Pastoral da Ecologia e do Meio Ambiente

ECOLOGIA: O CUIDADO DA CASA COMUM


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O PLANETA E O ESTILO DE VIDA CONSUMISTA
A situação atual do mundo «gera um sentido de precariedade e insegurança, que, por sua vez, favorece formas de egoísmo coletivo». Quando as pessoas se tornam auto-referenciais e se isolam na própria consciência, aumentam a sua voracidade: quanto mais vazio está o coração da pessoa, tanto mais necessita de objetos para comprar, possuir e consumir.

Em tal contexto, parece não ser possível, para uma pessoa, aceitar que a realidade lhe assinale limites; neste horizonte, não existe sequer um verdadeiro bem comum. Se este é o tipo de sujeito que tende a predominar numa sociedade, as normas serão respeitadas apenas na medida em que não contradigam as necessidades próprias.

Por isso, não pensemos só na possibilidade de terríveis fenômenos climáticos ou de grandes desastres naturais, mas também nas catástrofes resultantes de crises sociais, porque a obsessão por um estilo de vida consumista, sobretudo quando poucos têm possibilidades de o manter, só poderá provocar violência e destruição recíproca. Papa Francisco – Carta Encíclica Laudato Si, sobre o cuidado da Casa Comum, nº 204 – 24/05/2015

AMAZÔNIA: 2017 - ANO TERRÍVEL



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“ O ano de 2017 está terminando com um resultado sem precedente de mortes de agricultores, homens, mulheres e crianças. Os conflitos se tornaram mais intensos e se estenderam por todos os ângulos da Amazônia.
Conflitos que ferem a Amazônia, tornada moeda de troca nas tramas políticas de representantes públicos mergulhados na lama da corrupção, à custa de sofrimentos coletivos das populações que resistem à destruição da nossa Casa Comum.
Uma imperdoável negligência por parte do Estado, que nos conflitos não defendeu de modo suficiente as vítimas, e em alguns casos, chegando mesmo a assumir a função de agressor. Falta investigação séria e a impunidade continua para a maior parte dos crimes cometidos na Amazônia”.
Dom Cláudio Hummes, OFM, Arcebispo Emérito da Arquidiocese de São Paulo e Presidente do Rede Eclesial Pan Amazônica (REPAM) – Dom Erwin Krautler – Bispo Emérito do Xingu e Presidente da REPAM - Brasil. Fonte: Vatican Insider 05/01/2018

MENSAGEM DO PAPA FRANCISCO POR OCASIÃO DA CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2017


“ O ano de 2017 está terminando com um resultado sem precedente de mortes de agricultores, homens, mulheres e crianças. Os conflitos se tornaram mais intensos e se estenderam por todos os ângulos da Amazônia.
Conflitos que ferem a Amazônia, tornada moeda de troca nas tramas políticas de representantes públicos mergulhados na lama da corrupção, à custa de sofrimentos coletivos das populações que resistem à destruição da nossa Casa Comum.
Uma imperdoável negligência por parte do Estado, que nos conflitos não defendeu de modo suficiente as vítimas, e em alguns casos, chegando mesmo a assumir a função de agressor. Falta investigação séria e a impunidade continua para a maior parte dos crimes cometidos na Amazônia”.
Dom Cláudio Hummes, OFM, Arcebispo Emérito da Arquidiocese de São Paulo e Presidente do Rede Eclesial Pan Amazônica (REPAM) – Dom Erwin Krautler – Bispo Emérito do Xingu e Presidente da REPAM - Brasil. Fonte: Vatican Insider 05/01/2018


Biomas, tema da CF-2017


1- Biomas são conjuntos de ecossistemas com características semelhantes dispostos em uma mesma região e que historicamente foram influenciados pelos mesmos processos de formação. No Brasil temos 06 biomas: a Mata Atlântica, a Amazônia, o Cerrado, o Pantanal, a Caatinga e o Pampa. Nesses biomas vivem pessoas, povos, resultantes da imensa miscigenação brasileira.

2- A Igreja Católica há algum tempo, tem sido voz profética a respeito da questão ecológica. Neste início do terceiro milênio, ter uma população de mais de 200 milhões de brasileiros, sendo mais de 160 milhões vivendo em cidades gera sérias preocupações. O impacto dessa concentração populacional sobre o meio ambiente produz problemas que põem em risco as riquezas dos biomas brasileiros.


CAPÍTULO I – VER – OS BIOMAS BRASILEIROS


1- BIOMA AMAZÔNIA

Extensão aproximada: 4.196.943 quilômetros quadrados
A Amazônia é a maior reserva de biodiversidade do mundo e o maior bioma do Brasil – ocupa quase metade (49,29%) do território nacional. Esse bioma cobre totalmente cinco Estados (Acre, Amapá, Amazonas, Pará e Roraima), quase totalmente Rondônia (98,8%) e parcialmente Mato Grosso (54%), Maranhão (34%) e Tocantins (9%). Ele é dominado pelo clima quente e úmido (com temperatura média de 25 °C) e por florestas. Tem chuvas torrenciais bem distribuídas durante o ano e rios com fluxo intenso. É este bioma muito influenciado pelo clima equatorial, que se caracteriza pela baixa amplitude térmica e grande umidade, proveniente da evapotranspiração dos rios e das árvores.
O bioma Amazônia é marcado pela bacia amazônica, que escoa 20% do volume de água doce do mundo. No território brasileiro, encontram-se 60% da bacia, que ocupa 40% da América do Sul e 5% da superfície da Terra, com uma área de aproximadamente 6,5 milhões de quilômetros quadrados.
A vegetação característica é de vegetação florestal muito rica e densa e apresenta espécies de diferentes tamanhos – algumas podem alcançar até 50 metros de altura – com folhas largas e grandes, que não caem no outono. A fauna também é muito diversificada, composta por insetos, que estão presentes em todos os estratos da floresta, uma infinidade de espécies de aves, macacos, jabutis, antas, pacas, onças e outros. Nas planícies que acompanham o Rio Amazonas e seus afluentes, encontram-se as matas de várzeas (periodicamente inundadas) e as matas de igapó (permanentemente inundadas). Estima-se que esse bioma abrigue mais da metade de todas as espécies vivas do Brasil.

Fonte: https://portalkairos.org/campanha-da-fraternidade-2017-subsidios-e-materiais/#ixzz4Zq9WsM9B



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2- BIOMA CAATINGA

Extensão aproximada: 844.453 quilômetros quadrados
A Caatinga, cujo nome é de origem indígena e significa “mata clara e aberta”, é exclusivamente brasileira e ocupa cerca de 11% do país. É o principal bioma da Região Nordeste, ocupando totalmente o Ceará e parte do Rio Grande do Norte (95%), da Paraíba (92%), de Pernambuco (83%), do Piauí (63%), da Bahia (54%), de Sergipe (49%), do Alagoas (48%) e do Maranhão (1%). A caatinga também cobre 2% de Minas Gerais.
A Caatinga, portanto, estende-se por todo o sertão brasileiro, ocupando cerca de 11% do território nacional. Trata-se da região mais seca do país, localizando-se na zona de clima tropical semiárido.
Esse bioma apresenta uma grande riqueza de ambientes e espécies, que não é encontrada em nenhum outro bioma. A seca, a luminosidade e o calor característicos de áreas tropicais resultam numa vegetação de savana estépica, espinhosa e decidual (quando as folhas caem em determinada época). Há também áreas serranas, brejos e outros tipos de bolsão climático mais ameno.
Também o bioma da Caatinga está sujeito a dois períodos secos anuais: um de longo período de estiagem, seguido de chuvas intermitentes e um de seca curta seguido de chuvas torrenciais (que podem faltar durante anos). Dos ecossistemas originais da caatinga, 80% foram alterados, em especial por causa de desmatamentos e queimadas.
A vegetação dessa região é composta, principalmente, por plantas xerófilas (acostumadas com a aridez, como as cactáceas) e caducifólias (que perdem a folha durante o período mais seco), além de algumas árvores com raízes bem grandes que conseguem captar a água do lençol freático em grandes profundidades e que, por isso, não perdem as suas folhas, como o juazeiro. A fauna desse bioma é composta por uma grande variedade de répteis, sapo cururu, asa-branca, cutia, gambá, preá, veado-catingueiro, tatupeba etc.

Fonte: https://portalkairos.org/campanha-da-fraternidade-2017-conheca-os-biomas-brasileiros/#ixzz4ZqAJslTw.



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3- BIOMA CERRADO

Extensão aproximada: 2.036.448 quilômetros quadrados
É o segundo maior bioma da América do Sul e cobre 22% do território brasileiro. Ele ocupa totalmente o Distrito Federal e boa parte de Goiás (97%), de Tocantins (91%), do Maranhão (65%), do Mato Grosso do Sul (61%) e de Minas Gerais (57%), além de cobrir áreas menores de outros seis Estados.
É um bioma característico do clima tropical continental, que, em razão da ocorrência de duas estações bem definidas – uma úmida (verão) e outra seca (inverno) –, possui uma vegetação com árvores e arbustos de pequeno porte, troncos retorcidos, casca grossa e, geralmente, caducifólia (as folhas caem no outono).
No Cerrado predominam formações da savana e clima tropical quente subúmido, com uma estação seca e uma chuvosa e temperatura média anual entre 22 °C e 27 °C. Além dos planaltos, com extensas chapadas, existem nessas regiões florestas de galeria, conhecidas como mata ciliar e mata ribeirinha, ao longo do curso d’água e com folhagem persistente durante todo o ano; e a vereda, em vales encharcados e que é composta de agrupamentos da palmeira buriti sobre uma camada de gramíneas (estas são constituídas por plantas de diversas espécies, como gramas e bambus).
É no Cerrado que está a nascente das três maiores bacias da América do Sul (Amazônica/Tocantins, São Francisco e Prata), o que resulta em elevado potencial aquífero e grande biodiversidade. Esse bioma abriga mais de 6,5 mil espécies de plantas já catalogadas.
A fauna da região é bastante rica, constituída por capivaras, lobos-guarás, tamanduás, antas, seriemas etc.

Fonte: https://portalkairos.org/campanha-da-fraternidade-2017-conheca-os-biomas-brasileiros/#ixzz4ZqAt59rX

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4- BIOMA MATA ATLÂNTICA

Extensão aproximada: 1.110.182 quilômetros quadrados
A Mata Atlântica é um complexo ambiental que engloba cadeias de montanhas, vales, planaltos e planícies de toda a faixa continental atlântica leste brasileira, além de avançar sobre o Planalto Meridional até o Rio Grande do Sul. Ela ocupa totalmente o Espírito Santo, o Rio de Janeiro e Santa Catarina, 98% do Paraná e áreas de mais 11 Unidades da Federação.
O exemplar de Floresta Tropical do Brasil praticamente já desapareceu, pois, como estava localizada na faixa litorânea do país, grande parte de sua vegetação original foi devastada pela intensa ocupação do litoral. Por conta disso, atualmente é reconhecida como o bioma brasileiro mais descaracterizado. Isso porque os primeiros episódios de colonização no Brasil e os ciclos de desenvolvimento do país levaram o homem a ocupar e destruir parte desse espaço.
Seu principal tipo de vegetação é a floresta ombrófila densa, normalmente composta por árvores altas e relacionada a um clima quente e úmido. A Mata Atlântica já foi um dos mais ricos e variados conjuntos florestais pluviais da América do Sul, mas
Originalmente, a vegetação desse bioma encontrava-se localizada em uma extensa área do litoral brasileiro, que se estendia do Piauí ao Rio Grande do Sul, e era constituída por uma vegetação florestal densa, com praticamente as mesmas características da Floresta Amazônica: com diversos tamanhos, latifoliada (folhas largas e grandes) e perene (folhas que não caem). A fauna dessa região já foi praticamente extinta e era constituída por micos-leões, lontra, onça-pintada, tatu-canastra, arara-azul e outros.

Fonte: https://portalkairos.org/campanha-da-fraternidade-2017-conheca-os-biomas-brasileiros/#ixzz4ZqBSVe20


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5- BIOMA PANTANAL

Extensão aproximada: 150.355 quilômetros quadrados
O bioma Pantanal cobre 25% de Mato Grosso do Sul e 7% de Mato Grosso e seus limites coincidem com os da Planície do Pantanal, mais conhecida como Pantanal mato-grossense. O Pantanal é um bioma praticamente exclusivo do Brasil, pois apenas uma pequena faixa dele adentra outros países (o Paraguai e a Bolívia).
Trata-se este bioma da maior planície inundável do país e é muito influenciado pelos regimes dos rios presentes nesses lugares, pois, durante o período chuvoso (outubro a abril), a água do pantanal alaga grande parte da planície da região. Quando o período chuvoso acaba, os rios diminuem o seu volume d’água e retornam para os seus leitos.
Por essa razão, a vegetação e os animais precisam adequar-se a essa movimentação das águas. Todos esses fatores tornam a vegetação do pantanal muito diversificada, havendo exemplares higrófilos (adaptados à umidade), plantas típicas do Cerrado e da Amazônia e, nas áreas mais secas, espécies xerófilas. A vegetação predominante é a savana.
A fauna é constituída por várias espécies de aves, peixes, mamíferos, répteis etc.
A cobertura vegetal original de áreas que circundam o Pantanal foi em grande parte substituída por lavouras e pastagens, num processo que já repercute na Planície do Pantanal.

Fonte:https://portalkairos.org/campanha-da-fraternidade-2017-conheca-os-biomas-brasileiros/#ixzz4ZqBuXWa3


6- BIOMA PAMPA
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Extensão aproximada: 176.496 quilômetros quadrados
O bioma pampa está presente somente no Rio Grande do Sul, ocupando 63% do território do Estado. Ele constitui os pampas sul-americanos, que se estendem pelo Uruguai e pela Argentina e, internacionalmente, são classificados de Estepe. O pampa é marcado por clima chuvoso, sem período seco regular e com frentes polares e temperaturas negativas no inverno.
Localizado no extremo sul do Brasil, no Rio Grande do Sul, o bioma Pampa é bastante influenciado pelo clima subtropical e pela formação do relevo, que é constituído principalmente por planícies. Em virtude do clima frio e seco, a vegetação não consegue desenvolver-se, sendo constituída principalmente por gramíneas, como capim-barba-de-bode, capim-gordura, capim-mimoso etc.
A vegetação predominante do pampa é constituída de ervas e arbustos, recobrindo um relevo nivelado levemente ondulado. Formações florestais não são comuns nesse bioma e, quando ocorrem, são do tipo floresta ombrófila densa (árvores altas) e floresta estacional decidual (com árvores que perdem as folhas no período de seca).
São exemplos de animais que vivem nesse bioma o veado, garça, lontras, capivaras e outros.

Fonte: https://portalkairos.org/campanha-da-fraternidade-2017-conheca-os-biomas-brasileiros/#ixzz4ZqCX0mf5.


CAPÍTULO II – JULGAR

A Sagrada Escritura não se preocupa diretamente com os biomas. Contudo, oferece elementos que iluminam a temática a partir do projeto de Deus nela apresentado. Tal projeto inicia-se pela criação e organização do mundo. E conhece uma ruptura por causa do pecado. Seu verdadeiro significado é revelado em Cristo Jesus.

A ECOLOGIA E OS PAPAS
BEATO PAULO VI: O DESAFIO ECOLÓGICO

“Não só já o ambiente material se torna uma ameaça permanente, poluições e lixo, novas doenças, poder destruidor absoluto; é mesmo o quadro humano que o homem não consegue dominar, criando assim, para o dia de amanhã, um ambiente global, que poderá tornar-se para a humanidade insuportável”.


SÃO JOÃO PAULO II: ECOLOGIA E ÉTICA

“O gradual esgotamento da camada do ozônio e o consequente efeito estufa que ele provoca já atingiram dimensões críticas, por causa da crescente difusão das indústrias, das grandes concentrações urbanas e do consumo de energia. Lixo industrial, gases produzidos pelo uso de combustíveis fósseis, desflorestamento imoderado” (…) “tudo isto, como se sabe é nocivo para a atmosfera e para o ambiente”.


BENTO XVI: A ECOLOGIA HUMANA

diversas vezes o Papa Bento XVI foi apresentado como “o primeiro papa verde”. Em sua mensagem para o sexagésimo Dia Mundial da Paz (01/01/2007) ele retomou e consolidou a relação inseparável que existe entre ecologia da natureza, ecologia humana e ecologia social.


FRANCISCO: UMA ECOLOGIA INTEGRAL

“Nós, os seres humanos, não somos meramente beneficiários, mas guardiões das outras criaturas. Pela nossa realidade corpórea, Deus uniu-nos tão estreitamente ao mundo que nos rodeia que a desertificação do solo é como uma doença para cada um, e podemos lamentar a extinção de uma espécie como se fosse uma mutilação”.


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CAPÍTULO III- AGIR

O Agir da Campanha da Fraternidade de 2017 está em sintonia com a Doutrina Social da Igreja, principalmente com a encíclica LaudatoSI e com a Campanha da Fraternidade Ecumênica de 2016. Elas indicam a necessidade da conversão pessoal e social, dos cristãos e não cristãos, para cultivar e cuidar da criação. A encíclica Laudato Si propõe a ecologia integral como condição para a vida do planeta.


CONCLUSÃO

1- É importante que cada comunidade, a partir do bioma em que vive, e em relação com os povos originários desse bioma, faça o discernimento de quais ações são possíveis e, entre elas quais são as mais importantes e de impacto mais positivo e duradouro.
2- É devido à atividade humana que o planeta continua a aquecer. Este aquecimento provoca mudanças climáticas que geram a dolorosa crise dos migrantes forçados. Os pobres do mundo, embora sejam os menos responsáveis pelas mudanças climáticas, são os mais vulneráveis e já sofrem os seus efeitos.




A Campanha da Fraternidade 2017, abordando a realidade dos biomas brasileiros e as pessoas que neles moram, deseja despertar as comunidades, famílias e pessoas de boa vontade para o cuidado e cultivo da casa comum. Cuidar da obra saída das mãos de Deus deveria ser um compromisso de todo cristão.

Carta Enciclica Laudato Si' Louvado Seja

Carta Enciclica Laudato Si' Louvado Seja


Atividade dia 06/10/2018 da Pastoral da Ecologia e do Meio Ambiente



No dia 06/10/2018 a Pastoral da Ecologia e do Meio Ambiente da Paróquia Sagrado Coração de Jesus se reuniu em frente a Matriz as 09h e saiu rezando o terço até chegar no Parque Municipal, onde tivemos uma palestra sobre "A Importância das Árvores e da Água em nosso Cotidiano". Em procuramos conhecer um pouco mais de cada participante, suas experiências e afinidade com as causas ambientais. Foi preenchida uma Ata com a assinatura dos 15 participantes que em seguida executaram o plantio de 10 árvores que ficaram aos nossos cuidados como forma de firmar o compromisso de cada um com a Equipe.
Finalizamos com a "Oração pela paz e a Oração Universal do Pai Nosso".






Mateus 11:28-30

"Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve".



Links

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    Santuário Nacional de Aparecida
  • Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB)
  • Arquidiocese Sant’Ana de Botucatu
  • A SANTA SÉ

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