrinhos.

- Na Secretaria Paroquial, no momento da inscrição para o Batismo sejam recolhidos, numa ficha própria, o endereço, o telefone e todos os dados possíveis a respeito da situação religiosa da família da criança que será batizada e que reside no território da Paróquia.

- Essa ficha, após o batizado, será utilizada pela Equipe de Visitação da Pastoral do Batismo, para as visitas que fará às famílias das crianças batizadas e encaminhamentos possíveis para a regularização da situação sacramental dos familiares da criança, através da Pastoral da Catequese de 1ª Comunhão, de Crisma, Iniciação Cristã ou Pastoral da Catequese de Adultos.

- Na inscrição para o Batismo, os pais devem apresentar a Certidão de Nascimento da criança, tal como se encontra, a fim de que não haja discordância quanto à data e local do seu nascimento, do seu nome e dos nomes dos pais.

- Se os dados para regulamentação da Certidão de Nascimento da criança, aguardam decisão judicial, como no caso de adoção, ou se batiza com os dados da Certidão atual, ou, então, adia-se o batizado até que a decisão judicial seja deferida.

- Para o Batismo em outra Paróquia da Arquidiocese é suficiente a Certidão de Nascimento da criança e a apresentação do Certificado atualizado de Preparação para o Batismo dos Pais e dos Padrinhos.

- A Transferência assinada pelo Pároco se faz necessária somente quando o batizado for realizado numa Paróquia que não pertence à Arquidiocese.


A CELEBRAÇÃO DO BATISMO

- O Sacramento do Batismo, sempre que possível, seja celebrado aos domingos, manifestando-se assim sua íntima relação com o mistério de Cristo ressuscitado.

- Seja organizada em cada Paróquia, sob a coordenação da Pastoral do Batismo, a equipe de Celebração do Batismo, com as diversas funções bem distribuídas, como exemplo, quem acolhe e organiza os participantes nos bancos, os leitores, os cantores, de modo que todos sintam-se acolhidos, envolvidos na celebração e, da mesma, saiam edificados e satisfeitos.

- Cada Paróquia tenha dias e horários fixos para a celebração do Batismo.

- As Paróquias procurem facilitar aos pais e padrinhos a data e o horário do batizado.

- Os batizados, como expressão de compromisso e comunhão eclesial, enquanto possível, sejam celebrados comunitariamente, isto é, várias crianças ao mesmo tempo, com a presença das famílias e membros da comunidade.

- Tenha-se o máximo cuidado no sentido de evitar todo e qualquer tipo de privilégio, não incentivando ou aceitando, por isso mesmo, o Batismo em residências ou capelas particulares.

- No final da celebração do Batismo, pode ser realizado um ato de devoção a Maria, confiando a vida e a fé dos que foram batizados à proteção de Nossa Senhora, mãe de Deus e nossa, presença materna na caminhada da Igreja e modelo de fidelidade ao projeto de Deus.

- Nesse momento, se for oportuno, que se aproximem das crianças batizadas, as pessoas que, por força do costume, foram convidadas para serem Madrinhas de Consagração das crianças.

- Por questões pastorais, a celebração do Batismo, seja avaliada constantemente pela Pastoral do Batismo, juntamente com o Pároco e outros membros da Paróquia, inclusive no CMPP, quanto à oportunidade ou não de sua celebração ser realizada na Missa.


BATISMO DE URGENTE NECESSIDADE

- Por urgente necessidade, decorrente de doença grave ou de acidente com risco de perda da vida, sem a possibilidade de realização de todos os ritos do Batismo, uma pessoa poderá ser batizada em maternidades, hospitais ou mesmo em casas particulares.

- Em caso de perigo de morte, faltando o Ministro ordinário, não somente um cristão, mas qualquer pessoa que tenha a intenção de fazer o que faz a Igreja, pode conferir o Sacramento do Batismo.

- Seja entregue aos pais ou responsáveis uma declaração assinada pelo Ministro ou por quem realizou o batizado, contendo o nome com o qual a criança foi batizada, nomes dos Padrinhos ou testemunhas, se houver, a data, o local e o município do batizado.

- Sejam também esclarecidos sobre a necessidade, no caso de recuperação da saúde, de procurar, o quanto antes, pela Paróquia de origem ou de participação, para a realização dos ritos complementares numa celebração comunitária do Batismo e o registro no Livro de Batizado.

- Se a criança vier a falecer sem Batismo, deve-se confortar os pais, lembrando-lhes do “ Batismo de vontade”, reconhecido oficialmente pela Igreja, onde se ressalta a bondade do Senhor “que quer que todos se salvem” (1Tm 2,4).

- Haja por parte dos Párocos interesse e cuidado em preparar os paroquianos quanto ao significado, à intenção e ao modo correto de realizar o Batismo, em caso de necessidade. Continua...

OBS: O Texto Oficial do Diretório Arquidiocesano da Pastoral dos Sacramentos encontra-se na página da Arquidiocese de Botucatu no espaço Orientações.

Cuidando bem de quem já participa, acolhendo bem quem nos procura e procurando pelos afastados


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REUNIÃO DO COLÉGIO DE CONSULTORES – 28/03/2019
ASSUNTOS TRATADOS:

1- O Advogado, Dr. Eduardo José Daher Zacharias, membro do Conselho Arquidiocesano de Administração, apresentou relatório sobre a situação atual do Contrato entre a Arquidiocese de Sant´Ana de Botucatu e a Empresa Mulotto, referente ao projeto de construção de 4 Edifícios em terreno da Mitra Arquidiocesana, na cidade de Botucatu, com a explicitação dos acordos feitos e das cláusulas pertinentes que garantem segurança para ambas as partes.

2- O Côn. Émerson Rogério Anizi, com a participação do Dr. Eduardo José Daher Zacharias, comunicou aos membros do Colégio de Consultores que o Conselho Arquidiocesano de Administração está estudando a questão do pagamento ou isenção de impostos, taxas e condições de melhorias por parte das Paróquias da Arquidiocese de Botucatu e o procedimento legal a ser seguido.

3- Dom Mauricio Grotto de Camargo, Arcebispo Metropolitano, considerando as atuais necessidades da Arquidiocese, apresentou os valores das Taxas paroquiais, já analisados e aprovados na última reunião do Colégio de Consultores, e, que serão recolhidos entre agosto de 2019 e agosto de 2020. Terminado esse período, o assunto será novamente avaliado. Os Padres Coordenadores das RPs vão conversar com os Padres sobre essa questão, e, ao mesmo tempo, solicitar deles uma relação, a mais completa possível, da situação econômica de cada Paróquia.

4- Em resposta ao Pároco e ao Conselho de Administração Paroquial – CAP – da Paróquia de São Manuel, em São Manuel, SP, que, em nome da Paróquia, solicitavam diminuição no valor da Taxa mensal enviada à Cúria Arquidiocesana, o Colégio de Consultores, considerando a realidade de todas as Paróquias da Arquidiocese, determinou que a Taxa da Paróquia de São Manuel não sofrerá o aumento que foi estabelecido para todas as outras. Por outro lado, o Conselho Arquidiocesano de Administração se coloca à disposição da Paróquia para auxiliar nos procedimentos que se fizerem necessários em vista da sua estabilidade econômica.

5- Quanto à Campanha de Solidariedade com a Diocese de Pemba, em Moçambique, o Colégio de Consultores, após analisar diversas propostas aprovou a seguinte: Cada Paróquia da Arquidiocese, sob a coordenação e organização do Padre Coordenador da RP, fará a doação de R$ 280,00 por mês, ao longo de 8 meses. O valor arrecadado será entregue pelos Padres Coordenadores das RPs na Cúria Arquidiocesana até o dia 15/11/2019, data do Encontro da Família Arquidiocesana.

6- Dom Maurício Grotto de Camargo, Arcebispo Metropolitano apresentou alguns dados do Contrato celebrado entre a Arquidiocese de Botucatu e a Prelazia de Itaituba, no Estado do Pará, onde se encontram exercendo seu ministério presbiteral, os Padres Carlos Eduardo Rodrigues e Ricardo Vieira Pinto. A Arquidiocese de Botucatu assumiu as seguintes despesas: INSS, Plano de Saúde e o pagamento de um salário mínimo para cada um dos Padres, por um período de um ano.

7- O Arcebispo também falou sobre o trabalho que está sendo feito em vista da criação do Tribunal Eclesiástico de Botucatu, possivelmente, em 2020. No momento, as Câmaras Eclesiásticas continuam trabalhando e se organizando da melhor maneira possível, garantindo a celeridade e a segurança dos processos.

Pe. José Hergesse – Secretário do Colégio de Consultores



REUNIÃO DO CONSELHO ARQUIDIOCESANO DE PRESBÍTEROS – CAPRE – 28/03/2019
ASSUNTOS TRATADOS:

1- Dom Maurício está em contato com Bispos para pregar o Retiro Anual do Clero que acontece em Agudos , no Seminário Sto Antônio de 05 a 09/08/19.
2- Padres que estão sentindo, no momento, a necessidade de transferência devem apresentar o pedido por escrito ao Arcebispo.
3- Pe. Heregesse, apresentou a proposta feita pelo Conselho Arquidiocesano de Missão e Pastoral - CAMP, de ser criada a Pastoral Presbiteral, coordenada pelo Pe. Adauto, Representante dos Presbíteros, mas com a participação dos 4 Padres Coordenadores das RPs. A proposta foi aprovada.
4- Nossa Arquidiocese estuda a proposta de acolher a Congregação dos Salvistas.
5- Pe Cristiano Pedroso Robles, missionário Claretiano renovou a permanência na Arquidiocese por mais um Ano.
6- Pe. Luigi Curnis, missionário do Pime, renovou contrato de mais dois anos com a nossa Arquidiocese.

Pe. Adauto José Martins – Secretário do CAPRE


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Botucatu, 26 de março de 2019 Prezados Padres, Diáconos, Consagrados, Seminaristas e Coordenadores Arquidiocesanos de Ministérios Extraordinários, Pastorais, Movimentos, Associações e Organismos Eclesiais.



Saúde e Paz!

Realizou-se, hoje, dia 26 de março, das 09h às 12h, no Salão Paroquial da Paróquia Sagrado Coração de Jesus, em Botucatu, o Encontro Arquidiocesano das (os) Secretárias (os) Paroquiais. Das 47 Paróquias da Arquidiocese, participaram 44. Daquelas que não participaram, soubemos que a ausência foi por motivo de doença. Somos muito gratos aos Párocos pela compreensão e incentivo!

Após a Oração inicial e apresentação, tivemos a presença, palavra incentivadora e benção do Arcebispo. A seguir, os participantes foram divididos em grupos, onde conversaram sobre as dificuldades que são encontradas no trabalho de uma Secretaria Paroquial e as qualidades que se fazem necessárias em quem exerce essa função.

DIFICULDADES: Dúvidas a respeito das normas pastorais sobre os Sacramentos; problemas de comunicação entre a Secretaria e o Pároco; mal organização das chaves; funcionários da Secretaria Paroquial que são questionados pelos Paroquianos como se fossem obrigados a trabalhar na Paróquia em outros horários; confusão entre o trabalho e a vida pessoal do funcionário fora do horário comercial ou do expediente na Secretaria Paroquial; tentativa por parte de pessoas com propostas de subornar os funcionários para facilitar documentação ou admissão aos Sacramentos; falta de reconhecimento para com a Profissão de Secretária (o) Paroquial; visão de que os funcionários da Secretaria Paroquial são empregados de todas as Pastorais e Movimentos; dependendo do tamanhão da Paróquia, as dificuldades de uma só Secretária (o) em cuidar, ao mesmo tempo, da Contabilidade e do Atendimento; às vezes falta condições de meios e de espaço adequados para o atendimento; divergência nas informações para as Secretarias Paroquiais; o imediatismo das pessoas que exigem resolução de problemas, que pela própria natureza, necessitam de mais tempo; falta de entendimento entre as Pastorais e a Secretaria Paroquial na agenda das reuniões; reclamação das Taxas que consideram por demais elevadas, sobretudo para a emissão de certificados; as divergências entre os Párocos quanto à execução das normas estabelecidas pela Arquidiocese, em especial no Diretório Arquidiocesano da Pastoral dos Sacramentos; falta de qualificação e maior formação humana dos Secretárias(os) para o exercício da função e o desgaste em lidar com as pessoas da própria Paróquia.

QUALIDADES: Espiritualidade, educação, conhecimento das tarefas que devem ser executadas, paciência, simpatia, discernimento, ética, discrição, organização, humildade, respeito às normas da Arquidiocese e do Pároco, equilíbrio emocional e amor ao trabalho.

Na sequência, sob a orientação do Diácono Permanente Marcos Tozadore, os participantes refletiram a partir de uma apostila elaborada por José Carlos Pereira, que se encontra no seu livro Gestão Eficaz – Sugestões para a renovação paroquial, Paulus, 2014, sobre os temas: Atendimento Direto, Atendimento Indireto e Atendimento Sublimar, numa dimensão missionária.

Depois do intervalo, o Coordenador Arquidiocesano de Pastoral, fez uma breve apresentação do Diretório Arquidiocesano da Pastoral dos Sacramentos, colocando em destaque alguns aspectos que, no momento, estão exigindo um pouco mais de atenção e cuidado.

Como avaliação ficou decidido: a importância e a necessidade desse tipo de encontro, pelo menos, uma vez por ano; a formação do grupo das (os) Secretárias (os) no Whatsapp para as questões pastorais, sob a administração da Ana Lúcia Amaral Fontes, Secretária do Centro Arquidiocesano de Pastoral e, no caso de dúvidas no atendimento pastoral, consultar o Diretório Arquidiocesano da Pastoral dos Sacramentos ou entrar em contato com o Centro Arquidiocesano de Pastoral. Em seguida, a Oração final e o almoço de confraternização.

Rezemos pelo Arcebispo! Rezemos também uns pelos outros! Que Deus nos ajude e Senhora Santana nos proteja!

Sempre agradecido!

Pe. José Hergesse – Coordenador Arquidiocesano de Pastoral

OBS – Com autorização do Arcebispo, o Coordenador Arquidiocesano de Pastoral estará atendendo no Centro Arquidiocesano de Pastoral, nas quartas-feiras, das 09h às 11:30h. Será uma oportunidade para os Coordenadores Arquidiocesanos, Secretárias (os) Paroquiais, Padres Coordenadores das RPs, Referenciais, Assessores e outros Agentes de Pastoral esclarecerem suas dúvidas ou buscarem as orientações pastorais que estão necessitando.


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Botucatu, 07 de março de 2019

Prezados (as) Secretários (as) Paroquiais

Saúde e Paz!

Com aprovação do CAMP, apoio e incentivo do Arcebispo, marcamos para o próximo dia 26 de março, uma terça feira, das 09h às 12h da Paróquia Sagrado Coração de Jesus, Vila dos Lavradores, em Botucatu, o Encontro dos Secretários(as) Paroquiais.

Esse nosso Encontro será voltado especificamente para o trabalho e para a pessoa dos nossos (as) Secretários (as) Paroquiais, naquilo que se refere ao atendimento pastoral paroquial.

PROGRAMAÇÃO

08:30h - Começa a ser servido o café.

09h - Oração inicial e apresentação

09:30h - Trabalho em Grupo: Quais são os maiores desafios no trabalho de atendimento numa Secretaria Paroquial?

10h - Plenário e Intervalo

10:30h - Palestra: A espiritualidade missionária do Secretário (a) Paroquial

11:30h – Esclarecimento e sugestões

12h – Oração final e Almoço.

Os Párocos já estão sabendo desse Encontro. Vejam como ser organizar para a vinda, quem sabe, por Região Pastoral. Contamos com a compreensão e a presença de todos (as)! OBS: O Estacionamento estará aberto pela Rua Ten. João Francisco, logo após o semáforo. Sempre agradecido! Pe. José Hergesse – Coordenador Arquidiocesano de Pastoral


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CONSELHO ARQUIDIOCESANO DE MISSÃO E PASTORAL CAMP
São membros do CAMP: Arcebispo, Vigário Geral, Coordenador Arquidiocesano de Pastoral, os 4 Padres Coordenadores das RPs, o Representante dos Presbíteros e a Secretária.

REUNIÃO – 07 DE MARÇO DE 2019
Assuntos tratados:

1- REGIÕES PASTORAIS. Função do Padre Coordenador da RP: Coordenar e incentivar o trabalho pastoral dos Padres e Leigos na RP, sempre em comunhão com as orientações arquidiocesanas.

A- Reuniões com os Padres: - 4 reuniões por ano. 1ª parte: Um tema sobre Formação apresentado por um Padre da RP; 2ª parte: Assuntos da Arquidiocese e Região.

B- Reuniões com os Coordenadores Regionais: - 4 reuniões por ano.

1ª parte: Um tema sobre Formação apresentado por um Coordenador Regional da RP; - 2ª parte: Apresentação dos Relatórios e Assuntos da Arquidiocese e Região.

OBS: Cada RP estabelece as datas de suas reuniões.

2- PASTORAL PRESBITERAL. Sugestão a ser apresentada na próxima reunião do Conselho Arquidiocesano de Presbíteros – CAPRE – dia 21 de março, da possibilidade de criação da Pastoral Presbiteral, coordenada pelo Representante dos Presbíteros e mais os 4 Padres Coordenadores das RPs.

3- PROJETO ARQUIDIOCESANO DE FORMAÇÃO - 2018-2024

-2018: Composição e capacitação das Equipes Regionais e Paroquiais de Formação.

-2019: Aplicação do conteúdo do Kerígma (Anúncio, Conversão, Discipulado, Comunhão e Missão) nas Paróquias pelas Equipes Paroquiais de Formação

-2020: 1º Semestre: Divulgação do conteúdo das Diretrizes Arquidiocesanas de Missão e Pastoral – DAMP - nas Paróquias pelas Equipes Paroquiais de Formação

2º Semestre: Divulgação do conteúdo do Diretório Arquidiocesano da Pastoral dos Sacramentos – DAPS - nas Paróquias pelas Equipes Paroquiais de Formação.


TRIÊNIO 2021-2023

Aprofundamento dos 3 temas das Diretrizes e dos 3 temas do Diretório dos Sacramentos

2021: Temas: Paróquia Ministerial e Cuidar

2022: Temas: Paróquia Casa e Escola de Comunhão e Acolher

2023: Temas: Paróquia Samaritana e Procurar

2024: Assembleia Arquidiocesana de Avaliação e Planejamento dos próximos anos.

OBS: Todos os subsídios que serão usados pelas Equipes Paroquiais de Formação estão sendo preparados pela Comissão Arquidiocesana de Formação.

4- DIRETÓRIO ARQUIDIOCESANO DA PASTORAL DOS SACRAMENTOS. Como tinha sido estabelecido na promulgação -– dia 15/11/2017 - ainda que seja ad experimentum, o texto oficial do Diretório Arquidiocesano da Pastoral dos Sacramentos – DAPS - é o que se encontra na página da Arquidiocese, no espaço Orientações, e somente será revisado em 2024, depois das diversas etapas realizadas segundo o cronograma do Projeto Arquidiocesano de Formação: estudo, conhecimento, aplicação e avaliação.

Nas RPs, sob a Coordenação dos Padres Coordenadores, já neste ano, terá início o estudo do Diretório Arquidiocesano da Pastoral dos Sacramentos em vista de uma maior contato com o texto inteiro ou pelo menos, com as partes que exigem mais atenção e aprofundamento.

5- ATUALIZAÇÃO DO CLERO. Aprovada a sugestão da Comissão Arquidiocesana de Formação que o assunto deste ano do Curso de Atualização do Clero, de 21 a 24 de outubro, em Agudos, SP, seja o Kerígma ( Anúncio, Conversão, Discipulado, Comunhão e Missão) e apresentado pela própria Comissão Arquidiocesana de Pastoral, com palestras, cantos e dinâmicas apropriadas.

6- PROJETO PEMBA. Confirmada a sugestão do Arcebispo da criação de uma Equipe Arquidiocesana que cuide do aspecto missionário da Arquidiocese interagindo com os Padres que já estão em lugares de missão, com as Paróquias da Arquidiocese, e também o modo de ajudá-los e de apoiá-los em suas atividades missionárias. Como também outras iniciativas missionárias como a contribuição com a Diocese de Pemba, em Moçambique. Em relação a essa campanha até agora, a proposta que está prevalecendo é a de contribuição por RP no valor de R$ 25 mil reais, totalizando os R$ 100 mil que tinha sido solicitado. O assunto será decidido na próxima reunião do Colégio de Consultores, dia 21 de março.

7- ENCONTRO COM OS (AS) SECRETÁRIOS (AS) PAROQUIAIS. Será realizado na Paróquia Sagrado Coração de Jesus, dia 26/03, uma terça feira, das 09h às 12h. O tema: A espiritualidade missionária dos Secretários (as) Paroquiais. Nesse encontro não serão tratados assuntos relacionados à Economia, por ser esse de competência do Ecônomo Arquidiocesano.

8- ESCLARECIMENTO. Desde o ano passado, e nos preparando, no momento possível e oportuno, para outras etapas da organização arquidiocesana, estamos trabalhando com dois espaços: 1- Cúria Arquidiocesana, sob a coordenação do Ecônomo Arquidiocesano e funcionários da Cúria, cuidando daquilo que se relaciona ao Patrimônio, Contabilidade e Arquivo; 2- Centro Arquidiocesano de Pastoral, sob a coordenação do Coordenador Arquidiocesano de Pastoral e a funcionária designada, cuidando do que diz respeito à Pastoral em geral. Telefone: (14) 3354-7544/
E.MAIL: CENTROARQUIDIOCESANODEPASTORAL@ARQUIDIOCESEBOTUCATU.ORG.BR

8- Próxima reunião: 06 de junho de 2019

Pe. José Hergesse – Coordenador Arquidiocesano de Pastoral


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Encontro da Família Arquidiocesana
Retrospectiva 2014






Botucatu, 26 de fevereiro de 2019

Prezados Padres, Diáconos, Consagrados, Seminaristas e Coordenadores Arquidiocesanos de Ministérios Extraordinários, Pastorais, Movimentos, Associações e Organismos Eclesiais.

Saúde e Paz!

Realizou-se, hoje, dia 26 de fevereiro de 2019, das 09h às 14h, no Seminário Diocesano Rainha dos Apóstolos ( antigo ITRA), da Diocese de Marilia, SP, a 1ª reunião deste ano do Sub-Regional da Província Eclesiástica de Botucatu, SP.

Pela Arquidiocese de Botucatu participaram: Dom Maurício Grotto de Camargo, Arcebispo Metropolitano, o Coordenador Arquidiocesano de Pastoral, o Sr. Armando Soares de Oliveira, de Macatuba e Presidente do Conselho Arquidiocesano de Leigos (CAL), o Diác. Éverton Georgetti e o jovem Fabiano Maranho, respectivamente, Assessor e Coordenador Arquidiocesano do Setor Juventude.

Concluído o momento de oração na Capela do Seminário, Dom Benedito Gonçalves dos Santos, Bispo Diocesano de Presidente Prudente e Presidente o Sub-Regional, no Salão Maior, deu as boas vindas a todos e passou a coordenação do Encontro ao Pe. Carlos Roberto dos Santos, Secretário do Sub-Regional que apresentou o

Advogado e Vereador, em Bauru, SP, Manuel Afonso Losila, convidado para tratar do tema “ Juventude e políticas públicas”. Após o intervalo, os Coordenadores e Assessores (Arqui)Diocesanos do Setor Juventude apresentaram um breve resumo sobre o modo como os Jovens das 8(Arqui)Dioceseses que compõem o Sub-Regional, estão lidando com a realidade das Políticas Públicas, tema este da CF 2019.

Em geral, constata-se pouca participação do Setor Juventude, seja na elaboração de projetos sociais, como na participação nos Conselhos Municipais. O encontro, todavia, serviu para despertar interesse e desejo por parte dos representantes do Setor da Juventude, em vista da execução dos objetivos estabelecidos pela CF 2019.

Depois do almoço, houve a privativa dos Bispos e a reunião dos Coordenadores (Arqui)Diocesanos de Pastoral.

A próxima reunião do Sub-Regional será no dia 14 de maio de 2019

Que Deus nos ajude e Senhora Santana nos proteja!

Sempre agradecido!

Pe. José Hergesse – Coordenador Arquidiocesano de Pastoral.


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Paróquia São Pio X – Botucatu –
Equipe Paroquial de Formação – 1º Grupo: 42 participantes



Paróquia Sagrado Coração de Jesus
Equipe Paroquial de Formação – 1º Grupo: 62 participantes



Paróquia Nossa Senhora Aparecida – Lençóis Pta.
Equipe Paroquial de Formação – 1º Grupo: 32 participantes



Paróquia Santuário Nossa Senhora das Dores – Avaré
Equipe Paroquial de Formação – 1º Grupo: 11 participantes

OBS – A maior parte das Equipes Paroquiais de Formação está se
organizando para iniciar suas atividades depois do Carnaval.

CUIDANDO BEM DE QUEM JÁ PARTICIPA, ACOLHENDO BEM QUEM NOS PROCURA E PROCURANDO PELOS AFASTADOS



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REUNIÃO DOS COORDENADORES ARQUIDIOCESANOS
23/02/2019


Prezados Padres, Diáconos, Consagrados, Seminaristas e Coordenadores Arquidiocesanos de Ministérios Extraordinários, Pastorais, Movimentos, Associações e Organismos Eclesiais.

Saúde e Paz!

Realizou-se, hoje, dia 23 de fevereiro, das 09h às 11h, no Centro Arquidiocesano de Pastoral, na CP Marron, 1ª reunião deste ano com os Coordenadores Arquidiocesanos.

Após a oração inicial e acolhida dos novos Coordenadores Arquidiocesano, cujos nomes se encontram no Guia Informativo 2019, nos seus respectivos Setores Pastorais, na página da Arquidiocese, no espaço Orientações, foram tratados os seguintes assuntos:

1- ORGANIZAÇÃO PASTORAL. Avaliação da 3ª Proposta: a implantação nas Paróquias, articulação nas Regiões Pastorais com os Coordenadores Regionais e Coordenação Arquidiocesana funcionando. Constata-se que houve um grande avanço nesse processo de organização, inclusive já com o trabalho acontecendo segundo o esquema dos Setores Pastorais; algumas Pastorais ou Movimentos ainda continuam sem ser implantados, articulados e funcionando de modo organizado. É um processo e vamos melhorando...

2- OS SETORES PASTORAIS. Como aconteceu na reunião com os Padres Referências, no dia 15/02, também os Coordenadores Arquidiocesanos acreditam que os espaços de responsabilidade devem ser respeitados, segundo o Princípio da Subsidiariedade: o de responsabilidade maior não deve fazer o que é de competência de uma responsabilidade menor.
Ou seja: 1- A Coordenação Arquidiocesana de uma Pastoral ou Movimento, é composta pelo Coordenador Arquidiocesano e mais os 4 Coordenadores Regionais; 2-Cada Pastoral ou Movimento tem o seu objetivo, metodologia e espiritualidade e devem trabalhar a partir disso, independente se têm Assessor ou não; 3- No caso de dificuldades que não conseguem ser resolvidas entre a Coordenação Arquidiocesana e o Assessor, recorre-se ao Padre Referencial do Setor Pastoral, ao qual pertence a Pastoral ou Movimento; 4- Se não conseguem resolver com o Referencial apela-se, então ao Coordenador Arquidiocesano de Pastoral; 5- Em último caso, recorre-se ao Arcebispo, como Moderador Maior.
Ainda mais: quem tem uma responsabilidade maior, se por acaso, for interpelado por alguém que está saltando as etapas, deve fazer com que a pessoa compreenda e procure pelo responsável como se encontra determinado.

3- Eventos Paroquiais, Regionais e Arquidiocesanos. Cada Pastoral ou Movimento, ou mesmo o Setor Pastoral, em conjunto, continue investindo em Encontros que envolvam mais pessoas na Paróquia, na Região e, em especial, em nível Arquidiocesano como demonstração pública da nossa vida de Igreja.

4- Conta Pastorais. A Conta Pastorais, assinado pelo Ecônomo Arquidiocesano e pelo Coordenador Arquidiocesano de Pastoral, paga despesas de participação em reuniões ou encontros ligados à organização das Pastorais e Movimentos. A participação em outros eventos externos ou mesmo nos eventos dentro da Arquidiocese, as despesas são de responsabilidade das próprias Pastorais e Movimentos.

5- Conta Conjunta. As Pastorais e Movimentos que não são portadoras de Estatutos próprios, mas têm suas reservas econômicas, devem abrir uma Conta Conjunta em nome no Coordenador e de mais uma pessoa indicada pela Coordenação Arquidiocesana, com prestação de conta mensal aos demais membros.

6- Próxima reunião dos Coordenadores Arquidiocesanos: 25 de maio de 2019, no CP Marron, das 09h às 11h.

Rezemos pelo Arcebispo! Rezemos também uns pelos outros! Que Deus nos ajude e Senhora Santana nos proteja!

Sempre agradecido!

Pe. José Hergesse – Coordenador Arquidiocesano de Pastoral.


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Botucatu, 16 de fevereiro de 2019

Prezados Padres, Diáconos, Consagrados, Seminaristas e Coordenadores Arquidiocesanos de Ministérios Extraordinários, Pastorais, Movimentos, Associações e Organismos Eclesiais.

Saúde e Paz!

Realizou-se, hoje, dia 16 de fevereiro de 2019, na Sala Menor, do Centro Arquidiocesano de Pastoral, sob a Presidência de Dom Mauricio Grotto de Camargo, Arcebispo Metropolitano, a 1ª reunião da Comissão Arquidiocesana de Pastoral – CAF.

Após a oração inicial e apresentação dos membros (11) que compõem a Comissão Arquidiocesana de Formação, passou- se à Pauta do dia:

1- Justificativa da instituição da Comissão Arquidiocesana de Formação, como sendo uma sugestão às Arqui(dioceses) apresentada pelo Documento de Aparecida (2007) e acolhida pela Arquidiocese de Botucatu nas sua Diretrizes Arquidiocesanas.

2- Avaliação das atividades do ano de 2018 e preparação dos temas para os Encontros Paroquiais de Formação 2020.

3- Aprovação de propostas em vista da preparação do Tema do ano 2020, com 3 Palestras de conscientização para cada tema:
1º Semestre – Divulgação e Leitura do Texto das Diretrizes Arquidiocesanas de Missão e Pastoral ( Ministerial – Casa e Escola de Comunhão – Samaritana) ;
2º Semestre: Divulgação e Leitura do Texto do Diretório Arquidiocesano da Pastoral dos Sacramentos ( Cuidar – Acolher – Procurar)

4- Avaliação da possibilidade de o Curso de Atualização do Clero, no mês de outubro, em Agudos, ser orientado e conduzido pela própria Comissão Arquidiocesana de Formação, a partir dos mesmos temas do Kerígma ( Anúncio, Conversão, Discipulado, Comunhão e Missão) que os Leigos(as) estão trabalhando nos Encontros Paroquiais. O assunto será tratado na reunião do CAMP, dia 07/03.

5- O Pe. Ivonil continua sendo o responsável pela pesquisa de propostas de Cursos de Teologia on line para os Leigos (as) interessados. Estão sendo analisadas diversas propostas.

OBS – Ontem, sexta-feira, dia 15 de fevereiro de 2019, realizou-se também a 1ª reunião do Coordenador Arquidiocesano de Pastoral com os Diáconos e Padres Referenciais dos Setores Pastorais. Apesar de ter sido uma reunião breve, entre o almoço e as reuniões do CC e do CAPRE, os objetivos previstos para essa reunião foram atingidos. Estavam presentes todos os 8 Referenciais: Setor Família - Diác. Marcos Tozadore; Setor Vocações: Pe. Áthila; Setor Liturgia: Pe. Ademar; Setor Catequese: Côn. Alberto; Setor Juventude: Éverton Giorgetti; Setor Movimentos e Associações: Pe. Ivonil Parraz; Setor Pastorais Sociais: Pe. José Francisco Antunes e Setor Comunições: Pe. Paulo Bronzato da Silva.

Ficou esclarecido que a função dos Diáconos e Padres Referenciais consiste: 1- Supervisionar, acompanhar e incentivar as atividades pastorais dos diversos grupos do seu Setor Pastoral; 2- Exercer a função de Moderador no caso de desentendimento ou de conflito entre os Coordenadores Arquidiocesanos e Assessores dos Grupos que estão sob a sua supervisão.


Cuidando bem de quem já participa, acolhendo bem quem nos
procura e procurando pelos afastados.

Escola Paroquial de Formação – Paróquia São Pio X, Botucatu –
1º Grupo:40 participantes

Rezemos pelo Arcebispo! Rezemos também uns pelos outros! Que Deus nos ajude e Senhora Santana nos proteja!

Pe. José Hergesse – Coordenador da Comissão Arquidiocesana de Formação



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COLÉGIO DE CONSULTORES - 15/02/2019

Assuntos tratados:

1- Côn. Émerson Rogério Anizi, Ecônomo Arquidiocesano apresentou, por escrito, a atual situação econômica da Arquidiocese e os novos valores das Taxas para os Sacramentos e Certidões em geral, que são estabelecidos pela Cúria Arquidiocesana.

Quanto à Taxa para ao Sacramento do Matrimônio o Colégio de Consultores determinou o que segue:

1- A Taxa para o Sacramento do Matrimônio em todas as Paróquias da Arquidiocese é de R$ 400,00.

2- No caso de Transferência, o valor a ser cobrado onde é realizado o Processo Matrimonial é de R$ 150,00. Na Paróquia onde será realizado o Matrimônio, o valor a ser pago é de R$ 250,00.

3- Cada Paróquia decide se aceita ou não realizar o Matrimônio com efeito civil.

4- Se a Paróquia quiser realizar o Matrimônio com efeito civil, o valor é de R$ 400,00 com um acréscimo de R$ 200,00. Ou seja, R$ 600,00.

5- No caso de Matrimônio celebrado num outro lugar, que não seja a igreja Matriz ou uma Capela da Paróquia para esse fim destinada, o valor é de R$400,00, mais um acréscimo de R$ 800,00. Ou seja, um total de R$ 1.200,00. OBS – Esse valor, no entanto, é da Paróquia e não do Padre ou do Diácono que assistiu ao Matrimônio.

6- Cada Paróquia estabelece suas Taxas para os grupos profissionais que executam suas funções durante a celebração do Matrimônio, como exemplo filmagem, ornamentação, cantores... O mesmo vale quanto ao valor do cheque caução, no caso de atraso.

2- Côn Émerson Rogério Anizi, Ecônomo Arquidiocesano também informou aos membros do Colégio de Consultores que continua o estudo dos valores das Taxas de contribuição mensal das Paróquias à Cúria Arquidiocesana, inclusive com uma proposta pessoal do Arcebispo, que está também sendo avaliada. Os novos valores serão apresentados, o quanto antes, e passarão a ser efetuados a partir de julho de 2019.

3- Côn. Émerson Rogério Anizi informou ainda a respeito dos procedimentos que estão sendo executados em relação ao contrato entre a Arquidiocese de Botucatu e a Empresa Mulotto para a construção dos 4 Edifícios em terreno da Arquidiocese, nas condições já aprovadas e de todos conhecidas, na forma de resumo de reuniões anteriores. Dados mais detalhados serão apresentados numa próxima Reunião Geral do Clero.

4- Dom Maurício Grotto de Camargo, Arcebispo Metropolitano apresentou o modelo de Convênio ou Contrato que será celebrado entre a Arquidiocese de Botucatu e a Prelazia de Itaituba, PA, onde estarão exercendo o Ministério Presbiteral os atuais Diáconos da Arquidiocese de Botucatu, Carlos Eduardo Rodrigues e Ricardo Vieira Pinto. Após algumas observações e sugestões o projeto foi aprovado.

5- O Arcebispo também apresentou a proposta de uma Campanha Arquidiocesana como forma de colaboração eclesial e fraterna com a Diocese de Pemba, Moçambique. O assunto continuará a ser tratado na próxima reunião do CAMP, dia 07/03, e nas reuniões das RPs, coordenadas pelos seus respectivos Padres Coordenadores.

6- Pe. Edélcio Augusto Soares, Pároco da Paróquia Nossa Senhora de Fátima de Avaré, apresentou o projeto, já aprovado pelo CMPP e CAP da dita Paróquia, de construção de um Estacionamento no terreno localizado na frente da igreja Matriz. Considerando esses dados e a justa necessidade de espaço, o Colégio de Consultores confirmou a decisão tomada pela Paróquia.

7- Pe. Paulo Bronzato da Silva, Pároco da Paróquia Menino Deus, em Botucatu, atualizou os dados do projeto de construção do Centro de Pastoral que a Paróquia está elaborando, agora, com a possível aquisição de um terreno situado mais próximo da igreja Matriz e a venda de um outro, um pouco mais distante, de propriedade da Mitra Arquidiocesana de Botucatu/ Paróquia Menino Deus. Avaliando todas as informações apresentadas pelo Pároco, o Colégio de Consultores autorizou as devidas e necessárias aquisição e venda.

8- O Colégio de Consultores, acolhendo pedido do Arcebispo, aprovou uma doação feita pela Arquidiocese de Botucatu ao Mons. Carlos José de Oliveira, no valor de R$ 5 mil reais.

Pe. José Hergesse – Secretário do Colégio de Consultores

CONSELHO ARQUIDIOCESANO DE PRESBÍTEROS - CAPRE 15/02/2019

Resumo:

1- Confirmados o Retiro do Clero, em Agudos, de 05 a 09 de agosto de 2019 e a Atualização do Clero, também em Agudos, de 21 à 24 de outubro de 2019.

2- Confirmada, com a chegada do documento da Congregação dos Religiosos, a Incardinação canônica na Arquidiocese de Botucatu, do Pe. Francis Njoroge Gichui, atual Pároco da Paróquia Santo Expedito, em Avaré.

3- Dom Maurício Grotto de Camargo, Arcebispo Metropolitano, comunicou oficialmente a nomeação, por ele feita, do Pe. José Francisco Antunes, Pároco da Paróquia São Pio X, em Botucatu, para a função de Vigário Geral da Arquidiocese de Botucatu.

Pe. Adauto José Martins – Representante dos Presbíteros e
Secretário do CAPRE


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PROJETO ARQUIDIOCESANO DE FORMAÇÃO - 2019

Escola Paroquial de Formação – Paróquia Nossa Senhora Aparecida –
Lençóis Pta. – 1º Grupo: 32 participantes




Cuidando bem de quem já participa, acolhendo bem quem nos procura
e procurando pelos afastados



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TEXTO DE LEITURA – FEVEREIRO DE 2019

REVISTA VIDA PASTORAL
Artigo publicado em Novembro-Dezembro de 2007 (pp. 20-26)
Conferência de Aparecida

Por Pe. J. B. Libânio, SJ

1. Introdução

A Igreja na América Latina realizou em Aparecida, de 13 a 31 de maio de 2007, a 5ª Conferência Geral do Episcopado. Reunião original do continente, diferente de concílios ou sínodos regionais, porque versa sobre pastoral, diverge também do sínodo continental, criado por João Paulo II, porque os bispos publicam, eles mesmos, o texto e não confiam ao papa a redação.

A conferência procurou responder à pergunta: como ser Igreja na atual situação da América Latina? Para tanto, analisou a realidade social, econômica, política, cultural, religiosa e eclesial do continente. Confrontou-a com a perspectiva teológica escolhida, a saber, como ser discípulo e missionário em tal contexto histórico. E terminou com propostas de ação pastoral. Assumiu-se, por conseguinte, o método ver-julgar-agir.

2. Peripécia da convocação da Conferência de Aparecida

A Conferência de Santo Domingo parecia ter sido a última, porque depois dela João Paulo II convocou o Sínodo das Américas e publicou em seguida a Exortação Apostólica Pós-Sinodal Ecclesia in América.[1] Surgia, então, nova estrutura continental que substituiria com vantagem a conferência, ampliando-a para as três Américas, além de realizar-se em Roma com a presença próxima do papa e dos dicastérios, sem perigo de tensões.

Inteligentes diligências do presidente do Conselho Episcopal Latino-Americano conseguiram mostrar a João Paulo II a importância de continuar a tradição das conferências episcopais, seja por conta da eventualidade do 50º aniversário da fundação do Celam, seja em razão do desejo quase unânime das conferências nacionais de bispos da América Latina e de bom número de cardeais latino-americanos. O papa aceitou tais razões e programou a próxima conferência episcopal para Roma, em fevereiro de 2007. Com a morte de João Paulo II, Bento XVI reconfirmou-a, já não para Roma, mas para Aparecida. Portanto, pelo simples fato de ter sido convocada, já significou passo positivo relevante.

Estavam em cogitação outros lugares para a conferência — Equador, Chile e Argentina. A escolha do Brasil causou surpresa, e o papa não apresentou razões. Surgiram especulações. Aparecida, por ser santuário mariano de renome mundial, dava à 5ª Conferência um cunho internacional para além do fato de se realizar em terras brasileiras. Num momento de firmar a identidade católica, um santuário mariano vinha a propósito. Havia também o reconhecimento do tamanho e da significação pastoral da Igreja no Brasil. O período foi fixado entre os dias 13 e 31 de maio de 2007, 52 anos depois da fundação do Celam (1955). O papa prometera fazer a abertura. A figura da assembleia foi bem variada: cardeais da Cúria, bispos do continente, convidados de outros países, observadores de outras confissões, assessores, representantes dos novos movimentos eclesiais etc.

3. Antecedentes da Conferência

A 5ª Conferência desencadeou no continente enorme processo de preparação. O primeiro passo consistiu em determinar o tema. O Celam escolheu-o e apresentou-o ao papa, que retocou a formulação, reforçando-lhe o caráter cristológico: “Discípulos e missionários de Jesus Cristo, para que nele nossos povos tenham vida — ‘Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida’ (Jo 14,6)”. Em setembro de 2005, editou o documento de participação, como convite à discussão, ao solicitar às conferências episcopais e a outras instituições de Igreja contribuições e sugestões. Com base nelas, que somaram o montante de 2.400 páginas, redigiu-se o documento de síntese.

O fato mais importante que antecedeu a conferência foi a visita de Bento XVI ao Brasil. Além de dois textos importantes que o papa tinha promulgado — a Encíclica Deus Caritas Est e a Exortação Pós-Sinodal Sacramentum Caritatis —, os discursos que ele fez na visita a São Paulo e na inauguração da conferência marcaram de tal modo o documento final, que este o citou várias dezenas de vezes.

O papa, durante o voo de Roma a São Paulo, deu uma entrevista em que não poupou críticas à teologia da libertação por ela ter-se associado a fáceis milenarismos, prometedores de revoluções e rápidas mudanças para conseguir vida justa. Achacou-lhe generalismos, lugares-comuns e mistura errada entre Igreja e política e fé e política. Criou-se então a expectativa de que ele a condenaria nos discursos programáticos. No entanto, silenciou-se, como também o fez o documento final.

No discurso social, o papa incentivou a promoção do respeito pela vida, desde a concepção até o natural declínio, e pela pessoa humana como o eixo da solidariedade, especialmente com os pobres e desamparados. Referiu-se à liberdade do ensino religioso nas escolas públicas e ao dever do Estado de garantir, com subsídios, as obras educativas e de assistência social da Igreja. Insistiu na formação de cidadãos, nos valores morais, no fortalecimento da família, no cuidado especial para com os povos indígenas.

Aos jovens, apresentou Jesus como o único capaz de fazê-los felizes e garantir-lhes a vida eterna. “Estar aberto à bondade significa acolher a Deus.”[2]Exortou-os a não desperdiçar a juventude e assumir a “grande missão de evangelizar os jovens e as jovens, que andam por este mundo errantes, como ovelhas sem pastor. Sede apóstolos dos jovens!”[3]

Incentivou o fiel piedoso, que o acolheu com calor, à prática dos sacramentos da reconciliação e da eucaristia, à caridade com os pobres e enfermos, à devoção a Maria, à vida pura e à santidade.

Em tom diferente, grave e de corresponsabilidade pastoral, dirigiu aos bispos da CNBB, reunidos na Catedral da Sé de São Paulo, minucioso e preceptivo discurso num tríplice olhar. Para dentro da Igreja, exortou-os a incansável zelo pela ortodoxia, como mestres de fé e de doutrina, numa responsabilidade condividida com clero e leigos. Ao olhar a cultura moderna, insistiu no papel da Igreja de propiciar aos fiéis o encontro com Cristo, de reafirmar os valores morais da família e do matrimônio. Ao voltar-se para a sociedade política, depois de reconhecer o déficit histórico de desenvolvimento social, a indigência, a desigualdade de renda, as injustiças, incentivou a Igreja, atenta aos valores transcendentes, a contribuir para resolver os problemas sociais e políticos com soluções novas e cheias de espírito cristão e para formar os políticos e classe empresarial na veracidade e honestidade, na maximização do bem comum, recorrendo à doutrina social da Igreja. Parte da imprensa interpretou esse discurso como repreensão do papa aos bispos do Brasil pelo êxodo dos católicos para as Igrejas pentecostais e neopentecostais.

O discurso mais importante foi proferido na inauguração da 5ª Conferência. Deixou a impressão geral de sereno, positivo, sem, contudo, trazer nenhuma novidade especial. O papa retomou as ideias que vinha tratando em documentos e discursos anteriores. Deixou de fora as questões polêmicas e as condenações. Enunciou um discurso doutrinal, universal e ideal, que partiu da transcendência para ser depois aplicado pelos bispos à realidade da América Latina. Leu o momento presente à luz do horizonte europeu da crise atual da cultura moderna.

4. Entorno da conferência

Ponto original e positivo da Conferência de Aparecida foi a importância e a benfazeja influência que o entorno físico e humano teve sobre os bispos, diferentemente das outras, em que eles viveram isolados. Participavam da celebração eucarística diária na basílica com os fiéis peregrinos, percebendo-lhes assim a piedade simples e fervorosa. A religiosidade popular deixou de ser tema teórico para tornar-se experiência dos bispos, especialmente a piedade mariana. Em Aparecida, as pastorais sociais, as CEBs, os organismos eclesiásticos criaram um fórum para eventos. Prepararam romarias, cartazes, círculos bíblicos etc.

Construíram para isso a “Tenda dos Mártires”: simples, pobre, de terreno de chão batido, armada de lona branca, como os circos, com cartazes, faixas e símbolos que recordavam o compromisso de luta da Igreja dos pobres. Tornou-se espaço de celebrações, de momentos de mística, de debates e reflexão, de grupo de oração, de acolhida, em espírito de comunhão com a 5ª Conferência. Bispos lá estiveram e celebraram, e muitas pessoas lá iam todos os dias para rezar.

Em articulação com as iniciativas da Tenda, organizou-se no dia 19 de maio, da meia-noite até as 8 horas da manhã, uma romaria de fiéis, saindo de Roseiras, a 10 km de Aparecida, até o santuário. Com vela acesa, fizeram cinco paradas e refletiram sobre cada uma das cinco conferências. Encerrou-se com a missa no santuário, fazendo a lembrança dos mártires da América Latina, entre os quais D. Oscar Romero.

Em termos teológicos, o Conselho Nacional do Laicato do Brasil promoveu, nos dias 18, 19 e 20 de maio, na cidade vizinha de Pindamonhangaba (SP), o Seminário Latino-Americano de Teologia, com o tema: “América Latina, cristianismo e Igreja no século XXI”. O objetivo era refletir sobre os desafios da realidade latino-americana na perspectiva da Igreja. Constatou-se presença significativa de participantes no seminário, em sintonia com a assembleia e com conferencistas ligados à teologia da libertação. Nesse mesmo espírito, organizou-se uma assessoria permanente de teólogos da libertação que moravam em uma casa religiosa e aos quais membros da conferência recorriam com liberdade. Diferentemente das duas últimas conferências, houve excelente relacionamento deles com o Celam.

5. Desenrolar da 5ª Conferência

Tudo começou com a celebração da eucaristia presidida pelo papa: símbolo expressivo de colegialidade, que se praticou dentro dos limites da atual estrutura hierárquica da Igreja católica.

Logo de início, tomaram-se decisões que determinaram a natureza da conferência. Seguindo tradições anteriores, resolveram trabalhar tendo em vista a publicação de dois textos: um menor, a mensagem final, cuja redação foi entregue a um pequeno grupo, e o documento final, a ser elaborado com a colaboração de todos, divididos, primeiro, em grupos aleatórios e depois em comissões temáticas e subtemáticas.

Após as apresentações dos presidentes de conferências nacionais de bispos e de dicastérios romanos, os bispos entregaram-se à elaboração do documento de conclusões. O primeiro passo consistiu no detalhamento do tema central escolhido em torno de dois eixos principais: a realidade do continente e a vocação de discípulo-missionário do evangelho da vida para os povos latino-americanos e caribenhos.

A mensagem apresentou um resumo das intuições centrais do documento final, terminando com belíssimo perfil da Igreja desejada e com o incentivo de que todos a construam: viva, fiel, crível, alegre, convicta, animada no zelo missionário, em espírito de comunhão, de modo que este continente da esperança seja também o continente do amor, da vida e da paz!

6. Documento final

Muito mais amplo, o documento final se estruturou em torno de três eixos centrais, seguindo o método ver-julgar-agir. Num primeiro, os bispos olharam, já na perspectiva da fé em Jesus Cristo, para a realidade sociocultural, econômica, política e eclesial. Salientaram, no plano cultural, a globalização em sua dupla face: positiva, de congraçamento dos povos, e negativa, de absolutização do mercado, privilegiando o lucro, de concorrência, com as consequências iníquas da concentração do poder e das riquezas nas mãos de poucos, e de ampliação da pobreza. No campo político, o texto oscila entre o elogio do processo de democratização do continente e o temor de neopopulismo autoritário. Finalmente, faz um balanço das luzes e sombras da Igreja. Junto com o lado luminoso da pujança da vida interna e do serviço que a Igreja presta, há deficiências na evangelização e na clareza doutrinal e existencial dos católicos.

O juízo teológico, correspondente ao segundo eixo, consistiu na elaboração de uma cristologia e de uma eclesiologia. A primeira insistiu no encontro pessoal do católico com Jesus, na consciência do chamado e do envio para ser missionário do evangelho da vida. E a Igreja foi apresentada como aquela que oferece os centros de comunhão para o fiel viver a fé e um itinerário formativo, inspirado no caminho neocatecumenal, apontando os principais lugares para a realização de tal formação.

A terceira parte orientou-se para o agir pastoral. A missão da Igreja e particularmente do cristão consiste em anunciar a nossos povos a vida nova em Cristo. Jesus se pusera a serviço da vida e se oferecera como vida para os que creem nele e o seguem. Vida em todas as dimensões e para todos contra a exclusão, que contradiz o projeto de Deus. Daí resulta a tarefa de comunicar essa vida, o que implica conversão pessoal, renovação missionária e abertura para a missão fora dos nossos países — ad gentes.

A conclusão do documento retomou incisivamente a ideia central de “despertar a Igreja na América Latina e Caribe para um grande impulso missionário”. No horizonte está “uma grande Missão Continental”, cujo projeto e desejo o texto mencionou em vários lugares. Ao falar das CEBs, reconheceu-as como “ponto válido de partida” para ela. E agora, na conclusão, o documento acena para o “despertar missionário em forma de uma Grande Missão Continental”. As linhas de tal missão já foram discutidas na conferência, mas ela será considerada concretamente na próxima Assembleia Plenária do Celam em Havana, Cuba.

7. Breve e provisório balanço

Trata-se de avaliação global inicial, algo impressionista, que se irá ampliando. Na vida da Igreja se manifestará o real valor da 5ª Conferência, ao fazerem as comunidades a verdadeira recepção. As vozes oficiais e letradas representam um fator no processo, mas não são o mais importante. A teologia fundamental conhece bem a categoria do sensus fidelium, o sentir de fé dos fiéis, que faz passar pelo seu crivo triturador a massa enorme de textos eclesiásticos, colhendo-lhes o suco. Apresento, então, umas primeiras considerações para serem submetidas ao processo vital das comunidades, especialmente das CEBs.

O fato da realização da conferência merece, por si só, registro positivo. Exprime, em momento de surto neoconservador e centralizador, gesto colegial e de autonomia do episcopado da América Latina e do Caribe. Houve limites na colegialidade em virtude das intervenções diretas e estatutárias de Roma: convocação, indicação do tema, nomeação da presidência, aprovação dos membros, discurso norteador e aprovação final. Mesmo assim, os bispos se reuniram, discutiram, ouviram uns aos outros, sentiram o pulso do continente. A conferência, em termos de colegialidade, vai além do sínodo, que só tem aspecto consultivo e deixa ao papa a redação da exortação apostólica pós-sinodal. Aqui existe um documento da lavra dos participantes da assembleia, como fruto da sua experiência pastoral e teológica.

Já nos referimos ao aspecto positivo do entorno de Aparecida. O texto reflete a enorme influência do ambiente mariano, ao reconhecer o “valor incomparável do traço mariano da religiosidade popular, que, sob distintas intercessões, foi capaz de fundir as histórias latino-americanas diversas em uma história partilhada”[4].

É difícil medir a influência positiva, na redação dos textos, de eventos simultâneos, como o Seminário Latino-Americano de Teologia, a presença próxima, amiga e de serviço do grupo Ameríndia, a Tenda dos Mártires, com os diferentes eventos, e o envio de textos, cartas, documentos, sugestões e demandas, além de contatos verbais com pessoas que, embora fora da conferência, se interessavam em participar.

Outra dúvida de um leitor de fora consiste em ponderar até que ponto pesou a influência dos novos movimentos eclesiais em detrimento das pastorais sociais e das CEBs.

O texto se apoia sobre a viga mestra da consciência das exigências da fé cristã confrontada com os desafios da realidade atual. Da percepção desse confronto surge dupla constatação: uma triste e dolorosa, outra, esperançosa e programática. A dor vem da evidente perda de relevância, consistência e presença da Igreja católica no continente latino-americano. Muitos fatores são mencionados, desde os impactos da globalização até a falta de raiz e de convicção da imensa massa de católicos. A esperança nasce da aposta de que é possível sacudir os católicos para verdadeira conversão, não no sentido moralista de distanciamento do pecado, mas de tomada de consciência da grandeza da vocação cristã e da tríplice consequência: fazer-se discípulo de Cristo, viver tal realidade na Igreja e ser impelido para tornar-se missionário do evangelho da vida. Esse é o estribilho que o documento repete à saciedade.

Em termos práticos, a conferência pretende desencadear a grande missão continental. Em linguagem futebolística, a Igreja pensa numa evangelização “corpo a corpo”, abordando diretamente, em primeiro lugar, aqueles fiéis que abandonaram a prática religiosa, especialmente a missa dominical. Mas não num espírito de proselitismo, e sim de amor ao irmão. Imagina-se que, depois de momento forte, a grande missão se torne algo permanente.

A unanimidade na aprovação do texto reflete dupla face. Revela, positivamente, hercúleo esforço de diálogo, de compreensão, de busca de comunhão, de esforço de superação de arestas e conflitos. Mas também paga custo não desprezível. A linguística ajuda-nos a entendê-lo. O consenso se faz a preço de adversativas, de adjetivações que enfraquecem as afirmações na rudeza da expressão. Um exemplo: digamos que um bispo quisesse, sem mais, fazer passar a ideia de que a Igreja dos pobres é a verdadeira Igreja de Cristo. Há três posições possíveis: rejeita-se a afirmação — e, nesse caso, a comunhão parece lesada; aceita-se sem mais, supõe-se que seja o pensar de todos, mas na realidade não é. Então, o consenso veste essa ideia com palavras que conservem algo do original, mas a façam palatável a quem não a aceitava. Aparece então uma formulação em termos mais ou menos como estes: a Igreja tem uma preferência pelos pobres e eles ocupam lugar de especial atenção na Igreja. Essa frase consegue o consenso geral, mas já não traduz a força profética da proposta. O consenso se fez à custa do profetismo.

Aparecida conserva as aberturas da tradição de Medellín, mas modifica a maneira de compreendê-las. Há uma convicção prévia que decide. Pela fé em Cristo, vivida na Igreja, temos toda a verdade, toda a abertura, toda a libertação, os valores fundamentais do ser humano. Imbuídos dela, transformaremos a nós e ofereceremos a fonte de transformação para as outras pessoas e para a realidade. Em abstrato, a afirmação é absolutamente correta. Contudo, a questão se põe não no nível da realidade de Cristo, e sim daquilo que pensamos ser a fé em Cristo. O pressuposto é de que sabemos com clareza o que seja e disso não duvidamos; portanto, o processo consiste em tirar desse nosso conhecimento as consequências práticas e pastorais.

Os pontos fortes da tradição de Medellín sofreram, já em Puebla, uma matização que persistiu nas conferências seguintes. O termo libertação recebe, nas afirmações do documento final, adjetivações como: cristã, autêntica, integral, de humanização, de reconciliação e de inserção social. Há apenas uma exceção, quando se refere à libertação dos povos, porque aí não havia perigo de entendê-la no sentido que a teologia da libertação o fazia em relação às estruturas econômicas, políticas, culturais, religiosas e eclesiais. Os adjetivos possibilitam a cada um entender a seu modo e assim se obtém um consenso — não sobre um significado concreto, mas simplesmente sobre um significante a ser preenchido com significados diferentes.

No caso da teologia da libertação, porém, o consenso se traduziu em silêncio. Não deixa de ser estranho que o episcopado de um continente no qual se conseguiu, em dado momento, produzir uma teologia original — teologia fonte e não reflexo, na linguagem de H. Vaz — a silencie totalmente.

Aparecida desloca o acento do testemunho. Em Medellín, a Igreja institucional, a vida consagrada, as obras da Igreja perceberam que não era possível, num continente pobre, dar testemunho do alto de estruturas e vida com aparência rica. Consagrou-se um parágrafo à “Pobreza da Igreja” com propósitos de uma Igreja simples e despojada. Em Aparecida, o acento se modificou. Insiste-se na “alegria” do encontro com Jesus, de que se dá testemunho. Será já algum toque pós-moderno, carismático? Ou indica que o ímpeto militante da década pós-Medellín se tornara pesado, sisudo e duro? Estamos em tempos de sublinhar a alegria, o gozo, o prazer de ser cristão.

Depois de Medellín, incentivada pela Confederação Latino-Americana de Religiosos e Religiosas (Clar) e por diversas conferências nacionais de religiosos, a vida consagrada encontrou formas de inserção nos meios populares rurais e urbanos. Aparecida desloca a inserção simplesmente para dentro da Igreja particular em comunhão com o bispo, e a pobreza aparece sob a forma de liberdade diante do mercado e das riquezas. A inserção no meio dos pobres desaparece.

A tradição de Medellín se nutrira, no campo educacional, da pedagogia libertadora de Paulo Freire. Houve profundas reformulações de muitas obras educacionais de instituições religiosas. Aparecida matiza a questão em outra ótica, não oposta, mas diferente. O fundamental é a identidade católica. De dentro dela, a educação se abre ao social, ao pobre, à formação integral do educando. Da tradição latino-americana, o documento reteve a articulação entre evangelização e promoção, que Paulo VI consagrou na Exortação Apostólica EvangeliiNuntiandi, fruto de um sínodo em que a América Latina teve excelente presença com D. Helder, Cardeal Arns, Cardeal Aloísio, D. Ivo e outros. Já é patrimônio oficial da Igreja. Mas foi bom repisar para evitar certo espiritualismo invasor.

A temática da sexualidade é demasiado difícil e delicada para ser discutida e verbalizada. Por isso, praticamente o texto a silencia. Refere-se a ela quase sempre negativamente. O positivo consiste unicamente no incentivo a sã educação sexual. Os adjetivos, de novo, servem para atenuar qualquer discrepância interpretativa no interior da conferência.

O grave problema do ministério presbiteral, reservado unicamente a homens celibatários, não teve clima para ser tratado, embora seja um dos maiores empecilhos para a evangelização no continente latino-americano e a CNBB tenha feito sugestões ousadas sobre tal assunto. Ele se tornará tanto mais sério quanto mais as Igrejas evangélicas preencherem, com a avalancha de pastores, o vazio ministerial deixado pela Igreja católica.

Em relação a Santo Domingo, o parágrafo sobre a dignidade e a participação das mulheres trouxe avanço. Além dos conhecidos ditos de rejeição de todo machismo e da exploração da mulher sob muitas formas, o documento propõe “garantir a efetiva presença da mulher nos ministérios que na Igreja são confiados aos leigos, assim como também nas instâncias de planificação e decisão pastorais, valorizando sua contribuição”[5].

A temática do ecumenismo e do diálogo inter-religioso sofre no momento, no interior da Igreja católica, certa ambivalência. João Paulo II teve gestos simbólicos de largo alcance. No entanto, não se avançou em pontos centrais, como a intercomunhão e outros. O texto da 5ª Conferência não possui nenhum estro profético nem impulsiona realmente a algum progresso. Repete afirmações do Concílio e dos dois últimos papas, mas não acrescenta nem sugere realmente nada de novo e criativo. Manifesta o desejo da intercomunhão, sem apontar algum passo em direção a ela, a não ser a valorização do batismo. O problema não vem daí, mas da concepção de eucaristia como realidade intrinsecamente ligada ao ministério ordenado e existente somente nas Igrejas católicas e ortodoxas, segundo a visão tradicional católica.

Conservou-se verbalmente a expressão “opção preferencial pelos pobres”, quase sempre usada sob tal forma, embora algumas vezes se tenha omitido o adjetivo “preferencial” e noutra se tenha aposto o termo “evangélica”. O fato revela que ela já faz parte dos lugares-comuns da nossa vida eclesial. No entanto, essa opção preferencial pelos pobres careceu de pistas concretas para a pastoral. Perdura o receio de que deslize para o campo político e ideológico. Esquece-se, porém, que o silêncio e a vaguidade também são ideológicos. E como, na prática, a Igreja se identifica com o clero e com os religiosos(as), a opção pelos pobres dificilmente se traduz nalguma luta dentro de movimentos sociais de reivindicação e de libertação, em que tomaria carne. Vale, porém, salientar o reconhecimento do sujeito indígena e dos afrodescendentes no cenário da Igreja e da sociedade.

Surpreende o fato de o documento ter sido generoso em tratar da globalização e ter omitido reflexão sobre o neoliberalismo. Talvez esse procedimento se entenda pela opção de privilegiar o cultural em detrimento do econômico-estrutural. A globalização, embora o capital financeiro navegue nela, influencia especialmente a cultura. E esse viés principalmente preocupou os bispos com os famosos “ismos”: hedonismo, individualismo, narcisismo, pragmatismo, subjetivismo e o famigerado relativismo. Todos traços culturais — mas, sem dúvida, muito devedores do sistema capitalista neoliberal.

8. Conclusão

Terminou a primeira etapa. Entramos no momento da interpretação e da recepção criativa. Por ser um documento amplo, consensual, permite que tendências diferentes e até mesmo opostas se nutram dele. A vida eclesial, sobretudo na base, decidirá, em última análise, para onde caminhará a Igreja do continente no ritmo do documento ou ainda para além dele.



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Cuidando bem de quem já participa; acolhendo bem quem nos procura e procurando pelos afastados.

Botucatu, 16 de janeiro de 2019

Prezados Padres, Diáconos, Religiosos, Seminaristas, Coordenadores Arquidiocesanos de Pastorais, Movimentos, Associações e Organismos Eclesiais da Arquidiocese de Botucatu

Saúde e Paz!

Estamos concluindo, nesta semana, a 2ª etapa de capacitação dos membros das Equipes Paroquiais de Formação, ou seja, daqueles que não puderam participar nos meses de julho e agosto de 2018. Ao todo foram capacitados pelas Equipes Regionais de Formação mais ou menos 200 Agentes de Pastoral. Das Paróquias, 3 ainda não conseguiram montar a sua Equipe Paroquial de Formação: 1 da RP1 e 2 da RP4.

As Equipes Regionais de Formação vão acompanhar essas Paróquias para que tudo se acerte e os Encontros Paroquiais de Formação possam começar, já, no próximo mês de fevereiro, em todas as Paróquias da Arquidiocese, como tinha sido estabelecido, em fevereiro do ano passado.

Foi um trabalho exigente que contou com a disponibilidade e dedicação de muita gente! Não conseguimos tudo o que pretendíamos, mas o resultado até agora está sendo bastante satisfatório! Tivemos que lidar com todo tipo de problema. O mais difícil: Em fevereiro de 2018, solicitamos das Paróquias a montagem da Equipe Paroquial de Formação com, pelo menos, 5 membros, com as seguintes características: participação na comunidade, amor à Igreja, capacidade de preparar e fazer palestra, gosto pelo estudo da Teologia e dos Documentos da Igreja.

Dos participantes enviados pelas Paróquias, muitos eram quase que analfabetos e sem as condições mínimas exigidas! Mas, mesmo assim, fomos trabalhando... As Equipes Regionais de Formação tiveram muita paciência e souberam lidar com esses limites... Por outro lado, essas, eram pessoas simples, mas que mostraram um grande amor pelo Projeto Arquidiocesano de Formação, em vista de uma Igreja Particular decididamente Discípula Missionária, como pede o Documento de Aparecida.

Agora, para facilitar o trabalho das Equipes Paroquiais de Formação, estamos apresentando a seguinte sugestão: que a formação dos Grupos Paroquiais que vão receber os conteúdos do Kerígma, em 5 palestras ( Anúncio, Conversão, Discipulado, Comunhão e Missão) em 2019, seja realizada a partir dos Setores Pastorais como estamos nos organizando na Arquidiocese:

- 1º Grupo: Setor Liturgia ( Ministros Extraordinários da Palavra, da Comunhão Eucarística, Liturgia, Canto Litúrgico, Coroinhas, Acólitos, Acolhida e Sacristãos)

- 2º Grupo: Setor Movimentos e Associações ( RCC, Apostolado da Oração, Irmãos do Santíssimo, TLC, Cursilho, Cenáculo, Terço dos Homens, Capelinhas...)

- 3º Grupo: Setor Pastorais Sociais ( Pessoa Idosa, Criança, Sobriedade, Vicentinos, Fé e Política, Ecologia, Carcerária...)

- 4º Grupo: Setor Juventude ( Os membros dos diversos Grupos de Jovens presentes na Paróquia)

- 5º Grupo: Setor Catequese ( Batismo, 1ª Eucaristia, Perseverança, Crisma e Catequese de Adultos)

- 6º Grupo: Setor Família ( A Coordenação da Pastoral Familiar, ECC e outros grupos ligados à Pastoral Familiar)

- Outros Grupos, se for possível...

ORIENTAÇÕES:

1- A Equipe Paroquial de Formação deve entrar em contato com os Coordenadores Paroquiais desses grupos indicados solicitando a colaboração no sentido de insistirem com seus membros para que participem nos Encontros Paroquiais de Formação.

2- A procura pelos participantes no Primeiro Grupo deve começar, já no mês de janeiro, com as datas, locais e horários determinados.

3- Cuidar da montagem da Equipe que vai ajudar durante as Palestras: Preparação do espaço, som, acolhida, cantos...

4- Nesses Encontros, se o espaço físico permitir, outras pessoas também poderão participar, mesmo que supere a quantia de 50 participantes como tinha sido determinado.

5- Durante a realização do 1º Grupo, a Equipe Paroquial de Formação já começa a se organizar em vista do 2º Grupo, e, assim, por diante.

6- Esse trabalho nas Paróquias vai até o dia 15 de novembro de 2019, quando, por ocasião do Encontro da Família Arquidiocesana, as Equipes Paroquiais de Formação vão se reunir para avaliação do ano de 2019 e organização da continuação do Projeto Arquidiocesano de Formação em 2020.

Rezemos pelo Arcebispo! Rezemos também uns pelos outros! Que Deus nos ajude e Senhora Santana nos proteja!

Sempre agradecido!

Pe. José Hergesse – Comissão Arquidiocesana de Formação



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DIRETRIZES ARQUIDIOCESANAS DE MISSÃO E PASTORAL DAMP
TEXTO DE LEITURA – JANEIRO 2019

CONCLUSÃO

7. A COMISSÃO ARQUIDIOCESANA DE FORMAÇÃO PERMANENTE DOS DISCÍPULOS MISSIONÁRIOS

– Na Diocese, o eixo central deverá ser um Projeto orgânico de formação, aprovado pelo Bispo e elaborado com os organismos diocesanos competentes, levando em consideração todas as forças vivas da Igreja particular: associações, serviços e movimentos, comunidades religiosas, pequenas comunidades, comissões de pastoral social e diversos organismos eclesiais que ofereçam a visão de conjunto e a convergência das diversas iniciativas.

– Requerem-se também Equipes de Formação convenientemente preparadas que assegurem a eficácia do próprio processo e que acompanhem as pessoas com pedagogias dinâmicas, ativas e abertas.

– A presença e contribuição de Leigos e Leigas nas Equipes de formação traz uma riqueza original, pois, a partir de suas experiências e competências, eles oferecem critérios, conteúdos e testemunhos valiosos para aqueles que estão se formando. ( Documento de Aparecida)

OBS: O texto completo das Diretrizes Arquidiocesanas de Missão e Pastoral – DAMP – encontra-se na página da Arquidiocese no Espaço Orientações.

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PROJETO ARQUIDIOCESANO DE FORMAÇÃO
PROGRAMAÇÃO – JANEIRO 2019

1- Na 3ª Semana: De 14 a 18/01 – de segunda à sexta-feira: Nos mesmos locais, capacitação dos membros das Equipes Paroquiais de Formação que ainda não foram capacitados.

2- Na 4ª Semana: De 21 a 24/01: Encontro do Pe. Hergesse com todos os Coordenadores ( e outros membros que puderem) das Equipes Paroquiais de Formação para acertos finais, na seguinte ordem:

- Dia 21/01: RP1 – 19:30h - No Centro Arquidiocesano de Pastoral, em Botucatu

- Dia 22/01: RP2 – 19:30h – No Salão Paroquial da Nossa Senhora das Dores, em Avaré.

- Dia 23/01: RP3 – 19:30h – Salão Paroquial da Bom Jesus, em Conchas, SP

- Dia 24/01: RP4 – 19:30h – Salão Paroquial, Paróquia Santuário Nossa Senhora da Piedade, Lençóis Pta., SP.

ENCONTROS PAROQUIAIS DE FORMAÇÃO - 2019

KERÍGMA( São 5 Palestras): Anúncio, Conversão, Discipulado, Comunhão e Missão

A partir de fevereiro de 2019, na formação dos Grupos para os Encontros Paroquiais de Formação, a proposta é seguir a seguinte ordem de participantes:

- 1º Grupo: Setor Liturgia ( Ministros da Comunhão Eucarística, Liturgia, Canto Litúrgico, Coroinhas, Acólitos e Sacristãos)
- 2º Grupo: Setor Movimentos e Associações ( Apostolado da Oração, Irmãos do Santíssimo...)
- 3º Grupo: Setor Pastorais Sociais ( Pessoa Idosa, Criança, Sobriedade, Vicentinos, Fé e Política, Ecologia, Carcerária...)
- 4º Grupo: Setor Juventude ( Os membros dos diversos Grupos de Jovens presentes na Paróquia)
- 5º Grupo: Setor Catequese ( Batismo, 1ª Eucaristia, Perseverança, Crisma e Catequese de Adultos)
- 6º Grupo: Setor Família ( Pastoral Familiar, ECC, RCC e outras famílias interessadas)
- Outros Grupos, se for possível...

OBS: A Equipe Paroquial de Formação deve entrar em contato com os Coordenadores Paroquiais de cada Setor Pastoral ( Pastoral, Movimento ou Grupo paroquial) para que eles ajudem na indicação dos membros participantes nos Encontros Paroquiais de Formação.
- A procura pelos participantes no Primeiro Grupo deve começar, já no mês de janeiro. Como também a preparação do espaço e das pessoas que vão ajudar durante as Palestras.
- Nesses Encontros, outras pessoas também poderão participar, mesmo que supere a quantia de 50 participantes.
Rezemos pelo Arcebispo! Rezemos também uns pelos outros! Que Deus nos ajude e Senhora Santana nos proteja! Sempre agradecido!

Pe. José Hergesse – Comissão Arquidiocesana de Formação



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Diretrizes Arquidiocesanas de Missão e Pastoral – DAMP
Texto de Leitura – Dezembro 2018

Continuação...


Equipes Paroquiais de Formação – Encontro Geral – 01/12/2018

6. A FORMAÇÃO PERMANENTE DO AGENTE DE PASTORAL DISCÍPULO MISSIONÁRIO

– A vocação e o compromisso de ser hoje discípulos e missionários de Jesus Cristo na América Latina e no Caribe, requerem clara e decidida opção pela formação dos membros de nossas comunidades, a favor de todos os batizados, qualquer que seja a função que desenvolvem na Igreja.

– Olhamos para Jesus, o Mestre que formou pessoalmente a seus apóstolos e discípulos. Cristo nos dá o método: “Venham e vejam” (Jo 1, 39). “Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida” (Jo 14,6). Com Ele podemos desenvolver as potencialidades que há nas pessoas e formar discípulos missionários.

– Com perseverante paciência e sabedoria, Jesus convidou a todos para que o seguissem. Àqueles que aceitaram segui-lo, os introduziu no mistério do Reino de Deus, e depois de sua morte e ressurreição os enviou a pregar a Boa Nova na força do Espírito.

– Seu estilo se torna emblemático para os formadores e adquire especial relevância quando pensamos na paciente tarefa formativa que a Igreja deve empreender no novo contexto sócio-cultural da América Latina.

– O caminho de formação do seguidor de Jesus lança suas raízes na natureza dinâmica da pessoa e no convite pessoal de Jesus Cristo, que chama os seus pelo nome e estes o seguem porque lhe conhecem a voz.

– O Senhor despertava as aspirações profundas de seus discípulos e os atraía a si, maravilhados. O seguimento é fruto de uma fascinação que responde ao desejo de realização humana, ao desejo de vida plena.

– O discípulo é alguém apaixonado por Cristo, a quem reconhece como o Mestre que o conduz e acompanha.

– No processo de formação de discípulos missionários, destacamos cinco aspectos fundamentais que aparecem de maneira diversa em cada etapa do caminho, mas que se complementam intimamente e se alimentam entre si:
a) O Encontro com Jesus Cristo: Aqueles que serão seus discípulos já o buscam (cf. Jo 1,38), mas é o Senhor quem os chama: “Segue-me” (Mc 1,14; Mt 9,9).
– É necessário descobrir o sentido mais profundo da busca, assim como é necessário propiciar o encontro com Cristo que dá origem à iniciação cristã. Esse encontro deve renovar-se constantemente pelo testemunho pessoal, pelo anúncio do querigma e pela ação missionária da comunidade.
– O querigma não é somente uma etapa, mas o fio condutor de um processo que culmina na maturidade do discípulo de Jesus Cristo. Sem o querigma, os demais aspectos desse processo estão condenados à esterilidade, sem corações verdadeiramente convertidos ao Senhor.
– Só a partir do querigma acontece a possibilidade de uma iniciação cristã verdadeira. Por isso, a Igreja precisa tê-lo presente em todas as suas ações.
b) A Conversão: É a resposta inicial de quem escutou o Senhor com admiração, crê nEle pela ação do Espírito, decide ser seu amigo e ir após Ele, mudando sua forma de pensar e de viver, aceitando a cruz de Cristo, consciente de que morrer para o pecado é alcançar a vida. No Batismo e no sacramento da Reconciliação se atualiza para nós a redenção de Cristo.
c) O Discipulado: A pessoa amadurece constantemente no conhecimento, amor e seguimento de Jesus Mestre, se aprofunda no mistério de sua pessoa, de seu exemplo e de sua doutrina. Para esse passo são de fundamental importância a catequese permanente e a vida sacramental, que fortalecem a conversão inicial e permitem que os discípulos missionários possam perseverar na vida cristã e na missão em meio ao mundo que os desafia.
d) A Comunhão: Não pode existir vida cristã fora da comunidade: nas famílias, nas paróquias, nas comunidades de vida consagrada, nas comunidades de base, nas outras pequenas comunidades e movimentos.
– Como os primeiros cristãos, que se reuniam em comunidade, o discípulo participa na vida da Igreja e no encontro com os irmãos, vivendo o amor de Cristo na vida fraterna solidária. É também acompanhado e estimulado pela comunidade e por seus pastores para amadurecer na vida do Espírito.
e) A Missão: O discípulo, à medida que conhece e ama o seu Senhor, experimenta a necessidade de compartilhar com outros a sua alegria de ser enviado, de ir ao mundo para anunciar Jesus Cristo, morto e ressuscitado, e tornar realidade o amor e o serviço na pessoa dos mais necessitados, em uma palavra, a construir o Reino de Deus.
– A missão é inseparável do discipulado, o qual não deve ser entendido como etapa posterior à formação, ainda que esta seja realizada de diversas maneiras de acordo com a própria vocação e com o momento da maturidade humana e cristã em que se encontre a pessoa.
– O objetivo principal da formação é ajudar os membros da Igreja a se encontrar sempre com Cristo, e assim reconhecer, acolher, interiorizar e desenvolver a experiência e os valores que constituem a própria identidade e missão cristã no mundo.
– Por isso, a formação obedece a um processo integral, ou seja, compreende várias dimensões, todas harmonizadas entre si em unidade vital. – Na base dessas dimensões está a força do anúncio querigmático. O poder do Espírito e da Palavra contagia as pessoas e as leva a escutar Jesus Cristo, a crer nEle como seu Salvador, a reconhecê-lo como quem dá pleno significado a suas vidas e a seguir seus passos. O anúncio se fundamenta no fato da presença de Cristo Ressuscitado hoje na Igreja, e é fator imprescindível do processo de formação de discípulos e missionários.
– Ao mesmo tempo, a formação é permanente e dinâmica, de acordo com o desenvolvimento das pessoas e como serviço que são chamadas a prestar, em meio às exigências da história.
– A formação abrange diversas dimensões que deverão integrar-se harmonicamente ao longo de todo o processo de formação. Trata-se da dimensão humana comunitária, espiritual, intelectual e pastoral-missionária.
a) A Dimensão Humana Comunitária: Tende a acompanhar processos de formação que levem a pessoa a assumir a própria história e a curá-la, com o objetivo de se tornar capaz de viver como cristão em um mundo plural, com equilíbrio, fortaleza, serenidade e liberdade interior. Trata-se de desenvolver personalidades que amadureçam em contato com a realidade e abertas ao Mistério.
b) A Dimensão Espiritual: É a dimensão formativa que funda o ser cristão na experiência de Deus manifestado em Jesus e que o conduz pelo Espírito através dos caminhos de profundo amadurecimento. Por meio dos diversos carismas, a pessoa se fundamenta no caminho da vida e do serviço proposto por Cristo, com estilo pessoal. Assim como a Virgem Maria, essa dimensão permite ao cristão aderir de coração e pela fé aos caminhos alegres, luminosos, dolorosos e gloriosos de seu Mestre e Senhor.
c) A Dimensão Intelectual: O encontro com Cristo, Palavra feita carne, potencializa o dinamismo da razão que procura o significado da realidade e se abre para o Mistério. Ela se expressa em uma reflexão séria, posta diariamente em dia através do estudo que, com a luz da fé, abre a inteligência para a verdade. Também capacita para o discernimento, o juízo crítico e o diálogo sobre a realidade e a cultura. Assegura de maneira especial o conhecimento bíblico-teológico e das ciências humanas para adquirir a necessária competência em vista dos serviços eclesiais que se requeiram e para a adequada presença na vida secular.
d) A Dimensão Pastoral e Missionária: Um autêntico caminho cristão preenche de alegria e esperança o coração e leva o cristão a anunciar Cristo de maneira constante na própria vida e ambiente. Projeta para a missão de formar discípulos missionários para o serviço ao mundo. – Habilita a propor projetos e estilos de vida cristã atraentes, com intervenções orgânicas e de colaboração fraterna com todos os membros da comunidade.
– Contribui para integrar evangelização e pedagogia, comunicando vida e oferecendo itinerários pastorais de acordo com a maturidade cristã, a idade e outras condições próprias das pessoas ou dos grupos. Incentiva a responsabilidade dos leigos no mundo para construir o Reino de Deus.
– Desperta constante inquietude pelos distanciados e pelos que ignoram o Senhor em suas vidas.
– Uma formação respeitosa dos processos para chegar à altura da vida nova em Cristo, identificando-se profundamente com Ele e sua missão, é um caminho longo que requer itinerários diversificados, respeitosos dos processos pessoais e dos ritmos comunitários, contínuos e graduais.
– A formação dos leigos e leigas deve contribuir, antes de mais nada, para sua atuação como discípulos missionários no mundo, na perspectiva do diálogo e da transformação da sociedade.
– É urgente uma formação específica para que possam ter incidência significativa nos diferentes campos, sobretudo “no vasto mundo da política, da realidade social e da economia, como também da cultura, das ciências e das artes, da vida internacional, dos meios de comunicação e de outras realidades abertas à evangelização”.
– É necessário formar os discípulos numa espiritualidade da ação missionária, que se baseia na docilidade ao impulso do Espírito, à sua potência de vida que mobiliza e transfigura todas as dimensões da existência.
– Não é uma experiência que se limita aos espaços privados da devoção, mas que procura penetrá-los completamente com seu fogo e sua vida.
– O discípulo e missionário, movido pelo estímulo e ardor que provêm do Espírito, aprende a expressá-lo no trabalho, no diálogo, no serviço e na missão cotidiana. – Quando o impulso do Espírito impregna e motiva todas as áreas da existência, então penetra também e configura a vocação específica de cada pessoa.
– Assim se forma e se desenvolve a espiritualidade própria de presbíteros, de religiosos e religiosas, de pais de família, de empresários, de catequistas etc. – Cada uma das vocações tem um modo concreto e diferente de viver a espiritualidade, que dá profundidade e entusiasmo para o exercício concreto de suas tarefas.
– Dessa forma, a vida no Espírito não nos fecha em intimidade cômoda e fechada, mas sim nos torna pessoas generosas e criativas, felizes no anúncio e no serviço missionário.
– Torna-nos comprometidos com os reclamos da realidade e capazes de encontrar nela profundo significado em tudo o que nos cabe fazer pela Igreja e pelo mundo.
Continua em janeiro de 2019



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Encontro da Família Arquidiocesana 2018






BOTUCATU – 22 DE NOVEMBRO DE 20’18

REUNIÃO DO COLÉGIO DE CONSULTORES

Assunto tratado:

- Pe. José Francisco Antunes, Pároco da Paróquia São Pio X, em Botucatu apresentou o pedido de aprovação para 2 projetos da Paróquia: 1- A construção de um Salão, no Jardim Maria Luiza, em terreno de propriedade da Mitra Arquidiocesana para uso nas celebrações litúrgicas e atividades pastorais, com previsão de início das obras, ainda neste ano; 2- O início da construção da nova Matriz da Paróquia São Pio X, com capacidade para 400 pessoas sentadas, em terreno também da Mitra Arquidiocesana de Botucatu e planta já anteriormente aprovada, mas, agora, com algumas modificações, como por exemplo, a retirada da escadaria, na entrada principal. Após as considerações e necessários esclarecimentos os 2 projetos foram aprovados.

Pe. José Hergesse – Secretário do Colégio de Consultores

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REUNIÃO DO CONSELHO ARQUIDIOCESANO DE PRESBÍTEROS – CAPRE
Assuntos tratados:

1 - Dom Maurício, por direito, nomeou o Pe. José Francisco Antunes, como Membro do Conselho de Presbíteros, para o período 2019-2022.

2 - Confraternização do Clero de Natal agora terá a presença dos seminaristas como já era de costume, ficando as despesas por conta do Fundo Sacerdotal e Cúria. Os formadores irão avisar os seminaristas dessa confraternização que será um momento de convivência entre o clero e os seminaristas.

3 - Dom Maurício apresentou o pedido de Ordenação Diaconal e o resultado dos escrutínios dos seminaristas Carlos Eduardo Lima Rodrigues, João Paulo Góes Síllio, Ricardo Vieira Pinto e Everton Brunaikosvics Giogetti feito pelo Conselho de Formação da Arquidiocese e todos foram aprovados pelo Conselho de Presbíteros para o Diaconato.

4 - Destino dos futuros Diáconos: Everton Brunaikosvics Giogetti , exercerá o ministério diaconal na Catedral Metropolitana de Botucatu. João Paulo Góes Síllio, na Paróquia São João Batista de Laranjal Paulista.

5- Dom Maurício apresentou os pedidos dos seminaristas Carlos Eduardo Lima Rodrigues e Ricardo Vieira Pinto para exercer o ministério diaconal na Prelazia de Itaituba. Dom Maurício também recebeu de Dom Frei Wilmar Santin. O. Carm, Bispo de Prelazia de Itaituba a solicitação dos mesmos seminaristas Carlos Eduardo Lima Rodrigues e Ricardo Vieira Pinto para depois de receberem o Diaconato assumirem a Paróquia Nossa Senhora do Bom Remédio e colaborarem na Área Pastoral São Francisco e na formação da Pastoral Vocacional de Itaituba. Os pedidos tanto dos seminaristas e de Dom Fei Wilmar Santin foram aprovados pelo Capre. Os mesmos irão começar esta missão em fevereiro de 2019.

6 - Pe. James Mwaura Mbunga, IMC comunicou sua transferência, após férias com os seus familiares, no Quênia, na África, para a Cidade de Curitiba na Paróquia Santa Margarida. Agradeceu o acolhimento da Arquidiocese nesses 6 anos que trabalhou na Paróquia de São Manuel, São Manuel e deixou um abraço para todo o Clero. Dom Maurício agradeceu os trabalhos do Pe James e aos missionários da Consolata e reforçou a gratidão aos missionários pelos trabalhos realizados em nossa Arquidiocese.

Pe. Adauto José Martins – Secretário do CAPRE


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Encontro da Família Arquidiocesana 2018





Botucatu, 13 de novembro de 2018

Prezados Padres, Diáconos, Religiosos, Seminaristas, Coordenadores Arquidiocesanos de Pastorais, Movimentos, Associações e Organismos Eclesiais da Arquidiocese de Botucatu.

Saúde e Paz!

Por uma minha falha no controle de agendamento do Auditório do Colégio La Salle, da qual peço-lhes perdão publicamente, mesmo sem consultar o Arcebispo, que, nesse momento de luto, permanece com os seus familiares em Presidente Prudente, SP, depois de ouvir o parecer do Vigário Geral, Mons. Carlos José de Oliveira, e de comum acordo com o Coordenador da Equipe Organizadora do Evento, Márcio Pinheiro Machado, achamos por bem transferir o Encontro da Família Arquidiocesana deste ano, para o Salão Paroquial da Paróquia Sagrado Coração de Jesus, mantendo a programação anteriormente estabelecida, com exceção do número de participantes que em vez de 20, será de 5 Representantes por Paróquia, considerando o espaço disponível do Salão Paroquial.

ENCONTRO DA FAMÍLIA ARQUIDIOCESANA
ENCERRAMENTO DO ANO DO LAICATO

PROGRAMAÇÃO – 15/11/2018
( No Salão Paroquial da Paróquia Sagrado Coração de Jesus, em Botucatu, com 5 Representantes por Paróquia)

08h – Início do Café
08:45h – Acolhida e Oração Inicial
09h – Apresentação das RPs
09:50h – Espaço para observações e sugestões
10:30h – Projeto Arquidiocesano de Formação
10:45h – Intervalo
11h – Santa Missa – Apresentação do Presidente do Conselho Arquidiocesano de Leigos – CAL - e celebração do Envio.
Obs: Os Padres, favor, trazer estola verde.
12h – Encerramento – Lanche
OBS: O Estacionamento da Matriz estará aberto, com a entrada pela Rua Ten. João Francisco, logo depois do Semáforo.

Rezemos pelo Arcebispo! Rezemos também uns pelos outros! Que Deus nos ajude e Senhora Santana nos proteja!

Sempre agradecido!

Pe. José Hergesse – Coordenador Arquidiocesano de Pastoral


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Botucatu, 09 de novembro de 2018

Prezados Padres

No dia 15 de novembro, na próxima quinta-feira, das 08:30h às 12h, no Colégio La Salle, estaremos, mais uma vez, celebrando o Encontro da Família Arquidiocesana. Neste ano, com o encerramento do Ano do Laicato.

Como fizemos no ano passado, estamos solicitando, considerando a estrutura do Auditório do La Salle, a presença de, pelo menos, 20 Representantes por Paróquia.

Às 11h, o Arcebispo preside a Santa Missa concelebrada por todos os Padres que puderem estar presentes. Os Padres, favor, trazer a estola verde.

Seja essa nossa presença nesse evento, uma demonstração do nosso reconhecimento e sentida gratidão pela vida e ministério dos Leigos e Leigas na Arquidiocese de Botucatu, nas nossas Paróquias!

Contamos, portanto, com a compreensão, ajuda e presença de todos!

Rezemos pelo Arcebispo! Rezemos também uns pelos outros! Que Deus nos ajude e Senhora Santana nos proteja!

Sempre agradecido!

Pe. José Hergesse – Coordenador Arquidiocesano de Pastoral


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ENCONTRO DA FAMÍLIA ARQUIDIOCESANA
ENCERRAMENTO DO ANO DO LAICATO

PROGRAMAÇÃO – 15/11/2018
( No Colégio La Salle – com a participação de 20 Representantes por Paróquia)

08h – Início do Café
08:45h – Acolhida e Oração Inicial
09h – Apresentação das RPs
09:50h – Espaço para observações e sugestões
10:30h – Projeto Arquidiocesano de Formação
10:45h – Intervalo
11h – Santa Missa – Apresentação do Presidente do Conselho Arquidiocesano de Leigos – CAL - e celebração do Envio.
Obs: Os Padres, favor, trazer estola verde
12h – Encerramento - Lanche

Contamos com a compreensão e ajuda de todos!

Márcio Pinheiro Machado – Coordenador da Equipe Organizadora
Pe. José Hergesse – Coordenador Arquidiocesano de Pastoral


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Botucatu, 30 de outubro de 2018

Prezados Padres, Diáconos, Religiosos, Seminaristas, Coordenadores Arquidiocesanos de Pastorais, Movimentos, Associações e Organismos Eclesiais da Arquidiocese de Botucatu.

Saúde e Paz!

Realizou-se, hoje, dia 30 de outubro de 2018, sob a Presidência de Dom Benedito Gonçalves dos Santos, Bispo Diocesano de Presidente Prudente, SP - Presidente do Sub- Regional, e coordenação do Pe. Carlos Roberto dos Santos, Secretário, a 4ª e última reunião deste ano do Sub-Regional, no ITRA, em Marília, SP.

Pela Arquidiocese de Botucatu, participaram Dom Maurício Grotto de Camargo, Arcebispo Metropolitano, o Coordenador Arquidiocesano de Pastoral, o Pe. Rafael Paixão, Assessor do Setor Juventude, a Ir. Maria Helena de Carvalho, Marcelina , pela CRB de Botucatu, e o senhor Armando Soares de Oliveira, Presidente do Conselho Arquidiocesano de Leigos – CAL.

Terminada, na Capela, a oração inicial presidida pela Diocese de Ourinhos, SP, no Salão de Eventos, após as boas vindas aos participantes por parte do Presidente do Sub-Regional e leitura da Ata da reunião anterior, o Secretário, Pe. Carlos Roberto dos Santos, distribuiu os participantes em 6 Grupos para o trabalho de avaliação das reuniões anteriores e proposta de datas e temas para 2019.

Depois das comunicações, Dom Benedito Gonçalves dos Santos, Presidente do Sub-Regional, agradeceu a presença e a participação de todos e deu benção final, concluindo a reunião. Após o almoço realizou-se a privativa dos Bispos e a reunião dos Coordenadores Arqui (diocesanos) de Pastoral.

Que Deus nos ajude e Senhora Santa nos proteja!

Sempre agradecido!

Pe. José Hergesse – Coordenador Arquidiocesano de Pastoral


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Botucatu, 25 de outubro de 2018

Prezados Padres, Diáconos, Religiosos, Seminaristas, Coordenadores Arquidiocesanos de Pastorais, Movimentos, Associações e Organismos Eclesiais da Arquidiocese de Botucatu.

Saúde e Paz!

Realizou-se, ontem, dia 24 de outubro de 2018, às 20h, sob a Presidência de Dom Maurício Grotto de Camargo, Arcebispo Metropolitano, no Seminário Santo Antônio, de Agudos, SP, reunião Geral do Clero, durante a qual foram eleitos o Representante dos Presbíteros e os Padres Coordenadores das Regiões Pastorais:

1- Representante dos Presbíteros (reeleito): Pe. Adauto José Martins, Pároco da Paróquia Nossa Senhora da Consolata, em São Manuel, SP. O mandato é de 4 anos.

2- Padres Coordenadores das Regiões Pastorais:

- Região Pastoral 1: Pe. Paulo Bronzato da Silva, Pároco da Paróquia Menino Deus, em Botucatu, SP

- Região Pastoral 2: Pe. Marcelo Henrique do Prado, Pároco nomeado da Paróquia São Benedito, em Avaré, SP.

- Pe. Valter Jeremias da Silva: Pároco da Paróquia Nossa Senhora dos Remédios, em Anhembi, SP

- Côn. Marcelo Aparecido Paes: Pároco da Paróquia São Pedro e São Paulo, em Lençóis Paulista, SP.

OBS: Com mandato de 4 anos, os Padres Coordenadores eleitos, iniciam suas atividades a partir da 1ª reunião do CAPRE, em 2019.

3- Coordenação Arquidiocesana de Pastoral: Dom Maurício Grotto de Camargo, Arcebispo Metropolitano, confirmou o Pe. José Hergesse, Pároco da Paróquia Sagrado Coração de Jesus, em Botucatu, SP, para mais um período, sempre a critério do Arcebispo quanto à duração do mandato, na função de Coordenador Arquidiocesano de Pastoral.

Recordando:

- Dia 15 de novembro, das 08h às 12h, no Colégio La Salle, encerramento do Ano do Laicato, com a presença de 20 Representantes por Paróquia. Programação: Café, a partir das 08h; apresentação das RPs, tempo para observações e sugestões, apresentação do Presidente do Conselho Arquidiocesano dos Leigos – CAL, e, às 11h, Santa Missa presidida pelo Arcebispo e concelebrada pelos Padres da Arquidiocese. No final será distribuído um lanche aos participantes.

- Durante o mês de novembro, o Coordenador Arquidiocesano de Pastoral, e os Coordenadores das Equipes Regionais de Formação, estarão orientando e completando as Equipes Paroquiais de Formação em vista do Encontro Geral, no dia 01/12.

- Dia 01 de dezembro, das 9h às 12h, no Salão Paroquial da Paróquia Sagrado Coração de Jesus, acontece o Encontro Geral das Equipes Paroquiais de Formação.

- Dia 15 de dezembro, sábado, das 09h às 12h, no Salão Paroquial da Paróquia Sagrado Coração de Jesus, reunião do Conselho Arquidiocesano de Missão e Pastoral Ampliado – CAMPA.

- Os Coordenadores Arquidiocesanos de Pastorais e Movimentos devem entregar a programação 2019 até o dia 14 de dezembro, seguindo o esquema: Quem? O quê? Quando? Onde? Horário?

Rezemos pelo Arcebispo! Rezemos também uns pelos outros! Que Deus nos ajude e Senhora Santana nos proteja!

Sempre agradecido!

Pe. José Hergesse – Coordenador Arquidiocesano de Pastoral


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Botucatu, 21 de outubro de 2018

Prezados Padres, Diáconos, Religiosos, Seminaristas, Coordenadores Arquidiocesanos de Pastorais, Movimentos, Associações e Organismos Eclesiais da Arquidiocese de Botucatu.

Saúde e Paz!

Realizou-se, de 19 a 21 de outubro, em Itaici, a 40ª Assembleia das Igrejas Particulares dos Estado de São Paulo, com a presença dos Arce(bispos), Padres Coordenadores de Pastoral, Coordenadores e Assessores Diocesanos do Setor Juventude, tratando o tema: “ Os jovens, a fé e o discernimento vocacional”.

Pela Arquidiocese de Botucatu, participaram Dom Maurício Grotto de Camargo, Arcebispo Metropolitano, o Coordenador Arquidiocesano de Pastoral, Pe. Rafael Paixão, Assessor Arquidiocesano do Setor Juventude, o Seminarista Alex Augusto e o jovem Dinael Humberto Moreira, da Paróquia São Joaquim , de Igaraçu do Tiete, SP.

Dia 19/10: Às 14;30h, na Capela, recitação da Hora Média e abertura oficial pelo Presidente do Regional, Dom Pedro Luiz Stringhini, Bispo Diocesano de Mogi das Cruzes, SP e orientações gerais, pelo Secretário do Regional Sul I, Dom Júlio Endi Akamine, Arcebispo Metropolitano de Sorocaba, SP.

Após o cafezinho, às 16:30h a exposição do tema central com o Pe. Toninho, da Comissão Episcopal Pastoral para Juventude da CNBB, seguida da celebração da Eucaristia, jantar e Musical “ Todas Elas em uma”, com o Grupo Oficina Viva.

Dia 20/10: Às 07:30h, Celebração Eucarística com Laudes, Painel das Juventudes com a presença de Coordenadores ( Pastoral da Juventude, Ministério Jovem, Novas Comunidades, Jovens Conectados, Grupos de Jovens Paroquiais e Representante no Sínodo) sob a Coordenação do Pe. Reginaldo, Assessor do Setor Juventude, CNBB SUL 1, almoço, continuação do Painel Juventudes, apresentação da Pastoral Juvenil e dos Projetos da CNBB com os Jovens: Doc. 85, Doc. 103, Rota 300, IDE e JMJ 2019, feita pelo Pe. Toninho. Na segunda parte da tarde: apresentação do Projeto Missionário do SUL 1, da CNBB,, com Dom José Bertanha, Bispo Emérito de Registro, SP, contando com a presença de Dom José Fernando Lisboa, Passionista, Bispo da Diocese de Pemba, Moçambique. Após o jantar, debate no plenário com Dom Antônio Emídio Villar, Bispo de São João da Boa Vista, SP, e Referencia do Setor Juventude, Sul 1, da CNBB, Pe. Toninho e Pe.

Reginaldo, Moviemnto Missionário Mariano, Jantar e Noite Cultural, com o Grupo Comunidade Famílias Novas.

Dia 21/10: Às 07:30h, celebração da Eucaristia com Laudes e apresentação do tema “ Evangelização da Juventude”, com o Pe. João, SCJ, cafezinho, recitação da Hora Média, Encerramento da Assembleia, almoço e retorno.

Que Deus nos ajude e Senhora Santana nos proteja!

Sempre agradecido!

Pe. José Hergesse – Coordenador Arquidiocesano de Pastoral


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Botucatu, 04 de outubro de 2018 - São Francisco de Assis



Prezados Padres, Diáconos, Religiosos, Seminaristas, Coordenadores Arquidiocesanos de Pastorais, Movimentos, Associações e Organismos Eclesiais da Arquidiocese de Botucatu.

Saúde e Paz!

Sob a Presidência de Dom Mauricio Grotto de Camargo, Arcebispo Metropolitano, realizou-se, hoje, das 09h às 11:30h, na Paróquia Sagrado Coração de Jesus, em Botucatu, a última reunião deste ano, do Conselho Arquidiocesano de Missão e Pastoral – CAMP.

Após a oração inicial, leitura da Ata da reunião anterior, foram tratados os seguintes assuntos:

1- EQUIPES REGIONAIS E PAROQUIAIS DE FORMAÇÃO. Está sendo realizada nas RPs a capacitação das Equipes Paroquiais. Das 47 Paróquias, 43 constituíram e enviaram suas Equipes Paroquiais para a capacitação em vista do Projeto Arquidiocesano de Formação dos Discípulos Missionários, que nas Paróquias, terá início em fevereiro de 2019, tratando os temas: Kerígma, Conversão, Discipulado, Comunhão e Missão.

2- REGIÕES PASTORAIS. Foi avaliada a caminhada deste ano. As reuniões dos Padres, apesar das dificuldades e algumas ausências, foram satisfatórias, com diversidade de temas tratados e momento de comunhão presbiteral. As reuniões com os Coordenadores Regionais Leigos ainda estão se organizando, considerando que nem todas as Pastorais e Movimentos estão implantados e articulados.

O trabalho de organização continua, seja das reuniões com os Padres, como também as reuniões com os Coordenadores Regionais Leigos de Pastorais e Movimentos, seguindo o esquema básico, já conhecido:

ESTATUTO DA ARQUIDIOCESE DE BOTUCATU (ATUALIZADO)
CAPÍTULO II – ORGANIZAÇÃO

ART. 5º - A ASB É DIVIDIDA EM REGIÕES PASTORAIS QUE REÚNEM GRUPOS DE PARÓQUIAS VIZINHAS OU AGREGADAS POR CRITÉRIOS RELIGIOSOS-PASTORAIS.

PARÁGRAFO ÚNICO - AS RPS, SOB A COORDENAÇÃO DOS SEUS RESPECTIVOS PADRES COORDENADORES, PROMOVERÃO REU-NIÕES PERIÓDICAS COM OS PADRES E COM OS COORDENADORES REGIONAIS DAS PASTORAIS, MOVIMENTOS, ASSOCIAÇÕES E ORGANISMOS ECLESIAIS, SEGUNDO CRONOGRAMA ANTE-RIORMENTE ESTABELECIDO, COM O OBJETIVO DE UM MAIOR ENTROSAMENTO ENTRE OS AGENTES DE PASTORAL, INCREMENTO DAS ATIVIDADES PASTORAIS E CRESCIMENTO DA COMUNHÃO PASTORAL.

ESQUEMA DAS REUNIÕES

1- PADRES: 4 X AO ANO

- HORÁRIO: A combinar em cada RP

- DINÂMICA: Apresentação de um tema ligado à vida e missão do Presbítero por um dos Padres da RP

- INTERVALO

- Assuntos da Arquidiocese e da RP

- Almoço fraterno

- DATAS e LOCAL: A combinar em cada RP

2- LEIGOS: 4 x ao ano( Coordenadores Regionais das Past/Mov)

- -HORÁRIO: A combinar em cada RP

- -DINÂMICA: Apresentação de um tema ligado à vida e missão dos Cristãos Leigos (as) apresentado por um dos Leigos (as) da RP

- -INTERVALO

- Apresentação de Relatórios das Pastorais e Movimentos, Assuntos da Arquidiocese e da RP

-- DATAS E LOCAL:- A combinar em cada RP

3- PROJETO ARQUIDIOCESANO DE FORMAÇÃO. Aprovado pelo CAMP, está sendo apresentado para a avaliação da Arquidiocese, com a previsão de aprovação oficial na reunião do Conselho Arquidiocesano de Missão e Pastoral Ampliado – CAMPA – que será realizada no dia 15 de dezembro de 2018.

COMISSÃO ARQUIDIOCESANA DE FORMAÇÃO

PROJETO ARQUIDIOCESANO DE FORMAÇÃO DOS DISCÍPULOS MISSIONÁRIOS

2019: Encontros Paroquiais de Formação a partir dos temas:
Kerígma, Conversão, Discipulado, Comunhão e Missão.

Encerramento: 15/11/2019 – La Salle

2020: Estudo do DAMP e DAPS : O que são esses documentos? Como foram elaborados? Qual a importância desses documentos na vida da Arquidiocese?

1º SEMESTRE: Estudo das Diretrizes Arquidiocesanas de Missão e Pastoral - DAMP

2º SEMESTRE: Estudo do Diretório Arquidiocesano da Pastoral dos Sacramentos – DAPS / Encerramento: 15/11/2020 – La Salle

DE 2021 A 2023 - Aprofundamento e aplicação do conteúdo da DAMP e DAPS trabalhando ao mesmo tempo, durante um ano, um aspecto da DAMP e outro do DAPS.

a- 2021: DAMP: Paróquia Ministerial / DAPS: Cuidar de que quem participa

Encerramento: 15/11/2021 – La Salle

b- 2022: DAMP: Paróquia Casa e Escola de Comunhão / DAPS: Acolher quem nos procura

Encerramento: 15/11/2022 – La Salle

c- 2023: DAMP: Paróquia Samaritana / DAPS: Procurar pelos afastados

Encerramento: 15/11/2023 – La Salle

OBJETIVO: Atingir o maior número possível de Agentes de Pastoral e fieis em geral

CONTEÚDO-FONTE: Sagrada Escritura, Vaticano II, V Conferência de Aparecida, Evangelii Gaudium e Diretrizes da CNBB 2020-2024

ORGANIZAÇÃO:

1- Cada Paróquia será acompanhada pela sua Equipe Paroquial de Formação.

2- Os Subsídios serão usados pelas Pastorais, Movimentos e Grupo de Reflexão, com encontros paroquiais de acordo com a realidade de cada Paróquia.

3- Serão também preparados subsídios para celebrações especiais ao longo do ano.

4- Os Subsídios serão preparados pela Comissão Arquidiocesana de Formação, composta de 11 membros e presidida pelo Arcebispo.

5- Outras iniciativas serão tomadas de acordo com a caminhada do Projeto.

2024: ASSEMBLEIA ARQUIDIOCESANA ( Paroquial-Regional e Arquidiocesana): Avaliação do Projeto Arquidiocesano de Formação dos Discípulos Missionários e Sugestões para os próximos anos.

4- CONSELHO ARQUIDIOCESANO DE LEIGOS – CAL. O Arcebispo nomeou para a função do Presidente do Conselho Arquidiocesano de Leigos – CAL - o Sr. Armando Soares de Oliveira, da Paróquia Santo Antônio de Macatuba, SP. A apresentação oficial será no próximo dia 15 de novembro, no Encerramento do Ano do Laicato.

5- ENCERRAMENTO DO ANO DO LAICATO. Será no dia 15 de novembro de 2018, das 08h às 12h, no Auditório do Colégio La Salle com a presença de 20 Representantes por Paróquia. Na última reunião dos Coordenadores Arquidiocesanos foi constituída uma Equipe, sob a coordenação do Márcio Pinheiro, da Paróquia São Benedito, de Botucatu, para organizar o evento.

6- ATUALIZAÇÃO DO CLERO. De 22 a 25 de outubro, em Agudos, SP, com a Assessoria do Pe. Rubens Pedro Cabral da Congregação dos Oblatos de Maria Imaculada, doutor em Psicologia e Presidente da CRB – Sul I, com o tema geral : A Espiritualidade do Presbítero Diocesano. Durante a Atualização, em Agudos, no dia 24/10, às 20h, será realizada a eleição dos Padres Coordenadores das RPs e Representante dos Presbíteros.

7-NOVENA DE NATAL. Cada Paróquia deve procurar pelo material que será usado na Novena de Natal deste ano.

8- REUNIÃO DO CAMPA. Será no dia 15 de dezembro, um sábado, das 09h às 12h, no Salão Paroquial da Paróquia Sagrado Coração de Jesus, em Botucatu. Participam desse Conselho os Coordenadores Arquidiocesanos, os Padres Referenciais, Assessores e membros do CAMP.

9- CONCLUSÃO DE MANDATO. Os Coordenadores Arquidiocesanos, que não seguem Estatuto próprio, e que foram provisionados em fevereiro de 2016, devem até o final do mês de novembro deste ano colocar o cargo à disposição da Pastoral ou Movimento, que pode confirmar o Coordenador (as) por mais um triênio ou indicar uma outra pessoa. Os nomes confirmados ou indicados devem ser entregues até o dia 15 de dezembro deste ano, no Centro Arquidiocesano de Pastoral. O tempo máximo na função de Coordenador Arquidiocesano é de 6 anos. Quem foi provisionado depois dessa data, segue o mesmo esquema ao completar 3 anos da Provisão.

10- CALENDÁRIO PASTORAL 2019. Os Coordenadores Arquidiocesanos devem entregar até o dia 15 de dezembro, a programação 2019, com os eventos Arquidiocesanos e Regionais, seguindo a seguinte ordem: Quem? O quê? Onde? Quanto? Horário? Os dados podem ser enviados no endereço eletrônico

centroarquidiocesanodepastoral@arquidiocesebotucatu.org.br

Rezemos pelo Arcebispo! Rezemos também uns pelos outros! Que Deus nos ajude e Senhora Santana nos proteja! Sempre agradecido!

Pe. José Hergesse –

Coordenador Arquidiocesano de Pastoral.



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DIRETRIZES ARQUIDIOCESANAS DE MISSÃO E PASTORAL DAMP



TEXTO DE LEITURA – OUTUBRO 2018

Continuação do mês de setembro de 2018

4. UMA PARÓQUIA DISCÍPULA MISSIONÁRIA

– A conversão pastoral de nossas comunidades exige que se vá além de uma pastoral de mera conservação para uma pastoral decididamente Missionária.

– Assim será possível que “o único programa do Evangelho continue introduzindo-se na história de cada comunidade eclesial” com novo ardor missionário, fazendo com que a Igreja se manifeste como mãe que vai ao encontro, uma casa acolhedora, uma escola permanente de comunhão missionária.

– Levando em consideração as dimensões de nossas Paróquias, é aconselhável a setorização em unidades territoriais menores, com equipes próprias de animação e coordenação que permitam maior proximidade com as pessoas e grupos que vivem na região.

– Uma Paróquia, comunidade de discípulos missionários, requer organismos que superem qualquer tipo de burocracia. Os Conselhos Pastorais Paroquiais terão de estar formados por discípulos missionários constantemente preocupados em chegar a todos.

4.1 - DIMENSÃO MINISTERIAL

A imagem da Orquestra

VER (Resultado das Assembleias Paroquiais – 2016)
– Como expressão da falta de consciência de que todos são servidores do Reino, ainda existe entre muitos Agentes de Pastoral, Padres ou fieis Leigos, a mentalidade que são “donos” da função que ocupam ou do cargo que exercem, e que não devem satisfação aos Superiores, no caso dos fieis Leigos, ao Pároco, e os Presbíteros, ao Arcebispo.

– Em algumas Paróquias constata-se forte centralização das atividades litúrgico- pastorais na igreja Matriz, sem a adequada atenção às atuais ou possíveis novas comunidade rurais ou urbanas que vão surgindo. – Nas Paróquias, em geral, encontram-se Agentes de Pastoral por demais sobrecarregados, exercendo ao mesmo tempo diversas funções pastorais, com a justificativa de que faltam pessoas disponíveis.

– Um bom número de Agentes de Pastoral permanece por muito tempo exercendo a mesma função, como consequência, afirma-se, da falta de responsabilidade ou de tempo por parte de outros membros da Comunidade; ou, então, porque outros membros da Comunidade não se sentem ou não se encontram capacitados e preparados para o exercício dessas respectivas funções.

– A presença de pessoas com apego exagerado aos cargos e funções que ocupam, sentindo como se fossem insubstituíveis, dificultando as mudanças, a renovação e a participação de novos membros na vida da Comunidade.

– Os Coordenadores (as) Paroquiais da Pastorais e Movimentos, em consequência da falta de uma maior e melhor distribuição das atividades pastorais, muitas vezes, além de sobrecarregados, sentem-se sozinhos, cansados, desmotivados, ou, então, desamparados pelos Párocos, realizando tão somente um trabalho de manutenção.

– Em alguns casos, os Párocos e os Coordenadores Paroquiais de Pastorais ou Movimentos apresentam dificuldades no incentivo ao surgimento de novos Ministérios, ou, então, na coordenação dos diversos ministérios e funções presentes na Paróquia.

JULGAR ( V Conferência, Evanglii Gaudium e CNBB 100 )

– A diversidade de carismas, ministérios e serviços, abre o horizonte para o exercício cotidiano da comunhão através da qual os dons do Espírito são colocados à disposição dos demais para que circule a caridade.

– De fato, cada batizado é portador de dons que deve desenvolver em unidade e complementaridade com os dons dos outros, a fim de formar o único Corpo de Cristo, entregue para a vida do mundo.

– O reconhecimento prático da unidade orgânica e da diversidade de funções assegurará maior vitalidade missionária e será sinal e instrumento de reconciliação e paz para nossos povos.

– Cada comunidade é chamada a descobrir e integrar os talentos escondidos e silenciosos que o Espírito presenteia aos fiéis.

AGIR ( Resultado das Assembleias Paroquiais 2017)

1- Nas Paróquias, Capelas ou Comunidades os Agentes de Pastoral exerçam, por vez, apenas uma única coordenação paroquial, deixando, desse modo, espaço para a procura e a inserção de novas pessoas nas funções de coordenação.

2- O tempo para o exercício do ministério de coordenação na Arquidiocese seja de 3 anos com a possibilidade de somente uma recondução. Ou seja, no máximo 6 anos de duração.

3- Estabelecer cursos ou elaborar orientações básicas para a capacitação dos Agentes de Pastoral que exercem função de coordenação, contando com a ajuda de profissionais da área de recursos humanos de empresas e entidades filantrópicas.

4.2 - DIMENSÃO CASA E ESCOLA DE COMUNHÃO

A parábola dos porcos espinhos

VER (Resultado das Assembleias Paroquiais 2016)

– A presença de desentendimento entre os Agentes de Pastoral, que se acusam mutuamente, gerando conflitos, divisões e afastamentos, consequência da falta de um projeto pastoral comum e de uma coordenação paroquial que os direcione e os oriente na caminhada pastoral.

– Alguns Coordenadores Paroquiais de Pastorais e Movimentos não estão preparados para o ministério de Coordenação, e, muitas vezes, sem querer, acabam por produzir resultados negativos, contraproducentes.

– A falta de objetividade nas reuniões, bem como a falta de cumprimento dos horários estabelecidos, dificultam a participação, produzindo insatisfação e desânimo nos participantes.

– Pessoas que permanecem por muito tempo exercendo uma determinada função ou Coordenação e que não são ou não permitem ser preparadas para o momento da transição e chegada de novos participantes, quando são substituídas produzem transtornos e sofrimentos na Paróquia.

– A falta de planejamento e de calendário pastoral que provoca desencontro, atrito e desconforto entre os Agentes de Pastoral.

– Agentes de Pastoral, Padres ou fieis Leigos, que produzem iniciativas litúrgico-pastorais pessoais em desacordo com a atual orientação da Igreja e da Arquidiocese, que acabam criando dúvidas, confusão e discórdias entre os fieis.

– O comportamento de Padres e fieis Leigos que em vez de orientar e conduzir as pessoas para Jesus Cristo, fazendo com que todos cresçam e vivam no exercício da liberdade de verdadeiros filhos de Deus e membros responsáveis da Igreja, produzem grupos fechados, ligados e apegados diretamente à sua pessoa, ao lugar em que se encontram, à sua imagem e ao cargo que exercem, dificultando as mudanças e as transferências.

– As críticas destrutivas de um Agente de Pastoral, Padre ou fiel Leigo, em relação a um outro, que provoca mal estar e desalento entre os fieis e Comunidades.

– A falta de acolhida nas atitudes de muitos Agentes de Pastoral, Padres ,fieis Leigos e Secretarias Paroquiais, que dificultam o entendimento e a comunhão entre os que já participam e impedem que as pessoas afastadas se aproximem da Comunidade.

JULGAR ( V Conferência, Evangelli Gaudium e CNBB 100)

– A Igreja, como “comunidade de amor” é chamada a refletir a glória do amor de Deus, que é comunhão, e assim atrair as pessoas e os povos para Cristo. No exercício da unidade desejada por Jesus, os homens e mulheres de nosso tempo se sentem convocados e recorrem à formosa aventura da fé.

– “Que também eles vivam unidos a nós para que o mundo creia”. (Jo 17,21). A Igreja cresce, não por proselitismo, mas “por ‘atração’: como Cristo ‘atrai tudo para si’ com a força do seu amor”.

– A Igreja “atrai” quando vive em comunhão, pois os discípulos de Jesus serão reconhecidos se amarem uns aos outros como Ele nos amou. (cf. Rm 12,4-13; Jo 13,34).

– No povo de Deus, “a comunhão e a missão estão profundamente unidas entre si... A comunhão é missionária e a missão é para a comunhão”.

– Nas Igrejas particulares, todos os membros do povo de Deus, segundo suas vocações específicas, somos convocados à santidade na comunhão e na missão.

– A vida em comunidade é essencial à vocação cristã. O discipulado e a missão sempre supõem a pertença a uma comunidade. Deus não quis salvar-nos isoladamente, mas formando um Povo.

– Este é um aspecto que distingue a experiência da vocação cristã de um simples sentimento religioso individual. Por isso, a experiência de fé é sempre vivida em uma Igreja Particular.

– A Diocese, presidida pelo Bispo, é o primeiro espaço da comunhão e da missão. Ele deve estimular e conduzir uma ação pastoral orgânica renovada e vigorosa, de maneira que a variedade de carismas, ministérios, serviços e organizações se orientem no mesmo projeto missionário para comunicar vida no próprio território.

AGIR ( Resultado das Assembleias Paroquiais 2017)

1- Fazer com que os Conselhos Paroquiais, em especial o CAP e CMPP, executem suas funções, em vista de uma pastoral paroquial orgânica e eficiente.

2- Apresentar orientações básicas, a partir das Diretrizes Arquidiocesanas, em vista da elaboração de planejamento, planos e projetos pastorais, segundo o método ver, julgar, agir e avaliar.

3- Implantar a Comissão Arquidiocesana de Formação Permanente dos Agentes Pastorais, a partir dos aspectos e dimensões contidas nas Diretrizes Arquidiocesanas de Missão e Pastoral.

4.3 - DIMENSÃO SAMARITANA

A parábola do Bom Samaritano

VER ( Resultado das Assembleias Paroquiais 2016)

– O desafio em conciliar Fé e Vida, de modo que a Fé se expresse em gestos concretos de solidariedade com os mais necessitados, espiritual ou socialmente carentes, e a Vida seja orientada pela Fé, nas decisões que são tomadas.

– Pouco interesse por parte das Paróquias em constatar e responder aos desafios sociais existentes em seu território e investir recursos próprios em projetos sociais.

– Dificuldades no modo correto e concreto da participação dos fieis Leigos na Política, considerada um instrumento privilegiado de transformação social.

– Falta de conhecimento da Doutrina Social da Igreja.

JULGAR ( V Conferência, Evangelii Gaudium e CNBB 100)

– A opção preferencial pelos pobres é uma das peculiaridades quemarca a fisionomia da Igreja latino-americana e caribenha. De fato, João Paulo II, dirigindo-se a nosso continente, sustentou que “converter-se ao Evangelho, para o povo cristão que vive na América, significa revisar todos os ambientes e dimensões de sua vida, especialmente tudo o que pertence à ordem social e à obtenção do bem comum”.

– Nossa fé proclama que “Jesus Cristo é o rosto humano de Deus e o rosto divino do homem”. Por isso, “a opção preferencial pelos pobres está implícita na fé cristológica naquele Deus que se fez pobre por nós, para nos enriquecer com sua pobreza”. Essa opção nasce de nossa fé em Jesus Cristo, o Deus feito homem, que se fez nosso irmão. Opção, no entanto, não exclusiva, nem excludente.

– O Santo Padre nos recorda que a Igreja está convocada a ser “advogada da justiça e defensora dos pobres” diante das “intoleráveis desigualdades sociais e econômicas”, que “clamam ao céu”.

– Temos muito que oferecer, visto que “não há dúvida de que a Doutrina Social da Igreja é capaz de despertar esperança em meio às situações mais difíceis, porque, se não há esperança para os pobres, não haverá para ninguém, nem sequer para os chamados ricos”.

– A opção preferencial pelos pobres exige que prestemos especial atenção aos profissionais católicos que são responsáveis pelas finanças das nações, aos que fomentam o emprego, aos políticos que devem criar as condições para o desenvolvimento econômico dos países, a fim de lhes dar orientações éticas coerentes com sua fé.

AGIR ( Resultado das Assembleias Paroquiais 2017)

1- Incentivar a participação de membros das Paróquias nos Conselhos Municipais.

2- Apresentar orientações pastorais, sem identificação partidária, por ocasião das campanhas eleitorais, como forma de conscientização política dos cidadãos.

3- Instituir uma Equipe Arquidiocesana especializada no estudo e na divulgação da Doutrina Social da Igreja.

Continua em novembro de 2018

ATENÇÃO: O TEXTO COMPLETO DAS DIRETRIZES ARQUIDIOCESANAS DE MISSÃO E PASTORAL – DAMP – ENCONTRA-SE NA PÁGINA DA ARQUIDIOCESE NO ESPAÇO ORIENTAÇÕES.



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COLÉGIO DE CONSULTORES
27/09/2018



ASSUNTOS TRATADOS:

1- O Dr. Eduardo Daher Zacarias, Promotor de Justiça e membro do Conselho Arquidiocesano de Economia, apresentou alguns esclarecimentos a respeito do projeto de construção de edifícios em terreno da Mitra Arquidiocesana, na cidade de Botucatu, que, sob a coordenação do Ecônomo da Arquidiocese, Côn. Émerson Rogério Anizi, vem sendo elaborado desde o ano passado.

2- O Pe. Luiz Grillo, Pároco da Paróquia Imaculada Conceição, de Pereiras, SP, detalhou os procedimentos e as etapas que serão seguidas em vista da quitação da dívida que a Paróquia tem com a Mitra Arquidiocesana.

3- Foi aprovada a proposta do Côn. Émerson Rogério Anizi, Ecônomo Arquidiocesano, de constituir uma Comissão para estudar a situação econômica das Paróquias e possível revisão no valor da Taxa de contribuição paroquial mensal à Mitra Arquidiocesana. Fazem parte da Comissão: Côn. Émerson Rogério Anizi, Mons. Carlos José de Oliveira, Côn. Alberto Campezato e Pe. Sebastião dos Santos.

4- O Côn. Émerson Rogério Anizi, Ecônomo da Arquidiocese, informou a respeito da Casa alugada em Marília, SP, que, a partir do próximo ano, vai acolher os estudantes de Filosofia e de Teologia da Arquidiocese de Botucatu, SP. A casa de propriedade de uma Congregação Religiosa feminina, alugada no valor mensal de R$ 5 mil reais, possui espaço físico suficiente para acolher até 18 estudantes.

5- O Pe. James Mwaura Mbugua, IMC, Pároco da Paróquia São Manuel, em São Manuel, SP, falou sobre o projeto de reforma da igreja Santa Terezinha, que vai contar com a ajuda econômica de parentes e conhecidos do Pe. Bisio, um Missionário da Consolata, de origem italiana, que se encontra sepultado nessa igreja.

Pe. José Hergesse – Secretário do Colégio de Consultores

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CONSELHO ARQUIDIOCESANO DE PRESBÍTEROS CAPRE - 27/09/2018


Após as consultas realizadas durante os meses de agosto e setembro, tendo ouvido o parecer favorável do Conselho Arquidiocesano de Presbíteros, Dom Mauricio Grotto de Camargo, Arcebispo Metropolitano de Botucatu determinou as seguintes transferências que passam a ser concretizadas a partir do dia 1º de janeiro de 2019. Até essa data cada um continua na sua respectiva função:

- Pe Laudo Correa de Vigário Paroquial da Paróquia Santuário Santa Teresinha de Cerqueira César para Pároco da Paróquia Nossa Senhora da Boa Morte de Arandu.
- Pe Edelcio Augusto Soares de Pároco da Paróquia Nossa Senhora de Fátima de Avaré para Paróquia Santo Antônio de Macatuba.
- Pe Fernando Gusson Maróstica da Paróquia Santo Antônio de Macatuba para Paróquia Nossa Senhora de Fátima de Avaré.
- Pe Ednilson Aparecido das Neves de Vigário Paroquial da Paróquia São Pedro Apóstolo de Avaré e de Vigário Paroquial da Paróquia Nossa Senhora da Boa Morte de Arandu para Pároco da Paróquia Santo Antônio de Rubião Júnior, Botucatu.
- Pe Sebastião dos Santos de Pároco da Paróquia São João Batista de Laranjal Paulista para Vigário Paroquial da Paróquia São Pedro Apóstolo de Avaré.
- Pe Áthila José Tintino de Vigário Paroquial de Paróquia São João Batista de Laranjal Paulista para Pároco da mesma.
- Pe Marcelo Henrique do Prado de Pároco da Paróquia São Benedito de Botucatu para Pároco da Paróquia São Benedito de Avaré.
- Pe Ademar Domingos Roma de Pároco da Paróquia São Benedito de Avaré para Pároco da Paróquia São Benedito de Botucatu.
- Pe Ivonil Parraz de Pároco da Paróquia Santo Antônio -Rubião Júnior de Botucatu para Reitor da Casa de Formação da Arquidiocese de Botucatu para estudantes de Filosofia e Teologia na cidade de Marília -SP.

Agradecemos os trabalhos de todos e pedimos a Senhora Sant’Ana que abençoe a todos!
Pe Adauto José Martins, Representante dos Presbíteros e Secretário do CAPRE .



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TEXTO DE LEITURA – SETEMBRO 2018

DIRETRIZES ARQUIDIOCESANAS DE MISSÃO E PASTORAL
DAMP

APRESENTAÇÃO

Com renovada consciência de que a evangelização continuamente parte do encontro, adesão e contemplação de Jesus Cristo presente em sua Igreja e se desenvolve, na força do Espírito Santo, em diálogo com os contextos em que se realizam, estas Diretrizes são oferecidas a todas as paróquias, pastorais, movimentos, associações e organismos eclesiais de nossa Igreja Particular. Que elas possam contribuir para que a “alegria do Evangelho” renove profundamente nossas comunidades e anime continuamente nosso entusiasmo missionário.
O Papa Francisco, na Exortação Apostólica Evangelii Gaudium indicou os caminhos para o percurso da Igreja nos próximos anos e convocou todas as Igrejas Particulares a “avançar no caminho da conversão pastoral missionária”, a “não deixar as coisas como estão” e a se “constituir em estado permanente de missão”, reforçando e aprofundando as grandes opções da Conferência de Aparecida.
As Diretrizes não contêm fórmulas pastorais mágicas nem são constituídas basicamente de normas específicas. Seu valor está no“espírito” que orienta e na luz que aponta o caminho a trilhar. Assim, com o espírito de uma Igreja “em saída” desejamos “acolher” melhor os que se aproximam; “cuidar” bem dos membros da comunidade e “procurar” os que se encontram longe. À luz da Conferência de Aparecida, da Exortação Apostólica “A Alegria do Evangelho” e das DGAE da Igreja no Brasil queremos nos comprometer com uma Igreja sempre mais ministerial; Casa e Escola de Comunhão e Samaritana.
O que eu espero de todos os cristãos de nossa Igreja Particular é o máximo de fidelidade às promessas do Batismo e da Crisma, e, de modo especial, dos diáconos e presbíteros também às promessas do sacramento da Ordem. Tudo na vida e na missão da Igreja é comunhão e participação.
Devemos ao mundo um testemunho de comunhão afetiva, teológica e pastoral entre nós, com a caminhada da Igreja no Brasil, na América Latina e Caribe e, de modo, muito especial com o Santo Padre, o Papa Francisco.
Agradeço de coração a participação e colaboração de todos os agentes de pastoral das paróquias, pastorais, movimentos e associações, de nossos diáconos, presbíteros e religiosos, bem como todo trabalho e empenho dos membros da Coordenação Arquidiocesana de Pastoral.
Que Deus, o Pai de Nosso Senhor Jesus Cristo, nos abençoe e que Maria Santíssima, estrela da evangelização, nos acompanhe sempre.

Botucatu, 15 de novembro de 2017


Dom Maurício Grotto de Camargo Arcebispo Metropolitano de Botucatu


1.INTRODUÇÃO

A Igreja é chamada a repensar profundamente e a relançar com fidelidade e audácia sua missão nas novas circunstâncias latino-americanas e mundiais. Ela não pode fechar-se frente àqueles que só veem confusão, perigos e ameaças ou àqueles que pretendem cobrir a variedade e complexidade das situações com uma capa de ideologias gastas ou de agressões irresponsáveis. Trata-se de confirmar, renovar e revitalizar a novidade do Evangelho arraigada em nossa história, a partir de um encontro pessoal e comunitário com Jesus Cristo, que desperte discípulos e missionários. V Conferência de Aparecida, nº 11 – 2007
A Igreja «em saída» é a comunidade de discípulos missionários que «primeireiam», que se envolvem, que acompanham, que frutificam e festejam. Primeireiam – desculpai o neologismo –, tomam a iniciativa! A comunidade missionária experimenta que o Senhor tomou a iniciativa, precedeu-a no amor (cf. 1 Jo 4, 10), e, por isso, ela sabe ir à frente, sabe tomar a iniciativa sem medo, ir ao encontro, procurar os afastados e chegar às encruzilhadas dos caminhos para convidar os excluídos. Com obras e gestos, a comunidade missionária entra na vida diária dos outros, encurta as distâncias, abaixa-se, se for necessário, até à humilhação e assume a vida humana, tocando a carne sofredora de Cristo no povo. Evangelii Gaudium, nº 24 – 2013
A pastoral em chave missionária exige o abandono deste cómodo critério pastoral: «fez-se sempre assim». Convido todos a serem ousados e criativos nesta tarefa de repensar os objetivos, as estruturas, o estilo e os métodos evangelizadores das respectivas comunidades. Uma identificação dos fins, sem uma condigna busca comunitária dos meios para os alcançar, está condenada a traduzir-se em mera fantasia. A todos exorto a aplicarem, com generosidade e coragem, as orientações deste documento, sem impedimentos nem receios. Evangelii Gaudium, nº 33 – 2013
2. A PARÓQUIA

2.1 - CÓDIGO DE DIREITO CANÔNICO
Cân. 515 - § 1. Paróquia é uma determinada comunidade de fiéis, constituída estavelmente na Igreja particular, e seu cuidado pastoral é confiado ao Pároco como a seu pastor próprio, sob a autoridade do Bispo diocesano.
Cân. 518 - Por via de regra, a Paróquia seja territorial, isto é, seja tal que compreenda todos os fiéis de um determinado território; onde, porém, for conveniente, constituam-se Paróquias pessoais, em razão de rito, língua, nacionalidade dos fiéis de um território, e também por outra razão determinada.
2.2 - V CONFERÊNCIA DE APARECIDA

– Entre as comunidades eclesiais, nas quais vivem e se formam os discípulos e missionários de Jesus Cristo, sobressaem as Paróquias. São células vivas da Igreja e o lugar privilegiado no qual a maioria dos fiéis tem uma experiência concreta de Cristo e a comunhão eclesial. São chamadas a ser casas e escolas de comunhão.
– Toda Paróquia é chamada a ser o espaço onde se recebe e se acolhe a Palavra, onde se celebra e se expressa na adoração do Corpo de Cristo, e assim é a fonte dinâmica do discipulado missionário. Sua própria renovação exige que se deixe iluminar de novo e sempre pela Palavra viva e eficaz.
– As Paróquias encerram inesgotável riqueza comunitária porque nelas se encontra imensa variedade de situações, idades e tarefas. Sobretudo hoje, quando as crises da vida familiar afeta a tantas crianças e jovens, as Paróquias oferecem espaço comunitário para se formar na fé e crescer comunitariamente.
– A Paróquia precisa ser o lugar onde se assegure a iniciação cristã e terá como tarefas irrenunciáveis: iniciar na vida cristã os adultos batizados e não suficientemente evangelizados; educar na fé as crianças batizadas em um processo que as leve a completar sua iniciação cristã; iniciar os não batizados que, havendo escutado o Querigma, querem abraçar a fé.

2.3 - EXORTAÇÃO APOSTÓLICA EVANGELII GAUDIUM

– A Paróquia não é uma estrutura caduca; precisamente porque possui uma grande plasticidade, pode assumir formas muito diferentes que requerem a docilidade e a criatividade missionária do Pastor e da comunidade.
– Seguindo o exemplo da primeira comunidade cristã, a comunidade paroquial se reúne para partir o pão da Palavra e da Eucaristia e perseverar na catequese, na vida sacramental e na prática da caridade.
– A Paróquia é presença eclesial no território, âmbito para a escuta da Palavra, o crescimento da vida cristã, o diálogo, o anúncio, a caridade generosa, a adoração e a celebração.
– Através de todas as suas atividades, a Paróquia incentiva e forma os seus membros para serem agentes da evangelização. É comunidade de comunidades, santuário onde os sedentos vão beber para continuarem a caminhar, e centro de constante envio missionário.
– As outras instituições eclesiais, comunidades de base e pequenas comunidades, movimentos e outras formas de associação são uma riqueza da Igreja que o Espírito suscita para evangelizar todos os ambientes e setores.
– Embora não seja certamente a única instituição evangelizadora, se for capaz de se reformar e adaptar constantemente, continuará a ser “ a própria Igreja que vive no meio das casas dos seus filhos e das suas filhas”.

3. A RENOVAÇÃO DA PARÓQUIA

– A renovação das Paróquias no início do terceiro milênio exige a reformulação de suas estruturas, para que seja uma rede de comunidades e grupos, capazes de se articular conseguindo que seus membros se sintam realmente discípulos e missionários de Jesus Cristo em comunhão.
– Isto supõe que esteja realmente em contato com as famílias e com a vida do povo, e não se torne uma estrutura complicada, separada das pessoas, nem um grupo de eleitos que olham para si mesmos. Os melhores esforços das Paróquias neste início do terceiro milênio devem estar na convocação e na formação de leigos missionários. Só através da multiplicação deles poderemos chegar a responder às exigências missionárias do momento atual.
– A V Conferência Geral é uma oportunidade para que todas as nossas Paróquias se tornem missionárias. O número de católicos que chegam à nossa celebração dominical é limitado; é imenso o número dos distanciados, assim como o número daqueles que não conhecem a Cristo.
– A renovação missionária das Paróquias se impõe, tanto na evangelização das grandes cidades como do mundo rural de nosso Continente, que está exigindo de nós imaginação e criatividade para chegar às multidões que desejam o Evangelho de Jesus Cristo.
– Particularmente no mundo urbano, é urgente a criação de novas estruturas pastorais, visto que muitas delas nasceram em outras épocas para responder às necessidades do âmbito rural.
– A diversificação da organização eclesial, com a criação de muitas comunidades, novas jurisdições e organismos pastorais, permitiu que muitas Igrejas locais avançassem na estruturação de uma Pastoral Orgânica, para servir melhor às necessidades dos fiéis.
– Crescem os esforços de renovação pastoral nas Paróquias, favorecendo o encontro com Cristo vivo, mediante diversos métodos de nova evangelização que se transformam em comunidade de comunidades evangelizadas e missionárias.
– Um dos maiores desejos que se têm expressado nas Igrejas da América Latina e do Caribe, motivando a preparação da V Conferência Geral, é o de uma valente ação renovadora das Paróquias, a fim de que sejam de verdade “espaços da iniciação cristã, da educação e celebração da fé, abertas à diversidade de carismas, serviços e ministérios, organizadas de modo comunitário e responsável, integradoras de movimentos de apostolado já existentes, atentas à diversidade cultural de seus habitantes abertas aos projetos pastorais e supra-paroquiais e às realidades circundantes”.
– Uma paróquia renovada multiplica as pessoas que realizam serviços e acrescenta os ministérios. Igualmente, nesse campo, se requer imaginação para encontrar resposta aos muitos e sempre mutáveis desafios que a realidade coloca, exigindo novos serviços e ministérios. A integração de todos eles na unidade de um único projeto evangelizador é essencial para assegurar uma comunhão missionária.
– Temos, porém, de reconhecer que o apelo à revisão e renovação das Paróquias ainda não deu suficientemente fruto, tornando-as ainda mais próximas das pessoas, sendo âmbitos de viva comunhão e participação e orientando-as completamente para a missão.
4. UMA PARÓQUIA DISCÍPULA MISSIONÁRIA

– A conversão pastoral de nossas comunidades exige que se vá além de uma pastoral de mera conservação para uma pastoral decididamente missionária.
– Assim será possível que “o único programa do Evangelho continue introduzindo-se na história de cada comunidade eclesial” com novo ardor missionário, fazendo com que a Igreja se manifeste como mãe que vai ao encontro, uma casa acolhedora, uma escola permanente de comunhão missionária.
– Levando em consideração as dimensões de nossas Paróquias, é aconselhável a setorização em unidades territoriais menores, com equipes próprias de animação e coordenação que permitam maior proximidade com as pessoas e grupos que vivem na região.
– Uma Paróquia, comunidade de discípulos missionários, requer organismos que superem qualquer tipo de burocracia. Os Conselhos Pastorais Paroquiais terão de estar formados por discípulos missionários constantemente preocupados em chegar a todos.



OBS – O TEXTO COMPLETO DAS DIRETRIZES ARQUIDIOCESANAS DE MISSÃO E PASTORAL – DAMP - ENCONTRA-SE NA PÁGINA DA ARQUIDIOCESE NO ESPAÇO ORIENTAÇÕES.


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Botucatu, 07 de agosto de 2018

Prezados Padres, Diáconos, Religiosos, Seminaristas, Coordenadores Arquidiocesanos de Pastorais, Movimentos, Associações e Organismos Eclesiais da Arquidiocese de Botucatu.

Saúde e Paz!.

Realizou-se, hoje, dia 07 de agosto de 2018, sob a Presidência de Dom Benedito Gonçalves dos Santos, Bispo Diocesano de Presidente Prudente, SP - Presidente do Sub- Regional, e coordenação do Pe. Carlos Roberto dos Santos, Secretário, a 3ª reunião deste ano do Sub-Regional, no ITRA, em Marília, SP.

Pela Arquidiocese de Botucatu, participaram Dom Maurício Grotto de Camargo, Arcebispo Metropolitano, o Coordenador Arquidiocesano de Pastoral, Pe. Adauto José Martins, Representante dos Presbíteros, Ir. Maria Helena de Carvalho, Marcelina, Presidente da CRB, de Botucatu, SP, Pe. Rafael Antônio Soares Paixão Assessor do Setor Juventude, e Jairo do Amaral, pela Campanha da Fraternidade.

Terminada, na Capela, a oração inicial presidida pela Diocese de Marília, SP, no Salão de Eventos, após as boas vindas aos participantes por parte do Presidente do Sub-Regional e leitura da Ata da reunião anterior, o Secretário apresentou o Pe. Marcos Roberto Cesário da Silva, da Diocese de Marília, SP, que tratou do tema “ Juventude: protagonista de uma mudança social – Sínodos dos Bispos – Jornada Mundial da Juventude 2019”

Depois do intervalo, os Coordenadores ou Assessores Diocesanos apresentaram, com o tempo de 5 minutos cada, a situação em que se encontra o trabalho do Setor Juventude, em cada Diocese, seguido de alguns comentários, observações e sugestões referentes ao assunto tratado e comunicações gerais.

Após o almoço realizou-se a reunião Privativa dos Bispos e também os encontros dos Coordenadores Diocesanos de Pastoral, dos Religiosos e do Setor Juventude A próxima reunião do Sub-Regional será no dia 30 de outubro, com avaliação do ano 2018 e programação de 2019.

OBS – O Centro Arquidiocesano de Pastoral está realizando um trabalho de atualização dos endereços eletrônicos dos Padres, dos Coordenadores Arquidiocesanos e das Paróquias. Ao mesmo tempo estamos sendo informados que nem todos estão recebendo o material enviado. Por esse motivo, até que seja possível acertar essa situação, por precaução, para que ninguém fique sem o material, estamos enviando de dois remetentes: pe.hergesse@gmail.com e centroarquidicoesanodepastoral@arquidiocesebotucatu.org.br.


Pedimos desculpas pelo inconveniente, mas acreditamos que até o final desta semana os endereços estejam todos atualizados.

Que Deus nos ajude e Senhora Santana nos proteja!


Sempre agradecido!

Pe. José Hergesse – Coordenador Arquidiocesano de Pastoral


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Botucatu, 02 de agosto de 2018 - Quinta-feira da 17ª Semana do Tempo Comum

Prezados Padres, Diáconos, Religiosos, Seminaristas, Coordenadores Arquidiocesanos de Pastorais, Movimentos, Associações e Organismos Eclesiais da Arquidiocese de Botucatu.

Saúde e Paz!.

Sob a Presidência de Dom Mauricio Grotto de Camargo, Arcebispo Metropolitano, realizou-se, hoje, dia 02 de agosto de 2018, das 09h às 11h, na Paróquia Sagrado Coração de Jesus, em Botucatu, mais uma reunião do Conselho Arquidiocesano de Missão e Pastoral – CAMP.
ASSUNTOS TRATADOS:

1- ESTATUTO DO CAPRE. Na próxima reunião geral do Clero, dia 23 de agosto de 2018, das 09h às 12h, no Centro Arquidiocesano de Pastoral, será realizada a atualização do Estatuto do Conselho Arquidiocesano de Presbíteros – CAPRE -, naquilo que se refere à função, duração do mandato e critério para escolha dos Padres Coordenadores das Regiões Pastorais.

2- TRANSFERÊNCIAS DE PADRES. Nas reuniões do Conselho Arquidiocesano de Presbíteros – CAPRE – dos meses de agosto e setembro, por decisão do Arcebispo, serão analisadas as possíveis transferências de Padres que deverão acontecer no início de 2019.

3- ELEIÇÕES - COORDENAÇÕES 2019. Com a indicação das possíveis transferências de Padres já concluída, no dia 24 de outubro, uma quarta-feira, às 20h, em Agudos, SP, durante a Atualização do Clero será realizada a eleição dos novos Padres Coordenadores das RPs, do Representante dos Presbíteros e dos Religiosos e do Coordenador Arquidiocesano de Pastoral.

4- COORDENADOR ARQUIDIOCESANO DE PASTORAL. Para a escolha do Coordenador Arquidiocesano de Pastoral, o procedimento será o seguinte: No dia 24 de outubro, em Agudos, cada uma das RPs apresenta ao Arcebispo o nome de um Padre para ser o Coordenador Arquidiocesano de Pastoral; em seguida, o Arcebispo apresenta os nomes indicados pelas RPs para avaliação do CAPRE, na reunião do dia 22 de novembro de 2018. Após, essa consulta ao CAPRE, o Arcebispo faz a nomeação do Coordenador Arquidiocesano de Pastoral para os próximos 3 anos ( 2019-2021).

5- - CENTRO ARQUIDIOCESANO DE PASTORAL. A partir do dia 06 de agosto de 2018, com o seguinte horário: das 08h às 13h e das 14h às 17h. Aos sábados, das 08h às 12h. O telefone: (14) 3354-7544. Endereço eletrônico: centroarquidiocesanodepastoral@arquidiocesebotucatu.org.br. Durante o expediente, o Centro Arquidiocesano de Pastoral disponibiliza sua Biblioteca, com diversos livros de teologia, para uso na Sala de Reuniões.

6- - BANCO DE DADOS. As Coordenações Arquidiocesanas das Pastorais e Movimentos devem continuar enviando ao Centro Arquidiocesano de Pastoral os nomes e os dados dos seus Coordenadores Paroquiais e Regionais. A Equipe coordenada pela Solange Aguiar, Secretária do CAMPA/CAMP, também continua solicitando junto às Paróquias os dados atualizados dos Coordenadores Paroquiais das Pastorais e Movimentos.

7- COMISSÃO ARQUIDIOCESANA DE FORMAÇÃO – CAF. Constituída pelos seguintes membros: Presidente: Dom Maurício Grotto de Camargo, Arcebispo Metropolitano; Coordenador: Pe. José Hergesse. Outros membros: Pe. Ivonil Parraz, Pe. Nelson Maria Brechó, Diác. Marcos Tozadore, Terezinha Montovani, Diác. Atílio Altiero e mais os 4 Coordenadores das Equipes Regionais de Formação. Ao todo, são 11 membros com a finalidade de pensar, organizar, executar e avaliar a formação permanente dos Agentes de Pastoral e fieis em geral, na Arquidiocese de Botucatu.

8- PROJETO ARQUIDIOCESANO DE FORMAÇÃO DOS DISCÍPULOS MISSIONÁRIOS. É a primeira iniciativa da Comissão Arquidiocesana de Formação e tem como objetivo aplicar o conteúdo dos 5 aspectos da formação dos Discípulos Missionários, como solicitado pela V Conferência de Aparecida, e, confirmados pela Evangelii Gaudium: 1- Anúncio de Jesus Cristo; 2- A conversão; 3- O Discipulado; 4- A comunhão e 5- A Missão.

No próximo sábado, dia 04/08/2018, estaremos concluindo a capacitação das Equipes Regionais, já constituídas, com pelo menos 5 membros cada. Nos meses de setembro, outubro e novembro, as Equipes Regionais estarão capacitando as Equipes Paroquiais, também com a composição de 5 membros cada. O início da aplicação dos Encontros de Formação nas Paróquias está previsto para começar em fevereiro de 2019.

No dia 01/12/2018, no Salão Paroquial da Paróquia Sagrado Coração de Jesus, das 09h às 12h, será realizado o Encontro Geral das 46 Equipes Paroquiais de Formação, para um momento de reflexão, oração, acerto de detalhes dos Encontros de Formação e confraternização. Se todas as Paróquias constituírem suas Equipes Paroquiais de Formação, teremos, na Arquidiocese, um total de 320 Palestrantes ou Multiplicadores de conteúdos. Essas Equipes constituídas permanecem organizadas aguardando por outras iniciativas da Comissão Arquidiocesana de Formação.

9- ANO DO LAICATO. A organização do encerramento do Ano do Laicato, no dia 15 de novembro de 2018, no Colégio La Salle, das 08h às 12h, será de responsabilidade dos Coordenadores Arquidiocesanos das Pastorais e Movimentos. O assunto será tratado na reunião do Coordenador Arquidiocesano de Pastoral, com os Coordenadores Arquidiocesanos, no dia 25 de agosto de 2018, um sábado, no Centro Arquidiocesano de Pastoral, das 09h às 12h.

10- ATUALIZAÇÃO DO CLERO. Será realizada de 22 a 25 de outubro, em Agudos, SP, sob a orientação do Pe. Rubens Pedro Cabral, OMI, da Congregação dos Padres Oblatos de Maria Imaculada, doutor em Psicologia e Presidente da Conferência dos Religiosos do Brasil (CRB) – Sul 1, com o tema geral: A espiritualidade do Presbítero Diocesano.


Rezemos pelo Arcebispo e rezemos também uns pelos outros! Que Deus no ajude e Senhora Santana nos proteja!


Sempre agradecido!
Pe. José Hergesse – Coordenador Arquidiocesano de Pastoral

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CENTRO ARQUIDIOCESANO DE PASTORAL


PÇA DOM LUIZ MARIA DE SANTANA, Nº 176 - CENTRO
CEP 18.600-311 - BOTUCATU – SP - (14) 3354-7544
CUIDAR - ACOLHER - PROCURAR
e.mail: centroarquidiocesanodepastoral@arquidiocesebotucatu.org.br

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Botucatu, 07 de julho de 2018

Prezados Padres, Diáconos, Religiosos, Seminaristas, Coordenadores Arquidiocesanos de Pastorais, Movimentos, Associações e Organismos Eclesiais da Arquidiocese de Botucatu.

Saúde e Paz!.

Com a graça de Deus, a colaboração dos Padres Coordenadores das RPs e a generosa disponibilidade dos participantes, Leigos e Leigas, iniciaram-se, hoje, dia 07 de julho de 2018, no Centro Arquidiocesano de Pastoral – Sala 2, das 09h às 12h, os Encontros de Capacitação das Equipes Regionais da Comissão Arquidiocesana de Formação – CAF.
Para a composição da Equipe Regional foram solicitadas, pelo menos 5 pessoas. O ideal mesmo, seria um grupo de 10 pessoas por RP, como sugeriu o CAMP. Em seguida, os nomes dos participantes:

RP1- BOTUCATU
- Márcia Cristina da Silva, Ir. Fátima , Aparecida de F. Macovis, Lúcia Ribeiro e Marcos Antônio Zoque.

RP2- AVARÉ
Claudio Eduardo Leôncio, Fernanda Costa, Luzia Diniz Araújo, Marcelo da Silva Bueno, Margarida Carvalho Zandoná, Maria Matilde Berna Félix, Mariana Kuzia Dalcin Bertolaccini e Juliana Berna Felix.

RP3 – LARANJAL PAULISTA
- Eduardo Pavan

RP4 – LENÇÓIS PAULISTA
Antônio Sérgio de Vicente / Marta Maria Aparecida Ferres / Bette Campanucci / Ana Paula Ferraz da Silva Santos / katyana Requelme / Andréia Ascieli / Flávia Rufato Tineu / Josiane Nunes Brizola / Ester Cecília de Carvalho / Reinaldo Sérgio / Edna Ivonete da Silva / Paulo Sérgio dos Santos / Gilson Aguiar / José Roberto Bazucco.
Esse primeiro Encontro de Formação - O Anúncio de Jesus Cristo (Kerígma) - esteve sob a responsabilidade do Pe. Ivonil Parraz. No próximo sábado, dia 14/07 – A Conversão: Pe. Nelson Maria Brechó; dia 21/07 - O Discipulado: Diác. Marcos Tozadore; 28/07 – A Comunhão: Terezinha Montovani; 04/08 – A Missão: Diác. Atílio Albiero.
Essas Equipes serão responsáveis, nos meses de setembro, outubro e novembro, pela capacitação das Equipes Paroquiais de Formação. O início dos Encontros de Formação nas Paróquias está previsto para fevereiro de 2019.
Desde já contamos com a colaboração dos Párocos no sentido de constituir a Equipe Paroquial de Formação, com a presença de, pelo menos, 5 Membros, um para cada Tema. Se possível, 10 Membros para facilitar a multiplicação dos Encontros de Formação nas Paróquias e a ajuda no caso de algum imprevisto.
Rezemos pelo Arcebispo! E rezemos também uns pelos outros! Que Deus nos ajude e Senhora Santana nos proteja!

Sempre agradecido!
Pe. José Hergesse – Coordenador da Comissão Arquidiocesana de Formação.

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Botucatu, 16 de junho de 2018

Prezados Padres, Diáconos, Religiosos, Seminaristas, Coordenadores Arquidiocesanos de Pastorais, Movimentos, Associações e Organismos Eclesiais da Arquidiocese de Botucatu.

Saúde e Paz!.

Realizou-se, hoje, dia 16 de junho, com a presença de Dom Mauricio Grotto de Camargo, Arcebispo Metropolitano, das 09h às 11:30h, na Sala 2, do Centro Arquidiocesano de Pastoral, a 2ª reunião deste ano de 2018, dos Coordenadores Arquidiocesanos.
Justificaram a ausência: Pastoral da Criança, Pastoral da Ecologia, Pastoral da Liturgia, Pastoral da Sobriedade, Pastoral da Pessoa Idosa, Pastoral da Fé e Política e RCC. Não participaram nem justificaram a ausência: Pastoral do Dízimo, do Batismo, Vocacional, da Comunicação e ECC.
Na reunião foram tratados assuntos relacionados à organização pastoral da Arquidiocese, intercalando com Relatórios apresentados pelos Coordenadores Arquidiocesanos, sorteados, de acordo com a lista de presença.

Assuntos tratados:

1- BANCO DE DADOS. Já postado na página da Arquidiocese e considerado por todos como uma ferramenta importante na organização pastoral.
2- REGIÕES PASTORAIS – REUNIÕES COORDENADORES REGIONAIS (4 x). Sob a coordenação dos Padres Coordenadores das RPs. Já estão acontecendo, embora ainda existam dúvidas quanto à composição dessas reuniões. Será necessário um pouco mais de tempo para que as Pastorais e Movimentos se organizem melhor, inclusive na escolha dos seus Coordenadores Regionais.
3- SETORES PASTORAIS. Na última reunião do CAMP, dia 03/05/2018, foi aprovada a mudança na terminologia. Onde estava Comissão, o termo agora usado é Setor; e Presidente, passou para Referencial. Em relação aos Assessores Arquidiocesanos não houve nenhuma mudança. Relembrando:

1- SETOR FAMÍLIA: PASTORAL FAMILIAR, ASSOCIAÇÃO ARQUIDIOCESANA DAS FAMÍLIAS, ECC E RCC.
REFERENCIAL: DIÁCONO MARCOS E HERMÍNIA TOZADORE

2- SETOR VOCAÇÕES: MISSIONÁRIA, VOCACIONAL, DIÁCONOS PERMANENTES, PRESBITERAL E CRB
REFERENCIAL: PE. ÁTHILA JOSÉ TINTINO

3- SETOR MINISTÉRIOS EXTRAOR-DINÁRIOS: PALAVRA, COMUNHÃO EUCARÍSTICA E EXÉQUIAS
REFERENCIAL: PE. ADEMAR DOMINGOS ROMA

4- SETOR CATEQUESE: CATECUMENATO, BATISMO, 1ª EUCARISTIA, PERSEVERANÇA, CRISMA, CATEQUESE DE ADULTOS E DÍZIMO
REFERENCIAL: PE. ADAUTO JOSÉ MARTINS

5- SETOR JUVENTUDE
REFERENCIAL: DIÁC. RAFAEL ANTÔNIO PAIXÃO

6- SETOR LITURGIA: LITURGIA, CANTO LITÚRGICO, COROINHAS E ACÓLITOS
REFERENCIAL: PE. EDÉLCIO AUGUSTO SOARES

7- SETOR MOVIMENTOS E ASSOCIAÇÕES: APOSTOLADO DA ORAÇÃO, FOCOLARINOS, OFICINA DE ORAÇÃO E VIDA, LEGIÃO DE MARIA, CURSILHO, TLC, EQUIPES DE NOSSA SENHORA, ECUMENISMO, DIÁLOGO INTER-RELIGIOSO, PONTIFÍCIA OBRAS MISSIONÁRIAS, IRMÃOS DO SANTÍSSIMO, NOVENA DE NATAL, TERÇO DOS HOMENS, CAPELINHAS.
REFERENCIAL: PE. LÚCIO BENTO DE SOUZA

8- SETOR PASTORAIS SOCIAIS: CÁRITAS, CRIANÇA, PESSOA IDOSA, MENOR, SOBRIEDADE, ECOLOGIA, FÉ E POLÍTICA, SAÚDE, CARCERÁRIA, VICENTINOS E EDUCAÇÃO, CAMPANHA DA FRATERNIDADE.
REFERENCIAL: PE. JOSÉ FRANCISCO ANTUNES

9- SETOR COMUNICAÇÃO: COMUNICAÇÃO
REFERENCIAL: PE. PAULO BRONZATO DA SILVA

4- ASSESSORES ARQUIDIOCESANOS. Algumas Pastorais e Movimentos exigem um Assessor ou Assistente Eclesiástico nomeado pelo Arcebispo, em decorrência do próprio Estatuto; em algumas Pastorais ou Movimentos, os Coordenadores e Assessores Arquidiocesanos não estão conseguindo se organizar e desenvolver suas atividades; falou-se da importância de encontrar Assessor com perfil que se identifica com a Pastoral ou Movimento que assessora; falou-se também, no caso da Pastoral ou Movimento, não encontrar um Assessor, que ao menos, os Coordenadores Arquidiocesanos estejam em contato com o Referencial do respectivo Setor para as orientações que se fizerem necessárias.
5- COMISSÃO ARQUIDIOCESANA DE FORMAÇÃO – CAF. Foi apresentado e estudado de modo mais completo a realidade da Comissão Arquidiocesana de Formação em vista da construção de uma ARQUIDIOCESE DISCÍPULA MISSIONÁRIAcomo pedem as Diretrizes Arquidiocesanas de Missão e Pastoral, bem como da implantação do seu primeiro projeto de formação.

Quanto à Coordenação, essa está constituída: COORDENADOR: PE. JOSÉ HERGESSE. OUTROS MEMBROS: PE. IVONIL PARRAZ (RP1). DIÁC. MARCOS TOZADORE (RP1), PE. NELSON MARIA BRECHÓ (RP1), TEREZINHA MONTOVANI (RP2), DIÁC. ATÍLIO LUIZ ALBIERO (RP3).

PROJETO ARQUIDIOCESANO DE FORMAÇÃO DOS DISCÍPULOS MISSIONÁRIOS

Esse é um projeto simples, mas que está sendo preparado de modo que possa atingir o maior número possível de pessoas, enquanto projeto de formação básica para todos os Agentes de Pastoral. Recordando:

PREPARAR OS SUBSÍDIOS

(NOS MESES DE MAIO E JUNHO) :
1- O ANÚNCIO PE. IVONIL PARRAZ
2- A CONVERSÃO PE. NELSON MARIA BRECHÓ
3- O DISCIPULADO DIÁC. MARCO TOZADORE
4- A COMUNHÃO TEREZINHA MANTOVANI, AVARÉ
5- A MISSÃODIÁC. ATÍLLIO LUIZ ALBIERO – CONCHAS, SP.

- APLICAÇÃO DOS CONTEÚDOS ÀS EQUIPES REGIONAIS ( COM 10 PESSOAS POR RP) PELOS PRÓPRIOS AUTORES: 07/07 / 14/07 /21/07 / 28/07 E 04/08 NO CP AZUL, EM BOTUCATU, DAS 08:30H ÀS 12H.
- OS PADRES COORDENADORES DAS RPS SÃO OS RESPONSÁVEIS EM ENCONTRAR NAS PARÓQUIAS DA RP, ESSAS 10 PESSOAS PARA OS 5 SÁBADOS DE CAPACITAÇÃO.
AGOSTO DE 2018: A COMISSÃO ARQUIDIOCESANA ORGANIZA, JUNTAMENTE COM AS EQUIPES REGIONAIS , O ESQUEMA DOS ENCONTROS DE FORMAÇÃO, COM AS DINÂMICAS PARA A APLICAÇÃO DO CONTEÚDO.
DE SETEMBRO A NOVEMBRO: AS EQUIPES REGIONAIS APLICAM OS ENCONTROS DE FORMAÇÃO ÀS EQUIPES PAROQUIAIS ( CADA PARÓQUIA UMA EQUIPE DE 10 PESSOAS)
- A PARTIR DE FEVEREIRO DE 2019: A EQUIPE PAROQUIAL INICIA A APLICAÇÃO DOS ENCONTROS DE FORMAÇÃO NA PARÓQUIA, COM GRUPOS DE MAIS OU MENOS 30 PESSOAS, POR VEZ.
- DESSES ENCONTROS DE FORMAÇÃO DEVEM PARTICIPAR TODOS OS AGENTES DE PASTORAIS, MOVIMENTOS, ASSOCIAÇÕES E ORGANISMOS ECLESIAIS PRESENTES NA PARÓQUIA. OS ENCONTROS DE FORMAÇÃO SÃO ABERTOS TAMBÉM A OUTRAS PESSOAS QUE QUISEREM PARTICIPAR.
- ESSE TRABALHO PERMANECE ENQUANTO A PARÓQUIA TIVER PAROQUIANOS INTERESSADOS OU DISPONÍVEIS EM PARTICIPAR DOS ENCONTROS DE FORMAÇÃO.
- AS EQUIPES CONSTITUÍDAS NA REGIÕES PASTORAIS E NAS PARÓQUIAS PERMANECEM ORGANIZADAS PARA OUTROS PROJETOS FORMATIVOS ENCABEÇADOS PELA COMISSÃO ARQUIDIOCESANA DE FORMAÇÃO – CAF.

6- ANO DO LAICATO. Foi realizada uma breve avaliação. Entre outras: constata-se pouco interesse por parte dos Padres na divulgação do Ano do Laicato nas Paróquias; quanto ao Projeto Arquidiocesano do Ano do Laicato, os Responsáveis( Presidentes das Comissões (agora Setores) pelas diversas iniciativas planejadas, não estão conseguindo apresentar resultados satisfatórios; por outro lado, percebe-se que as Pastorais e Movimentos nas suas reuniões e encontros de formação estão conseguindo estudar o Documento 105 da CNBB, com grande aceitação entre os seus membros. Quem tiver interesse poderá entrar em contato com o Pe. Lúcio Bento de Souza – Setor Movimentos e Responsável pelo divulgação do Doc. 105 e fazer uso do material por ele preparado. (luciobs1@hotmail.com).
7- ORIENTAÇÕES PARA OS COORDENADORES PAROQUIAIS. Os participantes puderam também entrar em contato com o projeto de orientação aos Coordenadores Paroquiais, como também foi solicitado nas Diretrizes Arquidiocesanas de Missão e Pastoral, com os três temas que serão tratados:
1- COMO PREPARAR, CONDUZIR E ENCAMINHAR OS RESULTADOS DE UMA REUNIÃO?
2- COMO PLANEJAR AS ATIVIDADES PASTORAIS: O QUÊ SERÁ FEITO? QUANDO? ONDE? COMO? QUAIS OS RECURSOS HUMANOS E FINANCEIROS? COMO ACOMPANHAR E AVALIAR AS METAS ESTABELECIDAS?;
3- AS CARACTERÍSTICAS OU O PERFIL DE UM COORDENADOR (A)?


- NESSE TRABALHO ESTAMOS CONTANDO COM A ASSESSORIA DA SRA. SILVANIA GIANDONI (ASSISTENTE SOCIAL - RH DA CAIO) , COM UMA PROGRAMAÇÃO A PARTIR DE PALESTRAS REALIZADAS EM ALGUNS SÁBADOS, DAS 14H ÀS 17H, NO CENTRO DE PASTORAL, EM BOTUCATU, COM UM TEMA POR VEZ, CAPACITANDO ALGUMAS PESSOAS DAS RPS QUE, POR SUA VEZ, SERÃO AS MULTIPLICADORAS DESSAS ORIENTAÇÕES EM TODAS AS DAS PARÓQUIAS DAS RPS. O INICIO DAS ATIVIDADES ESTÁ PREVISTO PARA FEVEREIRO DE 2019.

7- CENTRO ARQUIDIOCESANO DE PASTORAL. Por último, comentou-se a respeito do Centro Arquidiocesano de Pastoral, aliás, aprovado e elogiado por todos, como um espaço e instrumento de grande ajuda no desenvolvimento das atividades pastorais da Arquidiocese. Ou seja, está funcionando sob a Coordenação do Coordenador Arquidiocesano de Pastoral, com uma funcionária remunerada, com as seguintes atribuições:
- Acolher bem e orientar da melhor maneira possível, pessoalmente, por telefone ou e-mail, facilitando a vida das pessoas que nos procuram, e dando atenção especial aos nossos irmãos e irmãs mais simples que buscam por orientação pastoral.
- Conhecer o conteúdo do Diretório Arquidiocesano da Pastoral dos Sacramentos – DAPS, das Diretrizes Arquidiocesanas e Missão e Pastoral – DAMP, e das Atas ou Resumos das reuniões dos Conselhos Arquidiocesanos para fornecer as orientações necessárias.
- Manter-se informada, através da leitura das Atas e de outros meios disponíveis, a respeito da caminhada das Pastorais, Movimentos, Associações e Organismos Eclesiais, para as necessárias informações quanto solicitadas.
- Elaborar o Calendário Arquidiocesano de Pastoral e o Guia Informativo.
- Alimentar e atualizar o Banco de Dados da Arquidiocese.
- Repassar informações da Coordenação Arquidiocesana de Pastoral.
- Organizar a aquisição de material em conjunto: Folhetos de Missa, Novena de Natal, Campanha da Fraternidade... Quando isso for possível, o pagamento será feito pela Conta Pastorais, com o material enviado diretamente no endereço da Paróquia solicitante e o reembolso através da Taxa mensal enviada pela Cúria Arquidiocesana.
-Agendar e controlar as chaves das Salas do Centro Arquidiocesano de Pastoral: CP I e CP II.
- Administrar a Conta Pastorais.
- Assessorar os Secretários (as) Paroquiais naquilo que se refere aos aspectos pastorais.
- Horário de funcionamento: De 2ª a 6ª das 09h às 13h e das 14h às 18h. Aos sábados, das 08h às 12h.
- Nome da Secretária: Ana Lúcia Amaral Fonte
- E.mail:
centroarquidiocesanodepastoral@arquidiocesebotucatu.org.br
- Telefone: (14) 3354-7544

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OBS: Além dessas funções, a Secretária do Centro Arquidiocesano de Pastoral continua sendo responsável:
- Pela emissão de Certidões de Batismo, Crisma e Matrimônio. A solicitação, pagamento e retirada, porém, serão realizados na Cúria Arquidiocesana;
- Pela função de Notária da Câmara Eclesiástica da RP1, cuja sede, a partir do próximo dia 11 de junho, será numa das Salas do Centro Arquidiocesano de Pastoral.
- Pelo agendamento dos Eventos da Casa Santo Inácio.

PRÓXIMA REUNIÃO DOS COORDENADORES ARQUIDIOCESANOS: 25/08/2018 - NA SALA 2, DO CENTRO ARQUIDIOCESANO DE PASTORAL, DAS 09H ÀS 11:30H

Um texto um pouco longo, este! Com coisas repetidas, mas que acredito ser de grande ajuda em nossas lidas pastorais!

Rezemos pelo Arcebispo! Rezemos também uns pelos outros! Que Deus nos ajude e Senhora Santana nos proteja!

Sempre agradecido!
Pe. José Hergesse – Coordenador Arquidiocesano de Pastoral

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ARQUIDIOCESE DE SANT´ANA DE BOTUCATU


Prezados amigos e irmãos Cristãos Leigos e Leigas, Presbíteros, Diáconos, Religiosos e Religiosas de nossa querida Igreja Particular de Botucatu,

Saúde e Paz!.

Com grande alegria e satisfação abrimos, neste mês de junho, o Centro Arquidiocesano de Pastoral propriamente dito. Agora, em local separado da Cúria, mas não sem vínculo com ela, no prédio do Antigo Seminário, passa a funcionar de forma regular e, acreditamos, mais eficaz no atendimento e serviço em favor das pastorais, movimentos, associações e organismos de nossa Arquidiocese. Trata-se de mais um importante passo com o objetivo de facilitar o processo de conversão pastoral, de promoção de uma “Igreja em saída” , toda ministerial, samaritana e, cada vez mais, comunidade de comunidades. Que Deus, o Pai de Jesus Cristo – Bom Pastor –, abençoe com muitos e bons frutos todos os trabalhos de nosso Centro de Pastoral e Maria Santíssima, Estrela da Evangelização, e sua Mãe e nossa padroeira Santana nos acompanhem hoje e sempre com sua proteção.


Botucatu, 04 de junho de 2018


+ Dom Maurício Grotto de Camargo
Arcebispo Metropolitano de Botucatu



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Botucatu, 04 de junho de 2018 - Segunda-feira da 9ª do Tempo Comum

Prezados Padres, Diáconos, Religiosos, Seminaristas, Coordenadores Arquidiocesanos de Pastorais, Movimentos, Associações e Organismos Eclesiais da Arquidiocese de Botucatu.

Saúde e Paz!.

Com a Apresentação oficial feita pelo Arcebispo, oferecemos, agora, algumas informações básicas em relação ao funcionamento do Centro Arquidiocesano de Pastoral:

1- O Centro Arquidiocesano de Pastoral, enquanto espaço vinculado à Cúria Arquidiocesana e em comunhão plena e dependência direta do Arcebispo, exerce sua função sob a Coordenação do Coordenador Arquidiocesano de Pastoral.

2- Atribuições da Funcionária:

- Acolher bem e orientar da melhor maneira possível, pessoalmente, por telefone ou e-mail, facilitando a vida das pessoas que nos procuram, e dando atenção especial aos nossos irmãos e irmãs mais simples que buscam por orientação pastoral.

- Conhecer o conteúdo do Diretório Arquidiocesano da Pastoral dos Sacramentos – DAPS, das Diretrizes Arquidiocesanas e Missão e Pastoral – DAMP, e das Atas ou Resumos das reuniões dos Conselhos Arquidiocesanos para fornecer as orientações necessárias.

- Manter-se informada, através da leitura das Atas e de outros meios disponíveis, a respeito da caminhada das Pastorais, Movimentos, Associações e Organismos Eclesiais, para as necessárias informações quanto solicitadas.

- Elaborar o Calendário Arquidiocesano de Pastoral e o Guia Informativo.

- Alimentar e atualizar o Banco de Dados da Arquidiocese.

- Repassar informações da Coordenação Arquidiocesana de Pastoral.

- Organizar a aquisição de material em conjunto: Folhetos de Missa, Novena de Natal, Campanha da Fraternidade... Quando isso for possível, o pagamento será feito pela Conta Pastorais, com o material enviado diretamente no endereço da Paróquia solicitante e o reembolso através da Taxa mensal enviada pela Cúria Arquidiocesana.

-Agendar e controlar as chaves das Salas do Centro Arquidiocesano de Pastoral: CP I e CP II.

- Administrar a Conta Pastorais.

- Assessorar os Secretários (as) Paroquiais naquilo que se refere aos aspectos pastorais.

- Horário de funcionamento: De 2ª a 6ª das 09h às 13h e das 14h às 18h. Aos sábados, das 08h às 12h.

- Nome da Secretária: Ana Lúcia Amaral Fontes

- E.mail:
centroarquidiocesanodepastoral@arquidiocesebotucatu.org.br

- Telefone: (14) 3354-7544

- Início da atividades: 11 de junho de 2018

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OBS: Além dessas funções, a Secretária do Centro Arquidiocesano de Pastoral continua sendo responsável: - Pela emissão de Certidões de Batismo, Crisma e Matrimônio. A solicitação, pagamento e retirada, porém, serão realizados na Cúria Arquidiocesana; - Pela função de Notária da Câmara Eclesiástica da RP1, cuja sede, a partir do próximo dia 11 de junho, será numa das Salas do Centro Arquidiocesano de Pastoral.

- Pelo agendamento dos Eventos da Casa Santo Inácio.

Rezemos pelo Arcebispo. Rezemos também uns pelos outros!
Que Deus nos ajude e Senhora Santana nos proteja!

Sempre agradecido!


Pe. José Hergesse – Coordenador Arquidiocesano de Pastoral

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Botucatu, 15 de fevereiro de 2018 - Quinta-feira depois das Cinzas

Prezados Padres, Diáconos, Religiosos, Seminaristas, Coordenadores Arquidiocesanos de Pastorais, Movimentos, Associações e Organismos Eclesiais da Arquidiocese de Botucatu.


Saúde e Paz!.


Os Padres Coordenadores das Regiões Pastorais já marcaram as datas das suas reuniões com os Padres e os Coordenadores Regionais.

REGIÕES PASTORAIS – REUNIÕES

RP1 - COORDENADOR: PE. IVONIL PARRAZ

PADRES

- 15/02 – Quinta-feira - 09h - Seminário São José

- 10/05 – Quinta-feira - 09h - Pardinho

- 16/08 - Quinta-feira – 09h – Santo Antônio (RJ)

- 08/11 – Quinta-feira - 09h - Menino Deus


COORDENADORES REGIONAIS

- 22/02 – Quinta-feira – 19:30h - CP Azul

- 24/05 – Quinta-feira – 19:30h – CP Azul

- 20/09 – Quinta-feira – 19:30h – CP Azul

- 22/11 - Quinta-feira – 19:30h - CP Azul


RP2-COORDENADOR: PE.EDÉLCIO AUGUSTO SOARES

PADRES

- 23/02 - Sexta-feira - 09h - Arandu

- 22/06 - Sexta-feira - 09h - Cerqueira César

- 16/08 - Sexta-fera - 09h - Avaré (Santo Expedito)

- 23/11 - Sexta-feira - 09h - Avaré (São Benedito)


COORDENADORES REGIONAIS

- 04/03 - Domingo – 14:30h - Nossa Senhora de Fátima

- 10/06 - Domingo – 14:30h – Nossa Senhora de Fátima

- 19/08 - Domingo - 14:30h – Nossa Senhora de Fátima

- 18/11 - Domingo – 14:30h – Nossa Senhora de Fátima


RP3- COORDENADOR: Pe.VALTER JEREMIAS DA SILVA

PADRES

- 22/02 - Quinta-feira - 09h - Bofete

- 17/05 - Quinta-feira - 09h - Pereiras

- 30/08 - Quinta-feira - 09h - Anhembi

- 30/11 - Sexta-feira - 09h - Laranjal Pta. (São Roque)


COORDENADORES REGIONAIS

- 15/03 - Quinta-feira - 19:30h - Conchas

- 21/06 - Quinta-feira - 19:30h - Anhembi

- 06/09 - Quinta-feira - 19:30h - Maristela

- 06/12 - Quinta-feira – 19:30h - Laranjal Pta. (São Roque)


RP4- COORDENADOR: MONS. CARLOS JOSÉ DE OLIVEIRA

PADRES

- 01/03 - Quinta-feira - 09:30h - Macatuba

- 17/05 - Quinta-feira - 09:30h - Lençóis Pta. (S.Pedro/S. Paulo)

- 30/08 - Quinta-feira - 09:30h - São Manuel ( Consolata)

- 23/10 - Terça-feira - 20h - Agudos


COORDENADORES REGIONAIS

- 03/03 - Sábado - 15:30h – Lençóis Pta. (Piedade)

- 12/05 - Sábado - 15:30h – Lençóis Pta. (Piedade)

- 25/08 - Sábado - 15:30h – Lençóis Pta. (Piedade)

- 27/10 - Sábado - 15:30h – Lençóis Pta. (Piedade)


REGIÕES PASTORAIS - ESQUEMA DAS REUNIÕES


1- PADRES:

- DINÂMICA: Apresentação de um tema ligado à vida e missão do Presbítero por um dos Padres da RP

- INTERVALO

- Assuntos da Arquidiocese e da RP

- Almoço fraterno


2- COORDENADORES LEIGOS:


DINÂMICA: Apresentação de um tema ligado à vida e missão dos Cristãos Leigos (as) apresentado por um dos Coordenadores Regionais Leigos (as) da RP

- INTERVALO

- Apresentação de Relatórios das Pastorais e Movimentos, Assuntos da Arquidiocese e da RP


OBS: - Com essas reuniões, as Regiões Pastorais, sob a coordenação dos respectivos Padres Coordenadores Regionais, sempre no respeito e em comunhão com o Arcebispo e dentro do espaço que lhes é de competência, com os seus Padres e os Agentes de Pastoral engajados e atuantes, partindo do Manual de Normas e Procedimentos Jurídico- Administrativo, das Diretrizes Arquidiocesanas e do Diretório Arquidiocesano dos Sacramentos e de outras orientações do Arcebispo, vão melhor se organizando e respondendo de modo mais concreto e eficiente aos desafios pastorais que se fazem presentes nas RPs.

- Essas reuniões são obrigatórias, como parte do trabalho pastoral que estamos desenvolvendo. Outros eventos poderão ser marcados nas RPs, mas em outras datas, horários e locais.

- Nas reuniões dos Coordenadores Regionais deve participar a pessoa que foi eleita, escolhida ou indicada para exercer essa função. Se, por um motivo justo, não pode participar, não precisa mandar representante. É suficiente a justificativa com o Padre Coordenador da Região Pastoral.


O PADRE COORDENADOR DA RP

1- A função do Padre Coordenador da Região Pastoral (RP) é a de presidir as reuniões dos Padres e dos Coordenadores Leigos na RP, incentivando o trabalho de todos e exercendo a tarefa de Moderador, no caso de conflitos nas e entre as Pastorais, Movimentos, Associações e Organismos Eclesiais.

2- Não é da competência do Padre Coordenador da RP decidir sobre o objetivo, governo, metodologia e espiritualidade da Pastoral, Movimento, Associação ou Organismos Eclesiais. Esses assuntos devem ser resolvidos nas próprias Pastorais, Movimentos, Associações e Organismos Eclesiais.

3- Nessas reuniões dos Leigos participam os Coordenadores Regionais das Pastorais, Movimentos, Associações e Organismos Eclesiais presentes na RP.

4- Devem ser eleitos para a função de Coordenador Regional de Pastorais, Movimentos, Associações e Organismos Eclesiais, pessoas que, enquanto possível, tenham tempo disponível para participar nas reuniões trimestrais na Região Pastoral (RP). Caso contrário, não devem assumir essa função.


COORDENAÇÕES ARQUIDIOCESANAS

- Neste ano, sob a coordenação do Coordenador Arquidiocesano de Pastoral, estão marcadas 4 reuniões como os Coordenadores Arquidiocesanos de Pastorais, Movimentos, Associações e Organismos Eclesiais, sempre nas quartas-feiras, às 20h, na Paróquia Sagrado Coração de Jesus: 21/ 02 – 23/05 – 15/08 – 07/11

- A finalidade dessas reuniões é a de aumentar o entrosamento e a comunhão entre as Coordenações Arquidiocesanas, compartilhar as iniciativas e os trabalhos pastorais realizados e incentivar uns aos outros na caminhada pastoral.

OBS: - Também nessas reuniões deve participar a pessoa que foi eleita, escolhida ou indicada para exercer essa função. Se, por um motivo justo, não pode participar, não precisa mandar representante. É suficiente a justificativa com o Padre Coordenador Arquidiocesano de Pastoral.


ORIENTAÇÕES GERAIS

- A Equipe do BANCO DE DADOS já está, sob a coordenação da Solange Aguiar, Secretária do CAMPA, entrando em contato com as Paróquias recolhendo os atuais dados dos Coordenadores Paroquiais de Pastorais, Movimentos, Associações e Organismos Eclesiais presentes nas Paróquias.

- Os Coordenadores Arquidiocesanos, por favor, enviar, o quanto antes, se ainda não o fizeram, os nomes e os outros dados solicitados dos seus Coordenadores Regionais no e.mail pe.hergesse@gmail.com. Tão logo cheguem, os mesmos serão por mim repassados aos Padres Coordenadores das Regiões Pastorais. Algumas dessas reuniões serão realizadas já no mês de fevereiro.

Rezemos pelo Arcebispo! E rezemos também uns pelos outros! Que Deus nos ajude e Senhora Santana nos proteja!

Sempre agradecido!

Pe. José Hergesse – Coordenador Arquidiocesano de Pastoral


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BOTUCATU – CÚRIA ARQUIDIOCESANA – 08/02/2018 REUNIÃO DO COLÉGIO DE CONSULTORES

1- Côn. Émerson Rogério Anizi, Ecônomo da Arquidiocese, apresentou as 4 Paróquias que se encontram em situação irregular do ponto de vista jurídico e financeiro. Com a aprovação do Colégio de Consultores, o Ecônomo Arquidiocesano entrará em contato com cada uma dessas Paróquias, com as devidas orientações, por escrito, para que, o quanto antes, essas pendências sejam solucionadas.

2- Pe. Adauto José Martins, apresentou a situação da Paróquia Nossa Senhora da Consolata, em São Manuel, e as iniciativas que estão sendo tomadas em vista da superação das dificuldades decorrentes com o INSS.

3- Pe. James James Mwaura Mbugua, IMC , Pároco da Paróquia São Manuel, em São Manuel, SP, solicitou avaliação do Colégio de Consultores a respeito de um requerimento apresentado ao Prefeito Municipal de São Manuel, pelo Conselho de Preservação do Patrimônio Cultural do Município, com data de 10 de agosto de 2017, com o objetivo de realizar o tombamento de alguns imóveis de propriedade da Mitra Arquidiocesana de Botucatu, localizados no território da dito Município: igreja de São Manuel, Santuário Santa Terezinha, igreja São Benedito e Santuário Nossa Senhora Aparecida. O Colégio de Consultores, prevendo as consequências negativas do dito projeto, manifestou-se contrário ao requerimento, confirmando e corroborando, desse modo, a decisão também contrária já manifestada pelos Conselho de Missão e Pastoral Paroquial (CMPP) e Conselho Administrativo Paroquial ( CAP), da Paróquia São Manuel, SP.

4- Pe Valter Jeremias da Silva, Pároco da Paróquia Nossa Senhora dos Remédios em Anhembi, SP, falou da necessidade de regularizar a situação da Irmandade do Divino, no que se refere à modalidade e à conta na qual depositar os valores, hoje, em posse dos seus membros. O Ecônomo da Arquidiocese, Côn. Émerson Rogério Anizi, ficou responsável em resolver a questão.


Pe. José Hergesse – Secretário do Colégio de Consultores



REUNIÃO DO CONSELHO ARQUIDIOCESANO DE PRESBÍTEROS - CAPRE - 08/02/2018

Após a reunião do Colégio de Consultores realizou-se a Reunião do Conselho de Presbíteros com todos os seus membros como consta no Guia de nossa Arquidiocese. 1- O Pe. Max Otaviano da Silva será nomeado Administrar Paroquial da Paróquia Nossa Senhora Aparecida, de São Manuel, SP.

2- Foi aprovado, por unanimidade, o pedido de criação de uma Diaconia, na Unesp, apresentado pelos Pes. Jean Richard Lopes e Ademar Domingos Roma, Assessores Arquidiocesanos dos Ministros Extraordinários da Comunhão Eucarística, de início, sob a coordenação do Diácono Permanente Luiz Carlos dos Santos, com a colaboração de MECEs, em especial das Paróquias da cidade de Botucatu.

3- Aprovado o pedido do Pe. Tarcísio Anselmo, para um período de permanência, para cuidados de saúde, na Paróquia de São João Batista, em Itatinga, SP, de 05/04/2018 a 05/04/2019, sobre a responsabilidade do Pároco, Pe. Márcio Godoy Júnior.

4- Pe. James James Mwaura Mbugua, IMC, comunicou sua permanência como Pároco da Paróquia São Manuel, em São Manuel, deixando os estudos para o próximo ano.


Pe. Adauto José Martins – Secretário do Conselho Arquidiocesano de Presbíteros - CAPRE


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Botucatu, 01 de fevereiro de 2018 - Quinta-feira da 4ª Semana do Tempo Comum

Prezados Padres, Diáconos, Religiosos, Seminaristas, Coordenadores Arquidiocesanos de Pastorais, Movimentos, Associações e Organismos Eclesiais da Arquidiocese de Botucatu.

Saúde e Paz!.

Sob a Presidência de Dom Mauricio Grotto de Camargo, Arcebispo Metropolitano, realizou-se, hoje, das 10h às 12h, na Paróquia Sagrado Coração de Jesus, em Botucatu, a 1ª reunião do Conselho Arquidiocesano de Missão e Pastoral – CAMP, deste ano de 2018.

Após a oração inicial, foram tratados os seguintes assuntos:

1- REGIÕES PASTORAIS

ESTATUTO DA ARQUIDIOCESE DE BOTUCATU

CAPÍTULO II – ORGANIZAÇÃO

Art. 5º - A ASB é dividida em Regiões Pastorais que reúnem grupos de Paróquias vizinhas ou agrupadas por critérios religiosos-pastorais.

& Único. As RPs promoverão reuniões periódicas alternadamente entre sacerdotes e estes com as lideranças leigas da Região.

REGIÕES PASTORAIS - REUNIÕES

1- PADRES: 4 REUNIÕES

- DATAS HORÁRIOS E LOCAIS: Favor conferir com o Padre Coordenador da Região Pastoral.

- DINÂMICA: Apresentação de um tema ligado à vida e missão do Presbítero por um dos Padres da RP

- INTERVALO

- Assuntos da Arquidiocese e da RP

- Almoço fraterno

2- LEIGOS: 4 REUNIÕES

- DATAS, HORÁRIOS E LOCAIS: Favor conferir com o Padre Coordenador da Região Pastoral.

- DINÂMICA: Apresentação de um tema ligado à vida e missão dos Cristãos Leigos (as) apresentado por um dos Leigos (as) da RP

- INTERVALO

- Apresentação de Relatórios das Pastorais e Movimentos, Assuntos da Arquidiocese e da RP

OBS: Essas reuniões são obrigatórias, como parte do trabalho pastoral que estamos desenvolvendo. Outros eventos poderão ser marcados nas RPs, mas em outras datas, horários e locais.


O PADRE COORDENADOR DA RP

OBS: O Coordenador Arquidiocesano de Pastoral ficou responsável pelo trabalho de harmonizar todos os Estatutos da Arquidiocese quanto às funções, escolhas e duração de mandato dos membros dos Conselhos Arquidiocesanos, que no momento oportuno será apresentado ao Arcebispo para a devida aprovação.

1- Os Padres Coordenadores das Regiões Pastorais, exercem um mandato de 4 anos (2015-2018), como estabelece o atual estatuto do CAPRE. Ao ser eleito para a função de Coordenador da Região Pastoral, o Padre torna-se automaticamente membro eleito do CAPRE.

2- A função do Padre Coordenador da Região Pastoral (RP) é a de presidir as reuniões dos Padres e dos Leigos na RP, incentivando o trabalho de todos e exercendo a tarefa de Moderador, no caso de conflitos nas e entre as Pastorais, Movimentos, Associações e Organismos Eclesiais.

3- Não é da competência do Padre Coordenador da RP decidir sobre o objetivo, governo, metodologia e espiritualidade da Pastoral, Movimento, Associação ou Organismos Eclesiais. Esses assuntos devem ser resolvidos nas próprias Pastorais, Movimentos, Associações e Organismos Eclesiais.

4- Nessas reuniões dos Leigos participam os Coordenadores Regionais das Pastorais, Movimentos, Associações e Organismos Eclesiais presentes na RP.

5- Devem ser eleitos para a função de Coordenador Regional de Pastorais, Movimentos, Associações e Organismos Eclesiais, pessoas que têm tempo disponível para participar nas reuniões bimestrais na Região Pastoral (RP) Caso contrário, não devem assumir essa função.


2- COMISSÃO ARQUIDIOCESANA DE FORMAÇÃO PERMANENTE DOS DISCÍPULOS MISSIONÁRIOS

- Na Diocese, o eixo central deverá ser um PROJETO ORGÂNICO DE FORMAÇÃO, aprovado pelo Bispo e elaborado com os organismos diocesanos competentes, levando em consideração todas as forças vivas da Igreja particular.

– Requerem-se também Equipes de Formação convenientemente preparadas que assegurem a eficácia do próprio processo e que acompanhem as pessoas com pedagogias dinâmicas, ativas e abertas.

– A presença e contribuição de leigos e leigas nas Equipes de formação traz uma riqueza original, pois, a partir de suas experiências e competências, eles oferecem critérios, conteúdos e testemunhos valiosos para aqueles que estão se formando. (Cf. Diretrizes Arquidiocesanas de Missão e Pastoral)

PROJETO ARQUIDIOCESANO DE FORMAÇÃO

1- CONTEÚDO - Os temas que deverão ser desenvolvidos nos Encontros de Formação: - ENCONTRO COM JESUS CRISTO - A CONVERSÃO - O DISCIPULADO - A COMUNHÃO - A MISSÃO

2- DIMENSÕES - Que deverão integrar-se harmonicamente ao longo de todo o processo de formação dos Agentes de Pastoral:

- A DIMENSÃO HUMANA COMUNITÁRIA - A DIMENSÃO ESPIRITUAL - A DIMENSÃO INTELECTUAL - A DIMENSÃO PASTORAL MISSIONÁRIA

Objetivo: Aplicar o conteúdo KERIGMÁTICO a todos os fieis da Arquidiocese, como base e fundamento para todos os outros projetos de formação específicos das Pastorais, Movimentos, Associações ou Organismos Eclesiais.

Organização: Serão formadas e preparadas Equipes de Multiplicadores em todas as Paróquias.

Metodologia: Nas Paróquias, os participantes formariam grupos de mais ou menos 50 pessoas, em 5 Encontros de Formação, com a duração de 3 horas cada um. Em cada Encontro será tratado um Tema do Projeto Arquidiocesano de Formação. Exemplo: 5 Encontros aos domingos – das 14h às 17h ou 5 Encontros nas Segundas-feiras ou outro dia da semana, das 19h às 22h.

OBS - As Equipes Paroquiais de Multiplicadores serão preparadas pela Comissão Arquidiocesana de Formação (CAF), a partir de fevereiro de 2019.

- Para a função de Coordenador da Comissão Arquidiocesana de Formação, o CAMP, achou por bem que o Arcebispo nomeasse, como de fato já nomeou, o atual Coordenador Arquidiocesano de Pastoral.

- Durante este ano, de 2018, será constituída a Comissão Arquidiocesana de Formação (CAF) dos Discípulos Missionários e preparados o Conteúdo e a Metodologia para o trabalho das Equipes Paroquiais de Multiplicação.


3- A IMPLANTAÇÃO DAS 9 INICIATIVAS PASTORAIS DETERMINADOS PELAS DIRETRIZES ARQUIDIOCESANAS DE PASTORAL (DAMP) FICOU ASSIM ESTABELECIDO:

Ficou determinado os responsáveis pela execução de cada uma das 9 Atividades Pastorais:

1-Nas Paróquias, Capelas ou Comunidades, os Agentes de Pastoral exerçam, por vez, apenas uma única coordenação paroquial, deixando, desse modo, espaço para a procura e a inserção de novas pessoas nas funções de coordenação. ( Coordenador Arquidiocesano de Pastoral).

2- O tempo para o exercício do ministério de coordenação na Arquidiocese seja de 3 anos com a possibilidade de somente uma recondução. Ou seja, no máximo 6 anos de duração.(Coordenador Arquidiocesano de Pastoral)

3- Estabelecer cursos ou elaborar orientações básicas para a capacitação dos Agentes de Pastoral que exercem função de coordenação, contando com a ajuda de profissionais da área de recursos humanos de empresas e entidades filantrópicas.( Coordenador Arquidiocesano de Pastoral)

4- Fazer com que os Conselhos Paroquiais, em especial o CAP e CMPP, executem suas funções, em vista de uma pastoral paroquial orgânica e eficiente.( CMPP – Coordenador Arquidiocesano de Pastoral/ CAP – Conselho Arquidiocesano de Administração- Côn Émerson Rogério Anizi – Ecônomo Arquidiocesano)

5- Apresentar orientações básicas em vista da elaboração e execução de projetos pastorais, segundo o método ver, julgar, agir e avaliar ( Coordenador Arquidiocesano de Pastoral)

6- Implantar a Comissão Arquidiocesana de Formação Permanente dos Agentes Pastorais, a partir dos aspectos e dimensões contidas nas Diretrizes Arquidiocesanas de Missão e Pastoral. ( Coordenador Arquidiocesano de Pastoral)

7- Incentivar a participação de membros das Paróquias nos Conselhos Municipais ( Comissão 7)

8- Apresentar orientações pastorais, sem identificação partidária, por ocasião das campanhas eleitorais, como forma de conscientização política dos cidadãos ( Comissão 7 - Pastoral Fé e Política)

9- Instituir uma Equipe Arquidiocesana especializada no estudo e na divulgação da Doutrina Social da Igreja. ( Comissão 7)

OBS: - O Coordenador Arquidiocesano de Pastoral estará orientando e acompanhando o trabalho dos responsáveis indicados para a implantação das 9 Iniciativas Pastorais.

- Esse trabalho será feito aos poucos, de acordo com as nossas possibilidades de recursos humanos e financeiros.

4- 3ª PROPOSTA - BANCO DE DADOS

Na organização do Banco de Dados (preenchimento e atualização) contamos com a colaboração das seguintes pessoas:

RP1 - Lidiane Reis (Sagrada Família) - (14) 99724-1760

RP2 - Felipe Ortega ( NS. das Dores) - (14) 99635 -1432

RP3 - Victor Bertola ( São João Batista ) – (15) 99647- 8855

RP4 - Natália Aram - (NS. da Piedade) (14) 99633- 5464

- Essas 4 pessoas vão estar sempre em contato com as Paróquias das RPs solicitando os dados dos atuais Coordenadores Paroquiais de Pastorais e Movimentos, Associações ou Organismos Eclesiais presente nas Paróquias.

- Os dados recolhidos serão repassados à Secretária Arquidiocesana de Pastoral Solange Aguiar, que sob a orientação do Pe. Paulo Bronzato da Silva, cuidará da atualização do espaço Banco de Dados na página da Arquidiocese.

EXEMPLO DO ESQUEMA DO FICHÁRIO DO BANCO DE DADOS

20 – PASTORAL DA EDUCAÇÃO

Região Pastoral 1 – Botucatu - Coordenadores Paroquiais

01 - Catedral Sant’Ana

Nome:

Endereço:

Telefone: ( )                             E-mail:


02 - São Benedito

Nome:

Endereço:

Telefone: ( )                             E-mail:


03 – Menino Deus e Santo Antônio

Nome:

Endereço:

Telefone: ( )                             E-mail:


Coordenação Regional – RP1

Nome:

Endereço:

Telefone: ( )                              E-mail:


OBS: - Ao todo são mais ou menos 50 as Pastorais, Movimentos, Associações e Organismos Eclesiais presentes na Arquidiocese.

- Todas as Coordenações Paroquiais, Regionais e Arquidiocesanas estarão cadastradas e atualizadas nesse Banco de Dados, e à disposição, tão logo seja possível, na página da Arquidiocese.

5- DISCERNIMENTO – EUCARISTIA - CASAIS EM 2ª UNIÃO

Exortação Apostólica Pós Sinodal Amoris Laetitia – Sobre o amor na Família, nº 298 – 19/03/2016

A Arquidiocese dá início, desse modo, ao trabalho de estabelecimento dos critérios necessários no processo de discernimento em vista da recepção da Comunhão Eucarística por parte dos casais em 2ª União que não conseguem a Declaração de Nulidade Matrimonial, num primeiro momento informando-se sobre o que outras Arqui(Dioceses) estão produzindo, e também esperando por alguma orientação que venha da CNBB. No momento oportuno, os Juízes Instrutores das 4 Câmaras Eclesiásticas, juntamente como o Arcebispo, estarão apresentando os critérios estabelecidos.

Como podemos perceber, são diversos os trabalhos pastorais decorrentes dessas iniciativas e projetos pastorais já aprovados pelo CAMPA, e, agora, encaminhados pelo CAMP, para as devidas e necessárias implantações.

Não precisamos ficar com medo ou apavorados! Vamos fazendo aos poucos! Implantando, avaliando e corrigindo, se for preciso! É uma empreitada comum! Ninguém deve se sentir dispensado ou à margem desse mutirão pastoral, expressão do que já existe, e em vista da construção de uma Arquidiocese que quer ser cada vez mais Discípula Missionária!

Todos precisamos uns dos outros! Ninguém sabe ou consegue fazer tudo sozinho! Somos seres complementares! Um completa o que falta ao outro!

Rezemos pelo Arcebispo! Rezemos também uns pelos outros! Que Deus nos ajude e Senhora Santana nos proteja!

Sempre agradecido!


Pe. José Hergesse – Coordenador Arquidiocesano de Pastoral


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Botucatu, 12 de janeiro de 2018

Prezados Padres, Diáconos, Religiosos, Seminaristas, Coordenadores Arquidiocesanos de Pastorais, Movimentos, Associações e Organismos Eclesiais da Arquidiocese de Botucatu.

Saúde e Paz!.

Em anexo, o Guia Informativo 2018 com as atualizações possíveis! Dele foram retirados os Estatutos, os quais serão colocados num espaço único, sob o título de Estatutos Arquidiocesanos, postado na página da Arquidiocese no espaço intitulado Orientações.

Nesse espaço, - Orientações - , encontram-se, além do Guia Informativo e dos Estatutos Arquidiocesanos, o Manual de Normas e Procedimentos Jurídico- Administrativos, o Diretório Arquidiocesano da Pastoral dos Sacramentos, as Diretrizes Arquidiocesanas de Missão e Pastoral e, dentro em breve, o Banco de Dados, com os nomes e endereços de todos os Coordenadores Paroquiais, Regionais e Arquidiocesanos.

Nos últimos anos, contamos com a dedicada e generosa colaboração da Irmã Dulce Maria de Almeida, das Irmãs Marcelinas, como Secretária do CAMPA/CAMP. No final do ano de 2017, por motivos de saúde, apresentou ao Arcebispo o seu pedido de renúncia dessa função. À Irma Dulce, o nosso mais reconhecido e sincero agradecimento, pela sua presença discreta, mas sempre atuante nas reuniões e nas nossas atividades pastorais! Esperamos poder contar sempre com as suas orações! O Arcebispo, por sua vez, nomeou a Coordenadora Arquidiocesana do TLC, portanto membro do CAMPA, como pede o Estatuto, a Sra. Solange Aparecida de Aguiar, como nova Secretária do CAMPA/CAMP.

Com as datas arquidiocesanas já estabelecidas, as Regiões Pastorais e as Paróquias vão também elaborando o próprio Calendário Pastoral, conscientes que os eventos arquidiocesanos têm prioridade sobre os Regionais e, estes, sobre os Paroquiais!

O Guia Informativo 2018 permanece, pelo menos, por enquanto, somente como leitura on line. Seria interessante, porém, que o mesmo fosse distribuído aos Agentes de Pastorais e repassado ao maior número possível de leitores. Rezemos pelo Arcebispo! E rezemos também uns pelos outros!

Que Deus nos ajude e Senhora Santana nos proteja!

Sempre agradecido!


Pe. José Hergesse – Coordenador Arquidiocesano de Pastoral


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Botucatu, 02 de dezembro de 2017 - Sábado da 34ª semana do Tempo Comum

Prezados Padres, Diáconos, Religiosos, Seminaristas, Coordenadores Arquidiocesanos de Pastorais, Movimentos, Associações e Organismos Eclesiais da Arquidiocese de Botucatu.

Saúde e Paz!.

Sob a Presidência de Dom Mauricio Grotto de Camargo, Arcebispo Metropolitano, realizou-se, hoje, das 09h às 11:30h, no Salão Paroquial da Paróquia Sagrado Coração de Jesus, em Botucatu, a 2ª reunião do Conselho Arquidiocesano de Missão e Pastoral Ampliado – CAMPA, deste ano de 2017.
Após a oração inicial, leitura da Ata da reunião anterior, foram tratados os seguintes assuntos:



1- AVALIAÇÃO DO ANO PASTORAL 2017. Pontos positivos: o esforço de uma melhor organização das atividades pastorais; algumas pastorais estão deslanchando suas atividades, como exemplo a Pastoral Dízimo; a constatação de maior participação dos Leigos nas Pastorais e Movimentos; o Ano Mariano; o Dia Nacional da Juventude; o Ano da Misericórdia despertou nos fieis leigos maior sensibilidade e dedicação às iniciativas das Pastorais Sociais e o Encontro da Família Arquidiocesana com a promulgação das Diretrizes, Abertura do Ano do Laicato e encerramento do Ano Marianio. Pontos que precisam ser melhor trabalhados: a causa da pouca participação dos membros do CAMPA nas reuniões estabelecidas no Calendário de Pastoral; revisar o conteúdo e a dinâmica das reuniões do Clero; repensar a função do Assessor Arquidiocesano de Pastorais e Movimentos; mais espaço para os Leigos nas atividades pastorais; no Encontro da Família Arquidiocesana, organizado a partir dos Padres Presidentes das Comissões, faltou maior espaço para a participação dos Leigos; desinteresse da parte de Catequistas em relação à participação na Escola Catequética; falta de presença mais próxima de seus coordenados, por parte dos Coordenadores Arquidiocesanos, Regionais e Pastorais de Pastorais e Movimentos; mais encontros voltados para a dimensão humana espiritual dos Agentes de Pastoral; melhorar a comunhão entre os Leigos e os Padres; a presença de Padres fechados em suas Paróquias, com dificuldades de abertura aos trabalhos pastorais da Arquidiocese e maior investimento na formação permanente dos Agentes de Pastoral.



2- A 3ª PROPOSTA. A organização das Pastorais e Movimentos nos suas três etapas: implantação – articulação – funcionamento. Com a colaboração de uma pessoa por Região Pastoral, a Coordenação Arquidiocesana de Pastoral continua, agora, de modo mais concreto, com o trabalho de organização da implantação nas Paróquias das Pastorais, Movimentos, Associações e Organismos Eclesiais, do funcionamento das suas Coordenações Regionais nas RPs e o funcionamento geral em nível arquidiocesano. Esse, na verdade, é um trabalho de base, que nunca está concluído, sempre se atualizando, diante da mudança de coordenações, mas muito necessário para o bom andamento das atividades pastorais. Para isso, a Arquidiocese terá um BANCO DE DADOS, com os nomes dos atuais 48 Grupos ( Pastorais, Movimentos, Associações e Organismos Eclesiais) presentes na Arquidiocese, organizados por Paróquia, Região Pastoral e Coordenações Arquidiocesanas.



3- A IMPLANTAÇÃO DAS 9 INICIATIVAS PASTORAIS. Como resultado das Assembleias Paroquiais de 2016, e resposta aos desafios existentes nas Paróquias em relação às dimensões Ministerial, Casa e Escola de Comunhão e Samaritana, - características de uma Arquidiocese/Paróquia Discípula Missionária, - foram estabelecidas as 9 Iniciativas Pastorais que estão sendo implantadas na Arquidiocese. São elas:


1- Nas Paróquias, Capelas ou Comunidades, os Agentes de Pastoral exerçam, por vez, apenas uma única coordenação paroquial, deixando, desse modo, espaço para a procura e a inserção de novas pessoas nas funções de coordenação.

2- O tempo para o exercício do ministério de coordenação na Arquidiocese seja de 3 anos com a possibilidade de somente uma recondução. Ou seja, no máximo 6 anos de duração.

3- Estabelecer cursos ou elaborar orientações básicas para a capacitação dos Agentes de Pastoral que exercem função de coordenação, contando com a ajuda de profissionais da área de recursos humanos de empresas e entidades filantrópicas.

4- Fazer com que os Conselhos Paroquiais, em especial o CAP e CMPP, executem suas funções, em vista de uma pastoral paroquial orgânica e eficiente.

5- Apresentar orientações básicas em vista da elaboração e execução de projetos pastorais, segundo o método ver, julgar, agir e avaliar.

6- Implantar a Comissão Arquidiocesana de Formação Permanente dos Agentes Pastorais, a partir dos aspectos e dimensões contidas nas Diretrizes Arquidiocesanas de Missão e Pastoral.

7- Incentivar a participação de membros das Paróquias nos Conselhos Municipais.

8- Apresentar orientações pastorais, sem identificação partidária, por ocasião das campanhas eleitorais, como forma de conscientização política dos cidadãos.

9- Instituir uma Equipe Arquidiocesana especializada no estudo e na divulgação da Doutrina Social da Igreja.

Sob a Coordenação do Coordenador Arquidiocesano de Pastoral, cada Iniciativa Pastoral terá a sua própria Coordenação e metodologia de trabalho, em vista da concretização do seu objetivo especifico.

4- COMISSÃO ARQUIDIOCESANA DE FORMAÇÃO
CAF

Com a finalidade precisa de formar e cultivar a formação permanente dos Agentes de Pastoral de uma Arquidiocese/Paróquia Discípula Missionária, essa Comissão Arquidiocesana de Formação – CAF - vai trabalhar, como pede o Documento de Aparecida e as atuais Diretrizes Arquidiocesanas de Missão e Pastoral, - DAMP - de um lado, considerando os cinco aspectos fundamentais da formação cristã que aparecem de maneira diversa em cada etapa do caminho, mas que se complementam intimamente, se alimentam entre si e passam, desse modo, a constituir a base, o centro e o eixo de todo o processo formativo da Arquidiocese.
Por isso mesmo, os Ministérios Extraordinários, as Pastorais, os Movimentos, as Associações, os Organismos Eclesiais e o próprio projeto formativo dos futuros Padres, cada um com o seu projeto específico de formação, todos deverão sempre partir dessa referência e base comum. São eles:

1- ENCONTRO COM JESUS CRISTO ( KERIGMA)

2- A CONVERSÃO

3- O DISCIPULADO

4- A COMUNHÃO

5- A MISSÃO

De outro, seguindo as dimensões que deverão integrar-se harmonicamente ao longo de todo o processo de formação do Agente de Pastoral:

1- A DIMENSÃO HUMANA COMUNITÁRIA

2 - A DIMENSÃO ESPIRITUAL

3- A DIMENSÃO INTELECTUAL

4 - A DIMENSÃO PASTORAL MISSIONÁRIA

Para alcançar esse objetivo a Comissão Arquidiocesana de Formação – CAF -, aprovada pelo Arcebispo, precisa se organizar quanto à sua composição, coordenação, conteúdo, metodologia e dinâmica de trabalho.

5- O ANO DO LAICATO. O Coordenador Arquidiocesano de Pastoral já está trabalhando com os Padres Coordenadores dos 6 Grupos organizados, a partir do esquema das Comissões Pastorais. E cada Grupo, por sua vez, vai organizando suas atividades, tornando-as conhecidas de todos, sobretudo, através do Grupo de Divulgação – Comissões 1 ( Pe. Fernando Maróstica) e 8 (Pe. Paulo Bronzato da Silva).

Recordando o projeto inteiro:
1- DIVULGAÇÃO – Comissão 1 – Ministérios Ordenados e Vida Consagrada – Pe. Fernando Maróstica/ Comissão 8 – Cultura, Educação e Comunicação – Pe. Paulo Bronzato.

- A divulgação será feita em todos os Meios de Comunicação possíveis.

2- ESTUDO DO DOCUMENTO 105 DA CNBB E TEOLOGIA DO LAICATO –. Comissão 4 – Bíblico Catequético – Pe. Adauto José Martins /Comissão 2 – Laicato, Família e Vida – Pe. Lúcio Bento de Souza.

- Cursos, Palestras, Folders, Internet...

- Reorganização do Conselho Arquidiocesano de leigos - CAL

3- EVENTOS CELEBRATIVOS – Comissão 5 – Liturgia – Pe. Edélcio Augusto Soares. - Celebrações Paroquiais, Regionais e Arquidiocesanas

4- SEMANA MISSIONÁRIA EM JULHO 2018: Comissão 3 - Ação Missionária e Cooperação Intereclesial – Pe. James Mwaura Mbugua, IMC - Organização, conteúdo, metodologia e formação dos Agentes

5- SEMANA DE ORAÇÃO PELA UNIDADE DOS CRISTÃOS (PENTECOSTES) Comissão 6 – Ecumenismo e Diálogo Inter-religioso – Pe. Sebastião dos Santos.

- Organizar a Semana de Unidade dos Cristãos em todas as Paróquias.

6- INICIATIVAS CONCRETAS: Comissão 7 - Serviço da Caridade, da Justiça e da Paz – Pe. José Francisco Antunes, CR

- Incentivo às Pastorais Sociais (Criança, Idoso, Carcerária, Menor, Sobriedade, Vicentinos, Caritas, Campanha da Fraternidade, Pastoral dos Surdos e Ecologia)

- Implantação da Pastoral Fé e Política

- Incentivo na participação dos Cristãos Leigos nos Conselhos Municipais

- Constituição do Grupo de Estudo e Divulgação da Doutrina Social da Igreja

- Forum Arquidiocesano das Pastorais Sociais

7- DATAS ESPECIAIS

- Encerramento Arquidiocesano: 15/11/2018 – La Salle - Paróquias: 25/11/2018 – Solenidade de Cristo Rei

6- GUIA INFORMATIVO 2018. Será publicado, mais tardar, na 2ª semana de janeiro de 2018. Se alguém ainda não enviou a programação 2018, por favor, o quanto antes, nos e.mails jhergesse@gmail.com / irdulcera@bol.com.br

7- DOCUMENTOS PASTORAIS DA ARQUIDIOCESE. O Pe. Paulo Bronzato Silva – Comissão 8 – Comunicação – está organizando na página da Arquidiocese um espaço para os seguintes documentos: Manual de Normas e Procedimentos Jurídico-Administrativos, Diretório Arquidiocesano da Pastoral dos Sacramentos, Diretrizes Arquidiocesanas de Missão e Pastoral, Guia Informativo e Banco de Dados.

8- PROVISÃO. Todos os Coordenadores e Assessores Arquidiocesanos que foram provisionados em fevereiro de 2016 para um mandato de 2 anos, que terminaria em fevereiro de 2018, foram provisionados, pelo Arcebispo, por mais um ano, completando os 3 anos como estabelecem as Diretrizes Arquidiocesanas, em fevereiro de 2019. Após esse período, como tudo foi zerado em fevereiro de 2016, fica a critério de cada Pastoral ou Movimento, se o Coordenador continua ou não por mais um triênio. O que não deve é passar dos 6 anos estabelecidos.

Quem está começando agora, segue o esquema normal dos 3 anos, com a possibilidade de mais um período de 3 anos e não mais.

Aproveito a oportunidade para agradecer a colaboração e as orações de todos! Continuemos rezando pelo Arcebispo e rezando também uns pelos outros!

Um feliz e Santo Natal para todos! Abençoado 2018!

Que Deus nos ajude e Senhora Santana nos proteja!

Sempre agradecido!


Pe. José Hergesse – Coordenador Arquidiocesano de Pastoral


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Botucatu, 15 de novembro de 2017

Prezados Padres, Diáconos, Religiosos, Seminaristas, Coordenadores Arquidiocesanos de Pastorais, Movimentos, Associações e Organismos Eclesiais da Arquidiocese de Botucatu.

Saúde e Paz!

Realizou-se, hoje, dia 15/11, das 08h às 12:30h, no Colégio La Salle, em Botucatu, o Encontro da Família Arquidiocesana, com a presença de mais de 700 Representantes das Paróquias da Arquidiocese. Mais de 40 Padres estiveram presentes, muitos do quais concelebraram ou participaram da Santa Missa. Alguns Diáconos Permanentes, Consagradas e Seminaristas.

Após o momento de acolhida, conduzido pelo Pe. Paulo Bronzato da Silva, Pároco da Paróquia Menino Deus, em Botucatu, SP, e Presidente da Comissão 8 – Cultura, Educação e Comunicação Social, e sua Equipe de Animação e Canto Litúrgico, o Pe. Edélcio Augusto Soares, Pároco da Paróquia Nossa Senhora de Fátima de Avaré, SP, e Presidente da Comissão 5 – Liturgia, presidiu o momento de Oração inicial.

Em seguida, o Coordenador Arquidiocesano de Pastoral, apresentou um histórico do processo de elaboração da Diretrizes Arquidiocesanas de Missão e Pastoral – DAMP ( em anexo, encontra-se o material em Power Point, caso lhes possa ser útil), e o Arcebispo Metropolitano, Dom Maurício Grotto de Camargo, fez a leitura da carta de Apresentação oficial das Diretrizes Arquidiocesanas.

Depois de um breve intervalo, aconteceu a abertura oficial do Ano do Laicato na Arquidiocese, com uma palestra do Pe. Lúcio Bento de Souza, Pároco da Paróquia São Joaquim, em Igaraçu do Tiete, SP e Presidente da Comissão 2 – Laicato, Vida e Família, oi a vez, do Pe. Lúcio, resumindo o Documentos 105 da CNBB, sobre os Fiéis Leigos e Leigas e a apresentação do Projeto do Ano do Laicato na Arquidiocese de Botucatu, feita pelo Pe. Adauto José Martins, Pároco da Paróquia Nossa Senhora da Consolata, em São Manuel, SP, e Presidente da Comissão 4- Bíblico Catequético.

Terminada a Santa Missa, presidida pelo Arcebispo, às 12h, teve início a celebração de conclusão do Ano Mariano na Arquidiocese, conduzida pelo Mons. Carlos José de Oliveira, Pároco da Paróquia Santuário Nossa Senhora da Piedade, em Lençóis Paulista, SP, e Vigário Geral, que juntamente com a sua Equipe paroquial, proporcionaram um momento mariano de profunda simplicidade e beleza, envolvendo a todos, numa demonstração sincera de amor, de veneração e de carinho a Maria, nossa Mãe, a Senhora Aparecida!

A preparação do café da manhã e o lanche de encerramento esteve sob a responsabilidade de alguns membros da Pastoral Familiar da Paróquia Sagrado Corações de Jesus, em Botucatu, SP, aos quais agradecemos, de coração!
Somos também muito gratos aos Padres e Paroquianos das Paróquias da Arquidiocese pelo esforço realizado em vista da organização, presença e do bom êxito do Encontro da Família Arquidiocesana deste ano de 2017!

Estamos organizando o Calendário Arquidiocesano de Pastoral e o Guia Informativo 2018. Solicitamos, por gentileza, o envio, o quanto antes, dos Eventos Pastorais que serão realizados no próximo ano, seguindo o esquema: Data? Horário? Quem? O quê? Onde? É nossa intenção que o Guia Informativo esteja pronto, até o dia 15 de dezembro de 2017.

Quanto às funções, como já é do nosso conhecimento, o Arcebispo está provisionado todos os Coordenadores Arquidiocesanos de Pastorais e Movimentos que não possuem Estatuto próprio, os Padres Presidentes de Comissões Pastorais, os Assessores Arquidiocesanos e o Coordenador Arquidiocesano de Pastoral,, que iniciaram suas funções em fevereiro de 2016, para mais um ano, ou seja, de fevereiro de 2018 a fevereiro de 2019, completando, desse modo, os três (3) anos, conforme estabelecido na atuais Diretrizes Arquidiocesanas.

Caso alguém, em consciência, perceba que deve deixar uma Coordenação ou Assessoria Arquidiocesana, por favor, converse diretamente com o Arcebispo. Se essa conversa, não acontecer até o final de novembro, a pessoa será confirmada automaticamente para a Provisão de mais um ano, como ficou acima esclarecido.

No próximo dia 02 de dezembro, 1º sábado, das 08:30h às 12h, terminando com o almoço, será realizada na Paróquia Sagrado Coração de Jesus, em Botucatu, a reunião do Conselho Missionário de Missão e Pastoral Ampliado – CAMPA, com a presença de todos os Coordenadores Arquidiocesanos, Padres Presidentes de Comissões Pastorais, Padres, Diáconos Permanentes e Religiosas Assessores Arquidiocesanos.

Rezemos pelo Arcebispo! E rezemos também uns pelos outros! Que Deus nos ajude e Senhora Santana nos proteja!

Sempre agradecido!

Pe. José Hergesse – Coordenador Arquidiocesano de Pastoral


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Botucatu, 31 de outubro de 2017 - 3ª Feira da 30ª Semana do Tempo Comum

Prezados Padres, Diáconos, Religiosos, Seminaristas, Coordenadores Arquidiocesanos de Pastorais, Movimentos, Associações e Organismos Eclesiais da Arquidiocese de Botucatu.

Saúde e Paz!

Realizou-se, hoje, dia 31 de outubro, sob a Presidência de Dom Benedito Gonçalves dos Santos, Bispo Diocesano de Presidente Prudente, SP, e Presidente do Sub-Regional de Botucatu, da CNBB, e orientação do Pe. Carlos Roberto dos Santos, Secretário, a 4ª reunião deste ano do dito Sub-Regional, no ITRA, em Marília, SP.

Pela Arquidiocese de Botucatu, participaram Dom Maurício Grotto de Camargo, Arcebispo Metropolitano, Eduardo Barbosa, do Cursilho, Jairo do Amaral, da Campanha da Fraternidade, e o Coordenador Arquidiocesano de Pastoral.

Terminada a oração inicial, na Capela, presidida pela Diocese de Bauru, SP, no Salão de Eventos, após as boas vindas aos participantes por parte do Presidente e leitura e aprovação da Ata da reunião anterior, o Secretário distribuiu os participantes em 5 grupos para a avaliação das reuniões realizadas neste ano de 2017, quanto à metodologia, aos palestrantes e ao encaminhamento das iniciativas nas Dioceses.

As avaliações foram positivas, considerando que as reuniões, nas circunstâncias em que são realizadas, sobretudo de tempo, atingiram o objetivo que é o de serem um momento de encontro, de troca de experiências e de motivação pastoral.

Constata-se, porém, a necessidade de uma maior organização e incentivo na participação, dos membros convocados, em especial os Representantes dos Presbíteros, os Presidentes dos Conselhos de Leigos e as Coordenações dos Religiosos (as) - CRBs diocesanas, para que possam também realizar as suas Reuniões Privativas, como já fazem os Bispos e os Coordenadores de Pastorais.

Programação para o próximo ano, de 2018, sempre no ITRA, em Marília:
1ª reunião: 13 de março - Tema: O Leigo e a superação da Violência - CF 2018
2ª reunião: 8 de maio - Tema: O leigo e a participação na Política - Doc. 105/Doc. 107
3ª reunião: 8 de agosto - Tema: Juventude
4ª reunião: 30 de outubro - Tema: Avaliação do ano 2018,
Programação do ano 2019 e confraternização.

Além desses temas escolhidos, decidiu-se também pela preparação de uma Cartilha sobre a Ideologia de Gênero, que será elaborada por uma Equipe constituída de Padres, Psicólogos, Juristas, Médicos e Educadores, sempre a partir das orientações da Igreja.
Às 12:30h, encerrou-se a reunião. Após o almoço, às 13H, realizou-se uma breve reunião Privativa dos Bispos.

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OBS.: - Dia 15/11: Encontro da Família Arquidiocesana, das 09h às 12:30h, no Colégio La Salle, com a presença de 15 Representantes por Paróquia. - Será servido o Café com leite e pão, das 08h às 08:45h., No final será distribuído um Lanche aos participantes.

ENCONTRO DA FAMÍLIA ARQUIDIOCESANA

15/11/2017

PROGRAMAÇÃO

08h - Café no espaço interno do La Salle
08:30h – Acolhida e Animação Geral
– Pe. Paulo Bronzato e Comissão 8: Cultura, Educação e Comunicação Social
09h – Oração Inicial – Pe. Edélcio e Comissão 5 - Liturgia
09:15h - Promulgação das Diretrizes Arquidiocesanas de Missão e Pastoral – DAMP, em 2 momentos: - Breve histórico do processo de elaboração – Pe. Hergesse; - Ato de promulgação com a leitura da carta de Apresentação – Dom Maurício
09:45h – Intervalo Musical – Comissão 8
10h – Abertura Oficial do Ano Arquidiocesano do Laicato
– Sob a responsabilidade dos Padres Lúcio Bento de Souza Presidente da Comissão 2 – Laicato, Vida e Família, e Adauto José Martins, Presidente da Comissão 4 - Bíblico Catequético.
10:45h – Intervalo e preparação para a Missa
11h: Santa Missa
( Missa da Festa de Nossa Senhora Aparecida) presidida pelo Arcebispo e concelebrada – Responsável Pe. Edélcio e Comissão 5 – Liturgia – Auditório do La Salle
12h: Encerramento do Ano Mariano na Arquidiocese, sob a coordenação de Mons. Carlos e Região Pastoral 4
12:30h – Encerramento e distribuição de lanche.

- Já, agora, no início do mês de novembro será enviado aos Padres e Coordenadores Arquidiocesanos as Datas principais da Arquidiocese, para a elaboração dos Calendários Arquidiocesanos, Regionais e Paroquiais. Recordando que os eventos Arquidiocesanos têm prioridade sobre os Regionais e, estes, sobre os eventos Paroquiais.

Que Deus nos ajude e Senhora Santana nos proteja!
Sempre agradecido!
Pe. José Hergesse – Coordenador Arquidiocesano de Pastoral

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Botucatu, 22 de outubro de 2017 – 29º Domingo do Tempo Comum

Prezados Padres, Diáconos, Religiosos, Seminaristas, Coordenadores Arquidiocesanos de Pastorais, Movimentos, Associações e Organismos Eclesiais da Arquidiocese de Botucatu.

Saúde e Paz!

Sob a presidência de Dom Airton José dos Santos, Arcebispo Metropolitano de Campinas, SP, e Presidente do Regional Sul 1, da CNBB, realizou, de 20 a 22 de outubro de 2017, em Itaici, a 39ª Assembleia das Igrejas Particulares do Estado de São Paulo – Sul 1, da CNBB.

Pela Arquidiocese de Botucatu, SP, participaram: Dom Maurício Grotto de Camargo, Arcebispo Metropolitano, Solange Aguiar, TLC, Eduardo Barbosa, Cursilho, Laércio José dos Santos, Pastoral Familiar, e o Coordenador Arquidiocesano de Pastoral.

No dia 20, sexta-feira, às 15h, no Auditório, iniciaram-se as atividades, sob a Coordenação do Secretário do Sul 1, Dom Júlio Endi Akamine, Arcebispo Metropolitano de Sorocaba, SP, com a aprovação da pauta e as orientações necessárias. Após o intervalo, o primeiro tema apresentado pelo Sr. Laudelino Augusto dos Santos, do Setor Leigo da Comissão da CNBB: “ Formação dos Cristãos Leigos e Leigas para a participação na vida social e política como um processo de iniciação à Vida Cristã”. Em seguida, a celebração da Eucaristia com Vésperas, jantar e tempo livre.

No dia 21, sábado, às 07h, celebração da Missa com Laudes, café, e reinicio das atividades com a Palestra de Dom José Roberto Fortes Palau, Bispo Auxiliar da Arquidiocese de São Paulo – Região Ipiranga: “ O processo de Iniciação Cristã para formar Cristãos leigos e Leigas para a participação na vida social e política”.

Após o almoço, Dom Pedro Luiz Stringhini, Bispo Diocesano de Mogi das Cruzes, SP, e Tesoureiro do Regional Sul 1, coordenou a apresentação dos Projetos Missionários do Sul 1 – Sul 1- Amazônia e Sul 1- Pemba, em Moçambique, na África. Após a apresentação, que contou com a colaboração de Dom José Luiz Bertanha, SVD, Bispo Diocesano de Registro, SP, e de outros membros da Comissão Missionária Sul 1, Dom Emilson Caetano, Bispo Diocesano de Guarulhos, SP, fez uma síntese dos temas tratados, na parte da manhã, e após o intervalo, atuou como Moderador do Debate que se seguiu, com a presença dos dois expositores dos temas. Concluídos, na Capela, o Momento Missionário Mariano e as Vésperas, seguiu-se o jantar e tempo livre.

Dia 22, domingo, às 07h, Santa Missa com Laudes, café e retomada das atividades, com a distribuição das perguntas que foram respondidas pelos Representantes dos 8 Sub-Regionais do Sul 1, com encaminhamento de 2 propostas por Sub-Regional, as quais serão publicadas na página do Sul 1. Após o intervalo, Plenário e encerramento com recitação da Hora Média, na Capela, e almoço.

Rezemos pelo Arcebispo! Rezemos também uns pelos outros!
Que Deus nos ajude e Senhora Santana nos proteja!
Sempre agradecido!

Pe. José Hergesse – Coordenador Arquidiocesano de Pastoral


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Botucatu, 14 de outubro de 2017

Prezados (as) Secretários (as) Paroquiais

Saúde e Paz!

Na sequencia, alguns pontos que podem facilitar o trabalho da Secretaria Paroquial:

1 -DAS ORIENTAÇÕES GERAIS- As taxas estabelecidas para os Sacramentos e documentos emitidos pelas Secretarias Paroquiais devem seguir os valores determinados pela Arquidiocese. No caso de pessoas economicamente carentes, as taxas e os valores sejam espontâneos.
OBS.: Favor ler também os outros pontos das Orientações Gerais


2- DO SACRAMENTO DO BATISMO - Ninguém seja obrigado a celebrar o sacramento do Matrimônio, como condição para batizar o filho. - As crianças, com 7 anos completos, e adolescentes que ainda não receberam o Batismo, sejam, encaminhados à preparação para a 1ª Eucaristia, ou de acordo com a idade, para a Crisma. Após um período, não inferior a seis meses, antes da 1ª Eucaristia ou da Crisma, sejam batizadas.
- A Secretaria Paroquial seja orientada de modo que possa oferecer aos pais e padrinhos, além de uma alegre acolhida, todas as informações necessárias quanto à preparação, local, data e horário do Batismo.
- Os Pais e Padrinhos podem participar da Preparação para o Batismo em qualquer Paróquia católica, na condição que a inscrição seja feita, com antecedência, na Secretaria Paroquial onde será realizada a Preparação, para que sejam avaliadas e solucionadas as eventuais irregularidades canônicas.
- Os pais e padrinhos que fizerem a Preparação para o Batismo na Arquidiocese de Botucatu, recebem, na conclusão do Encontro, o Certificado, por escrito, assinado pela Coordenação da Pastoral do Batismo e, se for o caso, também pelo Pároco ou por aquele que lhe faz a vez, com validade de 2 anos.
- No momento da inscrição para a Preparação para o Batismo, a Secretaria Paroquial ou quem recebe as inscrições para a Preparação, deve, com respeito e caridade, averiguar a situação canônica dos Padrinhos.
- A Paróquia esteja preparada para acolher e preparar as pessoas, que por motivo justo, não dispõem de tempo para a Preparação para o Batismo, nas datas e nos horários por ela estabelecidos.
- As pessoas convidadas pelos pais para a função de Padrinhos, mas que se encontram em situação canônica irregular, sejam acolhidas, orientadas e encaminhadas à Iniciação Cristã, caso não sejam ainda batizadas; se já são batizadas, à Pastoral da Catequese de Adultos para completar os outros Sacramentos.
- Para ser Padrinho ou Madrinha de Batismo, a pessoa deve ter 16 anos completos e crismada; se estão coabitando maritalmente, casados no Religioso.
- Na impossibilidade de apresentar a Certidão de Crisma, que testemunhe sob Juramento, com a presença de duas testemunhas, apresentando, pelo menos, algumas informações ou detalhes a respeito da celebração do sacramento da Crisma, tais como o nome da igreja, nome do Padrinho (a) ou de pessoas que foram crismadas no mesmo dia, fotos, nome do Pároco da Paróquia ou do Bispo que administrou a Crisma, O mesmo procedimento deve ser usado em relação à Certidão de Casamento no religioso.
- As pessoas que se apresentam como Padrinhos, mas em 2ª União, devem ser acolhidas e orientadas quanto aos motivos da impossibilidade, ao modo como podem participar na vida da Igreja, bem como quanto à possibilidade de se pedir a Declaração de Nulidade Matrimonial.
- Para o Batismo em outra Paróquia da Arquidiocese é suficiente a Certidão de Nascimento da criança e a apresentação do Certificado atualizado de Preparação para o Batismo dos Pais e dos Padrinhos.
- A Transferência assinada pelo Pároco se faz necessária somente quando o batizado for realizado numa Paróquia que não pertence à Arquidiocese. OBS.: Favor ler também os outros pontos das Orientações Pastorais sobre o Batismo.


3- DO SACRAMENTO DA CRISMA.
- A preparação para a Crisma será de 1 ano. - No momento da recepção do Sacramento da Crisma o crismando deve estar com 14 anos completos.
- Para ser Padrinho ou Madrinha de Crisma, a pessoa deve ter 16 anos completos e crismada; se estão coabitando maritalmente, casados no Religioso.
OBS.: Favor ler também os outros pontos das Orientações Pastorais sobre a Crisma.


4– DO SACRAMENTO DO MATRIMÔNIO - Na Arquidiocese de Botucatu o Processo de Habilitação Matrimonial poderá ser feito diretamente na Paróquia onde será realizado o casamento, dispensando, desse modo, a Transferência.
- A Transferência se faz necessária quando o casamento for realizado em outra Diocese ou de outra Diocese seja proveniente.
- Para dar início ao Processo de Habilitação Matrimonial, os noivos, com a documentação completa, devem procurar a Paróquia onde pretendem se casar, no mínimo, três (3) meses antes da data prevista para o casamento.
- Na Arquidiocese de Botucatu, o Pároco está autorizado pelo Arcebispo para realizar a celebração do sacramento do Matrimônio em outro local conveniente dentro do território da Paróquia onde é Pároco, ou do município, em se tratando de municípios com mais de uma Paróquia.
- Para facilitar o trabalho das Câmaras Eclesiásticas das Regiões Pastorais, os Párocos poderão recolher a documentação e o Questionário. Quando tudo estiver pronto, numa pasta, encaminha-se ao Juiz Instrutor.
OBS.: Favor ler também os outros pontos das Orientações Pastorais sobre o Matrimônio.

Com autorização do Arcebispo.

Pe. José Hergesse – Coordenador Arquidiocesano de Pastoral



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Botucatu, 06 de outubro de 2017 – 6ª feira da 26ª Semana do Tempo Comum.

Prezados Padres, Diáconos, Religiosos, Seminaristas, Coordenadores Arquidiocesanos de Pastorais, Movimentos, Associações e Organismos Eclesiais da Arquidiocese de Botucatu.

Saúde e Paz!

Sob a Presidência de Dom Mauricio Grotto de Camargo, Arcebispo Metropolitano, realizou-se, ontem, dia 05 de outubro de 2017, das 09h às 12h, na Paróquia Sagrado Coração de Jesus, em Botucatu, a 4ª reunião do Conselho Arquidiocesano de Missão e Pastoral – CAMP, deste ano de 2017.

Após a oração inicial, foram tratados os seguintes assuntos:

1 - DIRETÓRIO ARQUIDIOCESANO DA PASTORAL DOS SACRAMENTOS.Após ouvir a opinião dos membros do CAMP, a respeito das diversas posições manifestadas pelos Padres nas reuniões com o Coordenador Arquidiocesano de Pastoral nas RPs e através de outros meios, o Arcebispo achou por bem determinar:
A – SACRAMENTO DO BATISMO. As Orientações Pastorais para esse Sacramento, no que se refere aos Padrinhos e local para a celebração do Batismo, permanecem como estão no atual Diretório Arquidiocesano da Pastoral dos Sacramentos – DAPS - , sem nenhuma alteração;
B- SACRAMENTO DA CRISMA: As Orientações Pastorais para esse Sacramento no que se refere aos Padrinhos, permanecem como estão no atual Diretório Arquidiocesano da Pastoral dos Sacramentos - DAPS, sem nenhuma alteração;
C- SACRAMENTO DO MATRIMÔNIO. Nas Orientações Pastorais para esse Sacramento, serão acrescentadas as seguintes:
- Na Arquidiocese de Botucatu o Processo de Habilitação Matrimonial poderá ser feito diretamente na Paróquia onde será realizado o casamento, dispensando, desse modo, a Transferência;
- A Transferência se faz necessária quando o casamento for realizado em outra Diocese ou de outra Diocese seja proveniente.
- O sacramento do Matrimônio entre católicos seja celebrado na igreja Matriz, Capela ou num local em que a comunidade se reúna para a celebração da santa Missa, e de acordo com a programação estabelecida pela Paróquia;
- Na Arquidiocese de Botucatu, o Pároco está autorizado pelo Arcebispo para realizar a celebração do sacramento do Matrimônio em outro local conveniente dentro do território da Paróquia onde é Pároco, ou do município, em se tratando de municípios com mais de uma Paróquia;
- Por local conveniente, entenda-se um ambiente que esteja de acordo com a dignidade do sacramento, que não seja de propriedade ou esteja vinculado ao uso próprio ou contínuo de outros grupos religiosos e que os responsáveis pela festa sejam orientados quanto à proibição de bebida alcoólica antes da celebração do casamento.


2- DIRETRIZES ARQUIDIOCESANAS DE MISSÃO E PASTORAL – DAMP. São orientações, quase como que um resumo da V Conferência de Aparecida (2007), da Exortação Apostólica Pós-Sinodal Evangelii Gaudium ( 2013), do Papa Francisco, e das Diretrizes da Ação Evangelizadora da Igreja do Brasil – DGAE – 2015-2019 - da CNBB, com a finalidade precisa de direcionar, nos próximos anos, os trabalhos pastorais da Arquidiocese, que por sua vez, quer ser uma Arquidiocese Discípula Missionária, vivenciando as três dimensões fundamentais da pastoral: Ministerial, Casa e Escola de Comunhão e Samaritana. Nesse texto, como material produzido na Arquidiocese temos o Ver e o Agir, do nº 4, com os questionamentos e as tentativas de respostas aos desafios e as propostas pastorais encontrados nas avaliações de 2016 e 2017. Serão promulgadas, pelo Arcebispo, no próximo dia 15 de novembro, no Encontro da Família Arquidiocesana.

3- INICIATIVAS PASTORAIS: PROJETO PASTORAL?
No primeiro semestre de 2014, a Arquidiocese de Botucatu, sob a coordenação do Côn. Alberto Campezato, deu início ao processo de avaliação de suas atividades pastorais. Naquele momento, partindo da V Conferência de Aparecida e da Evangelii Gaudium, chegou-se à conclusão que a pastoral arquidiocesana apresentava-se como sendo uma pastoral de conservação e sacramentalista. Ou seja, faz-se um pouco por fazer, sem motivação profunda, sem projeto pastoral, sem planejamento, sem entusiasmo. Vai-se levando... O contrário, seguindo a V Conferência de Aparecida, Evangelii Gaudiuu e as últimas DGAE, como resposta a esse desafio, seria uma conversão pastoral que conduzisse à uma Pastoral Missionária.
Buscando esse objetivo, apesar das nossas limitações, conseguimos avançar um pouco! Com o apoio e incentivo do Arcebispo, estamos decididos que queremos ser uma Arquidiocese Discípula Missionária! O Diretório Arquidiocesano da Pastoral dos Sacramentos - DAPS, mesmo tendo sido concluído antes, já foi elaborado a partir e dentro desse espírito, com a Pastoral dos Sacramentos à luz da Palavra de Deus e numa dimensão missionária: cuidando daqueles que já participam, acolhendo bem que nos procura e procurando pelos afastados.
Agora, não seria a hora de pensarmos num Projeto Pastoral, fruto dessas nossas inquietações, das nossas buscas e do nosso trabalho? Não seriam essas 9 Iniciativas Pastorais, resultado das Assembleias de 2017, um nosso possível Projeto de Pastoral para os próximos 3 anos? Ou seja, colocar em prática essas iniciativas pastorais sugeridas pelas nossas Paróquias?

São elas:

1 - Nas Paróquias, Capelas ou Comunidades, os Agentes de Pastoral exerçam, por vez, apenas uma única coordenação paroquial, deixando, desse modo, espaço para a procura e a inserção de novas pessoas nas funções de coordenação.
2 - O tempo para o exercício do ministério de coordenação na Arquidiocese seja de 3 anos com a possibilidade de somente uma recondução. Ou seja, no máximo 6 anos de duração.
3 - Estabelecer cursos ou elaborar orientações básicas para a capacitação dos Agentes de Pastoral que exercem função de coordenação, contando com a ajuda de profissionais da área de recursos humanos de empresas e entidades filantrópicas.
4 - Fazer com que os Conselhos Paroquiais, em especial o CAP e CMPP, executem suas funções, em vista de uma pastoral paroquial orgânica e eficiente. 5 - Apresentar orientações básicas em vista da execução de planejamentos e elaboração projetos pastorais, segundo o método ver, julgar, agir e avaliar. 6 - Implantar a Comissão Arquidiocesana de Formação Permanente dos Agentes Pastorais, a partir dos aspectos e dimensões contidas nas Diretrizes Arquidiocesanas de Missão e Pastoral.
7 - Incentivar a participação de membros das Paróquias nos Conselhos Municipais.
8 - Apresentar orientações pastorais, sem identificação partidária, por ocasião das campanhas eleitorais, como forma de conscientização política dos cidadãos.
9 - Instituir uma Equipe Arquidiocesana especializada no estudo e na divulgação da Doutrina Social da Igreja.


4- ANO ARQUIDIOCESANO DO LAICATO. Será organizado e realizado sob a Coordenação do Coordenador Arquidiocesano de Pastoral contanto com a colaboração dos Padres Presidentes das 8 Comissões :
A- DIVULGAÇÃO – Comissão 1 – Ministérios Ordenados e Vida Consagrada – Pe. Fernando Maróstica/ Comissão 8 – Cultura, Educação e Comunicação – Pe. Paulo Bronzato. - A divulgação será feita em todos os Meios de Comunicação possíveis. B- ESTUDO DO DOCUMENTO 105 DA CNBB E TEOLOGIA DO LAICATO – . Comissão 4 – Bíblico Catequético – Pe. Adauto José Martins /Comissão 2 – Laicato, Família e Vida – Pe. Lúcio Bento de Souza. - Cursos, Palestras, Folders, Internet... - Reorganização do Conselho Arquidiocesano de leigos – CAL
C- EVENTOS CELEBRATIVOS – Comissão 5 – Liturgia – Pe. Edélcio Augusto Soares. - Celebrações Paroquiais, Regionais e Arquidiocesanas
D- SEMANA MISSIONÁRIA EM JULHO 2018: Comissão 3 - Ação Missionária e Cooperação Intereclesial – Pe. James Mwaura Mbugua, IMC- Organização, conteúdo, metodologia e formação dos Agentes
E- SEMANA DE ORAÇÃO PELA UNIDADE DOS CRISTÃOS (PENTECOSTES) Comissão 6 – Ecumenismo e Diálogo Inter-religioso – Pe. Sebastião dos Santos. - Organizar a Semana de Unidade dos Cristãos em todas as Paróquias.
F- INICIATIVAS CONCRETAS: Comissão 7 - Serviço da Caridade, da Justiça e da Paz – Pe. José Francisco Antunes, CR - Incentivo às Pastorais Sociais ( Criança, Idoso, Carcerária, Menor, Sobriedade, Vicentinos, Caritas, Campanha da Fraternidade, Pastoral dos Surdos e Ecologia ); - Implantação da Pastoral Fé e Política; - Incentivo na participação dos Cristãos Leigos nos Conselhos Municipais; - Constituição do Grupo de Estudo e Divulgação da Doutrina Social da Igreja; - Forum Arquidiocesano das Pastorais Sociais
G- DATAS ESPECIAIS: - Abertura Arquidiocesana: 15/11/2017 – La Salle / Paróquias: 26/11/2017 – Solenidade de Cristo Rei; - Encerramento Arquidiocesano: 15/11/2018 – La Salle / Paróquias: 25/11/2018 – Solenidade de Cristo Rei
5- ENCONTRO DA FAMÍLIA ARQUIDIOCESA – 15/11/2017. Neste ano será realizado no Colégio La Salle, das 08:30h às 13h, com a presença de 15 Representantes por Paróquia e a seguinte programação:
08:30h – Acolhida e Animação Geral – Pe. Paulo Bronzato e Comissão 8: Cultura, Educação e Comunicação Social.
09h – Oração Inicial – Pe. Edélcio e Comissão 5 – Liturgia.
09:15h - Promulgação das Diretrizes Arquidiocesanas de Missão e Pastoral – DAMP, em 2 momentos: - Breve histórico do processo de elaboração – Pe. Hergesse; - Ato de promulgação com a leitura da carta de Apresentação – Dom Maurício.
09:45h – Intervalo Musical – Comissão 8
10h – Abertura Oficial do Ano Arquidiocesano do Laicato – Sob a responsabilidade do Pe. Adauto José Martins – Comissão 4 –Bíblico-Catequético, e Pe. Lúcio Bento de Souza - Comissão 2 – Laicato, Vida e Família.
10:30h – Intervalo – Preparação para a Missa.
11h: Santa Missa ( Missa da Festa de Nossa Senhora Aparecida) presidida pelo Arcebispo e concelebrada – Responsável Pe. Edélcio e Comissão 5 – Liturgia.
12h: Encerramento do Ano Mariano na Arquidiocese, sob a coordenação de Mons. Carlos José de Oliveira e RP 4.
12:30h – Encerramento com lanche partilhado.

6- CALENDÁRIO ARQUIDIOCESANO 2018. Tão logo esteja concluída a Agenda do Arcebispo e das dadas de Eventos Arquidiocesanos, o Calendário será enviado para que cada Pastoral, Movimento, Associação e Organismo Eclesial, Padres Coordenadores das RPs e outras atividades sejam agendadas seguindo o esquema: - Quem? O quê? Quando (data)? Onde? Horário?. Esse agendamento precisa ser concluído até o final do mês de novembro, para facilitar a elaboração do Guia Informativo 2018.
OBS – Com a mudança do tempo de coordenação de 2 anos para 3 ( no máximo 6 anos), o Arcebispo, estendeu a Provisão daqueles (as) que tinham sido provisionados (as) em fevereiro de 2016, com vencimento em fevereiro de 2018, para mais ou ano, ou seja, até fevereiro de 2019. Outros que assumiram ou estão assumindo funções de Coordenação Arquidiocesanas estão sendo ou serão provisionados de acordo com o momento em que assumem as respectivas funções. A Coordenação Arquidiocesana de Pastoral está controlando o início e a conclusão de cada Provisão.

Rezemos pelo Arcebispo! Rezemos também uns pelos outros! Que Deus nos ajude e Senhora Santana nos proteja!
Sempre agradecido!

Pe. José Hergesse – Coordenador Arquidiocesano de Pastoral


DOCUMENTO COMPLETO AQUI-pdf →

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MENSAGEM DA CNBB
VIDA EM PRIMEIRO LUGAR


O “Grito dos Excluídos” nasceu com o objetivo de responder aos desafios levantados por ocasião da 2ª Semana Social Brasileira, realizada em 1994, cujo tema era “Brasil, alternativas e protagonistas”, e aprofundar o tema da Campanha da Fraternidade em 1995, que tinha como lema “Eras tu, Senhor”.
O Grito, realizado no dia 7 de setembro, com suas várias modalidades, é construído com a participação das comunidades cristãs, movimentos, pastorais sociais e organizações da sociedade civil, tem, em 2017, como tema: “Vida em primeiro lugar”, e como lema: “Por direito e democracia, a luta é de todo dia”.
A sociedade brasileira está cada vez mais perplexa, diante da profunda crise ética que tem levado a decisões políticas e econômicas que, tomadas sem a participação da sociedade, implicam em perda de direitos, agravam situações de exclusão e penalizam o povo brasileiro pobre.
O Conselho Permanente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB, diante do grave e prolongado momento triste vivido no país, sugere às comunidades que, nesta data, sejam acrescentados dois elementos importantes da espiritualidade cristã, para acompanhar as reflexões e as ações sobre a realidade brasileira: UM DIA DE JEJUM E DE ORAÇÃO PELO BRASIL.
Encorajamos, mais uma vez, as pessoas de boa vontade, particularmente em nossas comunidades, a se mobilizarem pacificamente na defesa da dignidade e dos direitos do povo brasileiro, propondo “a vida em primeiro lugar”.
Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil, acompanhe o povo brasileiro com sua materna intercessão!

Brasília, 31 de agosto de 2017

Cardeal Sergio da Rocha
Arcebispo de Brasília
Presidente da CNBB
Dom Murilo S. R. Krieger
Arcebispo de São Salvador
Vice-Presidente da CNBB
Dom Leonardo Steiner
Bispo Auxiliar de Brasília
Secretário-Geral da CNBB


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Botucatu, 25 de agosto de 2017. Sexta Feira da Vigésima Semana do Tempo Comum

Prezados Padres, Diáconos, Religiosos, Seminaristas, Coordenadores Arquidiocesanos de Pastorais, Movimentos, Associações e Organismos Eclesiais da Arquidiocese de Botucatu.

Saúde e Paz!

REUNIÃO DO COLÉGIO DE CONSULTORES - CÚRIA ARQUIDIOCESANA - 24/08/2017
1- O Côn. Emerson Rogério Anizi, Ecônomo da Arquidiocese, apresentou o projeto elaborado pelo Conselho Arquidiocesano de Administração, em vista do aproveitamento dos terrenos localizados atrás do Seminário e na divisa com as Irmãs Marcelinas (15.890 m ) de propriedade da Mitra Arquidiocesana de Botucatu, para a construção de condomínios habitacionais e comerciais. Foram realizados orçamentos com 5 Empresas. Após a avaliação dos orçamentos, decidiu-se por aquele que melhor responde aos interesses e perspectivas da Arquidiocese, seja pelo valor e condições apresentadas, como também pela inclusão no projeto da construção da Residência Episcopal. O Colégio de Consultores, todavia, decidiu alienar ou negociar por enquanto apenas o terreno na divisa com as Irmãs Marcelinas.

2- O Pe. James Mwaura Mbugua, IMC, Pároco da Paróquia São Manuel, em São Manuel, SP, apresentou esclarecimentos a respeito do ocorrido com a construção de um banheiro, na Capela São Benedito, durante sua ausência da Paróquia, quando esteve participando do Capítulo Geral de sua Congregação Religiosa, em Roma, no primeiro semestre deste ano. Embora tenha sido por ele solicitado, os responsáveis pela execução da obra não apresentaram o projeto para a avaliação do Colégio de Consultores, como estabelecem as Orientações contidas no Manual de Normas e Procedimentos Jurídico-Administrativos, da Arquidiocese de Botucatu, SP.

3- O Côn Emerson Rogério Anizi comunicou que a Paróquia Catedral está realizando a pintura interna e a limpeza da cúpula da sua igreja Matriz, a Catedral.
Apresentou também o pedido feito pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil - CNBB – para a realização de uma Coleta em vista da reforma da sede da Entidade, em Brasília. Ficou acertado que na Arquidiocese de Botucatu, a Coleta será realizada no penúltimo final de semana de janeiro de 2018, dias 20 e 21/01.

4- O Pe. Adauto José Martins, Representante dos Presbíteros continua acompanhando o Pe. Edvaldo Magoga, afastado do Ministério Presbiteral, seja na questão da ajuda financeira que a Arquidiocese lhe oferece, como também nas decisões que ele está tomando em relação ao seu futuro.

5- Foi aprovada a inclusão dos Seminaristas da Arquidiocese no plano de saúde da Unimed, a partir do início do Curso de Filosofia.

6-O Pe. Adauto José Martins, Pároco da Paróquia Nossa Senhora da Consolata, em São Manuel, SP, comunicou sobre os acertos realizados entre a Arquidiocese de Botucatu e a Prefeitura Municipal de São Manuel, para a construção de um Salão Paroquial, num terreno, desde há muitos anos, de uso da Paróquia Nossa Senhora da Consolata, mas sem registro oficial. De ambas as partes, existe o compromisso de solucionar, o quanto antes, essa questão com o lavramento da Escritura registrada em nome da Mitra Arquidiocesana de Botucatu, SP.

7- O Pe. Edélcio Augusto Soares informou a respeito de uma adequação realizada num dos Salões da Paróquia Nossa Senhora de Fátima, em Avaré, SP, com o objetivo de aumentar o espaço de atendimento aos Catequizandos em geral; informou também sobre a troca do piso da igreja Matriz, num total de 500 m, dos quais a Paróquia já recebeu 400 m em doação.

8- O Côn. Emerson Rogério Anizi, Ecônomo Arquidiocesano, ficou responsável em responder em nome da Arquidiocese ao Provincial dos Beneditinos Camaldulenses da Província religiosa que engloba os países africanos da Tanzânia, Ruanda, República do Congo e Burundi, a respeito da impossibilidade da Arquidiocese em atender a solicitação do envio de Intenções de Missa para os seus Padres.

9- Diante das dificuldades existentes, tendo ouvido o parecer favorável do Colégio de Consultores, o Arcebispo achou por bem determinar o fechamento da Escola de Teologia Santana. Mons. Carlos José de Oliveira, Vigário Geral, ficou incumbido de preparar a carta que será enviada aos alunos, com os devidos esclarecimentos.

Pe. José Hergesse – Secretário do Colégio de Consultores

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REUNIÃO DO CONSELHO ARQUIDIOCESANO DE PRESBÍTEROS – CAPRE - CÚRIA ARQUIDIOCESANA 24/08/2017
- O Pe Adauto José Martins, Pároco da Paróquia Nossa Senhora Consolata, em São Manuel, SP, e Representante dos Presbíteros, foi nomeado Administrador Paroquial da Paróquia de Aparecida de São Manuel, SP, tendo como Vigário Paroquial, o Pe Max da Silva Otaviano.

- Pe Edelcio Augusto Soares, Pároco da Paróquia Nossa Senhora de Fátima, em Avaré, deixa, a partir do final do mês de setembro de 2017, o exercício da função de Vigário Paroquial da Paróquia Nossa Senhora da Boa Morte, em Arandú, SP.

Pe. Adauto José Martins - Secretário do Conselho Arquidiocesano de Presbíteros

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Botucatu, 08 de agosto de 2017 - São Domingos de Gusmão - Memória
Prezados Padres, Diáconos, Religiosos, Seminaristas, Coordenadores Arquidiocesanos de Pastorais, Movimentos, Associações e Organismos Eclesiais da Arquidiocese de Botucatu.
Saúde e Paz!

Realizou-se, hoje, dia 08 de agosto, sob a Presidência de Dom Benedito Gonçalves dos Santos, Bispo Diocesano de Presidente Prudente, SP, e Presidente do Sub-Regional de Botucatu, da CNBB, e orientação do Pe. Carlos Roberto dos Santos, Secretário, a 3ª reunião deste ano do dito Sub-Regional, no ITRA, em Marília, SP.
Pela Arquidiocese de Botucatu, participaram Dom Maurício Grotto de Camargo, Arcebispo Metropolitano, o Coordenador Arquidiocesano de Pastoral e a Ir. Dulce Maria de Almeida, Marcelina , Secretária do Conselho Arquidiocesano de Missão e Pastoral Ampliado – CAMPA.
Terminada a oração inicial, na Capela, presidida pela Diocese de Assis, SP, no Salão de Eventos, após as boas vindas aos participantes por parte do Presidente e leitura e aprovação da Ata da reunião anterior, o Secretário apresentou o Pe. Orivaldo Pereira Filho, da Diocese de Araçatuba, SP, Doutor em Direito Canônico, que tratou do tema a Teologia do Laicato.
Após o intervalo, a Sra. Fátima Aparecida Ferre, da Diocese de Bauru, SP, e Presidente do Conselho Nacional do Laicato do Brasil (CNLB) – Sul 1, apresentou o tema os Leigos Sujeitos na Igreja e na Sociedade. Seguiu-se um tempo para os comentários, observações e sugestões em vista do Ano do Laicato que terá início no próximo dia 26 de novembro, Solenidade de Cristo Rei do Universo.
Após o almoço realizou-se a reunião Privativa dos Bispos e o encontro do Coordenadores Diocesanos de Pastoral. A próxima reunião do Sub-Regional será no dia 31 de outubro, no ITRA, em Marília, SP.
Que Deus nos ajude e Senhora Santana nos proteja!
Sempre agradecido!
Pe. José Hergesse – Coordenador Arquidiocesano de Pastoral


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Botucatu, 03 de agosto de 2017 - Quinta-feira da 17ª Semana do Tempo Comum
Prezados Padres, Diáconos, Religiosos, Seminaristas, Coordenadores Arquidiocesanos de Pastorais, Movimentos, Associações e Organismos Eclesiais da Arquidiocese de Botucatu.
Saúde e Paz!

Sob a Presidência de Dom Mauricio Grotto de Camargo, Arcebispo Metropolitano, realizou-se, hoje, das 09h às 11:30h, na Paróquia Sagrado Coração de Jesus, em Botucatu, a 3ª reunião do Conselho Arquidiocesano de Missão e Pastoral – CAMP, deste ano de 2017.
Após a oração inicial e leitura da Ata da reunião anterior, foram tratados os seguintes assuntos:
1- DIRETRIZES ARQUIDIOCESANAS DE MISSÃO E PASTORAL – DAMP.
O texto oficial, já pronto, foi elaborado a partir da V Conferência de Aparecida e da Exortação Apostólica Pós-Sinodal Evangelii Gaudium, do Papa Francisco, com o esquema já conhecido: 1- Introdução; 2- A Paróquia; 3- A renovação da Paróquia; 4- Uma Paróquia Discípula Missionária: Ministerial, Casa e Escola de Comunhão e Samaritana; 5- O perfil do Agente de Pastoral Discípulo Missionário: - O Cristão Leigo; - O Consagrado; - O Diácono Permanente; - O Presbítero; - O Bispo; 6- A formação permanente do Agente de Pastoral Discípulo Missionário; 7- A Comissão Arquidiocesana de Formação Permanente dos Discípulos Missionários.
Das contribuições das Assembleias Paroquiais deste ano, foram elaboradas e aprovadas 9 Iniciativas Paroquiais, 3 para cada dimensão, as quais passam a fazer parte das Diretrizes Arquidiocesanas de Missão e Pastoral – DAMP, no seu número 4:

DIMENSÃO MINISTERIAL:
1- Nas Paróquias, Capelas ou Comunidades, os Agentes de Pastoral exerçam apenas uma única coordenação paroquial, por vez, deixando, desse modo, espaço para a busca e a inserção de novas pessoas nas funções de coordenação.
2- O tempo para o exercício do ministério de coordenação na Arquidiocese seja de 3 anos com a possibilidade de apenas uma recondução. Ou seja, no máximo 6 anos.
3- Estabelecer cursos ou elaborar orientações básicas para a capacitação dos Agentes de Pastoral que exercem função de coordenação, contando com a ajuda de profissionais da área de recursos humanos de empresas e entidades filantrópicas.

DIMENSÃO CASA E ESCOLA DE COMUNHÃO
1- Fazer com que os Conselhos Paroquiais, em especial o CAP e CMPP, exerçam suas funções em vista de uma pastoral paroquial orgânica e eficiente, atingindo assim seus objetivos.
2- Apresentar orientações básicas, a partir das Diretrizes Arquidiocesanas, para a elaboração de planejamento, planos e projetos pastorais, segundo o método ver, julgar, agir e avaliar.
3- Implantar a Comissão Arquidiocesana de Formação Permanente dos Agentes Pastorais, a partir dos aspectos e dimensões contidas nas Diretrizes Arquidiocesanas de Missão e Pastoral.

C- DIMENSÃO SAMARITANA
1- Incentivar a participação de membros das Paróquias nos Conselhos Municipais.
2- Apresentar orientações pastorais, sem identificação partidária, por ocasião das campanhas eleitorais, como forma de conscientização política dos cidadãos.
3- Instituir uma Equipe Arquidiocesana especializada no estudo e na divulgação da Doutrina Social da Igreja.


Dentro de alguns dias, o Texto Oficial será encaminhado aos Padres e Coordenadores Arquidiocesanos para uma última avaliação, antes da aprovação final do Arcebispo.
Com o objetivo de ajudar nesse trabalho de avaliação do Texto Oficial, no segundo semestre, o Coordenador Arquidiocesano de Pastoral, vai participar das reuniões dos Padres nas Regiões Pastorais: RP1- 14/09, às 09:30h, na Paróquia Sagrado Coração de Jesus; RP2- 17/08, na Paróquia Santa Luzia, em Iaras, SP; RP3- 31/08, em Maristela; RP4- 18/08, às 10h, na Paróquia – Santuário Nossa Senhora da Piedade, em Lençóis Paulista, SP.
A promulgação das Diretrizes Arquidiocesanas de Missão e Pastoral – DAMP, será no dia 15 de novembro de 2017, no Encontro da Família Arquidiocesana que neste ano será no La Salle, das 08h às 12h, com a presença dos Padres e de, pelo menos 15 pessoas por Paróquia.
2- REGIÕES PASTORAIS. Foi assumida pelo CAMP a decisão do Conselho Arquidiocesano de Missão e Pastoral Ampliado – CAMPA, do último dia 17 de junho, que estabelece, a partir do próximo ano, o seguinte esquema de reuniões para as Regiões Pastorais:


1- REUNIÃO COM PADRES: 4 Reuniões por ano. Em cada reunião, 2 momentos: - O 1º Momento: Apresentação de um tema ligado à vida e à missão do Presbítero, feita por um dos Presbíteros da Região Pastoral; - 2º Momento: Assuntos pastorais da Arquidiocese ou da Região Pastoral, com o envio de um resumo para toda à Arquidiocese.
2- REUNIÃO COM COORDENADORES REGIONAIS DAS PASTORAIS E MOVIMENTOS: 4 reuniões por ano. - Em cada reunião, 2 momentos: - O 1º Momento: Apresentação de um tema ligado à vida e à missão do Cristão Leigo, feita por um dos Coordenadores de Pastorais ou Movimentos da Região Pastoral; - 2º Momento: Assuntos pastorais da Arquidiocese ou da Região Pastoral, com o envio de um resumo para toda à Arquidiocese.


As duas reuniões, - num mês a reunião dos Padres e no outro, a reunião dos Coordenadores Regionais - serão presididas pelo Padre Coordenador da Região Pastoral.
3- BANCO ARQUIDIOCESANO DE DADOS. Como instrumento em vista do bom funcionamento das atividades pastorais da Arquidiocese, o Banco Arquidiocesano de Dados, sob a responsabilidade da Ir. Dulce, Marcelina, Secretária do CAMPA, tão logo seja possível, disponibilizado na página da Arquidiocese, passa a contar com a colaboração de uma Equipe de Apoio formada por 1 pessoa de cada uma das quatro 4 Regiões Pastorais, com a finalidade de acompanhar e atualizar os dados de implantação, articulação e funcionamento das Coordenações Paroquiais, Regionais e Arquidiocesanas.
4- ESTUDO DO ESTATUTO DO CMPP. Sob a coordenação do Coordenador Arquidiocesano de Pastoral serão realizados encontros de Formação para estudo do Estatuto do Conselho Missionário e Pastoral Paroquial – CMPP, com a presença dos Párocos, Coordenadores e Secretários dos CMPPs, de acordo com a seguinte programação: RP1- 20/09, às 20h, na Paróquia Sagrado Coração de Jesus ; RP2- 23/0, às 20h, na Paróquia Nossa Senhora de Fátima, em Avaré, SP; RP3- 13/09, às 20h, na Paróquia Santuário Bom Jesus, em Conchas, SP; RP4- 30/08, às 20h, na Paróquia – Santuário Nossa Senhora da Piedade, em Lençóis Paulista, SP.
5- ENCONTRO DA FAMÍLIA ARQUIDIOCESANA. Neste ano, será no dia 15 de novembro, das 08h às 12h, no Colégio La Salle, com o encerramento do Ano Mariano na Arquidiocese, abertura oficial do Ano do Laicato e promulgação das Diretrizes Arquidiocesanas de Pastoral- DAMP. Em 2019, será um encontro festivo-celebrativo e em 2020, como conclusão de uma Assembleia Arquidiocesana.
6- ANO DO LAICATO. Sob a coordenação do Pe. Lúcio Bento de Souza, Presidente da Comissão 2 – Laicato, Vida e Família, a Arquidiocese está iniciando a sua preparação para esse ano especial, - como pede a CNBB que, em sua 54ª Assembleia Geral Ordinária, na sessão do dia 14 de abril de 2016, aprovou o Documento 105, “Cristãos Leigos e Leigas na Igreja e na Sociedade – Sal da terra e Luz do mundo”, e sugeriu, como um dos “compromissos”, a realização do ANO DO LAICATO, aprovado na sessão do dia 15 de abril de 2016.

Rezemos pelo Arcebispo! E rezemos também uns pelos outros!
Que Deus nos ajude e Senhora Santana nos proteja!
Sempre agradecido!
Pe. José Hergesse – Coordenador Arquidiocesano de Pastoral


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Botucatu, 09 de junho de 2017 – Memória de São José de Anchieta – Presbítero

Prezados Padres, Diáconos, Religiosos, Seminaristas, Coordenadores Arquidiocesanos de Pastorais, Movimentos, Associações e Organismos Eclesiais da Arquidiocese de Botucatu. Saúde e Paz!

Sob a presidência de Dom Airton José dos Santos, Arcebispo Metropolitano de Campinas, SP, e Presidente do Regional Sul 1, da CNBB, realizou, de 06 a 08 de junho de 2017, no Hotel Rainha do Brasil, em Aparecida, SP, a 80ª Assembleia da Entidade, com a presença dos Arcebispos, Coordenadores Arquidiocesanos de Pastoral e diversos de seus Assessores e Representantes de Associações e Organismos Eclesiais.

Pela Arquidiocese de Botucatu, SP, participaram: Dom Maurício Grotto de Camargo, Arcebispo Metropolitano, e o Coordenador Arquidiocesano de Pastoral.

Na primeira sessão conjunta, dia 06 de junho, após a oração inicial, às 15h, o Presidente, após dar as boas vindas aos participantes, concedeu a palavra a Dom Orlando Brandes, Arcebispo Metropolitano de Aparecida, SP. Em seguida, Dom Júlio Endi Akamine, Arcebispo Metropolitano de Sorocaba, SP, e Secretário do Regional Sul 1, deu encaminhamento às atividades, com a aprovação da Pauta da Assembleia e apresentação de Dom Pedro Carlos Cipollini, Bispo Diocesano de Santo André, responsável pela reflexão do tema central: “ Cristãos Leigos e Leigas na Igreja e na Sociedade; sal da terra e luz do mundo”.

Na segunda sessão conjunta, o Sr. Laudelino Azevedo, Assessor da Comissão Episcopal Pastoral para o Laicato, da CNBB, teceu diversos comentários a respeito da recepção, compreensão e aplicação do Documento 105, da CNBB, no Regional Sul 1. Terminada a exposição do tema, diversos participantes apresentaram suas considerações, observações e sugestões.

Na quarta-feira, dia 07 de junho, às 70h, celebração da Santa Missa na Basílica Nacional, presidida por Dom Orlando Brandes, Arcebispo de Aparecida, SP. Às 09h, teve início a terceira sessão conjunta com a apresentação dos temas: “ Cristãos leigos no mundo da educação” , pelo Dr. José Renato Nalini, Secretário Estadual da Educação do Estado de São Paulo, e “ Cristãos Leigos no mundo da política partidária”, pelo Deputado Estadual Reinaldo de Souza Alguz, com o devido espaço de tempo para as perguntas e esclarecimentos. Na quarta sessão conjunta, das 11h às 12:30h, apresentação dos Relatórios das Comissões Episcopais e Organismos Eclesiais.

A quinta sessão, das 15h às 18h, foi dividida em 2 grupos: Reservada dos Bispos, com os temas: Relatório do Presidente, Prestação de Contas e parecer do Conselho Econômico e Fiscal e Projeto Sul 1/Norte 1; e a Reservada dos Padres Coordenadores Arquidiocesanos de Pastoral e Assessores e Representantes dos Organismos Eclesiais: conversas sobre os temas tratados, sugestão a respeito do pedido da Diocese de Pemba, na África, e o tema, metodologia e encaminhamentos da Assembleia das Igrejas, que será realizada, em Itaici, no próximo mês de outubro.

Quinta-feira, dia 08 de junho: às 7h, Santa Missa com Laudes, na Capela Nossa Senhora da Esperança, presidida por Dom Airton José dos Santos. Após o café, início da sétima sessão conjunta, com o plenário dos 2 grupos. Na oitava sessão, à 11h, últimas comunicações e celebração de encerramento.

Outras informações, bem como a Atas completas das diversas sessões, encontram-se na página da CNBB – Regional Sul 1

OBS.: Dia 17 de junho, 3º sábado, das 08:30 às 12h, no Salão Paroquial da Paroquia Sagrado Coração de Jesus, acontece a reunião do Conselho Arquidiocesano de Missão e Pastoral Ampliado - CAMPA. São membros do CAMPA: os membros do CAMP, os Padres Presidentes de Comissões Pastorais, os Coordenadores Arquidiocesanos de Pastorais, Movimentos, Associações e Organismos Eclesiais e os Diáconos Permanentes e Padres Assessores Arquidiocesanos. A entrada, pelo Estacionamento, ao lado da igreja Matriz.

Rezemos pelo Arcebispo! Rezemos também uns pelos outros!

Que Deus nos ajude e Senhora Santana nos proteja!

Sempre agradecido!

Pe. José Hergesse – Coordenador Arquidiocesano de Pastoral

Mateus 11:28-30

"Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve".



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